Pesquisa mostra pequena variação dos candidatos entre maio e junho
Por Nill Júnior
Fazendo uma análise das pesquisas realizadas pelo Instituto Opinião para o Blog do Magno é possível aferir a evolução dos candidatos. E constatar que ela foi pequena.
A candidata Marília Arraes (SD) tinha 31,9% na pesquisa de 4 de maio e foi a 28,1% na pesquisa de 16 de junho. Como a margem de erro é de 2,2%, ela teve uma perda que varia de 3,8% a 1,6%.
Raquel Lira (PSDB) manteve estabilidade, pois tinha 12,6% e agora, aparece com 13,3%, ganho de 0,7%, portanto, dentro da margem de erro. Se a análise tem por base a primeira pesquisa, de fevereiro, sem Marília, Raquel caiu 5,1%.
Anderson Ferreira (PL) teve leve queda, também dentro da margem de erro, de 10,3% a 8,8%, queda de 1,5%. E Miguel Coelho (União Brasil), de 9,1% para 8,7%, variação de 0,4%, praticamente estável.
No caso de Danilo Cabral (PSB), a variação também aponta estabilidade com base na margem de erro, entre 5% e 4,5%. Considerando que em fevereiro teve 4,8%, a impressão é de que também se mantém estável, sem crescer nem perder.
Na pesquisa divulgada hoje, Marília Arraes tem 28,1%, seguida pela pré-candidata do PSDB, Raquel Lyra, com 12,6%. Já os pré-candidatos do PL, Anderson Ferreira, e Miguel Coelho, do União Brasil, se situam em um empate, com 8,8% e 8,7%, respectivamente. O pré-candidato do PSB, Danilo Cabral, tem 4,5%.
O SOS Transposição, ato realizado neste domingo (1º) no município de Monteiro, no Cariri paraibano, e que dividiu opiniões na política do estado, conseguiu reunir, além da população da região, representantes de associações, sindicalistas, artistas e líderes políticos da Paraíba, do Rio Grande do Norte, do Ceará e de Pernambuco. Também participaram da manifestação a […]
O SOS Transposição, ato realizado neste domingo (1º) no município de Monteiro, no Cariri paraibano, e que dividiu opiniões na política do estado, conseguiu reunir, além da população da região, representantes de associações, sindicalistas, artistas e líderes políticos da Paraíba, do Rio Grande do Norte, do Ceará e de Pernambuco. Também participaram da manifestação a senadora Gleisi Hoffmann e o ex-presidenciável Fernando Haddad, ambos do PT.
Liderado, na Paraíba, pelo ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), o evento levou ao município caravanas de todo o Nordeste que cobraram do Governo Federal a conclusão das obras da transposição no Eixo Norte, em Cajazeiras-PB e o fim da suspensão do bombeamento das águas do São Francisco no Eixo Leste, em Monteiro.
Transposição – O Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco, em Monteiro, foi inaugurado em 2017 pelo presidente Michel Temer. Logo em seguida, o cenário foi palco de um ato histórico que que contou com a presença do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff.
A transposição do Rio São Francisco chegou a levar água para cidades da região, mas o fornecimento foi suspenso pelo Governo Federal sob a alegação de que a interrupção foi necessária devido a defeitos nas obras. Políticos de oposição contestam a demora para o restabelecimento do bombeamento da água e afirmar que a o corte no abastecimento foi feito por questões políticas.
O prefeito de Flores, Marconi Santana, participa na manhã nesta quarta-feira (27), da Caravana Técnica aos Municípios de Campina Grande, Cabeceiras e Caraúbas, organizada pela Universidade Estadual da Paraíba – UFPB, Universidade de Campina Grande – UFCG e Embrapa Algodão. O objetivo está relacionado aos Projetos Inovarsocial, com destaque para Dessalinizadores Solares e incluindo também, […]
O prefeito de Flores, Marconi Santana, participa na manhã nesta quarta-feira (27), da Caravana Técnica aos Municípios de Campina Grande, Cabeceiras e Caraúbas, organizada pela Universidade Estadual da Paraíba – UFPB, Universidade de Campina Grande – UFCG e Embrapa Algodão.
