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Notícias

Policia diz que vai endurecer contra quem descumprir isolamento em Serra Talhada

Por Nill Júnior

A Polícia Civil em Serra Talhada anunciou, em ‘live’ nessa terça-feira (31) no Facebook da Prefeitura, que a partir desta semana as forças policias irão abandonar o método que vinham utilizando até agora, com abordagem pedagógica, conversando com os cidadãos no sentido de fecharem comércios e evitarem aglomerações devido o risco de contágio pelo Covid-19.

No Brasil já são mais de 240 mortes, sendo 8 em Pernambuco. Conforme o delegado municipal, Cley Anderson Rodrigues, “a partir desse momento o nosso discurso está mudando. Vamos partir para repressão.”

O delegado deixou claro na gravação que, mesmo com a polícia trabalhando visando orientar as pessoas – evitando que fossem levadas para a Delegacia -, a desobediência aos decretos estadual e municipal para que a população fique em casa continuou. Ele disse que a polícia flagrou aglomerações em barragens da cidade, lojas continuaram a abrir no Centro e mototaxistas, sem colete, seguiram levando passageiros normalmente.

“Inicialmente nossas orientações foram mais pedagógicas, educacionais, mas vamos agora endurecer essas medidas. Nós não iremos mais tolerar qualquer tipo de aglomeração e qualquer serviço que esteja devidamente, nesse momento, proibido pelas determinações do poder público. Então, mototaxistas, estamos vendo que estão trabalhando sem colete. Eu insisto: serão todos conduzidos à Delegacia os que forem flagrados transportando pessoas e fazer o procedimento contra eles. Acho que a parte pedagógica da polícia está se encerrando. Nós agora vamos partir para a repressão mesmo”, alertou Cley Anderson Rodrigues.

“Eu peço que a população mantenha as determinações do decreto municipal e do decreto governamental e fiquem em casa. Eu sei que é difícil. Mas nós temos que manter essa quarentena. Eu então enquanto representante da Polícia Civil, posso dizer que a partir desse momento o nosso discurso está mudando. Vamos partir para repressão contra àqueles que eventualmente infringirem novamente às determinações do poder público”.

Outras Notícias

Dez fecham com Ronaldo de Dja e sacramentam escolha do novo presidente da Câmara

Manoel Enfermeiro, Zé Raimundo e Agenor Melo retiraram nomes para apoiar nome do PP. Decisão foi comunicada à Luciano Duque e Márcia Conrado Primeira mão  Dez vereadores fecharam no início da noite de hoje apoio ao nome de Ronaldo de Dja, vereador do PP e favorito à presidência da Casa Legislativa. Os últimos atos para […]

Manoel Enfermeiro, Zé Raimundo e Agenor Melo retiraram nomes para apoiar nome do PP. Decisão foi comunicada à Luciano Duque e Márcia Conrado

Primeira mão 

Dez vereadores fecharam no início da noite de hoje apoio ao nome de Ronaldo de Dja, vereador do PP e favorito à presidência da Casa Legislativa.

Os últimos atos para o apoio a Ronaldo foram as retiradas dos nomes de Zé Raimundo, Agenor Melo e por último Manoel Enfermeiro.

Com isso, Ronaldo presidirá a Casa no biênio 2021-2022, primeiro do ciclo de gestão da petista Márcia Conrado.  A prefeita eleita e o prefeito atual, Luciano Duque inclusive, foram comunicados da decisão.

Além de Zé Raimundo, Agenor Melo e Manoel Enfermeiro, apoiam Ronaldo os vereadores Zé Dida Gaia, Alice Conrado, Antônio da Melancia, China Menezes, Vandinho da Saúde, Romerio do Carro de Som e Gin Oliveira.

A escolha não envolve compromisso com o segundo biênio.  O restante da Diretoria também não foi fechado. Ronaldo de Dja foi o terceiro mais votado com 1.618 votos.

Dois candidatos a prefeito da oposição em 2020 aderem à George Borja

A corrida eleitoral em São José do Egito ganhou um novo capítulo com a adesão de dois ex-candidatos da oposição ao grupo de situação. Roseane Borja e Rona Leite, que disputaram a prefeitura em 2020, agora se unem ao grupo governista liderado por Evandro Valadares e declaram apoio à candidatura de George Borja para prefeito […]

A corrida eleitoral em São José do Egito ganhou um novo capítulo com a adesão de dois ex-candidatos da oposição ao grupo de situação. Roseane Borja e Rona Leite, que disputaram a prefeitura em 2020, agora se unem ao grupo governista liderado por Evandro Valadares e declaram apoio à candidatura de George Borja para prefeito nas eleições de 2024.

