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Paulo diz em encontro de Governadores do Nordeste que prioridade é gerar empregos

Por Nill Júnior

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O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, disse hoje (08.05), durante o Encontro dos Governadores do Nordeste, em Natal, com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que a principal preocupação dele é com a geração de empregos.

“O Nordeste está sendo a região mais prejudicada este ano com a perda de empregos. Foram 78 mil empregos a menos, nos três primeiros meses. Para se ter uma ideia do que isso representa, no Brasil todo diminuiu menos de 70 mil. Ou seja: a concentração do desemprego está na Região Nordeste”, alertou.

Em Pernambuco, segundo o governador, foram fechados cerca de 35 mil postos de trabalho, principalmente na construção civil e na indústria de transformação.

Paulo Câmara revelou que o ministro Joaquim Levy prometeu realizar encontros individuais com cada um dos nove governadores do Nordeste, a partir do próximo dia 19. “A  gente tem uma preocupação muito grande com a geração de emprego. Isso envolve as obras em andamento, envolve a conclusão da Refinaria Abreu e Lima, envolve a necessidade de avançarmos em projetos estruturadores”.

Sobre a conversa com o ministro da Fazenda, Paulo disse que o Governo de Pernambuco quer contribuir para a melhoria da renda e do emprego para que o Brasil possa  voltar a crescer. Vai ser discutida a questão da liberação dos Estados para realizarem novas operações de crédito. “O ministro sabe muito bem que operação de crédito não se faz da noite para o dia. Então, o que a gente precisa fazer é um planejamento, para que se possa iniciar as tratativas, e, a partir de 2016, ter a possibilidade de desembolso”.

Paulo também abordou a questão da previsibilidade. “Precisamos ter a previsão do que pode ser feito em 2015 e quais são as sinalizações para 2016. E dizer para a população que é possível este ano fazer isso, que no próximo ano vamos avançar mais naquilo”, pontuou Câmara.

ICMS – Outro tema tratado pelos governadores do Nordeste com o ministro Joaquim Levy foi a unificação do ICMS, o que acabaria com a chamada “guerra fiscal”, mas dificultaria a atração de empreendimentos privados por parte dos Estados nordestinos. Quatro Estados ainda resistem à unificação: Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará.

O governador Paulo Câmara disse que os Estados precisam ter mais segurança sobre essa questão. “A gente precisa ter uma clara condição de ter uma política de desenvolvimento regional. O ICMS, pela ausência desse política, instalou a ‘guerra fiscal’ no Brasil”, argumentou, acrescentando que essa política de concessão de incentivos via ICMS que levou o Nordeste a crescer muito nos últimos anos.

“O investidor tem vindo a Pernambuco porque sabe da clareza das regras. E, hoje, no Brasil, o ambiente é de incerteza, de insegurança. Isso tem realmente atrapalhado o desenvolvimento”, avaliou o governador de Pernambuco. “O Nordeste precisa ter um instrumento de desenvolvimento regional que faça a região tenha um mínimo de atração. Nossa região é notadamente desigual. Tem uma população que corresponde a 28% da população do País, mas detém apenas 14% do Produto Interno Bruto brasileiro”.

No encontro, estiveram presentes, além de Paulo Câmara, os governadores Robinson Faria (Rio Grande do Norte), Camilo Santana (Ceará), Rui Costa (Bahia), Wellington Dias (Piauí), Renan Filho (Alagoas), Ricardo Coutinho (Paraíba) e Flávio Dino (Maranhão). De Sergipe, foi o vice-governador Belivaldo Chagas. O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência, Mangabeira Unger, também compareceu.

Outras Notícias

Tuparetama: Danilo e Plécio a um passo do PV

Dupla disputa cabeça de chapa. Ainda convidaram nomes para compor vice na chapa Os vereadores e atuais pré-candidatos a prefeito no município de Tuparetama Danilo Augusto e Plécio Galvão estão prestes a definir o partido pelo qual se lançarão na disputa do próximo ano. “Recebemos o convite e temos enormes possibilidades de ingressamos nas fileiras […]

Dupla disputa cabeça de chapa. Ainda convidaram nomes para compor vice na chapa

Os vereadores e atuais pré-candidatos a prefeito no município de Tuparetama Danilo Augusto e Plécio Galvão estão prestes a definir o partido pelo qual se lançarão na disputa do próximo ano.

