Notícias

Pernambuco é um dos estados onde trabalho com carteira assinada cresce menos no País

Por André Luis

Recorte da CNM, com dados do Caged em 12 meses até fevereiro, aponta evolução, porém abaixo da média nacional

Com a melhora no cenário pandêmico, nos últimos 12 meses, oito em cada dez cidades brasileiras recuperaram o número de vagas formais no mercado de trabalho. De acordo com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o patamar pré-pandemia já é realidade para a maioria das cidades do País, mas não quer dizer que todos tenham conseguido avançar de forma igualitária.

Em Pernambuco, apesar de 73% dos municípios apresentarem resultados de geração de emprego formal melhores do que há um ano atrás, o Estado ficou para trás na comparação com a média nacional e com os demais entes da federação, conseguindo um resultado melhor apenas frente aos estados do Amazonas e Sergipe (68%), além do Amapá (69%).

No levantamento, a CNM levou em consideração os números do Cadastro Geral de Empregados e Demitidos (Caged) nos últimos 12 meses, até o último fevereiro, analisando o avanço dos dados em cada município. A última publicação do Caged, com dados até fevereiro de 2022, apresentou a criação, nos últimos 12 meses, de mais de 2,6 milhões de vagas de trabalho em todo o País, garantindo que dos 5.568 municípios brasileiros, 83%, ou seja, 4.631 deles apresentaram avanço em relação às vagas de empregos formais que tinham em fevereiro de 2020 – mês imediatamente anterior ao início da pandemia da covid-19 no País.

Sob a ótica dos empregos formais, o mercado de trabalho cresceu 7,1% no período em todo o Brasil, mas de forma distinta conforme o recorte dos municípios nos seus respectivos estados.

Segundo o recorte do Caged feito pela CNM, as localidades que apresentaram os resultados mais positivos foram Roraima e Santa Catarina, com avanço de 93% no número de postos formais; seguido por Mato Grosso do Sul e Mato Grosso (91%) e Rondônia (90%). Leia a íntegra da reportagem de Lucas Moraes no JC Online.

Outras Notícias

Patriota diz que não aceitará pressão tipo “dá ou desce” para escolha do seu candidato a vice

Em debate, gestor disse ter executado 85% de seu plano de governo O Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), falou hoje ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, sobre a pauta administrativa e política. Chamado a avaliar a sua gestão, próxima do último semestre, ele alegou inicialmente que o período econômico e político […]

Foto: André Luiz/Portal Pajeú Radioweb
Foto: André Luiz/Portal Pajeú Radioweb

Em debate, gestor disse ter executado 85% de seu plano de governo

O Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), falou hoje ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, sobre a pauta administrativa e política. Chamado a avaliar a sua gestão, próxima do último semestre, ele alegou inicialmente que o período econômico e político gerou dificultadores.

“Pegamos uma quadra que o Brasil está passando de agora, de dificuldade de financiamento. Mas avançamos em algumas áreas mais do que projetamos. Os municípios são muito dependentes de recursos, estão penalizados”. Ainda assim, garante, executou 85% do que foi divulgado na campanha, quando candidato.

O gestor destacou como principais as ações hídricas, de calçamento e na saúde.  Na primeira, disse ter instalado 257 poços tubulares, 26 sistemas de abastecimento e recuperado poços.

No item pavimentação e asfalto, destacou que das 245 ruas sem pavimentação, asfaltou 31 com 78 calçadas, com a meta de fechar em 100 até dezembro. Segundo seu levantamento, diz já ter calçado 10 mil metros a mais que os mandatos de Giza e Totonho  nos últimos 16 anos.

Na saúde, destacou o aumento de  20 mil para 42 mil consultas por ano e redução de 66% da mortalidade infantil.

Justificou a falta de recursos para ainda não ter andado com projetos de mobilidade urbana e disciplinamento do trânsito da cidade. A estrutura da municipalização não é pequena. Há uma minuta de todo um projeto, mas não é auto-sustentável”.

Sucessão: o prefeito que reunirá antes os partidos que indicaram nomes para a vice em sua chapa, mas acrescentou não há critérios definidos. “Vamos traçar um perfil mínimo”. Ele elogiou nominalmente os sete nomes. “Lúcia Moura, Igor Mariano, Totonho Valadares, Eraldo Feijó, Edmilson Policarpo,  Augusto Martins e Alessandro Palmeira são nomes qualificados até para prefeito”, disse.

