Pesquisa Múltipla traz avaliação da gestão Evandro Valadares
Por Nill Júnior
Nesta sexta, o blog publica com exclusividade pesquisa do Instituto Múltipla aferindo a avaliação da gestão Evandro Valadares (PSB) em São José do Egito.
Os dados de campo foram coletados neste dia 14. A pesquisa avalia a gestão e o trabalho de combate à pandemia da Covid-19 no município sertanejo.
Tem ainda a avaliação dos governos Bolsonaro e Paulo Câmara junto à população egipciense. Os dados serão divulgados às 9h.
O Múltipla tem espertise em divulgação de dados de gestão e pesquisas eleitorais. É de responsabilidade do Diretor e economista Ronald Falabella.
Do Ouricuri em Foco A proximidade do Dia das Mães e a precariedade constatada em visitas a maternidades públicas do Estado foram tema do discurso da deputada Socorro Pimentel (PTB), na Reunião Plenária desta quinta (9). “Nesta manhã, centenas de mães estão reunidas na cidade de Petrolina no movimento intitulado ‘Eu sou mãe e tenho […]
A proximidade do Dia das Mães e a precariedade constatada em visitas a maternidades públicas do Estado foram tema do discurso da deputada Socorro Pimentel (PTB), na Reunião Plenária desta quinta (9). “Nesta manhã, centenas de mães estão reunidas na cidade de Petrolina no movimento intitulado ‘Eu sou mãe e tenho medo’”, destacou, em pronunciamento.
Relatando que percorreu maternidades de várias regiões do Estado, a parlamentar cobrou maior comprometimento do Governo Estadual, inclusive com a execução de emendas parlamentares. “Apesar de todos os prazos e requisitos terem sido cumpridos, as emendas que direcionei às maternidades não foram executadas, por retaliação política”, criticou, contando que destinou verba para unidades em Santa Maria da Boa Vista (Sertão do São Francisco) e Ouricuri (Sertão do Araripe).
“Às vésperas de uma das datas mais comemoradas pela sociedade, um momento tão mágico tem se transformado em pesadelo”, avaliou, elencando problemas como superlotação, falta de equipamentos e de estrutura adequada nas maternidades. “As mulheres peregrinam para ter seus filhos. Isso é um desrespeito e um descaso”, destacou.
Por Ricardo Noblat Quando o ministro Alexandre de Moraes assinou a prisão preventiva de Jair Bolsonaro na madrugada de ontem (22), sua caneta não carregava somente a autoridade da lei, mas a memória de um padrão. Enquanto aliados gritavam “perseguição” e invocavam a saúde frágil do ex-presidente, o despacho do magistrado iluminava dois fatos concretos […]
Quando o ministro Alexandre de Moraes assinou a prisão preventiva de Jair Bolsonaro na madrugada de ontem (22), sua caneta não carregava somente a autoridade da lei, mas a memória de um padrão.
Enquanto aliados gritavam “perseguição” e invocavam a saúde frágil do ex-presidente, o despacho do magistrado iluminava dois fatos concretos que, lidos em conjunto com o histórico do bolsonarismo, soaram como um alarme: uma tornozeleira violada e uma convocação suspeita.
No centro da decisão judicial estava um vídeo publicado pelo senador Flávio Bolsonaro. Ao organizar uma vigília de apoiadores para a porta da casa do pai, Flávio não estava apenas convocando compaixão religiosa. Para aqueles menos apaixonados – ou de má-fé – é fácil notar o problema no discurso.
Quem convoca o “senhor dos exércitos” para uma oração pacífica? Quem chama a população à luta com a fala de não aceitação das decisões da justiça? Quem faz isso às margens da prisão definitiva? Como cantou Caymmi, “bom sujeito não é”.
Moraes foi cirúrgico: na melhor das hipóteses, a aglomeração de militantes ativados por um líder da “família real” seria um problema à ordem pública. Sim, uma nova “festa da Selma”, mais um 8 de janeiro.
E mais: poderia servir como um tumulto calculado para facilitar a saída de alguém que, horas antes, já havia testado os limites de sua vigilância.
O presidente da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão e o governo estudam entrar no STF para evitar que o Senado siga analisando o impeachment. A resolução não tem relação com o julgamento de Eduardo Cunha calculado para a tarde desta quinta-feira, no Supremo Tribunal Federal. O afastamento decidido nesta manhã corresponde a um ato do Procuradoria […]
O presidente da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão e o governo estudam entrar no STF para evitar que o Senado siga analisando o impeachment. A resolução não tem relação com o julgamento de Eduardo Cunha calculado para a tarde desta quinta-feira, no Supremo Tribunal Federal.
O afastamento decidido nesta manhã corresponde a um ato do Procuradoria Geral do República – já a avaliação que será realizada nesta tarde responde a um ato movido pelo partido Rede, que defende que nenhum presidente da Câmara do do Senado possa ter atos penais no STF – sem mencionar Cunha diretamente.
O ministro Teori Zavarski, do Supremo Tribunal Federal, concedeu liminar a um pedido de afastamento de Eduardo Cunha do mandato de deputado federal e da presidência da Câmara dos Deputados. Um senado é uma assembleia deliberativa, em muitos casos a câmara alta de uma legislatura ou parlamento bicamarais.
