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Pré candidatos no Tô na Folia

Por Nill Júnior

Por recomendação médica, Patriota não participou da programação

Três pré-candidatos à prefeitura de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira (REDE), Totonho Valadares (PSDB) e Toninho Valadares (PSL) estiveram participando da programação do Bloco Tô na Folia, criado há 19 anos por apoiadores do ex-prefeito de Afogados da Ingazeira. Totonho e Toninho estiveram o tempo todo recepcionando os foliões, muitos apoiadores declarados do ex-prefeito, como a ex-secretária de Assistência Social, Evângela Vieira e o comerciante Alessandro Queiroz. A vice-prefeita de Custódia, Luciara Frazão de Lima, também esteve na concentração.

Já o vice-prefeito Alessandro Palmeira também conversou com foliões e ajudou a coordenar a logística que cabia à prefeitura com o Secretário Edgar Santos. Falando à Rádio Pajeú, Totonho agradeceu aos colaboradores e citou a prefeitura de Afogados da Ingazeira.  Sandrinho justificou a ausência do prefeito José Patriota, que por recomendação médica não participou da programação deste ano.

Também se encarregou de explicar porque os bonecos gigantes de Totonho e Patriota não desfilaram juntos na descida do bloco. “Zeus, que é o cachorro de Patriota, comeu parte do boneco. Mas estou aqui o representando”. Na descida do bloco não faltou a música “Sorte Grande”, do refrão “Poeira”, sucesso de Ivete Sangalo de 2003, usada nas campanhas de Totonho.

Outras Notícias

Subcomandante do 23º BPM detalha ação que erradicou 750 mil pés de maconha em Iguaracy

  Extensão do plantio impressionou efetivo da Política Militar Por André Luis O subcomandante do 23º BPM de Afogados da Ingazeira, Major Marcus José, detalhou em entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, a Operação que erradicou 750 mil pés de maconha no Sítio Mata Grande, em Iguaracy. O Major informou que […]

 

Extensão do plantio impressionou efetivo da Política Militar

Por André Luis

O subcomandante do 23º BPM de Afogados da Ingazeira, Major Marcus José, detalhou em entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, a Operação que erradicou 750 mil pés de maconha no Sítio Mata Grande, em Iguaracy.

O Major informou que a operação aconteceu após ser elaborado um planejamento e que a ação teve início por volta das 2h da madrugada da desta quinta-feira (8).

Ainda segundo o subcomandante, a princípio foi encontrada uma roça com cerca de 300 mil pés da droga. “Ao iniciar a erradicação do plantio com um trator, nos surpreendemos ao encontrar ao lado, outra roça com mais 450 mil pés de maconha”.

O Major ainda confirmou que foram encontrados no local uma casa desocupada onde havia produtos de higiene e outros materiais de consumo, e um abrigo maior, construído em madeira e lona, com colchões, além de abrigos menores onde o efetivo apreendeu sacos contendo 78kg da droga pronta para o consumo.

Segundo o subcomandante Marcus José o trabalho de erradicação e incineração ainda não terminou. Tamanha era a quantidade de pés da droga cultivada.

Questionado sobre o que mais teria lhe impressionado com relação a operação, o Major Marcus José destacou a extensão do plantio. “Principalmente aqui na nossa região. Não somos acostumados a ver esse tipo de organização por aqui”, destacou.

Marcus José confirmou que ninguém foi encontrado no local, mas afirmou que já existe uma linha de investigação para descobrir quem era o dono do plantio. “Pela organização e extensão da roça, acredita-se que tenha mais de um dono. Geralmente eles se juntam até para facilitar a distribuição”, afirmou.

O sub comandante informou que não foi levantado quanto em dinheiro foi perdido pelos traficantes com a erradicação da roça de maconha, mas tem certeza que é um valor muito alto.

Totonho diz esperar conversa com Câmara para definir voto a governador

Ex-prefeito voltou a dizer que, se reunir condições, disputará prefeitura em 2020 O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira,  Totonho Valadares (PSDB), afirmou que ainda não decidiu em quem votará para governador este ano. Valadares é filiado ao PSDB e seu partido está no bloco do Senador e candidato da oposição, Armando Monteiro, do PTB. Ele […]

Ex-prefeito voltou a dizer que, se reunir condições, disputará prefeitura em 2020

O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira,  Totonho Valadares (PSDB), afirmou que ainda não decidiu em quem votará para governador este ano. Valadares é filiado ao PSDB e seu partido está no bloco do Senador e candidato da oposição, Armando Monteiro, do PTB.

Ele disse ter recebido Armando monteiro em sua casa quando da vinda do Senador ao Pajeú, mas que depende de uma conversa que espera ter com o governador e candidato à reeleição, Paulo Câmara.

