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Prefeita de cidade baiana ironiza professores e causa revolta

Por Nill Júnior

Após o vídeo viralizar, a gestora afirmou que foi alvo de ‘fake news’; ela ironizou professores durante uma live

A prefeita de Morro do Chapéu, na Bahia, Juliana Araújo (PL), causou revolta em moradores da cidade ao dizer em uma live que a ‘vida mansa’ de professores do ensino infantil acabou.

‘Vocês professores, que estavam acostumados a ficar em sala de aula com os alunos pequenos não dando aula, só lamento para vocês. Vocês vão ter que trabalhar, porque a vida mansa acabou’, afirmou durante uma live a chefe do Executivo Municipal.

No Instagram, a prefeita alegou que foi alvo de fake news e que o vídeo foi “maldosamente editado” e teve “falas recortadas”. Juliana culpou a “mídia tendenciosa” pela edição do vídeo. Nos comentários da publicação, várias pessoas criticaram a gestora. “Por mais respeito aos professores”, escreveu um internauta.

Juliana tentará se reeleger nas eleições deste ano na cidade. Também nas redes sociais, ela publicou uma pesquisa que mostrava que cerca de 69,7% da população demonstrava preferência por ela no cargo.

 

Outras Notícias

Ronaldo de Dja diz que tentar colocá-lo como vice de Duque é distorcer os fatos

Vereador afirmou ainda que “se pesquisa for critério pra vice de Márcia”, coloca o nome O vereador Ronaldo de Dja disse a esse blogueiro que há grave distorção nas especulações de que ele seja candidato a vice em uma suposta chapa encabeçada por Luciano Duque, o que rechaçou totalmente. “O pessoal distorce os fatos. Luciano […]

Vereador afirmou ainda que “se pesquisa for critério pra vice de Márcia”, coloca o nome

O vereador Ronaldo de Dja disse a esse blogueiro que há grave distorção nas especulações de que ele seja candidato a vice em uma suposta chapa encabeçada por Luciano Duque, o que rechaçou totalmente.

“O pessoal distorce os fatos. Luciano é nosso Deputado. Tive o privilégio de votar nele. Estive com ele nesse evento no Alto do Bom Jesus, mas sem nenhuma conotação eleitoral. Nada a ver com 2024”.

Eles estiveram no Arraial da Amizade, que teve apoio dos dois. Como Márcia Conrado foi para outra agenda, em Saco da Roça, as especulações foram muitas. As imagens compartilhadas dos dois colados divulgadas nas redes, só aumentaram as especulações.

“Tenho pregado unidade. Luciano nunca me disse que seria candidato. Aliás, disse em uma reunião com nove vereadores que não é candidato. E eu tenho pregado onde ando que minha candidata é Márcia”, afirmou. A fala balizou o nosso comentário no Sertão Notícias, da Cultura FM.

Ronaldo disse ainda que, se o critério para escolha da vice no bloco governista for pesquisa, estará com o nome colocado. “Se o critério for pesquisa, vou colocar o meu nome. Mas meu projeto é Serra Talhada. E se aparecer outro nome em melhores condições, trabalho sem problema minha candidatura a vereador”, citando Cacá Menezes, Fabinho do Sindicato, Elizandro Nogueira, Pinheirinho e outros postulantes.

Governo fala em “clima de reversão” contra impeachment, mas evita “euforia”

Uol Após uma semana marcada pelo desembarque de partidos do chamado “centrão” da base aliada, o governo diz ter ganho novo ânimo durante os debates sobre o impeachment na Câmara dos Deputados na noite desta sexta-feira (15). Vários deputados da base começam a falar em “clima de reversão” dos votos pró-impeachment. Mais cedo, a oposição […]

cepeUol

Após uma semana marcada pelo desembarque de partidos do chamado “centrão” da base aliada, o governo diz ter ganho novo ânimo durante os debates sobre o impeachment na Câmara dos Deputados na noite desta sexta-feira (15).

