Prefeito de Iguaracy participa de entrega de kits escolares na rede municipal
Por André Luis
O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, participou na manhã desta terça-feira (5) de uma ação de distribuição de kits escolares para alunos da Rede Municipal de Ensino. A atividade foi realizada no Grupo Escolar Nações Unidas e na Escola de Referência Dr. Diomedes Gomes Lopes, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e Esportes.
Pedro Alves esteve acompanhado do vice-prefeito e secretário de Administração e Desenvolvimento Econômico, Marcos Melo. A ação tem como objetivo garantir o acesso dos estudantes ao material escolar necessário para o ano letivo.
“Nossa missão é garantir que cada criança tenha acesso a materiais de qualidade para aprender e crescer com mais segurança e motivação. Essa ação reforça nosso compromisso com o futuro de Iguaracy”, afirmou o prefeito durante a visita às escolas.
O vice-prefeito também comentou a iniciativa. “Quando trabalhamos juntos, conseguimos alcançar melhores resultados para nossa comunidade, promovendo um ambiente mais saudável e propício ao aprendizado”, declarou Marcos Melo.
A secretária de Educação, Rita de Cássia, ressaltou a relevância da entrega. “É fundamental fortalecer nossa rede de ensino e garantir que nossos alunos tenham tudo que precisam para uma educação de qualidade”, disse.
A entrega dos kits escolares é parte das ações da gestão municipal voltadas à valorização da educação e ao apoio direto aos estudantes da rede pública.
Presidente assina decretos que facilitam investimentos no setor. Estimativa é de R$ 120 bilhões em dez anos e de universalizar o acesso a água e esgotamento sanitário até 2033 Em encontro com governadores para assinar os decretos que atualizam a regulação das leis de saneamento e abrem possibilidade para aumento de investimento no setor, o […]
Presidente assina decretos que facilitam investimentos no setor. Estimativa é de R$ 120 bilhões em dez anos e de universalizar o acesso a água e esgotamento sanitário até 2033
Em encontro com governadores para assinar os decretos que atualizam a regulação das leis de saneamento e abrem possibilidade para aumento de investimento no setor, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva reiterou a importância do diálogo entre os entes federados para definição e implementação das políticas públicas.
“Eu não acredito que a gente possa governar sem conversar com os entes federados. Não acredito que os prefeitos possam ficar isolados da governança e muito menos os governadores. O que vai fazer com que a gente seja lembrado pela história é a capacidade daquilo que a gente tiver de fazer de bem para as pessoas que mais necessitam”, disse.
Lula destacou a importância dos investimentos em saneamento básico para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Para ele, apostar em água e esgotamento sanitário é cuidar da saúde. Segundo o presidente, os decretos assinados ampliam as possibilidades de investimentos no setor e preveem a universalização do acesso em dez anos. Com isso, chamam o Brasil à responsabilidade de resolver até 2033 um problema crônico do Brasil.
“Essa política é, primeiro, de colocar credibilidade na relação entre os entes e fazer um voto de confiança nas empresas públicas. Se não der certo, não tem culpado. Se der certo, todos vão ganhar porque a população brasileira vai ganhar”, afirmou, defendendo recursos dos bancos públicos no processo de viabilização financeira dos negócios.
R$ 120 BILHÕES – O ministro das Cidades, Jáder Filho, estima que as mudanças representem investimentos da ordem de R$ 120 bilhões em dez anos, levando em conta as perspectivas de investimentos da iniciativa privada e do setor público.
Entre as alterações propostas pelos decretos está o fim do limite de 25% para a realização de Parcerias Público-Privadas (PPP) pelos estados, o que contribui para ampliar a participação da iniciativa privada e atrair investimentos para o setor.
Isso permitirá que 1.113 municípios, que reúnem 29,8 milhões de brasileiros, voltem a acessar recursos de saneamento do Governo Federal para que cumpram a meta de universalização, dando nova oportunidade para que empresas estaduais possam comprovar sua capacidade econômico-financeira de realizar investimentos.