“Recebemos o convite e temos enormes possibilidades de ingressamos nas fileiras do PV que compõem a federação com o PT.  Solidariedade e PDT também são partidos que dispõem de pré-candidatos a vereador. Estamos em conversas com outros partidos importantes que também tem o desejo de nos acolher na disputa pela Prefeitura e Câmara Municipal de Tuparetama”.

Segundo eles, a oposição em Tuparetama está cada dia mais forte e organizada. “Fizemos o convite para compor a vaga de vice-prefeito ao Procurador do Município Gustavo Martins, ao empresário Denis Lima, também a Augusto César, Professor Inaldo Marques, Rosângela Leopoldino e ao médico Gabriel Pessoa. Tuparetama merece um novo tempo,onde as ações cheguem para toda população”.

E concluem: “com um a candidato a contra gosto e vindo da oposição, o atual prefeito (Sávio Torres) nem a indicação de vice consegue emplacar, pois o nome de sua preferência, Luciana Paulino, tem uma disputa duríssima com a vereadora Vandinha e com o Presidente da Câmara Arlã Markson”, cutucaram em nota.

Recife: Artistas, jovens e militantes realizam mobilização em prol da reeleição de Dilma

A Mobilização Nacional da Cultura e Juventude com Dilma, no Recife, reuniu neste sábado na Praça do Derby, artistas, intelectuais, lideranças políticas, militantes e milhares de pessoas, segundo a organização. Durante todo o sábado, aconteceram apresentações culturais, produção de camisas, bandeiras, faixas e outros adereços de campanha da petista. A militância também ocupou os sinais […]

20141018 - foto Valendo

A Mobilização Nacional da Cultura e Juventude com Dilma, no Recife, reuniu neste sábado na Praça do Derby, artistas, intelectuais, lideranças políticas, militantes e milhares de pessoas, segundo a organização. Durante todo o sábado, aconteceram apresentações culturais, produção de camisas, bandeiras, faixas e outros adereços de campanha da petista. A militância também ocupou os sinais da Avenida Agamenon Magalhães, na altura da praça, para adesivar os veículos e levar a mensagem da candidata Dilma Rousseff (PT).

Além do deputado federal João Paulo (PT), estiveram presentes ao ato, no final da tarde, o senador Humberto Costa (PT), o deputado federal Fernando Ferro (PT),  os vereadores do Recife Jurandir Liberal (PT) e Marília Arraes (PSB) e o vereador de Olinda Marcelo Santa Cruz (PT). Representando a classe artística, declaram o seu apoio a Dilma os cantores Lirinha, Fred Zero 4 e o ator Antônio Pitanga. Outros artistas e grupos culturais também prestigiaram o evento ao longo do dia.

20141018 - Lirinha e Pitanga

Ao discursarem, políticos e artistas alertaram a população sobre o retrocesso que o país pode sofrer com o candidato da oposição. E fizeram um apelo para a militância não sair das ruas para garantir a reeleição da petista. O deputado federal João Paulo alertou a militância para uma possível manobra do PSDB e dos partidos aliados, através dos seus prefeitos, no sentido de não garantira as condições necessárias para que o eleitorado do interior possa votar no próximo dia 26. “Eles sabem o quando o Nordeste e interior mudaram a partir dos governos do presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff”, destacou.

Débito com os pipeiros é com a Codecipe, diz Compesa

Desde novembro de 2015 pipeiros que atuam para a Compesa estão sem receber pagamentos no sertão do Pajeú. Diante das queixas dos proprietários dos carros pipas, a produção do Rádio Vivo procurou a Compesa, de onde veio a informação de que a Codecipe teria assumido a responsabilidade pelos pagamentos. O Pipeiro José Carlos, residente em […]

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por Anchieta Santos

Desde novembro de 2015 pipeiros que atuam para a Compesa estão sem receber pagamentos no sertão do Pajeú.

Diante das queixas dos proprietários dos carros pipas, a produção do Rádio Vivo procurou a Compesa, de onde veio a informação de que a Codecipe teria assumido a responsabilidade pelos pagamentos.

O Pipeiro José Carlos, residente em Afogados da Ingazeira, confessou estar com o caminhão retido por uma oficina onde o reparo foi feito. “Estou sem dinheiro para pagar, diante do atraso da Codecipe”.

Postos de gasolina e lojas de peças já não atendem mais os profissionais na região. E a Codecipe não apresenta uma previsão de pagamento.