“Ainda não tomei uma posição sobre em quem votar para governador. Gostaria que a Marília pudesse participar porque seria uma eleição com disputa mais interessante. Tenho uma ligação pessoal muito boa e recebi a visita de Armando Monteiro. Fernando Filho, Mendoncinha e assessores. Batemos um papo e fui muito sincero, que não tinha uma posição naquele momento. Sabia que votaria em Jarbas, Mendocinha, Gonzaga Patriota e Waldemar Borges”, afirmou.

Valadares reclamou do tratamento de Paulo Câmara. “Sempre tive afinidade com Arraes e Eduardo Campos. Com Paulo Câmara, não tenho essa proximidade. Nunca fui procurado. Nunca tive uma conversa”, reclamou.

Totonho voltou a dizer que se reunir condições eleitorais, como liderança em pesquisa, tiver saúde e reunir condições jurídicas será candidato a prefeito de Afogados em 2020. Ele informou que foi absolvido do ressarcimento ao erário público em processo federal, por convênio com o Ministério do Turismo para a Expoagro de 2010. A decisão, de um desembargador federal, foi pela redução para multa de R$ 15 mil. “Até da multa estou recorrendo”, adiantou.

Ele disse ainda não ter sido informado por José Patriota sobre seu apoio a João Campos e Aline Mariano. Sobre a gestão, limitou-se a dizer que a considerava boa e que costumava fazer essa avaliação diretamente ao gestor. “Temos a coragem de dizer um ao outro”, colocou.

Com reforma, o que o empregado pode fazer se patrão forçar acordo ruim?

Do UOL Com a reforma trabalhista, a negociação entre patrões e empregados ganha força, e o que for acordado entre eles pode valer mais do que as leis trabalhistas. Isso poderá acontecer, por exemplo, em decisões sobre jornada de trabalho, intervalo para almoço e a troca do dia do feriado. Outros pontos, porém, não poderão ser negociados, em […]

Foto: Getty Images/iStockphoto

Do UOL

Com a reforma trabalhista, a negociação entre patrões e empregados ganha força, e o que for acordado entre eles pode valer mais do que as leis trabalhistas. Isso poderá acontecer, por exemplo, em decisões sobre jornada de trabalho, intervalo para almoço e a troca do dia do feriado.

Outros pontos, porém, não poderão ser negociados, em hipótese alguma. O que vale nesses casos é o que está definido nas leis.

No caso de uma negociação, como o trabalhador deve agir caso não concorde com a posição de seu sindicato, ou caso se sinta pressionado pelo patrão a aceitar determinadas condições? O UOL consultou advogados trabalhistas para explicar.

Sindicato negocia em nome dos trabalhadores

A convenção coletiva é firmada entre o sindicato de patrões e o de empregados de uma determinada categoria, Já o acordo coletivo é feito diretamente entre o sindicato dos trabalhadores e uma ou mais empresas.

No caso de acordos ou convenções, o melhor a fazer é estar próximo do sindicato, já que a organização tem o direito de representar os trabalhadores e negociar com os patrões em nome deles.

Se, eventualmente, o sindicato cometer alguma ilegalidade ao conduzir a negociação, ou em alguma cláusula do acordo firmado, aí o trabalhador pode entrar na Justiça.

“O que o trabalhador tem para fazer é suscitar a inconstitucionalidade de determinada cláusula ou determinado acordo”, afirma o advogado trabalhista Horácio Conde.

E nos acordos diretos com o patrão?

Em alguns pontos, a reforma trabalhista permite fazer acordos individuais, ou seja, negociados diretamente entre o trabalhador e seu patrão, sem intermédio de um sindicato ou entidade de classe.

Um exemplo é o banco de horas: em vez de pagar as horas extras com um valor adicional de 50% em relação à hora normal de trabalho, as horas extras podem ser registradas num banco de horas e compensadas em outro dia. Nesse dia, o funcionário trabalha menos horas ou ganha uma folga.

Antes da reforma, o banco de horas só era liberado se estivesse registrado em acordo ou convenção coletiva. Com as novas regras (que entram em vigor em novembro), poderá ser aplicado também após acordo individual.

Alan Balaban diz que as duas partes, patrões e empregados, precisam estar de acordo para que seja feita qualquer mudança no contrato de trabalho, e essa mudança só pode acontecer se melhorar as condições do trabalhador –nunca piorar. Isso já vale atualmente e não foi afetado pela reforma, afirma o advogado.

Ele recomenda que o trabalhador não assine nenhuma mudança sem ter certeza. Ele também aconselha que pelo menos duas testemunhas assinem o contrato de trabalho, em caso de mudanças, para ter provas de que os envolvidos concordam com as mudanças.

