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Prefeito Arquimedes Machado participa de reunião com presidentes de Associações Comunitárias

Por Nill Júnior

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O prefeito Arquimedes Machado participou da primeira reunião de 2015 do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável de Itapetim. O encontro aconteceu no auditório da Câmara Municipal e reuniu presidentes de Associações Comunitárias, vereadores e representantes do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA).

O prefeito Arquimedes Machado fez um balanço das ações desenvolvidas nos dois primeiros anos de governo. Também destacou a importância das Associações Comunitárias e ouviu reivindicações e observações diversas dos mais de trinta presidentes de Associações Comunitárias presentes. O prefeito foi elogiado pelo plano de reforço hídrico na zona rural.

“Estamos vivendo um momento difícil. Itapetim é um dos municípios mais castigados pela falta de chuvas em Pernambuco. Vamos perfurar mais poços, construir novos sistemas de abastecimento e construir e restaurar mais açudes”, ressaltou o prefeito Arquimedes Machado.

Outras Notícias

Santa Cruz da Baixa Verde: Ismael Quintino indica integrantes da equipe de transição

O prefeito eito de Santa Cruz da Baixa Verde, Ismael Quintino (Republicanos), anunciou o nome do advogado Alderlandyo Gomes como coordenador da comissão de administração de transição de mandato. Outros seis nomes também foram divulgados para a comissão de transição. Confira: Thales Williams de Lima Souza; Fabiana Henrique Soares Barbosa; Tarciana Alves Meneses; Joseilson Alves […]

O prefeito eito de Santa Cruz da Baixa Verde, Ismael Quintino (Republicanos), anunciou o nome do advogado Alderlandyo Gomes como coordenador da comissão de administração de transição de mandato.

Outros seis nomes também foram divulgados para a comissão de transição. Confira: Thales Williams de Lima Souza; Fabiana Henrique Soares Barbosa; Tarciana Alves Meneses; Joseilson Alves de Lima; Nathan Eliakim Barro Diniz; George Melo do Nascimento.

A expectativa é que a primeira reunião entre a equipe escolhida por Ismael e integrantes do atual governo seja marcada nos próximos dias para o início do levantamento de informações e dados estratégicos, essenciais para o planejamento da próxima gestão que assumirá no dia 1º de janeiro.

Alesp aprova cassação de Arthur do Val

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou nesta terça-feira (17) a cassação do mandato do ex-deputado estadual Arthur do Val (União Brasil). Apesar dele ter renunciado ao cargo, a cassação significa que ele perderá os direitos políticos por oito anos, segundo a Lei da Ficha Limpa. A cassação foi aprovada por unanimidade entre todos os 73 deputados que participaram […]

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou nesta terça-feira (17) a cassação do mandato do ex-deputado estadual Arthur do Val (União Brasil).

Apesar dele ter renunciado ao cargo, a cassação significa que ele perderá os direitos políticos por oito anos, segundo a Lei da Ficha Limpa.

A cassação foi aprovada por unanimidade entre todos os 73 deputados que participaram da sessão. Para ter o mandato cassado, era preciso 48 votos entre os 94 deputados estaduais da Alesp. A aprovação ocorreu em sessão muito curta para os padrões do Poder Legislativo paulista.

Conhecido como ‘Mamãe Falei’, Arthur do Val é o primeiro deputado cassado pela Alesp em mais de 23 anos. O último parlamentar que havia sido cassado pelo Legislativo Paulista foi o ex-deputado Hanna Garib, em 1999, que era acusado de fazer parte da chamada “máfia dos fiscais” da cidade de São Paulo, na época que era vereador da capital.

Por meio de nota, a assessoria de Arthur do Val afirmou que “a decisão do plenário da Alesp deixa claro que foi promovida uma perseguição contra Arthur do Val e que o motivo principal não era o seu mandato, ao qual já renunciou, mas sim retirá-lo da disputa eleitoral deste ano”.