Respondendo pergunta de Júnior finfa, disse não acreditar em problemas na hora da escolha. “Não chegou o primeiro exigindo nada, até porque eu não aceitaria exigência. Só cabe um, vou buscar o consenso. Não pode ser no ou dá ou desce”. Quanto a Totonho, disse não acreditar em candidatura própria. “Se não for Totonho, não acho que saia sozinho. Ele já me disse claramente que me apoia e o que quer é participar da discussão”.

Quase metade da população não opina sobre gestão Raquel

Praticamente metade da população de São José do Egito não opina sobre o início do governo Raquel Lyra. Para 46,6%, não é hora de opinar sobre a gestão, que rompeu a casa dos 80 dias. Ficaram no “não sabe ou não opinou”. Ela é ótima para 3% da população, contra 21,3% que dizem ser boa, […]

Praticamente metade da população de São José do Egito não opina sobre o início do governo Raquel Lyra. Para 46,6%, não é hora de opinar sobre a gestão, que rompeu a casa dos 80 dias. Ficaram no “não sabe ou não opinou”.

Ela é ótima para 3% da população, contra 21,3% que dizem ser boa, 24,3%, que acham ruim e 1,8% que afirmam ser péssima.

Foram ouvidas 400 pessoas. As entrevistas com os moradores da zona urbana foram realizadas nos seguintes bairros: Alto Boa Vista, Antônio Marinho, Boa Vista, Centro, Distrito Riacho do Meio, Distrito Bonfim, Ipiranga, Jardim Bela Vista, Junior Valadares, Loteamento Cassiano, Loteamento Morada Nobre, Loteamento Rita Viana, Novo Horizonte, Planalto, São Borja, São João e Vila da COHAB. E com os moradores da zona rural foram realizadas nas seguintes localidades: Baraúnas, Batatas, Espirito Santo, Juazeirinho, Mundo Novo, Povoado Curralinho, Povoado dos Grossos, Povoado Olho D’agua, São Sebastião do Aguiar e Serra do Machado.

Foram realizadas 400 entrevistas. O intervalo de confiança estimado é de 90,0% e a margem de erro máxima estimada é de 4,1 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação.

Comitê do São Francisco emite nota sobre manchas escuras nas águas do rio. “Informações ainda preliminares”

Na manhã desta sexta-feira, 10 de abril, os usuários do rio São Francisco foram surpreendidos com manchas escuras nas águas do rio, no trecho entre as cidades de Paulo Afonso (BA) e Delmiro Gouveia (AL). Diante da preocupação em relação às causas e possíveis consequências dessas manchas, a Diretoria Colegiada do Comitê da Bacia do […]

ee9a65147da12be16d64e2defe4aad40

Na manhã desta sexta-feira, 10 de abril, os usuários do rio São Francisco foram surpreendidos com manchas escuras nas águas do rio, no trecho entre as cidades de Paulo Afonso (BA) e Delmiro Gouveia (AL).

Diante da preocupação em relação às causas e possíveis consequências dessas manchas, a Diretoria Colegiada do Comitê da Bacia do Rio São Francisco, órgão colegiado, integrado pelo poder público, sociedade civil e empresas usuárias de água, que tem por finalidade realizar a gestão descentralizada e participativa dos recursos hídricos da bacia, na perspectiva de proteger os seus mananciais e contribuir para o seu desenvolvimento sustentável, emitiu  nota abaixo:

A propósito de mancha que atingiu trecho do rio São Francisco entre os municípios de Paulo Afonso (BA) e Delmiro Gouveia (AL), o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco –CBHSF, externa, através de sua Diretoria Colegiada –DIREC,  sua grande preocupação, sobretudo tendo em vista que a redução atual da vazão do rio favorece ainda mais os eventuais efeitos de qualquer processo que impacte suas águas com substâncias poluentes.

Tendo em vista que as informações repassadas pelos órgãos ambientais competentes ainda estão em fase preliminar, o CBHSF aguarda a conclusão das investigações mas, diante da magnitude do evento, solicita que todo o potencial técnico à disposição dos referidos órgãos seja direcionado para diagnosticar o problema com a brevidade e o rigor que o caso requer, identificando-se os responsáveis para que arquem com a reparação dos danos ambientais e socioeconômicos causados.

