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Polícia Civil do DF diz que procura foragidos no Pajeú que participavam de esquema milionário

Por Nill Júnior

A Polícia Civil no Distrito Federal anunciou em sua conta no Instagram que, após seis meses de investigação, a Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (CORPATRI) desencadeou a operação “Conexão Pernambuco” para desarticular organização criminosa responsável por praticar diversos crimes patrimoniais na região do Distrito Federal.

As prisões se deram em 26 de fevereiro de 2019, quando os suspeitos utilizavam uma loja de acessórios para celulares como fachada para comprar e vender aparelhos provenientes de crime. Os aparelhos comprados de criminosos e eram revendidos no Distrito Federal e no estado de Pernambuco. Durante a ação, oito pessoas foram presas por força de mandados de prisão preventiva e temporária.

“Apesar das prisões da primeira fase da operação, outros quatro suspeitos permanecem foragidos, sendo investigados desde então. São eles: Douglas de Sousa e Silva; Everson da Costa Rodrigues; Gutemberg Araújo dos Santos e Thiago Santos de Castro”, diz a Polícia em nota. Thiago era dono de uma loja de celulares no centro de Afogados, de onde também é Douglas, segundo a Polícia.

Todos tiveram suas prisões preventivas decretadas pelo Poder Judiciário por conta de sua participação.

Durante as ações policiais, foram apreendidos cerca e R$ 2 milhões em bens pertencentes à organização, incluindo 8 veículos. De acordo com os investigadores, a quadrilha movimentava até R$ 40 mil por semana por meio da compra e venda dos aparelhos celulares produtos de condutas criminosas.

Comentário defende suspeitos. No mesmo post, pessoas que conhecem os envolvidos os defendem e criticam a condição de “foragidos”.

“Infelizmente não passaram a ser investigados após estarem foragidos,mas tiveram as suspeitas lançadas e a prisão determinada sem qualquer oitiva perante a polícia. Mesmo não possuindo antecedentes ,tendo trabalho e endereços fixos foram injustamente determinada suas prisões, assim como a de Túlio Guilherme, jovem universitário de farmácia que continua preso sem um motivo justificável perante sua família e amigos”, diz Richard Cruz.

 

Outras Notícias

Saúde de Calumbi está entre as melhores do país no desempenho da Atenção Primária a Saúde

Ascom Calumbi é a vigésima quarta cidade do Brasil entre os melhores desempenhos no programa Previne Brasil, que mede a qualidade da Atenção Primária. A listagem com o desempenho dos municípios brasileiros foi divulgada na última sexta-feira (27), pelo Ministério da Saúde.  A avaliação ocorre a cada quatro meses e tem impacto no financiamento federal. […]

Ascom

Calumbi é a vigésima quarta cidade do Brasil entre os melhores desempenhos no programa Previne Brasil, que mede a qualidade da Atenção Primária. A listagem com o desempenho dos municípios brasileiros foi divulgada na última sexta-feira (27), pelo Ministério da Saúde. 

A avaliação ocorre a cada quatro meses e tem impacto no financiamento federal.

O Programa Previne Brasil traz um novo modelo para o financiamento da Atenção Primária no Sistema Único de Saúde (SUS), conforme Portaria nº 2.979, de 12 de novembro de 2019.

A nova sistemática altera algumas formas de repasse das transferências para os municípios, que passam a ser distribuídas com base em três critérios: captação ponderada (modelo de remuneração calculado com base no número de pessoas cadastradas), pagamento por desempenho e incentivo para ações estratégicas.

No resultado do desempenho dos municípios brasileiros no  terceiro quadrimestre de 2022, conforme avaliação do Ministério da Saúde, Calumbi é o 1° lugar da Regional de Saúde, é o 1° lugar do Estado de Pernambuco e o 24° lugar no Brasil. 

Segundo o Secretário de Saúde Alisson Silva e a Coordenadora de Atenção Básica a Saúde do município Suianny Darla, foi preciso atuar de forma árdua na gestão de serviços de Saúde.

