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Paulo Rubem é o vice de Armando Monteiro

Por Nill Júnior

Paulo-Rubem

A coligação “Pernambuco Vai Mais Longe” confirmou nesta quarta-feira (25) o nome do deputado federal Paulo Rubem Santiago (PDT) como pré-candidato ao cargo de vice-governador na chapa encabeçada pelo senador Armando Monteiro (PTB), pré-candidato ao governo do Estado, que ainda tem como pré-candidato ao Senado o deputado federal João Paulo (PT).

Os nomes de Armando, Paulo Rubem e João Paulo serão homologados neste domingo (29), na convenção estadual da aliança, em Caruaru, no Agreste.

O anúncio foi feito no escritório de pré-campanha de Armando, Paulo Rubem e João Paulo, nos Aflitos, Zona Norte do Recife, diante de uma plateia formada por deputados federais e estaduais, prefeitos, vereadores e presidentes dos partidos que formam a coligação Pernambuco Vai Mais Longe (PTB, PDT, PT, PSC, PRB e PT do B), além de lideranças políticas de todo o Estado.

Assim como outros oradores, Paulo Rubem destacou a identidade política e ideológica da aliança. “Nós defendemos a coerência. Temos unidade nacional e estadual. Buscamos a identidade que temos em termos de origem e ideologia”, falou o pedetista.

Paulo Rubem Santiago nasceu no Rio de Janeiro em 17 de julho de 1955. O deputado federal do PDT é o candidato a vice-governador na coligação “Pernambuco Vai Mais Longe”.

Professor de educação física, formado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Paulo Rubem iniciou sua militância política no movimento sindical. Foi diretor da Associação dos Professores do Ensino Oficial de Pernambuco, hoje Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), e também da Associação dos Docentes da UFPE, universidade à qual é vinculado.

Na Câmara Federal, Paulo Rubem integra as Comissões de Educação, de Saúde e Seguridade Social e de Cultura e é o secretário-geral da Frente Parlamentar de Combate à Corrupção. Como integrante da Comissão Especial do Novo Plano de Educação, se destacou como coautor da lei, sendo responsável pelo artigo que vincula o financiamento do setor a 10% do Produto Interno Bruto (PIB).

Outras Notícias

Empresário da Nova Via se filia ao Cidadania em Serra Talhada

O empresário serra-talhadense Elyzandro Nogueira, pré-candidato a prefeito em 2020, recebeu nesta quinta-feira (22) na sua residência em Serra Talhada, o deputado federal e presidente do partido Cidadania, Daniel Coelho, para fechar com o partido visando à disputa eleitoral do ano que vem. Elyzando destacou semelhança no pensamento do grupo da Nova Via, com o […]

O empresário serra-talhadense Elyzandro Nogueira, pré-candidato a prefeito em 2020, recebeu nesta quinta-feira (22) na sua residência em Serra Talhada, o deputado federal e presidente do partido Cidadania, Daniel Coelho, para fechar com o partido visando à disputa eleitoral do ano que vem.

Elyzando destacou semelhança no pensamento do grupo da Nova Via, com o posicionamento nacional do partido. “O cidadania vem se destacando muito bem, é um partido que tem se posicionado corretamente e vem debatendo as pautas importantes para o país sem radicalismo, flexibilizando onde tem que flexibilizar e cobrando e sendo mais rígido quando o debate exige, e isso é o que defendemos um debate de qualidade, propositivo, sem paixões e justo”. Afirmou o empresário, acrescentando.

“Daniel é uma grande liderança do estado, liderança na Câmara Federal, tem nos dado garantias de que o partido ficará com o nosso grupo e que nós é que vamos decidir o caminho que o partido vai trilar em Serra Talhada”.

Daniel Coelho afirmou que o Cidadania esta se organizando no estado e no País e ratificou a autonomia do diretório local do partido. “O Cidadania agora tem um grupo forte no município, um grupo que vai ter autonomia, vai ter independência, Elyzandro é o nosso líder no município e vai presidir o partido”.

Para o deputado uma candidatura do partido no ano que vem, dará a população de Serra Talhada uma alternativa: “Com certeza o povo não vai ficar preso na velha polarização, o Cidadania vai ter uma chapa forte para vereador e tenho certeza que também uma candidatura a prefeito, a bola agora está com diretório municipal aqui, que já está consolidado e formalizado”.

Prefeitos do Sertão participam de encontro com novos parlamentares, em Brasília

Prefeitos e prefeitas de Pernambuco participaram nesta segunda-feira (12) do Encontro Municipalista aos novos parlamentares eleitos para cargos no legislativo. A atividade acontece em Brasília, nos dias 12 e 13 de dezembro, na sede da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e reúne prefeitos, prefeitas e membros das associações municipalistas dos estados, que hoje apresentaram o […]

Prefeitos e prefeitas de Pernambuco participaram nesta segunda-feira (12) do Encontro Municipalista aos novos parlamentares eleitos para cargos no legislativo.