Vários deputados da base começam a falar em “clima de reversão” dos votos pró-impeachment. Mais cedo, a oposição chegou a divulgar que já havia conquistado os 342 votos necessários à aprovação do impedimento da presidente Dilma Rousseff.

Segundo levantamento da “Folha de S.Paulo”, no início da noite a oposição deixou de contar com dois votos a favor da abertura de processo de impeachment. Grávida de 36 semanas, a deputada Clarissa Garotinho (PR-RJ) solicitou o início de sua licença-maternidade — as abstenções favorecem o governo.

“Ainda estamos preocupados, mas o ânimo mudou, sim. Estamos trabalhando pra neutralizar votos favoráveis e conseguir mais uns cinco pra nós”, disse Zé Geraldo (PT-PA).

Maria do Rosário (PT-RS) reafirmou que o “ânimo mudou de ontem para hoje”. Segundo a deputada, houve reversões de votos que não serão reveladas agora por estratégia do líder do PT.

O líder do governo na Câmara, no entanto, nega o clima de “euforia”. “Não há euforia, o que há é trabalho”, disse José Guimarães (PT-CE). “Foram eles (oposição) que criaram um clima de ‘já ganhou’ e agora estão se dando conta da realidade é a realidade é que eles não têm os 342 votos”, afirmou o líder do PT na Câmara, Afonso Florence (BA).

Uma fonte próxima ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ao UOL que “há um meião [grupo indeciso] de 100 [deputados] que quer estar ‘do lado que for ganhar’ e afirma que os cálculos da imprensa desconsideraram os deputados que podem mudar de ideia no último minuto.

O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), ao discursar em plenário nesta noite, disse acreditar que há um processo de virada no placar. “O clima de reversão reflete o clima das ruas, que não vão aceitar esse acordão para levar a cúpula do PMDB ao comando de todos os poderes da República.”

O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) afirmou que qualquer prognóstico para a votação do impeachment é “chute” e que nenhum lado pode cantar vitória antes da votação. O motivo, segundo o parlamentar, é que há uma “massa pantanosa” de cerca de cem deputados que ainda não tem posição definida. Alencar disse que sentiu um aumento de protestos contra o impeachment no país, o que provoca algum eco na Câmara.

A oposição, no entanto, nega que esteja ocorrendo uma reviravolta. O deputado Mendonça Filho (DEM-PE) diz que a estratégia do governo de propagar o “clima de reversão” deve-se a “desespero final para reverter psicologicamente uma situação que está decretada, definida. O deputado disse ainda que “esse discurso de reversão não nos abala”.

“Isso é conversa fiada deles [governo]. Não há nenhuma possibilidade de perdermos votos. Estamos acompanhando esses votos um a um”, rebateu Paulinho da Força (SD-SP).

Bezerra Coelho diz que acusações de Paulo Roberto Costa são mentirosas

O ex-ministro da Integração Nacional e senador eleito pelo PSB de Pernambuco Fernando Bezerra chamou de “levianas e mentirosas” as acusações de Paulo Roberto Costa. Bezerra afirmou que as declarações buscam “manchar a memória” do ex-governador Eduardo Campos. Por meio de sua assessoria, ele afirma que nunca atuou na área financeira da campanha de Eduardo […]

Fernando-Berra-Coelho

O ex-ministro da Integração Nacional e senador eleito pelo PSB de Pernambuco Fernando Bezerra chamou de “levianas e mentirosas” as acusações de Paulo Roberto Costa. Bezerra afirmou que as declarações buscam “manchar a memória” do ex-governador Eduardo Campos.

Por meio de sua assessoria, ele afirma que nunca atuou na área financeira da campanha de Eduardo Campos ao governo de Pernambuco, em 2010. “Na campanha à reeleição de Eduardo Campos, em 2010, Fernando Bezerra Coelho não teve papel de coordenador nem de tesoureiro. Portanto, nunca tratou de doações à campanha com quem quer que seja”, diz a nota. O ex-ministro assumiu, em 2007, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, no primeiro mandato de Campos. Foi indicado para o ministério em 2011. Bezerra afirma que não conhece e nunca teve nenhum tipo de contato pessoal ou telefônico com o doleiro Alberto Youssef.