“A desproporção da sua punição fica evidente já que a mesma Casa foi branda em relação a casos muito mais graves, como o do parlamentar Fernando Cury, que apalpou os seios de uma deputada e foi suspenso por apenas seis meses”, disse a nota.

Terminou o carnaval de Arcoverde e começou o debate sobre cachês milionários

No meu comentário para o Jornal Itapuama desta segunda-feira (09), uma análise detalhada sobre o encerramento do Nosso Carnaval, o pré-carnaval de Arcoverde, que se despediu nas primeiras horas de hoje com um saldo considerado positivo. O grande trunfo do evento, segundo o comunicador, reside na inteligência do calendário: ao realizar a festa antecipadamente, a […]

No meu comentário para o Jornal Itapuama desta segunda-feira (09), uma análise detalhada sobre o encerramento do Nosso Carnaval, o pré-carnaval de Arcoverde, que se despediu nas primeiras horas de hoje com um saldo considerado positivo.

O grande trunfo do evento, segundo o comunicador, reside na inteligência do calendário: ao realizar a festa antecipadamente, a cidade se destaca como uma das principais opções do interior de Pernambuco.

​Essa janela estratégica permite que a prefeitura consiga atrair grandes atrações nacionais, como Durval Lelys e DIlsinho, com custos mais baixos e maior disponibilidade de agenda do que no período oficial de Carnaval.

Fiz uma ressalva sobre episódios isolados de briga generalizada registrados em vídeos, lamentando que a diversão da juventude ainda seja, por vezes, acompanhada de conflitos.

​No campo político, o prefeito Zeca Cavalcanti utilizou a visibilidade do evento para pavimentar alianças, recebendo os irmãos Marcelo e Gustavo Gouveia para reforçar o apoio eleitoral deste ano.

​Além disso, um tema delicado entrou na pauta: o debate da Associação Municipalista de Pernambuco – AMUPE – sobre a imposição de um teto para cachês pagos com recursos públicos. O caminho para cidades polo como Arcoverde — que possui eventos de grande porte no São João — pode ser o fortalecimento de parcerias público-privadas.

O modelo sugerido segue o exemplo de Caruaru, que utiliza o aporte de grandes marcas e empresas de apostas (bets) para equilibrar as contas das festividades.

Caso Miguel: “Eu só quero justiça pelo meu filho”, diz pai do menino

Diário de Pernambuco Antes do início da audiência de julgamento da empresária Sari Corte Real, acusada de abandono de incapaz com resultado em morte do menino Miguel Otávio Santana da Silva, de cinco anos de idade, manifestantes favoráveis à condenação da primeira dama de Tamandaré se reuniram em frente à 1° Vara de Crimes contra […]

Diário de Pernambuco

Antes do início da audiência de julgamento da empresária Sari Corte Real, acusada de abandono de incapaz com resultado em morte do menino Miguel Otávio Santana da Silva, de cinco anos de idade, manifestantes favoráveis à condenação da primeira dama de Tamandaré se reuniram em frente à 1° Vara de Crimes contra a Criança e o Adolescente (Cica).

Visivelmente abalado na manhã desta quinta-feira (3), o pai da criança, Paulo Inocêncio, se juntou aos manifestantes, e fez um único pedido: “eu só quero justiça pelo meu filho Miguel”.

Ao lado dele, estava a tia de Mirtes Souza  e tia-avó de Miguel, Sandra Maria Santana, que conversou brevemente com a imprensa sobre o que espera do julgamento, previsto para começar às 9h.

“A gente crê em Deus que ela [Sarí] vai responder presa por tudo o que ela fez. Se fosse um filho dela, ela não faria isso. Se fosse com uma amiga dela, ela não faria isso. Ela tem que ser presa e não ficar impune pelo o que ela fez. Quando a gente faz alguma coisa errada, a gente tem que pagar. Se fosse o contrário a minha sobrinha já estaria presa. Ela teve poder nas mãos de reverter essa situação e não fez. Espero que ela seja julgada e presa pelo o que fez”, disse.