O objetivo está relacionado aos Projetos Inovarsocial, com destaque para Dessalinizadores Solares e incluindo também, artesanato de couro de caprino e cortume.
Santana segue para o evento, a convite do Governo de Pernambuco, através do Instituto Agronômico de Pernambuco – IPA.
O vice-presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeito de Aliança, Pedro Freitas, esteve na sede da entidade nesta sexta-feira (05) para participar de uma reunião de planejamento do 9º Congresso Pernambucano de Municípios. Na ocasião, também conheceu de perto o funcionamento do recém-inaugurado Setor de Arquitetura e Engenharia da Amupe, criado para apoiar […]
O vice-presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeito de Aliança, Pedro Freitas, esteve na sede da entidade nesta sexta-feira (05) para participar de uma reunião de planejamento do 9º Congresso Pernambucano de Municípios. Na ocasião, também conheceu de perto o funcionamento do recém-inaugurado Setor de Arquitetura e Engenharia da Amupe, criado para apoiar os municípios pernambucanos na elaboração de projetos.
Reconhecido como o maior encontro municipalista do Norte e Nordeste, o Congresso da Amupe será realizado nos dias 27 e 28 de abril de 2026, em um novo espaço: o Recife Expo Center. Durante a reunião, Pedro Freitas discutiu pontos estruturantes do evento, como definição do tema central, organização das salas temáticas, programação de palestrantes e detalhes do cerimonial.
A proposta é que a abertura do Congresso ganhe um novo formato, combinando a participação de uma personalidade nacional com uma palestra inicial, seguida do momento oficial com as falas das autoridades. “Estamos construindo um Congresso que contribua de forma prática para o dia a dia dos gestores, fortalecendo o diálogo e a troca de experiências entre os municípios pernambucanos”, afirmou Pedro Freitas.
No Setor de Arquitetura e Engenharia, o vice-presidente acompanhou a apresentação de um projeto de praça enviado pelo município de Aliança. Ele ouviu a equipe técnica, realizou ponderações e sugeriu ajustes para adequar a proposta à realidade local. A Amupe reforça que continua recebendo projetos, que podem ser protocolados pelo site da Associação (amupe.org), na aba Atendimento e, em seguida, Setor de Arquitetura e Engenharia.
O Governo de Pernambuco enviou, na última segunda-feira (20), Projeto de Lei (PL) para atualizar a Lei nº 10.489, que corresponde à distribuição da parcela do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) destinada aos municípios. A reformulação propõe novos critérios para a distribuição mais equitativa do tributo, alem da garantia de os municípios […]
O Governo de Pernambuco enviou, na última segunda-feira (20), Projeto de Lei (PL) para atualizar a Lei nº 10.489, que corresponde à distribuição da parcela do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) destinada aos municípios. A reformulação propõe novos critérios para a distribuição mais equitativa do tributo, alem da garantia de os municípios não perderem arrecadação do imposto de 2023 para 2024. A proposta foi construída por meio de diálogo a partir de um Grupo de Trabalho composto por representantes da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), além do Executivo estadual.
“Precisamos garantir a divisão de recursos mais igualitários para os municípios pernambucanos porque todos enfrentam problemas similares. Então temos dialogado muito, por meio de grupo de trabalho, critérios mais equânimes. Alguns municípios com populações similares têm disparidade em termos de receita do ICMS, e a proposta é não ter essa forte diferença. Além disso, um dos principais critérios foi a garantia de que nenhum município teria perda de arrecadação de 2023 para 2024, o que está sendo atendido pelo Projeto de Lei enviado à Alepe”, destaca a governadora Raquel Lyra.
