Polícia age para conter assaltos a motos em Arcoverde
Por Nill Júnior
Em ação para combater os crimes violentos patrimoniais ocorridos no âmbito da cidade de Arcoverde, a Delegacia local desencadeou operação que culminou com a prisão de Francisco Diego Rufino de Araújo, contra quem havia Mandado de Prisão Preventiva expedido pela Justiça de Arcoverde, tendo em vista ser ele investigado em inquéritos que apuram sua participação no roubo de motocicletas.
Na companhia do ex-presidiário Sérgio Ivanio Santana. A dupla foi responsável pelo roubo da motocicleta Honda CG 150 FAN ESDI, de cor preta, placa PDP 9403, ocorrido na noite do dia 08 de fevereiro passado.
Na ocasião, Diego tomou uma corrida de mototaxi na Avenida Pedro II, no bairro São Geraldo, alegando que estava hospedado no Hotel Majestic. Ao desembarcar, o mototaxista foi surpreendido por Sérgio, que armado com o revólver anunciou o assalto, deixando a vítima trancada no quatro do hotel. Sérgio Ivanio permanece foragido.
A Polícia Civil informou que outras prisões relativas a assaltantes devem ocorrer nos próximos dias. As investigações são comandadas pelo Delegado Antonio Júnior, Titular de Arcoverde.
Em qualquer congresso de prefeitos, o discurso é quase sempre o mesmo: crise, falta de dinheiro. Os gestores reivindicam, principalmente, o aumento de repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), alegando que a maioria dos governos são financiados por recursos federais e estaduais, não têm fonte de receita capaz de bancá-los, como indústria ou […]
Em qualquer congresso de prefeitos, o discurso é quase sempre o mesmo: crise, falta de dinheiro. Os gestores reivindicam, principalmente, o aumento de repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), alegando que a maioria dos governos são financiados por recursos federais e estaduais, não têm fonte de receita capaz de bancá-los, como indústria ou oferta de serviços, como turismo.
O que muitas pessoas não sabem é que o crescimento do FPM (uma transferência constitucional da União) também favorece a determinadas Câmara de Vereadores, como tem acontecido com 14 cidades pernambucanas, a maioria do Sertão, onde os gastos per capita para manter o Poder Legislativo são maiores que a média nacional (R$ 104,43%).
O Poder Legislativo de municípios com até 20 mil habitantes tem pesado no caixa dos governos, mas os prefeitos não falam explicitamente sobre o assunto para não contrariar os vereadores, que são potenciais aliados. Segundo levantamento da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), a média nacional de despesa por habitante com as câmaras, nesses pequenos municípios, é de R$ 104,43 por ano. Em tese, isso significa que um cidadão ou cidadã que recebe um salário-mínimo de R$ 973 paga o valor mencionado para que a Câmara de Vereadores funcione. É um imposto invisível, quase secreto.
No município de Itacuruba, o segundo menor de Pernambuco, acima apenas de Ingazeira, uma pessoa gasta R$ 270,06 com o Legislativo anualmente, mais que o dobro da média nacional.
Além de Itacuruba, em outros 13 municípios do estado, como Ingazeira, Camutanga, Calumbi, Itapissuma, Solidão, Paranatama, Quixaba, Granito, Floresta, Terezinha, Itamaracá, Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho), a despesa com o Legislativo por pessoa extrapola os índices nacionais. Ou seja, quatro deles no Pajeú.
A distorção tem uma origem a partir da Emenda Constitucional número 25/2000, que acrescentou o artigo 29-A na Constituição Federal e o texto foi alterado posteriormente pela EC número 58/2009. Na prática, 7% da receita de cada cidade com até 100 mil habitantes vai obrigatoriamente para o Legislativo municipal. São contas salgadas: a prefeitura enquadrada neste critério é obrigada a investir 7% da receita numa única câmara de vereadores, quase a metade do que é usado na saúde municipal (15%). E os municípios de menor população são os que mais gastam. No ano passado, quando o FPM teve um leve aumento de cerca de 7% por conta dos recursos da repatriação, esse repasse também chegou às câmaras, que muitas vezes funcionam apenas um dia por semana para votações de projetos.
A situação é tão delicada que a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CABC), com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequenas Empresas, defende a mudança da legislação, mas ainda não encontra voz nos parlamentares. O estudo propõe que o Legislativo deveria receber um percentual da receita própria da prefeitura – sem contar com as transferências constitucionais recebidas dos estados e da União. Com isso, o Executivo teria mais recursos para investir em outras áreas carentes, mas o tema é tabu para os vereadores.