No momento, manifestantes estendem cartazes com frases como “Vidas Negras Importam” e “Estamos com Mirtes”. Por volta das 9h20, integrantes do ato, que em sua maioria concentra mulheres negras, reforçaram a importância de estarem presentes no julgamento em apoio à família de Miguel.

“Quando a gente fala de genocídio e violência da população negra, falamos de uma série de direitos que são retirados de nós. A gente só quer viver e ser feliz. Estamos lado a lado com a família de dona Mirtes”. Logo seguida, uma das manifestantes recitou uma poesia ressaltando as várias formas em que o racismo se manifesta na sociedade e nas instituições privadas e públicas.

A imprensa não foi autorizada a ter acesso à audiência de julgamento de Sari Corte Real.

RELEMBRE O CASO

Miguel morreu no dia 02 de junho, após cair do 9° andar do Condomínio Píer Maurício de Nassau, um dos imóveis do conjunto conhecido como Torres Gêmeas, localizado no bairro de São José, no centro do Recife. Na ocasião, Sari, ex-patroa de Mirtes, pediu para a então funcionária doméstica ir passear com sua cadela de estimação, e se responsabilizou em supervisionar Miguel nesse meio tempo.

A perícia do Instituto Criminalística apontou que Sari pressionou o botão do andar de cima do elevador, ação que levou o garoto até o 9° andar, de onde ele caiu de uma altura de aproximadamente 35 metros.

Na denúncia enviada à Justiça, além do crime de abandono de incapaz, Sari Corte Real será julgada perante dois agravantes: crime contra a criança e em momento de calamidade pública. A empresária chegou a ser detida por homicídio culposo – quando não há intenção de matar -, mas pagou uma fiança de R$ 20 mil e foi liberada para responder ao processo de liberdade.

A família do menino Miguel, além da prisão de Sari, reivindica uma indenização por danos morais e materiais no valor de R$ 987 mil. A ação foi ajuizada na 3° Vara Cível da Capital.

Afogados: Morre aos 100 anos, ex-vereador e ex-vice-prefeito Gastão Cerquinha

Faleceu às 23 h desta terça-feira (15), em sua residência, o ex-vice-prefeito e ex-vereador de Afogados da Ingazeira,  Gastão Cerquinha da Fonseca. Seu Gastão faleceu na sua residência na Avenida Artur Padilha, de falência múltipla dos órgãos. Era pai do jornalista Magno Martins e do ex-vereador e atualmente Secretário de Cultura e Esportes de Afogados […]

Faleceu às 23 h desta terça-feira (15), em sua residência, o ex-vice-prefeito e ex-vereador de Afogados da Ingazeira,  Gastão Cerquinha da Fonseca. Seu Gastão faleceu na sua residência na Avenida Artur Padilha, de falência múltipla dos órgãos.

Era pai do jornalista Magno Martins e do ex-vereador e atualmente Secretário de Cultura e Esportes de Afogados da Ingazeira, Augusto Martins.

Falando ao programa Rádio Vivo da Rádio Pajeú, nesta quarta-feira (16), seu filho, Augusto, contou um pouco sobre o legado deixado por seu pai, como foram seus últimos dias de vida e informou que o velório acontece na Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira na manhã de hoje e o seu sepultamento será às 16 horas no Cemitério São Judas Tadeu.

O jornalista Magno Martins, fez uma homenagem ao pai em seu blog e contou um pouco sobre a sua trajetória de vida. Leia abaixo:

Deus chamou meu pai 

Meu pai Gastão Cerquinha da Fonseca morreu, ontem, por volta das 23 horas, no mesmo dia do aniversário de minha irmã Ana Regina, sua cuidadora até o último suspiro, a quem homenageei por ocasião do seu niver atestando ser ela a flor do jardim do homem que lançou ao mundo nove filhos – cinco homens e quatro mulheres. Viveu 100 anos e quase sete meses. Foi um homem iluminado. Só conjugou o verbo amar. Viveu além do seu tempo muito mais para servir do que para ser servido.

