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Pólio: campanha imuniza 96% do público-alvo‏

Por Nill Júnior

Vacinação-contra-pólio

A Secretaria Estadual de Saúde concluiu nesta quinta-feira (10/09) o balanço inicial da campanha de vacinação contra a poliomielite, que foi realizada entre os dias 15 de agosto e 09 de setembro.

Ao todo, 601.680 meninos e meninas, com idade entre 0 a menos de 5 anos, foram imunizados contra a doença, o que representa 96,16% do público alvo. A meta estipulada pelo Ministério da Saúde para o Estado era vacinar 95% (594.401) das crianças da faixa etária prioritária. Em todo o Brasil, foram aplicadas 11,6 milhões de doses da vacina e a cobertura de Pernambuco superou a média nacional, que foi de 91,34%.

Os dados ainda podem sofrer alteração, já que as últimas doses aplicadas ainda estão sendo enviadas pelos municípios para o sistema de informações do Ministério da Saúde. Nas próximas semanas, o balanço final e revisado será divulgado. A tendência é que Pernambuco obtenha uma marca próxima a 100% de cobertura vacinal.

Segunda dose contra o HPV – As meninas pernambucanas com idade entre 9 e 11 anos já podem tomar, nos postos de saúde, a segunda dose da vacina contra o papilomavírus humano (HPV). Essa dose deve ser aplicada seis meses após a primeira e a meta da Secretaria Estadual de Saúde é vacinar, no mínimo, 80% do público total, de 242.840 garotas pernambucanas. A vacina protege contra quatro subtipos do HPV, que são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero em todo mundo.

Outras Notícias

Promotor questiona prática das novas medidas do Plano de Convivência

Lúcio Luiz destacou dificuldade em fiscalizar cobrança do cartão de vacina em bares e restaurantes Por André Luis O promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto, questionou, durante entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, nesta terça-feira (11), a forma como as novas restrições no Plano de Convivência, que começarão a valer a partir da […]

Lúcio Luiz destacou dificuldade em fiscalizar cobrança do cartão de vacina em bares e restaurantes

Por André Luis

O promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto, questionou, durante entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, nesta terça-feira (11), a forma como as novas restrições no Plano de Convivência, que começarão a valer a partir da próxima sexta-feira (14), anunciadas pelo Governo de Pernambuco, por conta do aumento de casos e solicitações de leitos para pacientes com Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), será na prática.

Ele lembrou sobre as dificuldades que já vinham sendo encontradas para fiscalizar eventos fechados, onde se tem portaria, devido ao grande número de festas na região. 

“Agora, por exemplo, com uma norma como esta. Imagine a quantidade de estabelecimentos de alimentação que se tem. Então o próprio Ministério Público fica querendo entender como vai ser feita essa fiscalização e essa cobrança do cartão de vacina sem, por exemplo, se ter em alguns espaços algo que delimite a entrada. Eu acho uma condição básica para se cobrar um ingresso ou um cartão de vacina, que se tenha uma portaria. Só uma entrada afunilando e uma figura só pra fazer isso”, destacou Lúcio Almeida.

“Como que isso será feito, por exemplo, em um bar onde há várias mesas espalhadas, a pessoa chega e senta, como vai saber se esta pessoa está vacinada?”, completou.

O promotor ainda questionou a forma como o Governo do Estado toma certas decisões: “o Estado baixa determinadas medidas e muitas vezes a gente não sabe como vai ser colocado em prática”, disse Lúcio Almeida que ainda afirmou ser contra a realização do carnaval.

Casa que pegou fogo em Brejinho será restaurada pela prefeitura

A Secretaria de Ação Social da Prefeitura de Brejinho anunciou a reforma da casa de Josilda de Melo Moura, conhecida como Caixinha. No dia 25 de fevereiro sua residência foi atingida por um incêndio. A perda foi total, desde a estrutura, móveis e eletrodomésticos. O prefeito Gilson Bento juntamente com a Secretária de Ação Social […]

A Secretaria de Ação Social da Prefeitura de Brejinho anunciou a reforma da casa de Josilda de Melo Moura, conhecida como Caixinha.