Segundo o presidente da União de Vereadores de Pernambuco, Josinaldo Barbosa, a luta para reduzir os repasses obrigatórios para as câmaras não está em debate. Ele diz que, se existir, essa discussão deve ser feita pelo Congresso Nacional. Ao ser informado que a FNP estava discutindo o tema, o vereador disparou. “Esses repasses estão na Constituição. Como é que o vereador vai bulir nisso? Os prefeitos falam porque não gosta de vereador”.
O ex-vereador José Edson Ferreira, conhecido como Zé Negão (PP), foi o convidado do Debate das Dez na Rádio Pajeú nesta quarta-feira (10), onde abordou diversos temas relacionados à política local, especialmente as articulações da oposição visando as eleições de 2024. Críticas à postura de Sandrinho Palmeira: Zé Negão criticou a postura do atual prefeito, […]
O ex-vereador José Edson Ferreira, conhecido como Zé Negão (PP), foi o convidado do Debate das Dez na Rádio Pajeú nesta quarta-feira (10), onde abordou diversos temas relacionados à política local, especialmente as articulações da oposição visando as eleições de 2024.
Críticas à postura de Sandrinho Palmeira:
Zé Negão criticou a postura do atual prefeito, Sandrinho Palmeira, durante uma entrevista recente na emissora. O ex-vereador considerou falta de humildade, a atitude de Sandrinho ao fazer comparações entre os apoios recebidos por ele e o pré-candidato da oposição, Danilo Simões. Para Zé Negão, todos os votos são iguais, e a atitude do prefeito foi vista como arrogante.
Aliança com Danilo Simões e renúncia à pré-candidatura:
Questionado sobre sua renúncia à pré-candidatura a prefeito em favor de Danilo Simões, Zé Negão afirmou que sempre esteve aberto a apoiar um nome que agregasse ao projeto de desenvolvimento para Afogados da Ingazeira. Destacou não ter feito exigências pessoais para apoiar Danilo e reiterou seu comprometimento com o candidato até o final do processo eleitoral.
Apoio da governadora Raquel Lyra:
Zé Negão enfatizou que seu grupo político mantem uma aliança com a governadora Raquel Lyra, destacando que a oposição está unida em torno do nome de Danilo Simões. Ressaltou que o apoio à governadora é político e não apenas institucional, contrapondo a versão do prefeito Sandrinho Palmeira.
Disputas internas no MDB e o futuro do partido em Afogados da Ingazeira:
Sobre as disputas internas no MDB de Afogados da Ingazeira, Zé Negão revelou uma intensa briga interna entre membros da executiva estadual do partido. Alegou que o vice-prefeito Daniel Valadares e seu prestígio junto ao presidente do partido, Raul Henry, geram divergências. O ex-vereador expressou esperança de que a legenda permaneça sob o controle da oposição.
Desafios da oposição no cenário municipal:
Zé Negão abordou as complexidades do atual cenário político municipal, destacando que a oposição, outrora fragmentada, agora apresenta uma frente mais unida em Afogados da Ingazeira. O ex-vereador enxerga uma disparidade na formação de grupos dentro do município, ressaltando que a frente popular, que antes se mostrava coesa, agora enfrenta desafios internos.
Visão para o futuro:
Ao abordar as divergências internas e o atual cenário político local, Zé Negão ressaltou seu compromisso com o projeto de Danilo Simões. Destacou a preparação e independência do pré-candidato, afirmando que o histórico e respaldo de figuras como o ex-prefeito Orisvaldo Inácio da Silva e a ex-prefeita Gisa Simões, seus pais, reforçam a trajetória de Danilo. O ex-vereador acredita que o pré-candidato é capaz de liderar o município rumo ao desenvolvimento.
Por Magno Martins Uma das paixões da minha vida, Triunfo, encravada num dos pontos mais altos do Estado, em pleno semiárido em que suas noites agradáveis chegam a oito graus no inverno – e ontem em pleno verão estava 17 graus – vive, ontem, uma noite de muita emoção. De braços abertos e o calor da […]
Uma das paixões da minha vida, Triunfo, encravada num dos pontos mais altos do Estado, em pleno semiárido em que suas noites agradáveis chegam a oito graus no inverno – e ontem em pleno verão estava 17 graus – vive, ontem, uma noite de muita emoção.
De braços abertos e o calor da sua gente, a cidade fez a adoção do seu mais novo ilustre filho, o companheiro Adriano Roberto, que divide a bancada do Frente a Frente comigo.
