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Petrobrás reduz preço da gasolina em 4,% a partir desta terça

Por Nill Júnior

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (20) que vai reduzir em 4,9% o preço da gasolina A vendida às distribuidoras. O novo preço passa a valer a partir desta terça-feira (21).

A gasolina A é o combustível puro que sai das refinarias e é misturado ao etanol pelas distribuidoras, para que possa ser vendido ao consumidor final nos postos de revenda.

Com a redução, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará a ser, em média, de R$ 2,71 por litro, uma redução de R$ 0,14 por litro.

Esta é a segunda queda no preço promovida pela estatal em 2025. Em 3 de junho, a Petrobras já havia diminuído o valor em 5,6%. No acumulado do ano, a redução soma R$ 0,31 por litro, recuo de 10,3%.

No comunicado que anunciou a mudança de valores, a empresa cita que, desde dezembro de 2022, a queda no preço da gasolina chega a R$ 0,36 ─ um recuo de 22,4%, já considerando a inflação do período.

O movimento da Petrobras deve representar alívio na inflação do país, uma vez que o combustível é o com maior peso no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador que apura a inflação oficial.

Apesar de a Petrobras ser a maior produtora do combustível no país, o preço da gasolina nas bombas não depende apenas da estatal. Após o produto ser vendido às distribuidoras, sofre influências de outros custos, como o frete, mistura com o etanol, cobrança de impostos e a margem de lucro dos postos.

Diesel – A Petrobras informou que o preço do diesel vendido às distribuidoras não sofrerá alteração. Desde março deste ano, houve três reduções no óleo diesel, e o combustível apresenta recuo de 35,9% desde o fim de 2022.

Outras Notícias

Brasil fecha vagas pela 20º mês seguido e perde 117 mil empregos em novembro

G1 O Brasil continuou a fechar vagas formais de trabalho em novembro deste ano. As demissões superaram as contratações em 116.747 no mês passado, de acordo com informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgadas nesta quinta-feira (29) pelo Ministério do Trabalho. Trata-se do 20º mês seguido em que o número de vagas […]

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O Brasil continuou a fechar vagas formais de trabalho em novembro deste ano.

As demissões superaram as contratações em 116.747 no mês passado, de acordo com informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgadas nesta quinta-feira (29) pelo Ministério do Trabalho.

Trata-se do 20º mês seguido em que o número de vagas formais diminuiu no mercado de trabalho brasileiro.

A perda de emprego em novembro foi a segunda maior registrada no ano de 2016. O resultado, no entanto, representou um fechamento de vagas menor do que em novembro de 2015, quando o país perdeu 130 mil empregos formais. O último mês em que houve mais contratações foi em março do ano passado, quando foram criados 19,2 mil postos de trabalho.

No acumulado de janeiro a novembro, o mercado de trabalho brasileiro já fechou 858.333 postos formais, de acordo com dados do Ministério do Trabalho.

O fechamento de vagas formais em novembro contribuiu para o aumento do desemprego no País, que atingiu uma taxa de 11,9%da população economicamente ativa em novembro. Com isso, o número de desempregados no Brasil supera 12 milhões de pessoas, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O comércio foi o único setor que contratou mais do que demitiu em novembro. Foram criadas 58.961 vagas formais.

O setor que mais demitiu no mês passado foi a indústria de transformação (-51.859 postos), seguida da construção civil (-50.891), serviços (-37.959) e a agricultura (-26.097).

O Rio Grande do Sul foi o único Estado que contratou mais do que demitiu em novembro, com a criação de 1.191 postos de trabalho. Os piores desempenhos foram registrados em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, com fechamento de 39.675 postos, 12.438 e 11.402, respectivamente.

Governo Márcia apresenta nova proposta de reajuste ao SINTEST

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Município de Serra Talhada (SINTEST) anunciou uma nova proposta apresentada pelo governo da prefeita Márcia Conrado nesta sexta-feira (16). A nova proposta é de reajuste de 14,95% para os na carreira e 8% para o restante da categoria, sem pagamento de retroativos para nenhuma categoria. A proposta seguirá […]

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Município de Serra Talhada (SINTEST) anunciou uma nova proposta apresentada pelo governo da prefeita Márcia Conrado nesta sexta-feira (16).