Para implementar melhorias na Atenção Primária, a Secretaria Municipal de Saúde precisou ajustar mecanismo de gestão e começou conferindo maior autonomia aos setores da pasta na gestão local, aliando isso ao aumento da resolutividade, maior coordenação e longevidade do cuidado. Buscou-se, também, ênfase na prevenção e diagnóstico precoce, com incentivo ao processo de trabalho integrado e multiprofissional.

De acordo com Alisson Silva, houve intensificação da busca ativa, por exemplo, no atendimento domiciliar, além de integração entre os profissionais de cada unidade básica de saúde e descentralização das ações para ampliação do acesso à assistência. 

“Antes do Previne Brasil, nós tínhamos o conhecimento numérico. Hoje, com esse programa de financiamento da Atenção Primária, enxergamos pessoas em suas reais necessidades, de forma dinâmica com constantes atualizações”, disse Suianny Darla Nogueira. 

Ela, que enxerga a excelente colocação do município como uma resposta positiva para todo o trabalho desenvolvido na gestão, o que, segundo ela, “nos dá motivos para continuar o trabalho”.

No terceiro quadrimestre de 2022, a cidade de Calumbi, que fica situada no Sertão Pernambucano, marcou 10,00 no índice geral do Previne Brasil (ISF) e planeja modernizar ainda mais a gestão para atender a população.

“Nós estamos muito felizes com os resultados obtidos. Dedicamos aqui nosso orgulho e a nossa gratidão aos quase 200 colaboradores e temos certeza que vamos continuar evoluindo”, destacou Alisson Silva, gestor da  Secretaria Municipal de Saúde de Calumbi – PE.

Acima da meta

O município produziu resultados acima das metas que referenciam sete indicadores do Previne. Foi assim, por exemplo, com a Proporção de gestantes com consulta odontólogica”, que aumentou substancialmente a cobertura da assistência realizada no primeiro quadrimestre de 2022. 

Atualmente a cidade de 5.736 habitantes cota com 3  equipes de Saúde da Família (eSFs), 3 equipes de Saúde Bucal (eSB), com o suporte de 22 Agentes Comunitários de Saúde (ACSs) e 3 equipes homologadas no Informatiza APS. 

Confira algumas estratégias compartilhadas pela equipe técnica de Calumbi:

Carnê BEG, estratégia única de Calumbi;

Transporte para as usuárias da zona rural;

Horário noturno;

Coleta em domicílio;

Porta aberta na unidade para citologia;

Utilização do protocolo assistencial, com a estratificação e classificação de risco para facilitar o processo de trabalho;

Uso das campanhas ostensivas, como Outubro Rosa e Novembro Azul, para captar os hipertensos e diabéticos;

Implementação de cartão de controle do diabético e hipertenso;

Garantia da realização do exame de hemoglobina glicada;

Listagem nominal;

Consulta no Sisab de cadastro/vínculo do usuário;

Busca ativa dos faltosos;

Atualização de vacinas informadas diariamente no sistema e-SUS APS, de preferência no momento do atendimento ao usuário.

Ouro Velho recebe escavadeira hidráulica e ônibus escolar

Por André Luis O prefeito de Ouro Velho, no Cariri paraibano, Augusto Valadares, usou as suas redes sociais para comemorar a chegada de uma escavadeira hidráulica (PC) e um ônibus para a frota do município. Em conversa com a redação do blog, Augusto informou que a escavadeira é fruto de emenda do senador eleito, Efraim […]

Por André Luis

O prefeito de Ouro Velho, no Cariri paraibano, Augusto Valadares, usou as suas redes sociais para comemorar a chegada de uma escavadeira hidráulica (PC) e um ônibus para a frota do município.

Em conversa com a redação do blog, Augusto informou que a escavadeira é fruto de emenda do senador eleito, Efraim Filho. Já o ônibus emendas do governador João Azevedo, e dos deputados Wilson Santiago (federal) e Wilson Filho (estadual).

Ainda segundo o prefeito, a escavadeira hidráulica custou R$ 700 mil e o ônibus, R$ 400 mil.