Segundo o ministro das Cidades, a revisão e modernização do marco do saneamento é mais uma grande conquista, especialmente para os que vivem em localidades carentes de serviços essenciais. “Ao assinar esses decretos, o presidente Lula garante as condições necessárias para destravar os investimentos na área e permitir a universalização dos serviços de água e esgoto sanitário no Brasil até 2033”, afirmou.
Ministro da Casa Civil, Rui Costa destacou que a essência das mudanças é permitir um olhar para as diferentes perspectivas regionais características do país. “O Brasil é continental, com realidades bem diferentes. Entendemos que, com diversidade, conseguiremos atrair mais capital privado e público para investir em água e esgoto e atingir o mais breve possível a meta de universalização”, afirmou. Segundo ele, a mensagem dos decretos é mais investimento, mais emprego e cidades sustentáveis, com mais água e esgotamento sanitário.
O ministro Fernando Haddad (Fazenda) mencionou o fato de os decretos abrirem o leque de possibilidades para investimentos e destacou a importância do diálogo entre governos federal, estadual e municipal. “Essa é uma prova de que o pacto federativo está sendo retomado. Uma demonstração de que o diálogo constrói efetivamente o futuro do país”.
Em nome dos governadores, Renato Casagrande (ES) declarou que o saneamento básico é um grande desafio que agora se transforma em oportunidade, com a meta de universalização até 2023. Ele elogiou a política de ouvir estados e municípios para tomada de decisões. “Ter oportunidade de tratar de temas importantes como esse com a equipe do Governo Federal faz diferença para nós, que estamos nos estados”, disse.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Pernambuco atingiu esta semana a marca de 25,5 toneladas de maconha apreendidas e erradicadas nas rodovias federais que cortam o estado e também em áreas de interesse da União. O volume contabilizado é resultado das ações de combate à criminalidade pelo órgão de janeiro a 13 de outubro deste […]
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Pernambuco atingiu esta semana a marca de 25,5 toneladas de maconha apreendidas e erradicadas nas rodovias federais que cortam o estado e também em áreas de interesse da União. O volume contabilizado é resultado das ações de combate à criminalidade pelo órgão de janeiro a 13 de outubro deste ano.
Ao montante de maconha apreendido serão contabilizados ainda os 100,7 kg da droga apreendidos nesta segunda (17) na BR-110, em Sertânia, no Sertão pernambucano. Os números refletem a otimização das operações realizadas em conjunto com outras forças de segurança no enfrentamento ao tráfico de drogas no estado.
Além disso, os resultados positivos colhidos pela PRF refletem ainda o emprego, do litoral ao Sertão de Pernambuco, de um efetivo cada vez mais capacitado e especializado no combate a esse tipo de crime. Outro ponto que merece ser destacado é o investimento em tecnologia que vem sendo feito pela instituição, integrando e compartilhando dados em todo o Brasil.
O emprego do serviço de inteligência policial também interfere diretamente no aumento de apreensão de drogas no estado, uma vez que as abordagens a veículos e a pessoas passam a ser cada dia mais assertivas e menos aleatórias. As operações passam também a ter estratégias bem definidas com base em estudos que levam ao modus operandi das organizações criminosas que atuam no estado.
Ingazeira hoje caiu para última posição no ranking no Sertão Como divulgado, Pernambuco registrou 46,2% da população em isolamento social na quinta-feira (7). Na última segunda-feira (4), o índice era de 50%. Os dados são de um painel lançado esta semana pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), em parceria com o instituto inLoco. O levantamento usa dados […]
Ingazeira hoje caiu para última posição no ranking no Sertão
Como divulgado, Pernambuco registrou 46,2% da população em isolamento social na quinta-feira (7).
Na última segunda-feira (4), o índice era de 50%. Os dados são de um painel lançado esta semana pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), em parceria com o instituto inLoco.
O levantamento usa dados de geolocalização dos celulares da população e contabiliza os 184 municípios pernambucanos e o distrito de Fernando de Noronha.