“Juntos obtevem quase 1500 votos na eleição anterior, Roseane junta-se à chapa majoritária como pré-candidata a vice-prefeita. Sua decisão de apoiar George Borja reforça a base governista e traz consigo uma vasta experiência em gestão pública e educação, sendo ex-secretária de educação e professora especialista da rede estadual”, diz a nota.

Rona Leite agora está à frente do Partido dos Trabalhadores de Pernambuco.

O prefeito Evandro Valadares destacou a importância dessa união para a campanha de George Borja. “A adesão de Roseane e Rona ao nosso grupo é uma demonstração clara de que estamos no caminho certo para continuar o progresso em São José do Egito. Eles são figuras respeitadas e suas contribuições serão valiosas na nossa caminhada rumo à vitória”, afirmou Valadares.

A convenção para oficializar as candidaturas está marcada para o dia 4 de agosto, no Clube do Binhas, e deverá reunir um grande número de apoiadores e lideranças políticas. A população de São José do Egito acompanha com expectativa os próximos passos desta disputa que definirá o futuro da cidade.

PMs prendem seis de grupo que furtava tubos da Adutora do Pajeú

Policiais militares do 23º Batalhão prenderam seis homens na noite de ontem (29), suspeitos de terem furtado materiais da Transposição do Rio São Francisco, na cidade de São José do Egito, Sertão do Estado, a partir de uma denúncia feita no dia 17 de junho. Os tubos são da segunda etapa da Adutora do Pajeú, […]

Policiais militares do 23º Batalhão prenderam seis homens na noite de ontem (29), suspeitos de terem furtado materiais da Transposição do Rio São Francisco, na cidade de São José do Egito, Sertão do Estado, a partir de uma denúncia feita no dia 17 de junho.

Os tubos são da segunda etapa da Adutora do Pajeú, obra que complementa o conjunto de ações da Transposição é está seguindo do Alto Pajeú para Paraíba. São adquiridos junto à empresa Sangoban.

Após a denúncia, o efetivo da inteligência da Polícia Militar começou a levantar informações sobre os suspeitos e chegou aos acusados no momento em que eles planejavam realizar outro furto.

A última ação do grupo levou 72 tubos de ferro fundidos. Durante a ação, foram apreendidos também dois veículos suspeitos de serem usados no transporte de materiais furtados.

Diante dos fatos, todos os imputados e os veículos apreendidos foram passados a disposição da delegacia Regional de Afogados da Ingazeira para adoção das medidas cabíveis. Os nomes ainda não foram divulgados.

Camargo Corrêa negociou propina com PMDB em Belo Monte, diz delator

Um dos delatores da Operação Lava Jato, o ex-presidente da construtora Camargo Corrêa Dalton Avancini relatou em um dos depoimentos de sua delação premiada que a empreiteira se comprometeu a pagar ao PMDB propina correspondente a R$ 20 milhões para atuar na construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. O empreendimento federal, previsto […]

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Um dos delatores da Operação Lava Jato, o ex-presidente da construtora Camargo Corrêa Dalton Avancini relatou em um dos depoimentos de sua delação premiada que a empreiteira se comprometeu a pagar ao PMDB propina correspondente a R$ 20 milhões para atuar na construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. O empreendimento federal, previsto para ser concluído em janeiro de 2019, tem um investimento estimado em R$ 28,9 bilhões.

O consórcio que constrói a usina é formado por empresas investigadas na Lava Jato: Camargo Corrêa, Odebrecht, Andrade Gutierrez, OAS, Queiroz Galvão e Galvão Engenharia.

Preso em regime domiciliar desde que fechou, em março, o acordo de delação premiada com a Justiça Federal do Paraná, Avancini contou à Polícia Federal (PF) que, depois de ter sido formado o consórcio de dez empresas que ergueria Belo Monte, o então diretor de Energia da Camargo Corrêa, Luiz Carlos Martins, o informou sobre uma “contribuição” ao PMDB. O depoimento estava sob sigilo desde 14 de março.

De acordo com o delator, Martins lhe disse que “houve um compromisso de que haveria uma contribuição na ordem de 1% do valor do empreendimento para o PMDB”. Avancini não detalha quem firmou o acordo de pagamento da propina, mas destaca que foi comunicado de que o suborno seria “proporcional à participação de cada empresa” na obra.

“A Camargo [Corrêa] detinha 15% da participação junto a obra, o que resultaria em uma contribuição de R$ 20 milhões, o que deveria ser pago ao longo do empreendimento”, contou o ex-presidente da construtora, que se desligou do comando da empresa por conta de seu envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras. (G1)