Sobre Paulo Roberto Costa, Bezerra admite que chegou a ter contatos “institucionais” com ele, na época em que ocupava os cargos de secretário de Pernambuco e de presidente do Porto de Suape.

“Agora, surgem declarações levianas e mentirosas numa tentativa de macular a honra e o trabalho do senador eleito Fernando Bezerra Coelho”, diz a nota. “A apuração dos fatos pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, com absoluta certeza, mostrará que as declarações são caluniosas e que elas têm cunho puramente político.”

O irmão de Campos, Antonio Campos, não quis comentar o caso. Indicou o advogado do ex-governador, que não foi localizado. O presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, disse que não era presidente na época e não comentou o assunto. O criminalista Figueiredo Basto, que comanda o núcleo de defesa de Youssef, disse que o doleiro “nunca comentou” com ele o suposto pagamento de R$ 20 milhões. “Não posso confirmar, porque não ouvi nada dele (Youssef) sobre isso”, afirmou.

Amupe: abertura do Seminário Novos Gestores tem homenagem a Patriota

Na manhã desta segunda-feira (11), o presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia, comandou a solenidade de abertura do Seminário Novos Gestores, que acontece hoje e amanhã, no Hotel Canários em Gravatá. Com o tema “Gestão que Transforma”, o evento é voltado para os prefeitos e prefeitas recém-eleitos ou […]

Na manhã desta segunda-feira (11), o presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia, comandou a solenidade de abertura do Seminário Novos Gestores, que acontece hoje e amanhã, no Hotel Canários em Gravatá. Com o tema “Gestão que Transforma”, o evento é voltado para os prefeitos e prefeitas recém-eleitos ou reeleitos nas eleições de 2024 para a legislatura 2025 – 2028.

O Seminário Novos Gestores é promovido tradicionalmente pela Amupe após a definição das eleições para prefeito no Estado de Pernambuco. Nesta edição, a adesão o foi bastante significativa: 175 dos 184 dos prefeitos compareceram ao evento. A mesa de abertura reuniu autoridades como a governadora do Estado, Raquel Lyra; deputados federais e estaduais; e representantes de órgãos e entidades, como a Confederação Nacional dos Municípios (CNM); associações dos municípios da Bahia e de Alagoas; Ministério Público e Tribunal de Contas de Pernambuco; Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/PE) e diversas instituições parceiras como o Governo do Estado; Caixa Econômica; Banco do Brasil e Governo Federal. 

Anfitrião do encontro, o presidente da Amupe e prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia, desejou boas-vindas aos participantes e destacou a relevância do seminário. “Este Novos Gestores é um momento muito importante para Pernambuco, pois conseguimos fazer com que os prefeitos recém eleitos, que ainda não estão adaptados às políticas públicas municipalistas, conheçam a Amupe, saibam da nossa missão, da nossa luta em defesa das pessoas e do que podemos fazer, de forma conjunta, para fortalecer o municipalismo e conseguir melhorar a vida do nosso povo nos próximos anos,” concluiu.

A governadora Raquel Lyra também falou para os prefeitos eleitos. Ela parabenizou a Amupe pela organização do evento e fez questão de enfatizar a disposição de toda a sua equipe para trabalhar em sincronia com os novos gestores. “Quero que saibam que vocês têm aqui uma governadora parceria. E nossa parceria com os municípios acontece desde o primeiro dia de gestão, de forma indistinta, para que juntos possamos impactar a vida das pessoas que vivem nos nossos municípios,” declarou a governadora.