“A escavadeira hidráulica vai atender a população da zona rural. O ônibus que é 4×4, vai ajudar no transporte de nossos estudantes. Em vinte e dois meses de gestão, já são treze veículos/máquinas para o município”, destacou Augusto Valadares.

Conheça Valmir Tunu presidente da Câmara Municipal de Tuparetama

Antônio Valmir Batista Tunu, (Valmir Tunu), é vereador e político brasileiro filiado ao PODEMOS. Nascido em 7 de abril de 1967, Católico, filho de Manoel Tunú da Costa e Josefa Batista Tunú. Casado com Rosineide Costa Neves Tunu, pai de Rogério, Rodrigo, Renata e avô de Miguel. Valmir  entrou na política jovem, no ano de […]

Antônio Valmir Batista Tunu, (Valmir Tunu), é vereador e político brasileiro filiado ao PODEMOS. Nascido em 7 de abril de 1967, Católico, filho de Manoel Tunú da Costa e Josefa Batista Tunú. Casado com Rosineide Costa Neves Tunu, pai de Rogério, Rodrigo, Renata e avô de Miguel. Valmir  entrou na política jovem, no ano de 1983 com o desejo de lutar pelo bem de sua terra natal.

Entre 1993-1996 durante o 1°  governo de Pedro Torres, Tunú assumiu a Secretaria de Transportes de onde foi destaque na sua pasta.

Já em 1996 foi eleito pela primeira vez como o vereador  mais jovem da época e um dos mais votados. No ano posterior, tornou-se vice-presidente da câmara (1997-1998). Valmir Tunu também assumiu a presidência da Câmara Municipal de Tuparetama entre os anos de 1999-2000.

Valmir Tunú informatizou a Câmara garantindo ao Legislativo da cidade internet pela primeira vez; reformou o prédio e as dependências da Câmara com nova ambientação no Plenário e gabinetes das lideranças partidárias.

Em 2005 aceitou o convite do então prefeito Sávio Torres para conduzir a pasta da Secretaria de Transportes. Valmir permaneceu no cargo de 2009 a 2012 durante o 2° mandato do prefeito Sávio, e foi destaque novamente na região do Pajeú como secretário de transportes mais atuante.

Já  em 2012 Valmir candidatou-se  a prefeito pelo PTB (Partido Trabalhista Brasileiro) com o apoio de Sávio e de seu grupo político.

Em 2016 Valmir foi eleito pela segunda vez  como vereador de Tuparetama pelo DEM (Democratas) e  Reeleito em 2020 para o 3º mandato pelo PTB (Partido Trabalhista Brasileiro). Em seguida foi o líder do Governo Sávio Torres na Câmara municipal.

Valmir recebeu diversos prêmios de reconhecimento da população durante o mandato.  Ganhou em 2021 e no ano subsequente o Prêmio Excelência Mv4 – 1º Lugar como o Vereador mais atuante de Tuparetama.

Em 2024, foi reeleito para seu 4° mandato de vereador pelo PODEMOS. Em 1° de Janeiro de 2025  foi eleito a presidência da câmara municipal e assumirá o biênio 2025-2026.

Maioria dos brasileiros rejeita saúde oferecida no país

No País, a saúde (pública ou privada) é classificada como péssima ou ruim por 55% dos brasileiros e regular para outros 34%. De modo geral, essa avaliação aparece de diferentes maneiras na sociedade e representa a visão de 94% dos que possuem planos de saúde e de 87% dos que dependem apenas do Sistema Único de […]

No País, a saúde (pública ou privada) é classificada como péssima ou ruim por 55% dos brasileiros e regular para outros 34%. De modo geral, essa avaliação aparece de diferentes maneiras na sociedade e representa a visão de 94% dos que possuem planos de saúde e de 87% dos que dependem apenas do Sistema Único de Saúde (SUS) para receber assistência médico-hospitalar.