Com o PMDB como novo “sócio”, Dilma pode ter se livrado do impeachment

Do JC Online A presidente Dilma Rousseff pode ter trocado um pacote de ministérios sem verbas por mais três anos de governo. Isso mesmo. Ao entregar o ministério da Saúde para o PMDB e, de quebra, mais outras pastas menores, ela pode ter conseguido aquilo que para toda a classe política era inimaginável: tempo para […]

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Do JC Online

A presidente Dilma Rousseff pode ter trocado um pacote de ministérios sem verbas por mais três anos de governo. Isso mesmo. Ao entregar o ministério da Saúde para o PMDB e, de quebra, mais outras pastas menores, ela pode ter conseguido aquilo que para toda a classe política era inimaginável: tempo para continuar no governo e poder gerenciar a crise política e econômica em que se meteu.

Calma. Para entender como ela fez isso tem que voltar ao passado. É preciso voltar a 2005 quando explodiu o escândalo do Mensalão e o PT abandonou Lula e foi cuidar de sua vida pensando em voltar as ruas como oposição. E Lula, assim como Dilma hoje, foi buscar (sozinho) ajuda para salvar seu governo. Foi pedir (e recebeu) ajuda do PCB do B, de Aldo Rebelo – certamente o partido mais fiel ao projeto de poder liderado por Lula – e o PSB liderado por Eduardo Campos.

As pessoas esquecem e o PT nunca admitiu isso. Mas foi a dupla Eduardo/Rebelo quem saiu de gabinete em gabinete costurando o apoio que livrou Lula de ser escorraçado do Governo. É claro que o PMDB também ajudou, mas depois. Isso não quer dizer que todos os deputados deram Lula por perdido, mas que no meio da crise o partido dele não fechou com ele. Ah não fechou mesmo.

Quis o destino que Dilma precisasse desse mesmo tipo de costura só que dessa vez com o PMDB. Porque embora isso possa ser frustrante para muita gente é preciso reconhecer que, a partir desta quarta-feira o impeachment ficou muito mais distante.

Ele pode acontecer? Pode! Mas ficou muito mais difícil. Eduardo Cunha não vai colocar em votação e ao revelar o ritual necessário nesta quarta-feira, praticamente disso ao PSDB não contem com isso. Terão que se virar para aprovar isso no plenário.

O que aconteceu na madrugada desta quarta-feira não foi a manutenção dos vetos. Foi a reorganização de uma base mínima de apoio no Congresso. Talvez suficiente para dar uma sobrevida a Dilma.

Ela pode ser impedida? Pode. Mas ficou mais difícil. Vai precisar de muito barulho na rua, muita denúncia da Lava Jato envolvendo ela. E que o TCU reprove as contas dela em 2014. E ter o clamor das ruas motivada por uma onda de indignação provocado por um fato novo.

É preciso entender o que diabos aconteceu com o PMDB para se abraçar com Dilma. Talvez ele tenha feito uma conta simples. Uma coisa é ser sócio de um governo ruim com o PT pianinho. Calado e sem força. Outra é liderar um governo com o PT todo na rua dizendo que foi golpe.

O que as pessoas esquecem é que quem seja o presidente, as chances da nossa economia voltar a crescer são mínimas. Um novo presidente animaria muito os agentes econômicos, mas um “novo presidente” que não seja Dilma, significa o PT demitido dos seus cargos comissionados incendiado o país. Então os deputados do PMDB estão virando sócios majoritário de Dilma e não do PT.

Tem mais: assim como depois de se salvar Lula abandonou Jose Dirceu e nunca mais ligou para ele, pode ser que Dilma – se conseguir se juntar com o PMDB – abandonar Lula que, como isso, abandonou e vem ajudando a criar um clima de desembarque já pensando em 2018. Não é deixar de ouvi-lo. É ouvi-lo menos e agora com mais cacife.

Se Dilma sobreviver o que assegura que ela não vai respeitar Lula como até hoje. É preciso não esquecer que quem está no comando das negociações é Dilma. É ela quem está defendendo o governo dela mesma. A seu jeito, e com os que pode contar, se conseguir organizar algum apoio no Congresso e sobreviver politicamente terá virando uma liderança. Pode até cair amanhã. Mas ela está defendendo o seu governo com as armas que tem.

Vai dar certo? Quem sabe? Negociar com o PMDB é como tentar comprar um terreno de uma família que está brigando num inventário. Todo mundo acha que o irmão está roubando os outros.