A atividade acontece em Brasília, nos dias 12 e 13 de dezembro, na sede da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e reúne prefeitos, prefeitas e membros das associações municipalistas dos estados, que hoje apresentaram o Movimento Municipalista para os deputados e deputadas eleitos.

A Amupe foi representada pelo presidente da associação, José Patriota, que também é deputado estadual eleito.

Do Sertão participaram os prefeitos Gilson Bento, de Brejinho; Rorró Maniçoba, de Floresta e Luciano Torres, de Ingazeira, presidente do Cimpajeú.

Além dele, participaram ainda os prefeitos e prefeitas Diogo Lima, de Barra de Guabiraba; Talita Fonseca, de Camutanga; Dona Graça, de Catende; Mariana Medeiros, de Cumaru; Professora Elcione Ramos, de Igarassu; Célia Sales, de Ipojuca; Edmilson Cupertino, de Moreno; Isabel Hacker, de Rio Formoso; e Romero Sales, de Vertentes.

PE iniciou vacinação dos trabalhadores da educação e do transporte público

Pernambuco iniciou, nesta sexta-feira (28.05), a imunização dos trabalhadores da educação e dos motoristas e cobradores do transporte público. O ato simbólico, que contou com a presença do governador Paulo Câmara, aconteceu no Compaz Escritor Ariano Suassuna, localizado no bairro de San Martin, no Recife. As mais de 241 mil doses da AstraZeneca/Oxford que chegaram […]

Pernambuco iniciou, nesta sexta-feira (28.05), a imunização dos trabalhadores da educação e dos motoristas e cobradores do transporte público.

O ato simbólico, que contou com a presença do governador Paulo Câmara, aconteceu no Compaz Escritor Ariano Suassuna, localizado no bairro de San Martin, no Recife.

As mais de 241 mil doses da AstraZeneca/Oxford que chegaram ao Estado na última quarta-feira (26.05) estão sendo destinadas à imunização de pernambucanos desse grupo prioritário.

“Demos um passo fundamental agora, com todos os grupos prioritários sendo incluídos, e também tendo condições de iniciar a imunização de pessoas com 59 anos de idade. Esperamos que, se tudo der certo, no mês de junho possamos avançar cada vez mais para continuar protegendo a população pernambucana”, afirmou Paulo Câmara.

A primeira a receber a vacina contra a Covid-19 foi a professora da Escola Municipal Divino Espírito Santo, Flávia Costa, de 38 anos, que ressaltou a emoção de estar sendo imunizada.

“Estou muito emocionada, principalmente por estar representando minha escola e os professores da rede municipal do Recife. Não vejo a hora de todos estarem vacinados, para que a gente se sinta mais seguro para o retorno às aulas”, disse.

Também participaram do ato simbólico a vice-governadora Luciana Santos, os secretários estaduais André Longo (Saúde) e Tomé Franca (Desenvolvimento Urbano e Habitação), além do prefeito do Recife, João Campos.

Na última quinta-feira (27.05), o governador anunciou a autorização da vacinação de todos os grupos prioritários previstos no Plano Nacional de Imunização (PNI), além de pessoas com 59 anos de idade.

O agendamento dos novos grupos será organizado de acordo com o esquema de cada município

Gonzaga Patriota quer Exército executando obras de engenharia

Ideia é para reduzir esquema de empreiteiras O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE) apresentou, nesta terça-feira (05), Projeto de Lei Complementar (PLC nº 453/2017) que pode atribuir ao Exército a execução de obras e serviços de engenharia sem necessidade de licitação pública. A PLC sugerida pelo parlamentar altera o artigo 17 da Lei Complementar nº […]

Ideia é para reduzir esquema de empreiteiras

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE) apresentou, nesta terça-feira (05), Projeto de Lei Complementar (PLC nº 453/2017) que pode atribuir ao Exército a execução de obras e serviços de engenharia sem necessidade de licitação pública.

A PLC sugerida pelo parlamentar altera o artigo 17 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, e especifica quais projetos poderão ser tocados pelos militares sem que haja processo licitatório.

São eles: obras com orçamento acima de R$ 15 milhões paralisadas, abandonadas ou em atraso superior a um ano; obras de infraestrutura rodoviária, ferroviária, metroviária, hidroviária, portos e aeroportos – orçados acima de R$ 15 milhões; obras de geração e transmissão de energia, incluindo  – mas não limitado – a hidroelétricas, termelétricas, termonucleares, usinas eólicas e fotovoltaicas, acima de R$ 15 milhões; e quaisquer obras públicas acima de R$150 milhões.

Na justificativa da PLC, Gonzaga Patriota argumenta que a Operação Lava-Jato demonstrou claramente como o “cartel das grandes empreiteiras” se tornou o principal entrave ao desenvolvimento do Brasil, impedindo a construção de uma infraestrutura nacional básica.

“Aliada à corrupção em larga escala, ao superfaturamento de obras públicas e a tática do atraso para exigir reajustes e aditivos absurdos, esse cartel se locupletou com o dinheiro público às custas da miséria de toda uma Nação. Desvendado o esquema, ao invés de extingui-lo, o Poder Público continua repassando as grandes obras públicas as mesmas empreiteiras, afirmando que não há outra opção. Não se pode fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes”, disse o deputado.