Os dados constam de pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha, a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM). O trabalho também teve o objetivo de identi­ficar a expectativa dos brasileiros a respeito da atuação dos próximos governantes e parlamentares em relação à assistência médica. Como parte da investigação, ainda foi medida a opinião dos entrevistados, num aspecto geral, sobre a área da saúde e, de modo particular, a avaliação dos usuários sobre o atendimento no SUS, que neste ano completa 30 anos desde sua implementação.

O relatório será apresentado durante o XIII Encontro Nacional das Entidades Médicas (ENEM), que ocorre nos dias 26 e 27 de junho em Brasília (DF). No encontro, espera-se reunir uma agenda de reivindicações da categoria sobre questões envolvendo a saúde e a medicina, a qual será encaminhada a todos os postulantes às Eleições de 2018, em níveis federal e estadual.

Para fazer frente aos problemas que geram esse tipo de avaliação, os brasileiros dão a fórmula aos candidatos que serão eleitos em 2018. Para a população, os políticos que vencerem o pleito devem adotar medidas que combatam a corrupção na área da saúde (26%); reduzam o tempo de espera por consultas, exames, cirurgias e outros procedimentos (18%); aperfeiçoem a fiscalização dos serviços na rede pública (13%); fomentem a construção de mais postos e hospitais (11%); e garantam a oferta de melhores condições de trabalho e de remuneração para médicos e outros profissionais da área (9%).

“Os números deixam claro: a saúde não pode ser ignorada pelos candidatos, e para atender o anseio legítimo da população por uma assistência de qualidade, é preciso tratar a questão com seriedade. Em vez de anúncios midiáticos, os brasileiros cobram planejamento, mais recursos e uma boa gestão. Essa pesquisa é uma importante contribuição dos médicos para o debate político, com foco sobretudo na quali­ficação do SUS, sistema que a população considera uma grande conquista a ser mantida e aperfeiçoada”, ressaltou o presidente do CFM, Carlos Vital.

A proposta de realização do levantamento foi feita pela Comissão de Comunicação do CFM. “Somos defensores inquestionáveis do SUS. Assim, ao promover esse estudo, esperamos chamar a atenção de todos para a crise que afeta a assistência. Contamos que isso gere reflexões e tomada de decisões, principalmente entre os políticos candidatos em outubro”, ressaltou o 1º secretário do CFM, Hermann von Tiesenhausen, coordenador do grupo.

Para ele, a recuperação do sistema público, garantindo dignidade aos pacientes e aos médicos e outros pro­fissionais que atuam nos postos e hospitais, “deve constar das plataformas de campanha e ser cumprido por aqueles que tomarem posse”.

A pesquisa CFM/Datafolha teve abrangência nacional e ouviu 2.087 pessoas – 59% delas residentes no interior. A amostra composta por homens e mulheres, com idade superior a 16 anos ou mais, respondeu a um questionário estruturado.

Carnaubeira da Penha foi a cidade que proporcionalmente mais aplicou primeira dose em PE

Um levantamento da Rede Globo mostra o percentual de vacinados por município de Pernambuco. Ele considera a conclusão do ciclo com a primeira dose. Pelo levantamento,  Carnaubeira da Penha, no Sertão,  aplicou a primeira dose em 46,82% da população. Outro município sertanejo, Itacuruba,  está na segunda posição,  com 46,64%. Fecham o G10, Alagoinha (38,13%), Águas […]

Um levantamento da Rede Globo mostra o percentual de vacinados por município de Pernambuco. Ele considera a conclusão do ciclo com a primeira dose.

Pelo levantamento,  Carnaubeira da Penha, no Sertão,  aplicou a primeira dose em 46,82% da população.

Outro município sertanejo, Itacuruba,  está na segunda posição,  com 46,64%.

Fecham o G10, Alagoinha (38,13%), Águas Belas (37,39%), Flores (37%), Betânia (35,03%),  Triunfo (34,93%), Bom Conselho (34,21%) e Cumaru (33,29%).

Recife,  com 32,77%, está na décima primeira posição.  A cidade avançou no cronograma,  mas rm percentual proporcional de primeira dose,  ficou nessa posição.