Homenagem a Patriota – Um dos momentos mais emocionantes da cerimônia de abertura foi a exibição de um vídeo em homenagem ao legado do presidente de honra da Amupe, José Patriota, falecido em setembro. Ao fim da exibição, Patriota foi aplaudido de pé por todos os presentes.

Afogados: mototaxistas insatisfeitos com falta de ajuda mais substancial

Esposa de mototaxista desabafa e cobra distribuição de cestas básicas. Classe questiona a Associação por pouca cobrança de melhorias. Por André Luis O mundo vive, há mais de um ano, a pandemia provocada pelo novo coronavírus, que além da dor causada com a perda de entes queridos, provoca um empobrecimento da população com a redução e […]

Esposa de mototaxista desabafa e cobra distribuição de cestas básicas. Classe questiona a Associação por pouca cobrança de melhorias.

Por André Luis

O mundo vive, há mais de um ano, a pandemia provocada pelo novo coronavírus, que além da dor causada com a perda de entes queridos, provoca um empobrecimento da população com a redução e parada de algumas atividades econômicas. 

No bojo das classes prejudicas estão os mototaxistas – atividade comum no interior dos estados brasileiros, por aqueles que procuram, na atividade, fugir do desemprego, diante da escassez da oferta de vagas de trabalho.

A classe tem reclamado, que o movimento está muito fraco – um sintoma causado pelo vírus, que é sistêmico.

Nesta terça-feira (20), após o anúncio da isenção do alvará para os mototaxistas, feito pelo prefeito Alessandro Palmeira, durante o programa institucional da Prefeitura “A Hora do Povo” na Rádio Pajeú, a esposa de um mototaxista da cidade, entrou em contato com as redações da Rádio Pajeú e Blog do Nill Júnior, reclamando que só a isenção não “é uma ajuda”.

“Eu vou falar pelo meu esposo, pelo exemplo que tenho em casa. Todos os anos aqui, sempre foram pagos os alvarás. Sempre mantém a documentação da moto regularizada, todas as exigências feitas pela Prefeitura. Sempre estivemos nos padrões regulamentados. Para a hora que estamos precisando, em meio a uma pandemia mundial, a Prefeitura diz que vai ter como ajuda para os mototaxistas uma isenção de alvará, como feito no ano passado”, reclama.

“Gente! É uma questão de lógica. Você acha que dando a isenção do ano passado e a deste ano está ajudando? Não está. Sabe porquê? Mototaxista também tem família, precisa colocar alimento em casa. Meu marido faz uma viagem uma vez perdida. O movimento caiu muito”, desabafou.

Ela reclama que o marido – mototaxista regulamentado pelo município -, mantém todas as taxas para andar correto e cumpre com todas as exigências feitas e no momento de necessidade só recebe de volta a isenção do alvará.

“Há 15 anos meu marido paga os alvarás. Excluindo o do ano passado e o deste ano e aí recebe unicamente como benefício, duas cestas básicas ofertadas no ano passado. E no resto do ano? As famílias não precisam se alimentar? Mototaxista trabalha porque precisa, não é hobby é porque tem uma família para sustentar em casa. Então uma isenção de alvará não é uma ajuda, não é um favor que estão nos fazendo. Por que não ter uma ajuda real? Para onde foi o dinheiro de contribuição de todos estes anos, foi investido em que em prol dos mototaxistas?”, questiona.

Procuramos, então, ouvir outros mototaxistas para saber se a insatisfação era comum a maioria, ou se era um fato isolado.  “Tem vários mototaxistas que só tem o meio, para sustentar a família com filhos e tem reclamado do movimento fraco. Eles acreditam que a Prefeitura poderia distribuir cestas básicas para a classe, assim como fizeram no ano passado. É uma boa ajuda”, confidenciou um mototaxista. 

Outra reclamação da classe é com relação à Associação dos Mototaxistas de Afogados da Ingazeira. “Mário Martins, presidente da associação, quando está na oposição ao Governo age mais para ajudar a classe, do que quando está na situação. Vemos pouca cobrança dele para melhorias”, confessou.