Se recusar acordo, posso ser demitido?

Se recusar um acordo, nada garante que o trabalhador mantenha seu emprego. Faz parte do direito da empresa demitir um funcionário se, eventualmente, ele não aceitar uma proposta, diz Horácio Conde. Mas daí é uma demissão sem justa causa, e a empresa deve pagar todos os direitos ao empregado.

O patrão não pode pressionar o funcionário a aceitar alguma condição ou mudança no contrato ameaçando demiti-lo por justa causa, por exemplo. Nesse caso, o trabalhador deve juntar provas e pode entrar na Justiça contra a empresa. Segundo Conde, é preciso ter “provas de que a assinatura que ele deu não reflete a sua vontade”, como uma conversa gravada ou um e-mail que demonstrem que foi pressionado.

Serra: assinada ordem de serviço da creche da COHAB

A Prefeitura Municipal de Serra Talhada assinou, nesta quarta-feira (20.03), a Ordem de Serviço para construção da Creche Municipal do bairro da Cohab, que será localizada na Rua Antônio Gomes da Silva. O investimento na obra será de R$ 2.507.076,96, sendo 1.514,30 metros quadrados de área construída, com os seguintes espaços: secretaria, creche 1, 2 […]

A Prefeitura Municipal de Serra Talhada assinou, nesta quarta-feira (20.03), a Ordem de Serviço para construção da Creche Municipal do bairro da Cohab, que será localizada na Rua Antônio Gomes da Silva.

O investimento na obra será de R$ 2.507.076,96, sendo 1.514,30 metros quadrados de área construída, com os seguintes espaços: secretaria, creche 1, 2 e 3, fraldário, lactário, cozinha, lavanderia, rouparia, WC, solário, sala de professores, direção, almoxarifado, jardim/horta, recreio coberto, playground, pré escola e sala multiuso.

Somente no bairro da Cohab, o Governo Municipal já investiu R$755.650,45 em obras na área de saúde, R$2.558.633,73 em educação, R$4.067.217,34 no esporte e R$4.134.730,74 em mobilidade urbana, totalizando R$11.516.232,26 em obras concluídas e em andamento para beneficiar a vida da população, a exemplo da construção de posto de saúde, Unidade Básica de Saúde – UBS’s tipo 1, Centro de Iniciação ao Esporte – CIE e pavimentação de diversas ruas e avenidas.

Agenda: nesta quinta-feira (21.03), às 16h, o Governo Municipal assinará a Ordem de Serviço para construção da Creche do Mutirão, na Rua Projetada. A obra está orçada em R$ 2.530.820,79, sendo 1.514,30 metros quadrados de área construída. Serão entregues ainda 3 ônibus escolares e 1 veículo para a Educação.  Às 09h, o governo inaugurará a Sala Verde, localizada na Praça Antônio de Godoy Peixoto, no bairro AABB.

Morre pai do radialista Aldo Vidal

Faleceu esta manhã o pai do comunicador Aldo Vidal, da Rádio Pajeú. Paulo Vidal tinha 66 anos e deu entrada ontem a noite no Hospital Regional Emília Câmara, em Afogados da Ingazeira. Segundo informação do próprio comunicador à Rádio Pajeú, Paulo teve agravamento do quadro e teria sofrido infarto fulminante no final da madrugada. Os […]

IMG-20160905-WA0012Faleceu esta manhã o pai do comunicador Aldo Vidal, da Rádio Pajeú. Paulo Vidal tinha 66 anos e deu entrada ontem a noite no Hospital Regional Emília Câmara, em Afogados da Ingazeira.

Segundo informação do próprio comunicador à Rádio Pajeú, Paulo teve agravamento do quadro e teria sofrido infarto fulminante no final da madrugada. Os médicos tentaram reanimá-lo, sem sucesso. A morte aconteceu no início da manhã.

O corpo está sendo velado em sua residência no Borges, na Travessa João Bezerra e seu sepultamento acontece amanhã pela manhã  no cemitério Parque da Saudade. Paulo tinha sete filhos de dois casamentos. Era servidor público há vários anos, trabalhando na coleta de lixo e também operando trator a serviço da municipalidade.

Nota: a Prefeitura de Afogados emitiu nota se solidarizando com o comunicador Aldo Vidal e a família de Paulo. “De nossa parte, além da saudade e da tristeza provocada pela ausência física, fica a gratidão pelos relevantes serviços prestados ao município, ele que foi sempre correto na realização do seu trabalho, sem medir esforços – a qualquer hora, em qualquer dia – para desempenhar bem as suas funções junto à Secretaria Municipal de Infraestrutura”, afirmou.