Do Sertão,  seguem na lista Itapetim,  13ª, com 31,99%, Cabrobó, 14ª, com 31,94%, Calumbi (16ª), com 31,67%, Solidão,  18ª com 31,14%, Afogados da Ingazeira 21ª com 29,94%, São José do Egito,  22ª com 29,57%.

Ainda Quixaba (24ª), com 28,79%, Serra Talhada,  27ª com 27,88%, Tabira, 32ª, com 25,99%, Arcoverde em 33ª com 25,87%, Custódia em 36ª, com 25,34%, Carnaíba em 37ª, com 25,04%, Brejinho na posição 40 com 24,85%, Sertânia em 59ª, com 22,06%.

A lista dos sertanejos tem ainda São José do Belmonte (64ª posição), com 21,24%, Santa Cruz da Baixa Verde (65ª), com 21,18%, Iguaracy (89ª), com 17,25%, Santa Terezinha (89ª), com 16,51%, Floresta (98ª), com 15,2%, Salgueiro,  na 134ª posição com 5,45%, Tuparetama em 135ª, com 4,74%, e Tacaratu na 141ª posição,  com apenas 0,11%.

Como o levantamento foi feito com base nos sites e portais de transparência dos municípios, é nem possível que parte da informação esteja incompleta por falta de municipamento das páginas nos municípios,  algo mais comum no interior. Isso explica cidades aparecendo com menos de 15% de vacinados com primeira dose, algo irreal hoje.

Também não foram levantadas todas as cidades do estado justamente por falta de informações.

Em dez municípios, a TV Globo encontrou dados parciais de vacinação. Os municípios que se encaixam nesse grupo são: Caruaru, Jurema, Lajedo, Panelas, Sairé e São Bento do Una, no Agreste; Araripina, Petrolina e Trindade, no Sertão; e Carpina, na Mata Norte.

Um outro grupo, de 29 municípios, não informa a quantidade de doses aplicadas nem o total de pessoas vacinadas com cada dose.

Essas cidades são: Angelim, Barra de Guabiraba, Bonito, Brejo da Madre de Deus, Cachoeirinha, Feira Nova, Iati, Jataúba, João Alfredo, Machados, Orobó, Passira, Poção, Santa Maria do Cambucá, Tacaimbó e Vertente do Lério, no Agreste; Paulista, na Região Metropolitana; Afrânio, Belém do São Francisco, Dormentes, Ingazeira, Ipubi, Orocó e Santa Maria da Boa Vista, no Sertão; Aliança, Joaquim Nabuco, Lagoa do Carro, São Benedito do Sul e Tamandaré, na Zona da Mata.

Os portais da transparência de Angelim, no Agreste, e de Joaquim Nabuco, na Zona da Mata, estavam fora do ar durante os dias de análise dos dados.

Nos portais de transparência de Belém do São Francisco e de Santa Maria da Boa Vista, no Sertão, há um link para uma página de acompanhamento da vacinação contra a Covid, mas a página está fora do ar.

Veja levantamento e arraste para o lado para ver os percentuais:

