Os últimos dias foram de muitas posses em Câmaras de Vereadores no Pajeú. Em Carnaíba, a Posse da Mesa Diretora da Câmara eleita para o biênio 2015/2016 assumiu neste dia 1º. O Vereador Júnior de Mocinha (PSB) foi reeleito
Em Tuparetama, tomou posse neste dia 1º de janeiro a nova Mesa Diretora para o biênio 2015-2016. A composição tem os novatos Thiago Lima (PSD) e Danilo Augusto (PT) e teve apoio da bancada da oposição. A Mesa Diretora ainda tem Arlan Markson vice-presidente e Ildebrando Valdevino como Segundo Secretario. O prefeito Deva Pessoa prestigiou a posse.
Em Itapetim o vereador Carlos Nunes (PSB) foi empossado como novo presidente da Casa.
“Hoje é um dia muito importante para mim. Gostaria de agradecer a cada um de vocês vereadores, a minha família e a meus amigos. Estou muito feliz e pronto para fazer uma gestão voltada aos interesses do povo. Conto com a ajuda de todos”, frisou.
Em Brejinho o o Prefeito José Vanderlei (PSB) acompanhou a posse de Inácio Teixeira, Presidente no Biênio 2015/2016. Também acompanharam Naldo de Valdin, Guega, Lisekson e Ronaldo Delfino.
Exclusivo O blog dá sequência hoje à divulgação da pesquisa Múltipla que trouxe a avaliação da população sobre o cenário administrativo e político em Afogados da Ingazeira, no Pajeú. O instituto, da cidade de Arcoverde, ouviu 300 pessoas nos dias 24 e 25 de julho. A pesquisa tem margem de erro de 5,7% para mais […]
O blog dá sequência hoje à divulgação da pesquisa Múltipla que trouxe a avaliação da população sobre o cenário administrativo e político em Afogados da Ingazeira, no Pajeú.
O instituto, da cidade de Arcoverde, ouviu 300 pessoas nos dias 24 e 25 de julho. A pesquisa tem margem de erro de 5,7% para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%.
O Múltipla perguntou acerca do projeto do ex-prefeito José Patriota na corrida à ALEPE. “Caso o ex-prefeito Patriota seja candidato a deputado estadual na eleição de 2022, você votaria?
Um total de 71% responderam que votariam com certeza, contra 14,7% que disseram talvez votar e 13,7% que não votariam de jeito nenhum. Apenas 0,6% não opinaram.
O Múltipla também quis aferir o cenário para Presidente da República em 2022: perguntada em quem votaria se a eleição fosse hoje, 76% dos ouvidos citaram o ex-presidente Lula, contra 10,3% que disseram votar no presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Um total de 5% citaram Ciro Gomes, 0,3% citaram outro(a) e 8,4% disseram votar branco, nulo ou estão indecisos.
Depois de uma expansão de financiamentos entre 2010 e 2014, o governo alterou as regras do Fies ainda nos últimos dias de 2014 Do Estadão Conteúdo O Ministério da Educação (MEC) perdeu R$ 10,5 bilhões, ou 10% do orçamento, em 2015, ano em que a presidente Dilma Rousseff escolheu o slogan “Pátria Educadora” como lema de seu […]
A presidente anunciou o lema já no primeiro dia de 2015, mas os problemas na área também apareceram depressa Foto: Fotos Públicas
Depois de uma expansão de financiamentos entre 2010 e 2014, o governo alterou as regras do Fies ainda nos últimos dias de 2014
Do Estadão Conteúdo
O Ministério da Educação (MEC) perdeu R$ 10,5 bilhões, ou 10% do orçamento, em 2015, ano em que a presidente Dilma Rousseff escolheu o slogan “Pátria Educadora” como lema de seu segundo mandato. Cortes em programas, pagamentos atrasados e trocas de ministros marcaram o ano da pasta.
A presidente anunciou o lema já no primeiro dia de 2015, mas os problemas na área também apareceram depressa. Antes mesmo de oficializar o represamento de orçamento no âmbito do ajuste fiscal, a tesoura atingiu programas como o Financiamento Estudantil (Fies) e o Pronatec, as duas principais bandeiras de Dilma na área da educação durante as eleições de 2014.
Depois de uma expansão de financiamentos entre 2010 e 2014, o governo alterou as regras do Fies ainda nos últimos dias de 2014 Restringiu o acesso ao programa e chegou a adiar pagamentos a empresas educacionais. O ano fechou com 313 mil contratos, 57% menos do que o registrado em 2014.
Dados atualizados até ontem mostram que a União gastou R$ 12 bilhões com o Fies em 2015, 16% menos do que os R$ 13,7 bilhões de 2014 – apesar de já haver mais contratos acumulados. No Pronatec, o início de novas turmas foi adiado no primeiro semestre e também houve atraso de pagamentos às escolas. O MEC defende que foi registrado 1,1 milhão de novas matrículas em 2015.