Em sua fala, Adriano fez uma verdadeira declaração de amor à sua Pasárgada, sua pátria amada e confessou que, morto, quer ser enterrado em Triunfo. No nosso programa, ontem, e na minha fala na sessão de entrega do título, lembrei e citei Ledo Ivo, para justificar o amor de Adriano pela cidade.
Apaixonado pela sua Recife, Ledo Ivo dizia que amar mulheres, várias. Cidades, só uma – Recife. Peguei o mote do consagrado poeta recifense e fiz este curto poema encerrando o meu discurso:
“Caro Adriano,
Diga eu te amo Triunfo não somente por ter a sensação de nascido de seu útero/ Eu te adoro não apenas por ter me parido como filho adotivo nas tuas ladeiras/ Eu te amo, Triunfo, não por ser a mais bela das cidades, uma princesa a beira do sertão/ Como filho, viverei feliz, de braços abertos, a ti contemplar/ Como te amo cidade maravilhosa.
Em tudo me deslumbras, me encantas/ Sou de fato triunfense, agora de direito, alma e coração posso declarar com mais intensidade, gritar bem alto, para ecoar o som pelas tuas ladeiras: te amo/ Eu te amo como minha única cidade/ Não tem como amar outra mais que a ti/ Daqui, contemplo o mais belo pôr do Sol do Sertão/ Vão dizer que há outros mais belos por ai/ Quem o diz não são triunfenses.
Do Brasil 247 Uma nova pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Badra aponta liderança do ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, na disputa pelo Governo de Pernambuco. No principal cenário estimulado do levantamento, o socialista aparece com 44,2% das intenções de voto, enquanto a governadora Raquel Lyra (PSD) registra 41,1%, uma diferença […]
Uma nova pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Badra aponta liderança do ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, na disputa pelo Governo de Pernambuco. No principal cenário estimulado do levantamento, o socialista aparece com 44,2% das intenções de voto, enquanto a governadora Raquel Lyra (PSD) registra 41,1%, uma diferença de três pontos percentuais. Como a margem de erro é de 3%, o quadro configura empate técnico.
Esta é a primeira rodada da pesquisa Badra sobre a sucessão estadual de 2026 e revela uma disputa concentrada nos dois principais nomes do cenário político pernambucano. Além deles, Anderson Ferreira soma 6% das intenções de voto e Ivan Moraes aparece com 0,8%.
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, João Campos também lidera, com 29,3% das citações. Raquel Lyra aparece em segundo lugar, com 22,7%. O levantamento mostra ainda que 12,4% dos eleitores não souberam responder e 11,4% declararam intenção de votar em branco ou anular o voto.
Outro dado relevante é o grau de consolidação das preferências eleitorais. Entre os entrevistados que declararam voto em algum candidato, 70,5% afirmaram que sua decisão já é definitiva, enquanto apenas 23% disseram que ainda podem mudar de escolha até a eleição. O resultado sugere um cenário de forte cristalização das preferências e reduzido espaço para grandes deslocamentos eleitorais no curto prazo.
A pesquisa também mediu a rejeição dos possíveis candidatos ao governo. Anderson Ferreira lidera esse indicador, com 29,2%. João Campos e Raquel Lyra aparecem praticamente empatados, com 22,8% e 22,7%, respectivamente.
O levantamento foi realizado entre os dias 2 e 6 de junho de 2026, com 1.500 eleitores de 13 municípios pernambucanos. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-02486/2026, a pesquisa oferece um retrato inicial da corrida sucessória no estado e aponta uma eleição marcada pela polarização entre João Campos e Raquel Lyra.
O chamado Super Secretário Edgley Freitas, responsável pelas pastas de Cultura e Obras do Governo Sebastião Dias está de saída. Sem fazer segredo pra ninguém, o Presidente do PRTB já marcou até a data para deixar a administração: 1º de dezembro. Mesmo com dedicação integral à máquina administrativa, parece que Edgley cansou do esvaziamento provocado pelo […]
O chamado Super Secretário Edgley Freitas, responsável pelas pastas de Cultura e Obras do Governo Sebastião Dias está de saída.
Sem fazer segredo pra ninguém, o Presidente do PRTB já marcou até a data para deixar a administração: 1º de dezembro.
Mesmo com dedicação integral à máquina administrativa, parece que Edgley cansou do esvaziamento provocado pelo governo, especialmente na Secretaria de Obras.
Freitas vai cuidar de sua empresa sem descuidar de uma possível candidatura à prefeitura tabirense. A informação é de Anchieta Santos ao blog.
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