Região Município População*** Vacinados com 1ª dose % da população vacinada com 1ª dose
Sertão Carnaubeira da Penha 13.025 6.098 46,82%
Sertão Itacuruba 4.966 2.316 46,64%
Agreste Alagoinha 14.718 5.612 38,13%
Agreste Águas Belas 43.686 16.334 37,39%
Sertão Flores 22.618 8.368 37,00%
Sertão Betânia 12.765 4.475 35,06%
Sertão Triunfo 15.243 5324 34,93%
Agreste Bom Conselho 48.767 16.682 34,21%
Agreste Cumaru 10.192 3.393 33,29%
Região Metropolitana Recife 1.653.461 541.919 32,77%
Sertão Jatobá 14.850 4.855 32,69%
Sertão Itapetim 13.553 4.336 31,99%
Sertão Cabrobó 34.503 11.020 31,94%
Agreste Limoeiro 56.198 17.942 31,93%
Sertão Calumbi 5.747 1.820 31,67%
Agreste Itaíba 26.308 8.278 31,47%
Sertão Solidão 6.021 1.875 31,14%
Agreste Frei Miguelinho 15.546 4.707 30,28%
Agreste Saloá 15.862 4.772 30,08%
Sertão Afogados da Ingazeira 37.404 11.197 29,94%
Sertão São José do Egito 34.056 10.071 29,57%
Agreste Garanhuns 140.577 41.274 29,36%
Sertão Quixaba 6.805 1.959 28,79%
Agreste Capoeiras 20.048 5.722 28,54%
Agreste Paranatama 11.566 3.225 27,88%
Sertão Serra Talhada 86.915 24.233 27,88%
Agreste Surubim 65.647 17.985 27,40%
Sertão Verdejante 9.553 2.594 27,15%
Agreste Brejão 8.987 2.428 27,02%
Zona da Mata Buenos Aires 13.190 3.454 26,19%
Sertão Tabira 28704 7459 25,99%
Sertão Arcoverde 74.822 19.353 25,87%
Zona da Mata Tracunhaém 13.813 3.512 25,43%
Agreste Riacho das Almas 20.646 5.248 25,42%
Sertão Custódia 37.375 9.469 25,34%
Sertão Carnaíba 19.609 4.910 25,04%
Sertão Exu 31.766 7.949 25,02%
Sertão Mirandiba 15.470 3.845 24,85%
Sertão Brejinho 7.488 1.861 24,85%
Agreste São Caetano 37.368 9.246 24,74%
Zona da Mata Paudalho 56.933 14.028 24,64%
Região Metropolitana Olinda 393.115 94.729 24,10%
Agreste Calçado 11.018 2.644 24,00%
Agreste Bom Jardim 39.983 9.456 23,65%
Zona da Mata Vicência 32.772 7.701 23,50%
Agreste São Joaquim do Monte 21.398 5.027 23,49%
Sertão Serrita 19.196 4.501 23,45%
Agreste Canhotinho 24.773 5.792 23,38%
Zona da Mata Nazaré da Mata 32.573 7.593 23,31%
Região Metropolitana Cabo de Santo Agostinho 208.944 48.402 23,17%
Agreste Bezerros 60.880 14.018 23,03%
Agreste Jupi 14.922 3.397 22,77%
Agreste Pesqueira 67.735 15.315 22,61%
Região Metropolitana Moreno 63.294 14.135 22,33%
Agreste Lagoa dos Gatos 16.318 3.642 22,32%
Agreste Lagoa do Ouro 13.224 2.922 22,10%
Sertão Santa Filomena 14.562 3.213 22,06%
Sertão Sertânia 36.050 7.953 22,06%
Sertão Parnamirim 22.106 4.871 22,03%
Sertão Terra Nova 10.206 2.239 21,94%
Agreste Caetés 28.904 6.167 21,34%
Zona da Mata Itaquitinga 17.006 3.626 21,32%
Agreste Venturosa 18.661 3.969 21,27%
Sertão São José do Belmonte 34.021 7.226 21,24%
Sertão Santa Cruz da Baixa Verde 12.650 2.679 21,18%
Zona da Mata Camutanga 8.572 1.815 21,17%
Sertão Ouricuri 69.969 14.177 20,26%
Sertão Ibimirim 29.412 5.954 20,24%
Sertão Granito 7.537 1.518 20,14%
Zona da Mata Macaparana 25.472 5.099 20,02%
Zona da Mata Goiana 80.055 16.018 20,01%
Sertão Petrolândia 36.901 7.373 19,98%
Sertão Santa Cruz 15.558 3.075 19,76%
Agreste Cupira 24.173 4.712 19,49%