No decorrer do ano, outras iniciativas sofreram com a escassez de recursos, como o Mais Educação, voltado a escolas de tempo integral, e o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), que transfere verbas diretamente para as unidades. Bolsas de programas de iniciação à docência e de alfabetização também atrasaram. O corte na verba de custeio provocou reflexos nas universidades federais, que agonizaram com problemas de caixa. O MEC ainda teve de lidar com uma greve de cinco meses de duração dos professores universitários federais.
Longo prazo
Com dificuldade de arcar com os compromissos já existentes, a pasta viu a expansão de gastos com a educação, prevista no Plano Nacional de Educação (PNE), ser ameaçada. Aprovado em 2014, o PNE estipula 20 metas para a educação em 10 anos e traz a previsão de ampliação dos recursos da área para o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) no período. Atualmente, esse porcentual fica em torno de 6%.
Para o coordenador-geral da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, Daniel Cara, o ano não foi bom para o setor. “Pensamos no início que a Pátria Educadora significaria o cumprimento do PNE dentro do primeiro mandato, mas o cumprimento neste ano foi ruim”, diz. “O motivo foi o ajuste fiscal excessivo. O próprio governo impediu a realização de seu lema”, completa.
O diretor da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Luiz Carlos de Freitas, analisa que, embora tenha seu peso, a questão orçamentária não é o único problema enfrentado na área. “Em um ano de mandato estamos no terceiro ministro. A educação é uma área com um imenso passivo motivado pelo acúmulo histórico de falta de prioridade e investimento e há uma pressão muito grande para que os resultados apareçam logo No entanto, não há atalhos para a boa educação”, diz.
A primeira opção para o MEC no segundo mandato da presidente Dilma era o ex-governador do Ceará Cid Gomes. Ficou 76 dias no cargo e saiu após chamar o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, de achacador. Em seguida, assume o professor da USP Renato Janine Ribeiro, que fica cinco meses no MEC. Em outubro, é substituído por Aloizio Mercadante, que volta ao cargo que já havia ocupado entre 2011 e 2014.
De acordo com Janine Ribeiro, não foi possível prever que o golpe financeiro no MEC seria tão grande. “Em um ano sem dinheiro, fica um problema muito grande”, diz ele, que defende a melhora nos gastos e critica o PNE. “O PNE é um plano de gastos, não é de melhora nos gastos. Passa a ter a crise e não se sustenta a expansão prevista.”
Ações estruturantes
Em nota, o MEC defendeu que, mesmo com as restrições orçamentárias impostas pela necessidade do ajuste fiscal, foram preservados os “programas e as ações estruturantes do MEC”. “Em 2015, foi dado mais um passo importante nesses 13 anos de governos que mantiveram o projeto educacional de compromisso com a ampliação do acesso e da permanência nos diferentes níveis de ensino e com a qualidade da educação”, completa a nota.
Primeira mão A Secção Criminal do TJPE, com 12 desembargadores, deverá julgar hoje agravo do ex-prefeito João Paulo e Luciano Siqueira, vice do Recife, na apelação que os dois haviam interposto contra decisão do Juiz da Vara de Delitos contra a administração pública e a ordem tributaria. João Paulo foi condenado a uma pena de […]
A Secção Criminal do TJPE, com 12 desembargadores, deverá julgar hoje agravo do ex-prefeito João Paulo e Luciano Siqueira, vice do Recife, na apelação que os dois haviam interposto contra decisão do Juiz da Vara de Delitos contra a administração pública e a ordem tributaria.
João Paulo foi condenado a uma pena de um ano de detenção e quase teve sua candidatura inviabilizada em 2018 por inelegibilidade. Caso a sentença seja confirmada em colegiado, João poderá ter problemas com o nome incluído na lista de fichas sujas.
Durante o julgamento da apelação, agora agravada, João Paulo teve apenas um voto favorável. Esse julgamento de hoje poderá inviabilizar a candidatura de João Paulo em Jaboatão.
Dois desembargadores sertanejos estão no julgamento: o relator Fausto Campos e o revisor Claudio Jean Nogueira.
Relembre: em 2017, o ex-prefeito do Recife João Paulo (PT) e o atual vice-prefeito da capital pernambucana, Luciano Siqueira (PC do B), que ocupava o mesmo cargo na outra gestão, foram condenados pela Vara dos Crimes Contra a Administração Pública e a Ordem Tributária por burlar a Lei de Licitações entre 2002 a 2004.