O fato novo é que Dilma está tentando garantir, neste momento, algum tempo de governabilidade. Tentando ganhar tempo já que qualquer ministério não vai ter verba de investimento mesmo este ano e nem em 2016.

O país está quebrado, do dólar a R$ 4,15, o caixa furando e nenhum ministério vai ter verba para investir. O que conta são os cargos. Joaquim Levy não vai dar dinheiro para fazer gracinha. Mas para o “deputado-ministro” isso é o bastante. Até porque nenhum deles vai se meter a roubar depois da Lava Jato.

E aí, para terminar, tem uma coisa que é fundamento nesse jogo. Tudo depende da Lava Jato. Inclusive, para Eduardo Cunha, Renan Calheiros, Michel Temer e Dilma Rousseff.

Se a Lava a Jato não trouxer fatos novos, podemos estar diante de uma sobrevida de Dilma. Para desespero do PSDB que, mais uma vez, apostou no sangramento do um presidente e vai ficar olhando a história passar coma chegada do SAMU, ou melhor o PMDB.

Mas o que esperar de um partido cujo presidente que, governando Minas Gerais, comprava pão e leite todo fim de semana no Rio de Janeiro? Depois das 124 viagens de jato privado que Aécio fez como governador de Minas ela vai ser presidente de onde?

Em nota PT de Serra Talhada diz que nunca houve interesse em juntar-se com o PR

O Partido dos Trabalhadores tem na sua tradição um forte enraizamento com a luta do povo. E em Serra Talhada não é diferente. Lutadores históricos como Manoel Santos, Raimundo Aquino e Vanete Almeida, abrilhantaram as fileiras do nosso partido, e nos honram com as suas biografias marcadas pela dedicação que tiveram na luta dos trabalhadores […]

O Partido dos Trabalhadores tem na sua tradição um forte enraizamento com a luta do povo. E em Serra Talhada não é diferente.

Lutadores históricos como Manoel Santos, Raimundo Aquino e Vanete Almeida, abrilhantaram as fileiras do nosso partido, e nos honram com as suas biografias marcadas pela dedicação que tiveram na luta dos trabalhadores e das trabalhadoras.

Infelizmente, na cena política local, começaram a surgir representantes de partidos adversários que praticam o discurso raso e desqualificado, numa tentativa desesperada de atingir a imagem do PT e daqueles que constroem o Partido dos Trabalhadores todos os dias.

Fazem uso de instrumentos nascidos na antiguidade, mas se apresentam como proprietários, o que é de se compreender, pois nunca souberam o que é estar do lado de cá, onde estão os trabalhadores, sempre estiveram no andar de cima, na casa grande, nos palácios, sempre se comportaram como proprietários, inclusive do povo.

E por falar em palácios, esses que nos atacam, como o presidente do Partido da República (PR) local, que não aprendeu a ser “índio” e já posa de cacique, esquecem que atuam como satélites, sempre na órbita dos governos, independente da posição ideológica ou política. Tanto é assim, que em Pernambuco atacam o PT, sob o comando do PSB, mas orbitam no Governo da Presidenta Dilma, uma petista inconteste.

Política se faz com coerência, com lado, com posição firme, e o PT tem na sua tradição a firmeza na construção de suas decisões políticas, e, até este momento, não passou, nem por perto da nossa militância, o interesse de juntar-se ao PR, partido que derrotamos em 2012 em Serra Talhada, apesar de todas as manobras que fizeram para isolar o PT e o candidato do Partido, o companheiro Luciano Duque.

O Partido dos Trabalhadores tem a certeza que a gestão municipal, comandada pelo Prefeito Luciano Duque, está no caminho certo, ouvindo e cuidando das pessoas, e que a parceria, fundamental, do governo federal e da Presidenta Dilma, têm transformado a realidade de Serra Talhada, com água nas torneiras, novas unidades de saúde, creches, equipamentos para práticas esportivas e atividades de lazer, incentivo a cultura, ao desenvolvimento social, habitação popular, e tantas ações que tem como foco a melhoria da qualidade de vida da população da cidade e do campo.

Por tudo isso que já foi feito e por tanto que ainda haveremos de fazer, temos convicção que não interessa à nossa “tribo”, de homens e mulheres que dedicam a vida em busca de um futuro cada vez melhor, os abutres de outrora, travestidos em pele de cordeiro, mas que escondem nas suas entranhas o que há de mais retrógrado na política.

Partido dos Trabalhadores de Serra Talhada