Só que o dado tem piorado. Nesta manhã de sábado, o índice chegou a 40% em média. Veja em algumas cidades sertanejas como caiu o índice:
O deputado federal Túlio Gadêlha (PDT-PE) apresentou projeto de lei que estabelece prioridade de atendimento aos profissionais de saúde na destinação de equipamentos de proteção individual (EPIs), na testagem e no tratamento do coronavírus (Covid-19) enquanto durar o estado de calamidade pública. No último final de semana, duas profissionais da área da saúde morreram em […]
O deputado federal Túlio Gadêlha (PDT-PE) apresentou projeto de lei que estabelece prioridade de atendimento aos profissionais de saúde na destinação de equipamentos de proteção individual (EPIs), na testagem e no tratamento do coronavírus (Covid-19) enquanto durar o estado de calamidade pública.
No último final de semana, duas profissionais da área da saúde morreram em decorrência do Covid-19, sendo uma delas no estado de Pernambuco e uma em Goiás. Outra morte de profissional de saúde está sendo investigada em Pernambuco. A falta de EPIs também tem sido uma reclamação constante de profissionais da área.
“É necessário garantirmos a maior proteção possível aos profissionais de saúde, pois eles estão na linha de frente desse combate. Precisamos, ainda, identificar rapidamente os infectados e tratá-los, para reduzir o risco à sua vida e a de seus colegas e pacientes”, justifica.
O PL 1483/20, que já está tramitando na Câmara dos Deputados, segue a orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS). A organização recomendou prioridade nos testes em pacientes vulneráveis e profissionais de da área da saúde, em locais onde há transmissão comunitária, como o Brasil, por causa do risco de transmitir doença a pacientes e da perda da força de trabalho.
O senador Ciro Nogueira teve férias bancadas pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro em estação de esqui de Courchevel, nos Alpes franceses, que custou R$ 1.849.201,00, segundo a PF. As informações são da revista Piauí de junho. Segundo a matéria, as investigações da Polícia Federal identificaram uma série de benefícios concedidos por Vorcaro a Ciro Nogueira. Em […]
O senador Ciro Nogueira teve férias bancadas pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro em estação de esqui de Courchevel, nos Alpes franceses, que custou R$ 1.849.201,00, segundo a PF. As informações são da revista Piauí de junho.
Segundo a matéria, as investigações da Polícia Federal identificaram uma série de benefícios concedidos por Vorcaro a Ciro Nogueira. Em decisão que autorizou novas diligências sobre o escândalo do Banco Master, o ministro André Mendonça afirmou que os elementos reunidos indicam uma relação que extrapolava a simples amizade, caracterizando um “arranjo funcional e instrumental orientado por benefício mútuo”.
As investigações apontam para uma complexa rede de vínculos entre o senador e Vorcaro. Entre os principais elementos sob análise estão pagamentos considerados atípicos à empresa CNLF Empreendimentos Imobiliários, ligada à família de Ciro; uma sociedade empresarial firmada em condições consideradas vantajosas ao senador; supostos pagamentos periódicos que a PF trata como possível mesada; uso de imóveis pertencentes ao banqueiro; despesas pessoais custeadas por terceiros; viagens internacionais em aeronaves privadas; além da atuação parlamentar em projetos e emendas legislativas que beneficiariam diretamente os interesses do Banco Master.
Segundo os investigadores, a empresa BRGD, ligada à família Vorcaro, transferiu cerca de R$ 902 mil para a CNLF entre 2023 e 2024. A PF suspeita que as operações possam ter servido para mascarar pagamentos indevidos. Em paralelo, a CNLF adquiriu 30% da Green Investimentos por R$ 1 milhão, embora a participação fosse avaliada em aproximadamente R$ 13 milhões, operação considerada incomum e destacada pelo ministro André Mendonça.
As mensagens apreendidas também sugerem a existência de pagamentos mensais em favor do senador. Conversas entre Vorcaro e seu primo, Felipe Cançado Vorcaro, mencionam repasses de R$ 300 mil, posteriormente elevados para R$ 500 mil. A origem, o destino e a finalidade desses valores ainda são alvo de investigação.
Documentos indicam que Ciro utilizou por meses um apartamento pertencente ao banqueiro em São Paulo. O senador estava morando em imóvel de Vorcaro em novembro de 2025, passado, quinze dias antes da prisão de Vorcaro, Ciro estava ocupando apartamento do banqueiro em SP e, em diálogo obtido pela revista, pediu diretamente ao banqueiro para ficar mais uns “três, quatro meses” no imóvel.