Gonzaga diz estar ciente de que a principal missão constitucional do Exército é defender a pátria, e que a cooperação com o desenvolvimento nacional por meio da execução de obras e serviços de engenharia é a apenas uma ação subsidiária. Porém alega que a Força Armada possui grande experiência em construção, ampliação, reforma, adaptação, reestruturação e conservação de obras em todo o território nacional, empregando as mais avançadas tecnologias da área de infraestrutura.

Governo deixa de aplicar R$ 171 bilhões na saúde pública desde 2003, diz nota

O Ministério da Saúde deixou de aplicar cerca de R$ 171 bilhões no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2003. O valor é superior ao que Estados e municípios gastam no setor durante um ano – R$ 142 bilhões em 2013, por exemplo. A conclusão é o do Conselho Federal de Medicina (CFM), que, com […]

O Ministério da Saúde deixou de aplicar cerca de R$ 171 bilhões no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2003. O valor é superior ao que Estados e municípios gastam no setor durante um ano – R$ 142 bilhões em 2013, por exemplo. A conclusão é o do Conselho Federal de Medicina (CFM), que, com base em dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), revela os resultados da falta de qualidade da gestão financeira em saúde.

As informações veem na esteira da divulgação de pesquisa encomendada pelo CFM ao Instituto Datafolha, e que, dentre outros pontos revelou: para 77% da população brasileira, o dinheiro destinado ao SUS não é bem administrado. Mais da metade dos entrevistados também acreditam o SUS não tem recursos suficientes para atender bem a todos.

Segundo o presidente da CFM, Carlos Vital, essa percepção sobre as finanças do setor está diretamente relacionada à má gestão dos recursos públicos na área. “A administração dos recursos da saúde tem sido preocupação recorrente dos Conselhos de Medicina. A população brasileira tem o direito de saber onde, como e se os recursos que confiamos aos governos estão sendo bem aplicados. No caso da saúde, isso é ainda mais proeminente, tendo em vista as dificuldades de infraestrutura que milhares de pacientes, médicos e outros profissionais de saúde enfrentam todos os dias”, declarou Vital.

No período apurado, cerca de R$ 1,2 trilhão foi autorizado para o Ministério da Saúde no Orçamento Geral da União (OGU). Os desembolsos, no entanto, chegaram a pouco mais de R$ 1 trilhão. Em 2014, apesar do maior orçamento já executado na história da pasta – quase R$ 107 bilhões –, o valor efetivamente gasto representou 91% do que havia sido previsto.

Ao que os dados do próprio governo indicam, o Governo também está longe de executar os recursos previstos para este ano – cerca de R$ 121 bilhões. Deste total, até agosto, R$ 69,4 bilhões (57% do valor) haviam sido efetivamente gastos, incluindo os restos a pagar quitados – compromissos assumidos em anos anteriores transferidos para os exercícios seguintes. Se considerada a projeção média de gastos mensais da pasta, atualmente em R$ 8,7 bilhões, serão desembolsados até dezembro pouco mais de R$ 104 bilhões, isto é, quase R$ 17 bilhões a menos que o montante previsto.

O presidente da autarquia também lembrou que, apesar dos avanços do SUS, um de seus grandes gargalos é o subfinanciamento. “O Brasil é o único país do mundo que tem uma rede de saúde pública universal e, ao mesmo tempo, vê o mercado privado e as famílias gastarem diretamente mais dinheiro do que o Estado. Aqui, o gasto público representa 46% do total aplicado em saúde, o que contraria o que acontece em muitos países de sistemas semelhantes ao brasileiro, onde a média de investimento público supera 70%”.

Falta de investimentos em obras e equipamentos – Outro termômetro do mau desempenho no uso dos recursos disponíveis está nos investimentos. Os dados apurados pelo CFM mostram ainda que, dos recursos autorizados no orçamento do Ministério da Saúde entre 2003 e agosto de 2015, mais de R$ 96,4 bilhões deveriam ter sido destinados a melhoria da infraestrutura (realização de obras e aquisição de equipamentos) em saúde. No entanto, apenas R$ 35,5 bilhões foram efetivamente gastos e outros R$ 60,9 bilhões deixaram de ser investidos.

Para este ano, a dotação prevista para o gasto nobre da administração em saúde é de quase R$ 10,4 bilhões. No entanto, até 31 de agosto, R$ 1,9 bilhão (18%) foi efetivamente pago pelo Ministério da Saúde. Neste ritmo de aproximadamente R$ 234 milhões por mês, a expectativa é de que, ao final do ano, apenas R$ 2,8 bilhões sejam realmente investidos.

Com recursos escassos, menos unidades de saúde serão dotadas de infraestrutura e equipamentos em quantidade e qualidade suficientes para prover assistência à população. “Mesmo considerando os contingenciamentos, se não houver um esforço para priorizar a Saúde, a população brasileira certamente será ainda mais prejudicada pela falta de infraestrutura e equipamentos fundamentais para a assistência”, avalia Carlos Vital, presidente do CFM.

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