No dia 25 de fevereiro sua residência foi atingida por um incêndio. A perda foi total, desde a estrutura, móveis e eletrodomésticos.

O prefeito Gilson Bento juntamente com a Secretária de Ação Social Emília Carmen, mais o Secretário de Obras Manoel Nunes e o representante da Câmara de Vereadores Rossinei Cordeiro estiveram visitando o local para avaliar as perdas.

Lá, foi anunciado o início a obra. O caso mobilizou muitas pessoas nas redes sociais mas não houve como adquirir os recursos necessários para reconstrução.

“O descaso para com o povo Yanomami é crime, é genocídio”, diz nota do Padres da Caminhada

Até o momento, mais de 570 crianças Yanomamis morreram por contaminação de mercúrio, fome e desnutrição devido ao impacto da atividade garimpeira O grupo Padres da Caminhada e Padres contra o Fascismo, que busca viver o Evangelho a partir da realidade à qual estão inseridos, à luz do Vaticano II, publicou nota de indignação diante […]

Até o momento, mais de 570 crianças Yanomamis morreram por contaminação de mercúrio, fome e desnutrição devido ao impacto da atividade garimpeira

O grupo Padres da Caminhada e Padres contra o Fascismo, que busca viver o Evangelho a partir da realidade à qual estão inseridos, à luz do Vaticano II, publicou nota de indignação diante do descaso para com o povo Yanomami, que vive uma situação de total desassistência provocada pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Leia abaixo a íntegra da nota:

“Jesus viu a multidão e sentiu compaixão porque estavam como ovelhas sem pastor”. (Mc 6,34)

Estando no deserto, depois de ter curado inúmeros enfermos e anunciado a Boa-nova do Reino de Deus, Jesus está diante de seus discípulos que não sabem o que fazer para alimentar uma grande multidão com apenas cinco pães e dois peixes: “Dai-lhes vós mesmos de comer” (Mt 14,16) é seu mandamento a eles.

Hoje, as discípulas e os discípulos de Jesus não se encontram na vastidão do deserto, tampouco diante de uma numerosa multidão; estamos na exuberância amazônica e diante do povo Yanomami. A situação é semelhante: falta pão, falta saúde, falta cuidado! No entanto, as razões são bem outras: o descaso das autoridades, especialmente daquelas que até há pouco governaram o país, e a ganância daqueles que defendem uma “economia que mata” e devoram os recursos da Casa Comum.

Não há como não nos indignarmos com o descuido para com a população Yanomami que sofre com a fome, com a desnutrição e com a fragilização da saúde – até o momento, mais de 570 crianças Yanomamis morreram por contaminação de mercúrio, fome e desnutrição devido ao impacto da atividade garimpeira. Já não bastasse o massacre e a invasão de suas terras, sob os quais esse povo originário do Brasil e tantos outros têm padecido desde a chegada dos europeus, os Yanomamis sofrem com o desprezo das autoridades e estão à mercê de interesses econômicos.

O descaso para com o povo Yanomami é crime, é genocídio!

Ao manifestar nossa indignação perante tal situação, sustentamos a defesa integral da vida em todos os seus estágios, incluindo a vida abandonada e desprezada pelos poderosos do mundo. Não podemos nos calar neste momento! Com a Igreja Particular de Roraima, que há mais de 300 anos vem denunciando o descaso para com os povos originários, condenamos o descuido para com a população Yanomami e cobramos das autoridades competentes a devida punição dos criminosos genocidas, além de ações imediatas para que as invasões de terras indígenas, a fome, a desnutrição e o falta de cuidado com a saúde cessem.

Concluímos esta nota, que expressa nossa consternação, citando mais uma vez ao próprio Jesus: “Afastai-vos de mim, malditos! […] Porque estava com fome e não me destes de comer, estava com sede e não me destes de beber. […] Estava doente e na prisão e não fostes me visitar. […] Eu vos garanto: todas as vezes que não fizestes isso a um desses pequeninos, foi a mim que não o fizestes” (Mt 25,41-43.45).