Sua vida foi um lampejo de bondade. Tratou o próximo como irmão. Para ele, independente de raça, cor e sexo, todos recebiam um único e carinhoso tratamento: Beleza. Andou com as sandálias da humildade. 

Com sua luz forte e infinita feito um farol, clareou os caminhos de sua prole. Como bom cristão sertanejo, cumpriu à risca o mandamento divino da perpetuação da espécie.

Pela ordem de testamento na pia batismal, em Afogados da Ingazeira, de terras e vidas secas, ao lado da sua flor Margarida, que Deus chamou aos 86 anos, quase dez anos antes dele, Tarso, o primogênito, Maria José, Maria de Fátima, Ana Regina, Marcelo, Magno, Augusto, Gastão Filho e Denise.

Papai era tão sertanejo que tinha cheiro de bode, como disse certa vez Luiz Gonzaga, o cancioneiro que imortalizou na música o Sertão, sua gente e seus costumes. Adorava a vida. Viveu intensamente até aos 95 anos, quando o peso da idade o tirou da rotina da sua lojinha no comércio de Afogados da Ingazeira e o fez refém de sua casa até a morte.

Era uma lojinha na qual vendia copos e plástico, ainda com um ponto do jogo do bicho da banca pertencente ao seu irmão José Cerquinha da Fonseca, o Zé Coió. Lojinha mais para terapia. Na verdade, papai foi, entre os anos 70 e 90, um dos maiores comerciantes do ramo de miudezas em nossa terra natal. 

Ganhou muito dinheiro, mas todas as suas reservas com o esforço do seu suor foram confiscadas pelo Plano Collor. Com isso, nunca mais foi o mesmo Gastão, que em vida não fez jus ao seu nome: de gastador, não tinha nada, embora, para os filhos, as mãos sempre encontraram o caminho do seu bolso.

Papai começou no comércio vendendo banana na feira. Com o tempo, abriu padaria, ramo que não se deu bem até ser bem sucedido com miudezas em geral. Ainda para garantir o sustento da ninharada de filhos, virou servidor público federal como auxiliar de balcão e telegrafista dos Correios e Telégrafos.

Sua grande paixão, entretanto, foi a política. Ligado ao grupo de Josesito Padilha, ex-deputado estadual, que se exilou no Uruguai depois de atirar num juiz eleitoral, foi eleito quatro vezes vereador de Afogados da Ingazeira. Presidiu a Câmara por duas legislatura. Foi eleito vice-prefeito na chapa de João Alves Filho.  

Outra grande paixão foi a literatura. Tinha o dom de mexer com as palavras com a tônica da emoção. Escreveu três livros retratando histórias de Afogados da Ingazeira e de personagens ilustres. Na apresentação do livro, destacou: o bom da vida: ser e não parecer, regar os sonhos, viver para servir”. 

Papai foi um benção em nossas vidas. Teve a graça da longevidade. Morreu de morte natural. Com ele, aprendi tudo, principalmente a correr atrás dos meus sonhos. Foi mestre, conselheiro e amigo. Me incentivou a ser a melhor pessoa que eu posso ser. Compartilhou histórias e aconselhou com sabedoria.

Chorou por mim, enxugou minhas lágrimas quando o mundo me fez chorar. Ensinou-me coisas belas. Sua existência foi fundamental para o funcionamento das batidas do meu coração. Diante das incertezas da vida, nunca tive medo, porque sempre esteve ao meu lado. 

Me criou para o mundo, mas o meu mundo foi ele, um verdadeiro universo da bondade. Foi presente e protetor, sempre me encheu de amor. Sou grato pelos sábios conselhos. O que me fez seguir pelo caminho certo sempre foram os seus belos exemplos. Sempre foi e será o maior exemplo nessa vida. 

Foi o melhor homem do mundo. Não importa para onde a vida me levar, seus ensinamentos e amor sempre me guiarão. Papai foi guerreiro, um super-herói. Me deixou a maior herança do mundo: o seu infinito amor.