A nova proposta é de reajuste de 14,95% para os na carreira e 8% para o restante da categoria, sem pagamento de retroativos para nenhuma categoria.

A proposta seguirá para análise da categoria, conforme informou o SINTEST nas redes sociais.

A informação foi dada em primeira mão pelo Sertão Notícias PE, página da Cultura FM. 

Professora de Tracunhaém é uma das apostas do Movimento Acredito para a política de Pernambuco

Ascom O projeto que impulsionou a carreira política e elegeu, em 2018, Tabata Amaral, deputada federal por São Paulo; Felipe Rigoni, deputado federal pelo Espírito Santo; Alessandro Vieira, Senador pelo Espírito Santo e Renan Ferreirinha, deputado estadual pelo Rio de Janeiro; pode fazer surgir mais uma liderança, desta vez, a nível municipal. Aos 37 anos, […]

Ascom

O projeto que impulsionou a carreira política e elegeu, em 2018, Tabata Amaral, deputada federal por São Paulo; Felipe Rigoni, deputado federal pelo Espírito Santo; Alessandro Vieira, Senador pelo Espírito Santo e Renan Ferreirinha, deputado estadual pelo Rio de Janeiro; pode fazer surgir mais uma liderança, desta vez, a nível municipal.

Aos 37 anos, a professora de Tracunhaém, em Pernambuco, Priscila Antonio da Silva, é uma das apostas do Movimento Acredito para 2020.

Natural de Nazaré da Mata, Priscila, ou melhor, Priscila da Educação (como é conhecida) tem uma história de vida marcada pelo sonho em mudar a sua realidade. Mulher, nordestina, negra e pobre, ela foi criada pela avó, a qual sempre a estimulou a ser uma mulher independente e a estudar. 

Em 2006, ela  decidiu prestar concurso para ser técnica educacional em Tracunhaém. Em 2009, já era membro da Associação das Mulheres de Tracunhaém, quando foi eleita delegada para pensar e debater as pautas das  mulheres na Conferência Nacional de Segurança Pública em Brasília.

Ao voltar da Capital federal, mais do que nunca, Priscila decidiu focar na educação, acreditando que os estudos poderiam criar  oportunidades. 

Fez licenciatura em Pedagogia pela Universidade de Pernambuco (UPE). Concluiu duas especializações pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) em Gestão da Educação Municipal e em Docência da Educação Infantil.  

Hoje, é Técnica do Plano de Ações Articuladas (PAR), em Tracunhaém, que é uma ferramenta de planejamento para os entes federados organizarem a educação.

Desde então, ganhou popularidade pela luta em prol da qualificação do sistema educacional do município. 

Por sugestão de amigos, decidiu participar da seleção para o Movimento Acredito, cuja meta é selecionar novos talentos da política brasileira, que sonham com uma sociedade mais plural, justa, ética e sustentável. 

São pessoas comprometidas com a missão de transformar a política das cidades do país, levando inovação, coerência, boas práticas e princípios para as Câmaras Municipais.

Fazer parte do movimento e ser selecionada uma liderança cívica  não é fácil. A seleção durou cinco meses e foi dividida em diversas etapas. O resultado da seleção provocou em Priscila o desejo de levar a carreira política a diante. 

“Ser escolhida uma  das lideranças cívicas do Movimento Acredito é um sinal de que estou no caminho certo para construir uma nova política”, conclui. 

A nova promessa da política pernambucana recebeu um convite para ser candidata a vereadora pelo Avante e  já está contando com uma ampla rede de apoio composta por fotografa, assessoria de imprensa, produtor musical e designer. 

Além de pessoas que cuidam da sua agenda, roupas e até motorista. São familiares,  amigos, simpatizantes, educadoras, alunos e ex – alunos. Todos voluntários, que enxergam nela um caminho para exercer o direito democrático de escolha em busca de um Brasil melhor.