Paralelamente a essas providências, o CBHSF conclama a união de esforços do poder público, da iniciativa privada e da sociedade civil para que as ações de limpeza e recuperação do corpo hídrico tenham início o mais breve possível.

Finalmente, como representação institucional de todos os usuários das águas sanfranciscanas, o CBHSF informa que acompanhará diariamente o desdobramento dessa lamentável situação.

A DIRETORIA COLEGIADA –DIREC- DO CBHSF

Na era Temer, Brasil se torna um dos países com a gasolina mais cara do mundo, denuncia Humberto

O líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT), criticou a política de preços dos combustíveis adotada por Michel Temer (PMDB). Segundo o senador, a mudança no cálculo do reajuste da gasolina, promovida pela gestão peemedebista, teve um grande impacto para o consumidor final. Só no ano de 2017, o valor do combustível sofreu um […]

Foto: Roberto Stuckert Filho

O líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT), criticou a política de preços dos combustíveis adotada por Michel Temer (PMDB).

Segundo o senador, a mudança no cálculo do reajuste da gasolina, promovida pela gestão peemedebista, teve um grande impacto para o consumidor final. Só no ano de 2017, o valor do combustível sofreu um incremento de 30%.

“O resultado dessa política de preços completamente irresponsável é que, hoje, ostentamos uma das gasolinas mais caras do mundo. Algo completamente impensável e que tem um efeito devastador na economia, já que o aumento no preço do combustível provoca um efeito cascata em vários outros setores. Mais uma vez quem paga o pato nesse governo é o povo brasileiro”, afirmou.

Pesquisa da consultoria Air-Inc, que analisa o custo de vida e mobilidade, mostra que a gasolina vendida nos postos brasileiros é a segunda mais cara do mundo dentre os países que mais produzem petróleo. Com o combustível sendo vendido em média a R$ 4,28 (US$ 1,30 o litro), o Brasil perde apenas para a Noruega, no ranking.

“Lembro que, no governo Dilma Rousseff, muita gente bateu panela criticando o preço da gasolina. Agora, está aí o resultado. A gasolina aumentou 300% mais que a inflação no ano passado e o País passou a figurar entre os que cobram mais caro pelo preço do combustível no mundo. Já as panelas dos ‘manifestoches’, voltaram para a cozinha”, ironizou Humberto.

Em Serra Talhada, um balaio de críticas da oposição contra gestão Câmara

Blog do Magno Os três deputados da oposição que cumprem agenda em Serra Talhada, neste momento, bombardeando o Governo, participam de uma entrevista na Rádio Cultura FM com o radialista Anderson Tennens. Logo de início, o deputado Augusto Cesar (PTB) denunciou que o Governo paralisou as obras da faculdade de Medicina, só retomadas depois que […]

Blog do Magno

Os três deputados da oposição que cumprem agenda em Serra Talhada, neste momento, bombardeando o Governo, participam de uma entrevista na Rádio Cultura FM com o radialista Anderson Tennens. Logo de início, o deputado Augusto Cesar (PTB) denunciou que o Governo paralisou as obras da faculdade de Medicina, só retomadas depois que ele fez protestos na Assembleia e a sociedade se mobilizou.

Augusto disse ainda que o Governo abandonou também as obras do Corpo de Bombeiros e mesmo assim propaga que vem fazendo muitos investimentos no município e na região. Já o deputado Silvio Costa Filho, líder da bancada de oposição, atacou o Governo por mentir em relação aos recursos do FEM – o fundo emergencial dos municípios. Segundo ele, o Governo anunciou R$ 1,94 milhões para 15 municípios da região, mas Serra Talhada só recebeu R$ 67 mil para pequenas obras.

O deputado Álvaro Porto (PSD) disse, por sua vez, que Pernambuco enfrenta um tempo de horror com o aumento da violência. “Só em março, aqui foram sete homicídios”, disse.

A deputada Socorro Pimentel (PSL), com atuação na região do Araripe, afirmou que como representante do Sertão não consegue encontrar obras do Governo nem mesmo os hospitais funcionando. Segundo ela, que é médica, ao invés de o Governo anunciar novo hospital em Serra para o sertão deveria investir nos hospitais que já existem, muitos dos quais funcionando sequer com aspirina.