Zona da Mata Vitória de Santo Antão 139.583 26.789 19,19%
Agreste Sanharó 26.890 5.147 19,14%
Região Metropolitana Camaragibe 158.899 30.244 19,03%
Zona da Mata Timbaúba 52.802 10.023 18,98%
Sertão Bodocó 38.378 7.217 18,81%
Agreste Correntes 18.268 3.413 18,68%
Zona da Mata Lagoa de Itaenga 18.252 3.379 18,51%
Agreste Ibirajuba 7.768 1.412 18,18%
Região Metropolitana Igarassu 118.370 21.424 18,10%
Agreste Taquaritinga do Norte 29.127 5.270 18,09%
Agreste Casinhas 14.368 2.537 17,66%
Agreste Altinho 22.984 4.051 17,63%
Agreste Gravatá 84.699 14.749 17,41%
Agreste Pedra 22.668 3.924 17,31%
Sertão Iguaracy 12.247 2.113 17,25%
Zona da Mata Ferreiros 12.170 2.093 17,20%
Sertão Inajá 23.645 4.008 16,95%
Zona da Mata São José da Coroa Grande 21.586 3.644 16,88%
Sertão Santa Terezinha 11.865 1.959 16,51%
Zona da Mata Glória do Goitá 30.751 5.055 16,44%
Sertão Moreilândia 11.270 1.841 16,34%
Região Metropolitana Jaboatão dos Guararapes 706.867 114.842 16,25%
Agreste Vertentes 20.954 3.379 16,13%
Zona da Mata Chã Grande 21.815 3.487 15,98%
Zona da Mata Cortês 12.560 1.966 15,65%
Zona da Mata Palmares 63.500 9.782 15,40%
Agreste Salgadinho 11.068 1.696 15,32%
Sertão Floresta 33.184 5.043 15,20%
Região Metropolitana Abreu e Lima 100.346 15.207 15,15%
Zona da Mata Primavera 15.101 2.272 15,05%
Agreste Jucati 11.485 1.717 14,95%
Agreste Belo Jardim 76.687 11.453 14,93%
Zona da Mata Pombos 27.148 4.018 14,80%
Zona da Mata Ribeirão 47.616 7.028 14,76%
Agreste Buíque 58.919 8.326 14,13%
Zona da Mata Itambé 36.471 5.078 13,92%
Agreste Camocim de São Félix 18.900 2.526 13,37%
Região Metropolitana Ipojuca 97.669 12.847 13,15%
Agreste São Vicente Férrer 18.085 2.344 12,96%
Sertão Manari 21.776 2.809 12,90%
Agreste Tupanatinga 27.551 3.483 12,64%
Região Metropolitana São Lourenço da Mata 114.079 14.346 12,58%
Zona da Mata Catende 43.340 5.445 12,56%
Zona da Mata Barreiros 42.764 5.335 12,48%
Zona da Mata Quipapá 26.175 3.186 12,17%
Zona da Mata Condado 26.590 3.235 12,17%
Agreste Santa Cruz do Capibaribe 109.897 13.143 11,96%
Zona da Mata Rio Formoso 23.628 2.794 11,82%
Zona da Mata Escada 69.292 8.174 11,80%
Zona da Mata Xexéu 14.757 1.736 11,76%
Região Metropolitana Araçoiaba 20.733 2.410 11,62%
Agreste Toritama 46.164 5.265 11,40%
Zona da Mata Belém de Maria 12.122 1.368 11,29%
Zona da Mata Maraial 11.220 1.252 11,16%
Região Metropolitana Ilha de Itamaracá 26.672 2.936 11,01%
Zona da Mata Amaraji 22.870 2.442 10,68%
Zona da Mata Gameleira 31.318 3.155 10,07%
Zona da Mata Água Preta 37.082 3.724 10,04%
Agreste Palmeirina 7.600 749 9,86%
Sertão Cedro 11.891 1.082 9,10%
Zona da Mata Sirinhaém 46.361 4.084 8,81%
Sertão Lagoa Grande 25.849 2.190 8,47%
Agreste Agrestina 25.065 1.955 7,80%
Zona da Mata Jaqueira 11.644 866 7,44%
Sertão Salgueiro 61.249 3.340 5,45%
Sertão Tuparetama 8.256 391 4,74%
Região Metropolitana Itapissuma 26.900 1.103 4,10%
Zona da Mata Chã de Alegria 13.556 523 3,86%
Agreste Terezinha 7.198 131 1,82%
Agreste São João 22.899 324 1,41%
Sertão Tacaratu 26.106 30 0,11%