No mesmo processo, o juiz Honório Gomes do Rego Filho condenou também a ex-chefe de gabinete do petista e dois assessores da prefeitura. Os cinco pegaram três anos e cinco meses de reclusão e terão que pagar multa.
Segundo a denúncia, os acusados dispensaram procedimentos licitatórios. Entre os anos de 2002 a 2004, a Prefeitura do Recife contratou a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) para realizar consultoria e implantar a modernização em 15 secretarias.
O juiz, seguindo a auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE), alega que o preço do contrato estava 90% acima do mercado. O prejuízo para os cofres públicos estaria na casa dos R$ 19,7 milhões, referente a dois contratos e dois aditivos.
Na determinação, datada de 23 de dezembro de 2016, a pena deverá ser cumprida em liberdade e deve ser convertida em prestação de serviços comunitários. João Paulo e Luciano Siqueira podem perder os seus direitos políticos por quase um mandato, de quatro anos.
O governador João Lyra Neto foi agraciado com o Troféu Empresários Destaque 2014, concedido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE), em solenidade realizada na noite de ontem (14/07), no auditório do Senac. Além do chefe do Executivo Estadual, o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, também foi […]
O governador João Lyra Neto foi agraciado com o Troféu Empresários Destaque 2014, concedido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE), em solenidade realizada na noite de ontem (14/07), no auditório do Senac. Além do chefe do Executivo Estadual, o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, também foi homenageado. Criado há dois anos para comemorar o Dia do Comerciante, festejado em 16 de julho, o evento de entrega do troféu tem por objetivo homenagear empresários e autoridades que contribuíram para o desenvolvimento do comércio de bens, serviços, turismo e para o crescimento da economia da região.
A honraria, entregue pelo presidente da instituição, Josias Albuquerque, foi concedida ao governador por sua “contribuição extraordinária” como gestor público e empresário. “Como gestor do Estado, o trabalho de João Lyra tem sido muito eficiente. É uma pessoa muito ética no desenvolvimento das suas atividades. E como empresário, ele facilitou a vida dos Caruaruense. Na época não havia estrada, ela já tinha sua empresa já trabalhava em benefício de Pernambuco”, disse Josias Albuquerque.
O governador João Lyra Neto enalteceu a Fecomércio pela iniciativa de agraciar empresários de Pernambuco, que “estão contribuindo, ao longo de sua existência, alguns há mais de 50 anos, para o desenvolvimento do nosso Estado”. O governador também ressaltou a importância da Fecomércio pela prestação de serviço, através do Sesc/Senac, para formação da população no Estado. “Só no ano passado, foram formados mais de 130 mil pernambucanos. Isso faz com que o nosso Pernambuco se reencontre no caminho do desenvolvimento. E não há outro caminho, senão o do conhecimento”, afirmou João Lyra Neto
HOMENAGEADOS – Também foram agraciados com o trófeu o empresário Luiz Gil Siuffo, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC); Djalma Farias Cintra, do Grupo Bonanza; o provedor Alberto Ferreira da Costa, do Real Hospital Português; Guilherme Ferreira da Costa, do Grupo Ferreira Costa; Carlos Aurélio de Carvalho Nunes, da Tupan Construções, além de Rudi Marcos Maggioni, da Frutas Cantu; Heraldo Menezes de Sá, do Grupo Compare; João Duque de Sousa, do Grupo João Duque Comercial e o deputado estadual Antônio Moraes.
Blog Ricardo Antunes O presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, e Zuza Monteiro (irmão do presidente do TCU, José Múcio Monteiro) protagonizaram uma briga em um grupo de WhatsApp que viralizou nas redes sociais. Os dois fazem parte de um grupo de amigos que frequenta toda sexta-feira restaurantes como Amadeu, Tasquinha, e o Tio Armênio […]
O presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, e Zuza Monteiro (irmão do presidente do TCU, José Múcio Monteiro) protagonizaram uma briga em um grupo de WhatsApp que viralizou nas redes sociais.
Os dois fazem parte de um grupo de amigos que frequenta toda sexta-feira restaurantes como Amadeu, Tasquinha, e o Tio Armênio em Boa Viagem. A origem de tudo seria uma “promessa” de apoio financeiro que Bivar teria feito a Zuza que chegou a se lançar como candidato a deputado federal mas pouco depois desistiu.
Depois de se agredirem mutuamente, com palavras como “filho da puta” e “sociopata” os dois chegaram até mesmo a marcar um encontro para resolver a “desforra”. Monteiro diz que vai denunciar o presidente do PSL na Receita Federal pelo episódio dos “laranjas do partido”, caso divulgado pela Folha de São Paulo.
Luciano Bivar, por sua vez, também não se fez de rogado “Esquece da minha vida e não passe da linha do meu trem não “, ameaçou o presidente nacional do PSL. Ouça:
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