Câmara dos Deputados é o nome dado nas câmaras baixas de congressos ou parlamentos bicamerais. Maranhão decidiu invalidar a sessão da Câmara que aprovou a admissibilidade do impeachment de Dilma.
“Sobre o afastamento da presidência, bato palmas, o ministro já tinha que ter feito isso há muito tempo. Agora, suspensão do mandato só o plenário da Câmara pode decidir. É uma agressão ao Poder Legislativo”, declarou Onyx Lorenzoni , que não é próximo a Cunha.Já o Movimento Brasil Livre, cujos líderes tiveram entrada no plenário concedida por Cunha na votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara, no dia 17 de abril, comemoraram a liminar de Zavascki.
O presidente do Senado ignorou o despacho de Maranhão e segue encaminhando a sessão em que se debate o afastamento da presidente da posição.
Se aprovou o impeachment por 70, maranhão tem um obstáculo interno: % dos deputados e assessores técnicos da Casa são frontalmente oposto à medida divulgada nesta segunda por ele.
Lucas Ramos (PSB), deputado estadual eleito pela Frente Popular de Pernambuco, continua percorrendo por todo o estado. O jovem socialista esteve em Betânia, no Sertão do Moxotó, para agradecer a votação na cidade. Ele se reuniu com a prefeita Eugênia Araújo, com o ex-prefeito Val Araújo e ainda com os vereadores Jota, presidente da Câmara […]
Lucas Ramos (PSB), deputado estadual eleito pela Frente Popular de Pernambuco, continua percorrendo por todo o estado. O jovem socialista esteve em Betânia, no Sertão do Moxotó, para agradecer a votação na cidade.
Ele se reuniu com a prefeita Eugênia Araújo, com o ex-prefeito Val Araújo e ainda com os vereadores Jota, presidente da Câmara de Vereadores, Lúcia Feitosa, Peloca e Novinho.
No último sábado, o socialista esteve também em Jupi, no Agreste, participando da festa de Nossa Senhora do Rosário, padroeira da cidade. Essa já é a segunda vez que Lucas Ramos vai a Jupi desde o término do primeiro turno das eleições. A festa reuniu mais de 10 mil pessoas e teve várias atrações culturais.
“A prefeita Celina Brito está fazendo um ótimo trabalho em Jupi. Na Assembleia, vamos lutar por projetos que possam melhorar ainda mais a qualidade de vida do povo de Jupi”, pontuou o deputado estadual.
Os dois amigos do presidente Michel Temer presos na quinta-feira (29) pela Polícia Federal na Operação Skala, o advogado José Yunes, ex-assessor da Presidência, e o coronel aposentado da Polícia Militar de São Paulo João Baptista Lima Filho, foram denunciados à Justiça Federal no último dia 21 pela Procuradoria da República no Distrito Federal. Por meio de […]
Os dois amigos do presidente Michel Temer presos na quinta-feira (29) pela Polícia Federal na Operação Skala, o advogado José Yunes, ex-assessor da Presidência, e o coronel aposentado da Polícia Militar de São Paulo João Baptista Lima Filho, foram denunciados à Justiça Federal no último dia 21 pela Procuradoria da República no Distrito Federal.
Por meio de um aditamento, eles e o operador financeiro Lúcio Funaro, delator da Operação Lava Jato, foram incluídos na denúncia do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, que acusa de formação de organização criminosa políticos do MDB. No mesmo aditamento, foram incluídas na denúncia outras duas pessoas, cujos nomes a TV Globo buscava apurar até a última atualização desta reportagem.
Se a denúncia for aceita pelo juiz Marcus Vinicius Reis, da 12ª Vara da Justiça Federal em Brasília, Yunes e Lima Filho se tornarão réus. No caso de Funaro, a denúncia só terá efeito se ele for condenado a menos de 30 anos de prisão nos processos aos quais responde – esse é o tempo limite de prisão previsto no acordo de delação que firmou com o Ministério Público.
A defesa de Yunes disse que tomou conhecimento da acusação pela imprensa e repetiu que ele sempre pautou a atuação profissional pela correção e pela ética. O advogado do de João Baptista Lima Filho informou que só vai se manifestar quando tiver acesso a todo conteúdo do processo. A defesa de Lúcio Funaro afirmou que ele segue colaborando com a Justiça.
A informação sobre a inclusão de Yunes e Lima Filho na denúncia foi antecipada na edição deste sábado (31) do jornal “O Globo”.
Segundo os procuradores, o aditamento inclui “novos e robustos elementos probatórios” obtidos a partir de documentos coletados na Operação Patmos, da Polícia Federal, realizada em maio do ano passado.
Nessa operação, um dos alvos de busca e apreensão foi a empresa Rodrimar, onde a Polícia Federal fez novas buscas na quinta-feira, durante a Operação Skala, um desdobramento da Patmos, cujo objetivo foi coletar provas para o inquérito que investiga se, em troca de propina, o presidente Michel Temer editou um decreto a fim de favorecer empresas portuárias, em especial a Rodrimar. Temer nega. A empresa diz que nunca pagou propina a nenhum agente público. Na Operação Skala, Yunes e Lima Filho foram presos temporariamente (por cinco dias).
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