Conversas mostram ainda que despesas em restaurantes, viagens e hospedagens teriam sido pagas por Vorcaro. Entre os episódios investigados está uma viagem a Courchevel, estação de esqui de luxo nos Alpes franceses, realizada em janeiro de 2025. Segundo a PF, os gastos totais da viagem ultrapassaram R$ 1,8 milhão.
As suspeitas se estendem à atuação parlamentar. A chamada “Emenda Master”, apresentada por Ciro em 2024, propunha elevar de R$ 250 mil para R$ 1 milhão a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A investigação sustenta que o texto teria sido elaborado com participação direta do banco e beneficiaria especialmente o modelo de negócios do Master. Mensagens interceptadas mostram Vorcaro comemorando a apresentação da proposta, afirmando que ela havia saído “exatamente como mandei”.
A investigação atual também analisa a evolução patrimonial da família Nogueira. Relatórios do Coaf apontam movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a renda declarada pelo senador. Empresas controladas por familiares acumulam ativos milionários, distribuições de lucros expressivas e operações imobiliárias que despertaram interesse dos investigadores. Entre elas está a compra de uma cobertura de alto padrão na Rua Oscar Freire, em São Paulo, por cerca de R$ 22 milhões.
Outro personagem recorrente é o empresário Ricardo Magro, dono da Refit. A PF investiga negociações imobiliárias entre empresas ligadas a Magro e familiares do senador, além da atuação de Ciro em emendas legislativas que poderiam favorecer interesses do empresário.
Ao longo das últimas três décadas, Ciro Nogueira consolidou-se como um dos políticos mais influentes de Brasília. Passou por diferentes governos, presidiu o PP por mais de uma década e alcançou o auge de sua trajetória ao assumir a Casa Civil no governo de Jair Bolsonaro. Nesse período, ampliou sua influência sobre cargos estratégicos, orçamento e articulações políticas.
Agora, entretanto, a investigação sobre o Banco Master representa o desafio mais sério de sua carreira. Pela primeira vez, os elementos reunidos pela Polícia Federal conectam, em um mesmo contexto, relações pessoais, operações empresariais, movimentações financeiras, viagens de luxo e iniciativas legislativas. Ciro nega irregularidades, afirma ser vítima de perseguição política e sustenta que todas as suas ações foram legais.
Apesar das suspeitas, até o momento o senador não foi condenado nem teve sua culpa reconhecida pela Justiça. As investigações seguem em andamento, enquanto os relatórios da Polícia Federal e as decisões do STF continuam ampliando o escrutínio sobre sua atuação política e empresarial
A reportagem descreve ainda uma longa trajetória política de Ciro Nogueira, destacando sua ascensão ao comando do PP e seu papel como ministro da Casa Civil no governo de Jair Bolsonaro. O texto afirma que ele acumulou forte influência sobre indicações de cargos, orçamento e articulações políticas, tornando-se um dos principais operadores do chamado Centrão.
O levantamento também revisita acusações e delações envolvendo o senador em diferentes escândalos ao longo das últimas décadas, incluindo casos relacionados à Operação Lava Jato, à Petrobras, à J&F e a empreiteiras. Embora seu nome tenha aparecido em diversas investigações e acordos de colaboração premiada, a reportagem ressalta que Ciro nunca foi condenado, preso ou sequer se tornou réu em boa parte dos casos.
Além de Vorcaro, o texto menciona relações de Ciro com empresários investigados ou acusados de irregularidades em setores como combustíveis, apostas online e mercado financeiro, incluindo Ricardo Magro e Fernando Oliveira Lima.
A matéria conclui que o escândalo do Banco Master abalou a imagem política de Ciro Nogueira ao revelar, segundo a PF, uma rede de negócios, favores e interesses compartilhados com Vorcaro. Apesar das suspeitas, o senador nega irregularidades, afirma ser vítima de perseguição política e sustenta que suas relações com empresários ocorreram dentro da legalidade.
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