Entre as principais mudanças sugeridas estão a redução do peso do critério de Valor Adicionado, que indica o que cada município tem correspondente à atividade econômica formal, ou seja, registrada por meio de nota fiscal através da Secretaria da Fazenda. Atualmente, este critério representa um peso de 75% na construção do indicador final de divisão do ICMS. E a proposta de atualização trazida pelo Projeto de Lei é que seja atualizado para 65%, mínimo permitido pela Constituição.
Com essa redução, a proposta prevê a criação de um novo indicador, chamado de Complemento do Valor Adicionado, que seria direcionado exclusivamente para os municípios que atualmente têm baixo valor adicionado per capita, ou seja, aqueles que têm valor adicionado abaixo da média do Estado. Ao canalizar os recursos para esses municípios, o objetivo é exatamente reduzir a diferença de transferência de ICMS entre os municípios, criando uma distribuição mais igualitária.
De acordo com o secretário de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional, Fabrício Marques, o processo de discussão contou com vários entes que colaboraram para a construção da proposta. “Este Projeto de Lei é exatamente a conclusão do grupo de trabalho que foi formado por três prefeitos representando a Amupe, três deputados representando a Alepe e três secretários representando o Executivo estadual. Os prefeitos participaram ativamente para rediscutir o formato de divisão de ICMS entre os municípios pernambucanos de maneira consensual”, afirma.
Para garantir que nenhum município receberá no próximo exercício (2024) repasses menores do que os efetuados neste ano, também está prevista no PL a criação da Compensação Anual. Este indicador irá redistribuir uma parte do ICMS para aqueles municípios que teriam eventual perda na arrecadação. Essa metodologia garantirá que todos os municípios tenham, no mínimo, a mesma receita repassada em 2023. “Essa foi uma das diretrizes estabelecidas pela governadora, por isso criamos essa variável de compensação em que foi reservada uma parte desse recurso do ICMS para distribuir para aqueles municípios que eventualmente pudessem ter perda de arrecadação”, explica o secretário Fabrício Marques.
Enquanto o país corre o risco de ser atingido por uma epidemia de dengue, chikungunya e zika, inclusive levando Estado de Pernambuco a decretar situação de emergência por causa do aumento das doenças, a prefeitura de Sertânia, no Moxotó de Pernambuco, está contribuindo para o aumento dos focos do mosquito Aedes Aegypti, transmissor do vírus […]
Enquanto o país corre o risco de ser atingido por uma epidemia de dengue, chikungunya e zika, inclusive levando Estado de Pernambuco a decretar situação de emergência por causa do aumento das doenças, a prefeitura de Sertânia, no Moxotó de Pernambuco, está contribuindo para o aumento dos focos do mosquito Aedes Aegypti, transmissor do vírus da dengue, chikungunya e zika. A denúncia é do Moxotó da Gente.
Em um prédio em reforma da secretaria de saúde, órgão que é para conscientizar, orientar e fiscalizar, várias caixas d’água descobertas e com água parada estão formando um ambiente propício para a proliferação de focos do mosquito Aedes Aegypti. O local, de grande circulação de pessoas, fica na Avenida Agamenon Magalhães, área central da cidade com muitas residências, restaurantes, lojas e escolas.
A situação preocupa e deixa indignados quem reside nas proximidades. “Com as chuvas que estão caindo, os riscos aumentam. A prefeitura nem faz nada para combater e ainda ajuda para aumentar os focos dos mosquitos”, disse uma moradora da Agamenon Magalhães.
Não é a primeira vez que a própria secretaria de saúde deixa de fazer a sua parte no combate ao chamado mosquito da dengue. Em agosto, o Moxotó da Gente denunciou que a situação das caixas d´água do Posto de Saúde da Vila da Cohab, preocupava moradores da localidade. Os reservatórios não tinham tampas e ofereciam ótimas condições para a reprodução do mosquito Aedes Aegypti.
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