João Paulo critica aproximação de João Campos ao PL e defende independência do PT

O deputado estadual João Paulo (PT) usou suas redes sociais para expressar preocupação e descontentamento com os recentes sinais de aproximação do prefeito do Recife, João Campos (PSB), ao Partido Liberal (PL), legenda que serviu de base ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Em publicação, João Paulo classificou a atitude de João Campos como “estranha” e fez […]

O deputado estadual João Paulo (PT) usou suas redes sociais para expressar preocupação e descontentamento com os recentes sinais de aproximação do prefeito do Recife, João Campos (PSB), ao Partido Liberal (PL), legenda que serviu de base ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em publicação, João Paulo classificou a atitude de João Campos como “estranha” e fez duras críticas ao possível alinhamento. “Recebi com estranheza as sinalizações do prefeito do Recife, João Campos, aos setores do PL bolsonarista. Em minha análise, apontar para um acordo com o partido que perseguiu o presidente Lula e ameaçou a democracia é uma falta de respeito a todo o campo da esquerda”, afirmou.

O deputado, que tem histórico de protagonismo político na capital pernambucana, também aproveitou para reforçar a necessidade de o Partido dos Trabalhadores adotar uma postura mais independente no estado.

“Defendo que o PT adote uma postura independente e promova um debate interno para resgatar seu protagonismo e fortalecer a base do governo Lula em Pernambuco”, afirmou.

O movimento de João Campos em direção ao PL tem gerado questionamentos dentro de setores da esquerda, especialmente no que diz respeito à manutenção da aliança histórica entre PSB e PT.

A fala de João Paulo reforça o tom crítico de parte do PT em Pernambuco, que busca reafirmar sua identidade política em meio às recentes negociações do PSB.

O desdobramento desse debate interno pode influenciar não apenas o cenário eleitoral em Recife, mas também as articulações para as eleições de 2026.

Vereadores de Vitória rejeitam título de cidadão a Bolsonaro

Por maioria de votos, os vereadores de Vitória de Santo Antão negaram a concessão de um título de cidadão a Bolsonaro, na véspera de sua chegada ao Estado de Pernambuco para a realização de uma visita. A discussão tomou toda a semana da cidade, com polêmica nas redes sociais. As informações são do JC Online. […]

Por maioria de votos, os vereadores de Vitória de Santo Antão negaram a concessão de um título de cidadão a Bolsonaro, na véspera de sua chegada ao Estado de Pernambuco para a realização de uma visita. A discussão tomou toda a semana da cidade, com polêmica nas redes sociais. As informações são do JC Online.

Treze votos foram contrários e três a favor. O presidente não votava, só em caso de desempate.

Votaram pela rejeição André Carvalho, Carlos Henrique Queiroz, Davi Frutas e Verduras, Edmilson de Várzea Grande, Novo da Banca, Gold do Pneu, Beto de Bigode, Jota Domingos, Josias Militina, Lorinaldo Júnior, Mano Holanda, Doutor Saulo e Biu de Genaro.

Votaram a favor Celso Bezerra, Felipe Cezar e Marcos da Prestação, que se disse triste após o resultado negativo.

A principal recusa para concessão foi que o presidente não tinha serviços prestados à cidade. Vários parlamentares também afirmaram a necessidade de deixar mais claros os critérios para a concessão da honraria. O projeto foi classificado como eleitoreiro e extemporâneo.

“Vou votar contra. Respeito o direito de Marcos de apresentar o título de cidadão. Mas o que Bolsonaro fez direcionado a Vitória? Ele tem trabalhado pelo Brasil? Tem. Mas não tem nada específico direcionado a Vitória que justifique ganhar esse título”, disse o vereador Edmilson de Várzea Grande, do MDB, mesmo partido do prefeito local.

O vereador Marcos da Prestação (Republicanos) ainda justificou a proposta alegando que propôs o título de cidadão vitoriense a Bolsonaro, afirmando temas como vacinação, auxílio emergencial e recursos destinados a Vitória. No seu discurso, o vereador do Republicanos disse que queria levar Bolsonaro para receber a homenagem na cidade.