Padres da Caminhada e Padres contra o Fascismo

Opinião: Trump dá tiro no pé… de Bolsonaro

A decisão de Donald Trump de taxar em 50% produtos brasileiros,  alegando perseguição a Jair Bolsonaro é na verdade um tiro no pé do ex-presidente. Isso porque a decisão gera efeitos principalmente para os setores econômicos mais alinhados ao bolsonarismo,  como a siderurgia nacional e o agronegócio. Bolsonaro será certamente pressionado pelos setores econômicos para […]

A decisão de Donald Trump de taxar em 50% produtos brasileiros,  alegando perseguição a Jair Bolsonaro é na verdade um tiro no pé do ex-presidente.

Isso porque a decisão gera efeitos principalmente para os setores econômicos mais alinhados ao bolsonarismo,  como a siderurgia nacional e o agronegócio.

Bolsonaro será certamente pressionado pelos setores econômicos para voltar a Trump e tentar fazer com que ele aborte as medidas. Todo o setor produtivo será afetado e isso caíra na conta de Bolsonaro,  Eduardo e entorno. É o tiro pela culatra.

Se Trump já é mais rejeitado que apoiado dentro do seu país hoje, pelas medidas sem pé nem cabeça,  imagina no Brasil.  A sociedade brasileira rejeita intromissões que ameacem nossa soberania. No Canadá e México,  as ameaças de Trump,  ao contrário,  aumentaram a rejeição americana nesses territórios.  Aqui não será diferente.

No mais, Eduardo e Bolsonaro jogam os setores econômicos a um apoio, mesmo sem alinhamento ideológico,  à política de relações econômicas do Brasil,  que vinha buscando uma relação civilizada e justa, apesar das diferenças,  liderada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin. Agora, por pressão de Bolsonaro e Eduardo,  isso cai por terra.

No campo jurídico,  a fala de Trump tem zero impacto.  As investigações não sofrerão descontinuidade.

Lula já havia capitalizado, pelo que começaram a dizer as pesquisas, o embate com o Congresso,  Hugo Motta e Alcolumbre, no debate do IOF e na rejeitada decisão de aumento de deputados, além das tentativas de rasteira do Centrão contra as emendas impositivas. Agora, a carta de Trump a Lula vai reforçar o sentimento de que a direita se alinha a Trump contra o pais, empresas e empregos gerados. O efeito será inverso.

A análise foi tema de meu comentário no Sertão Notícias, na Cultura FM. Assista:

Parceria entre Sicoob e Edson Simões une café e educação financeira

Muito legal o projeto piloto “Ser Jovem Empreendedor”, parceria do Sicoob com a Escola Edson Simões, de São José do Egito. Das dicas e formação em empreendedorismo, nasceu a cafeteria @poiesiscoffee_sje . Nascida e pensada para a cidade de São José do Egito, conhecida como o BERÇO IMORTAL DA POESIA, a escolha do nome se […]

Muito legal o projeto piloto “Ser Jovem Empreendedor”, parceria do Sicoob com a Escola Edson Simões, de São José do Egito.

Das dicas e formação em empreendedorismo, nasceu a cafeteria @poiesiscoffee_sje .

Nascida e pensada para a cidade de São José do Egito, conhecida como o BERÇO IMORTAL DA POESIA, a escolha do nome se dá pelo ideário de poesia, palavra descendente do grego POIESIS. Na e pela “poíesis”, o próprio real se destina no homem para que este o realize numa plenitude que o próprio real por si não realiza, se constitui como linguagem, mundo, verdade, sentido, tempo e história, em qualquer cultura.

O projeto trabalha gestão, produção, marketing, e é um sucesso! E teve a parceria do Café Santa Clara, que entrou com os insumos.

“Muito mais que uma simples cafeteria, Poíesis é a união do empreendedorismo estudantil da Escola de Referência em Ensino Médio Édson Simões – EREMES com o desejo de criar um espaço voltado a degustação dos mais variados tipos de sabores que levam em sua matriz o gosto inigualável e tradicional do café”.

O projeto será apresentado na FENAP, a Feira de Negócios do Alto Pajeú. A parceria vai longe.

O programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, recebeu Cleire Michelli, especialista em Investimento Social e Estratégico do Sicoob, Jefferson Renato, professor de Química da Escola e Ana Karolini, aluna da escola, falando da bela parceria, que tem cheiro de café e empreendedorismo.

Veja fotos do projeto: