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Paulo critica greve de professores e pede compreensão a policiais militares

Por Nill Júnior

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Do JC Online

O governador Paulo Câmara (PSB) celebrou a redução no número de homícidios em Pernambuco, mas pode ter outra dor de cabeça na área de segurança. Isso porque o presidente da Associação de Cabos e Soldados (ACS), Alberrison Carlos, já sinalizou que a categoria está insatisfeita com o anúncio de que não haverá reajuste salarial e não está disposta a esperar para negociar. Apesar dessas pressão, o socialista reforçou nesta sexta-feira (5) que não há margem para aumento de salário.

“Estamos conversando com todas as categorias, colocando essa situação que o Estado passa, que entendemos ser momentânea. Fizemos o que era possível ser feito no âmbito da Polícia. Vamos continuar conversando. O governo não vai parar de dialogar, de sentar à mesa, de mostrar os números, de ouvir. Agora a situação está posta. Tivemos um primeiro quadrimestre e isso nos impede de avançar em questões salariais”, falou o governador.

Para Paulo, a greve é prejudicial para o Estado e para os servidores para resolver a situação das categorias. Ele comentou a paralisação dos professores. “Não é o melhor caminho fazer greve, greve só prejudica os alunos, não vai melhorar a situação financira do Estado e nem os salários dos professores. O Estado chegou a um limite máximo que podia chegar das promoções que foram colocadas na mesas. Infelizmente, o sindicato decidiu voltar à greve. A gente espera que a situação se normalize. Temos condições de continuar discutindo o futuro, tenho compromisso com os professores e com a educação”, disse.

Paulo declarou que o Estado está indo em busca de recursos e descartou novos cortes no custeio da máquina estadual por meio do Plano de Contigenciamento de Gastos (PCG). “Estamos com R$ 330 milhões cortados. Por enquanto a situação ainda é de equilíbrio. A gente espera que se mantenham as nossas projeções até o fim do ano. E não havando mais frustração a gente fica por aí (nos cortes)”, destacou.

Outras Notícias

De festa para blog a entrevista em banheiro: semana agitada para Magno Martins

Preparando-se para a comemoração de dez anos do seu blog, na próxima segunda (11), o jornalista Magno Martins está teve semana agitadíssima em Brasília, cobrindo in loco a movimentação que concluiu com o voto do relator pelo Impeachment. Falando à Rádio Pajeú, o jornalista falou sobre as contas de quem acredita ou não no Impeachment. […]

Preparando-se para a comemoração de dez anos do seu blog, na próxima segunda (11), o jornalista Magno Martins está teve semana agitadíssima em Brasília, cobrindo in loco a movimentação que concluiu com o voto do relator pelo Impeachment.

Falando à Rádio Pajeú, o jornalista falou sobre as contas de quem acredita ou não no Impeachment. “Hoje nem oposição nem governo sabem ao certo quantos votos tem”, afirma.

O jornalista chega hoje a Pernambuco. Amanhã, participa do coquetel de inauguração da nova sede da rede Pharmaplus, de Joseph Domingos e Maria do Carmo. Depois, segue para Recife novamente e concentra forças na festa de 10 anos de seu blog. “Tenho que voltar correndo senão não organizo a festa”, brincou.

Magno viveu de tudo esta semana. Até uma entrevista no banheiro da Câmara com   o presidente da Comissão Especial do Impeachment, Rogério Rosso, do PSD do Distrito Federal.

“Em mais de 30 anos de batente no jornalismo eu já fiz entrevistas em ocasiões e cenários diversos, mas num banheiro nunca”, disse.

Izaias Regis sai em defesa de Raquel Lyra

Por André Luis O deputado estadual diplomado, Izaias Régis divulgou em suas redes sociais, uma nota defendendo o decreto assinado por Raquel e divulgado no Diário Oficial do Estado nesta terça-feira (3), que exonera comissionados e suspende cessões de servidores. “Fui prefeito por dois mandatos, e esse rito é absolutamente natural, os cargos comissionados são […]

Por André Luis

O deputado estadual diplomado, Izaias Régis divulgou em suas redes sociais, uma nota defendendo o decreto assinado por Raquel e divulgado no Diário Oficial do Estado nesta terça-feira (3), que exonera comissionados e suspende cessões de servidores.

“Fui prefeito por dois mandatos, e esse rito é absolutamente natural, os cargos comissionados são compostos pelas equipes de cada gestão. Há um governo que foi concluído e um outro que se inicia. Raquel tem que compor as equipes de acordo com o perfil de gestão que ela planejou e pretende realizar”, destaca Régis.

O deputado diplomado, justifica, dizendo que o mesmo movimento está acontecendo em outros estados e também na esfera federal. “Tenho certeza que Raquel vai reordenar tudo, conhecendo cada situação e sem deixar, como o próprio decreto explica, nenhuma área essencial descoberta”, afirma.

Izaias afirma ainda que nenhum movimento realizado pela governadora é feito de forma aleatória. Segundo ele, “ela tem um plano de gestão a cumprir que com certeza deixará o serviço público estadual mais eficiente, para atender a cada cidadão e cidadã pernambucanos de modo rápido, vendo o efeito das decisões do governo no seu cotidiano”, pontuou.

Mas, a grande questão que se está colocando em xeque, não é o que foi, mas sim da forma como feito. Como o blog esclareceu em matéria anterior, o problema é que a decisão tomada agora e da forma que foi, confunde, gera confusão.  “Um dos sintomas de um governo que demorou a anunciar seu time, não favoreceu uma transição e agora pega a todos de surpresa. Pernambuco vive um pandemônio institucional”, avalia o jornalista Nill Júnior, editor chefe deste blog.

Gonzaga Patriota: “se João Campos entrar em minhas bases o melhor que faço é sair da vida pública”

“Eu já tenho poucos prefeitos, se perdesse Itapetim e Brejinho, estaria frito”. Foi assim que o deputado Gonzaga Patriota iniciou sua entrevista ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. O parlamentar socialista chamou de “alarme falso” as informações divulgadas na semana passada pela imprensa de que teria perdido o apoio desses gestores. Além dos […]

“Eu já tenho poucos prefeitos, se perdesse Itapetim e Brejinho, estaria frito”. Foi assim que o deputado Gonzaga Patriota iniciou sua entrevista ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.

O parlamentar socialista chamou de “alarme falso” as informações divulgadas na semana passada pela imprensa de que teria perdido o apoio desses gestores.

Além dos dois municípios, Gonzaga ainda conta com os votos do Prefeito José Patriota em Afogados da Ingazeira e Djalma Alves de Solidão. Diante da possibilidade do Prefeito Jose Patriota disputar um mandato federal ou trocá-lo por João Campos, Gonzaga Patriota, majoritário no município, disse:

“José Patriota não deverá deixar a Prefeitura para trocar por 3 anos sendo deputado. Prefeito executa e Afogados é uma cidade importantíssima. Deputado faz lei. Agora com certeza o que for, ele se rá vitorioso. Pela dimensão que Patriota alcançou ele será o que quiser, Estadual ou Federal. E se for candidato vai ter mais votos do que eu”, afirmou.

Quanto a João Campos, disse Gonzaga: “vai ter 400 ou 500 mil votos na conta dele. Tenho certeza de que não vai querer tirar 4 ou 5 mil votos de Gonzaguinha. Se o filho de Eduardo entrar nas minhas bases, o melhor que faço depois de nove mandatos é me dar por satisfeito e vou cuidar da minha vida, fora da vida pública”, disse.

Perguntado se ficou decepcionado por ter apoiado a chapa Nicinha e Gennedy e agora saber que Dinca Brandino (PMDB) repetirá o apoio a Fernando Monteiro(PP), Gonzaga Patriota disse que o ex-prefeito não havia lhe prometido nenhuma ajuda pela reeleição. “Meu apoio foi por Genedy Brito, inclusive conseguimos emendas para Tabira a pedido dela”.

Perguntado sobre a possível reedição da aliança PSB/PT e se já estava pensando em como defender Lula com o “discurso roubou, mas fez”, Gonzaga Patriota resgatou a história de aliança dos dois partidos, mas sobre o ex-presidente, nada falou.

Ele se mostrou otimista com a reeleição do Governador Paulo Câmara. O parlamentar disse que a pedido do Presidente da AMUPE Jose Patriota já está em Brasília para o encontro de bancada amanhã e a defesa dos interesses municipalistas.

FHC nega articulação com Temer e Lula contra Lava Jato

Agência Estado O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) negou no domingo, 16, por meio das redes sociais, que tenha participado de qualquer articulação com o presidente Michel Temer (PMDB) e com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em torno de um acordo com o objetivo de garantir a sobrevivência política de seus partidos. […]

Agência Estado

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) negou no domingo, 16, por meio das redes sociais, que tenha participado de qualquer articulação com o presidente Michel Temer (PMDB) e com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em torno de um acordo com o objetivo de garantir a sobrevivência política de seus partidos.

Além de FHC, Lula e Temer, políticos das três legendas foram citados nas delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht que originaram pedidos de inquérito enviados ao Supremo Tribunal Federal (STF).

“Não participei e não participo de qualquer articulação com o presidente Temer e com o ex-presidente Lula para estancar ou amortecer os efeitos das investigações da Operação Lava Jato. Qualquer informação ou insinuação em contrário é mentirosa”, diz FHC.

O ex-presidente tucano defendeu, no texto, o estabelecimento de um diálogo entre políticos e a sociedade diante do “desmoronamento” da ordem político-partidária e das “distorções” do sistema eleitoral. “O diálogo em torno do interesse nacional é o oposto de conchavos. Deve ser feito às claras, com o propósito de refundar as bases morais da política.”

No texto, FHC também voltou a se defender das declarações do patriarca do Grupo Odebrecht, Emílio Odebrecht, que disse ter pago “vantagens indevidas não contabilizadas” às campanhas presidenciais de FHC, em 1993 e 1997.

O tucano afirmou que não há menção a irregularidades na delação. “Basta ouvir a íntegra das declarações de Emílio Odebrecht em seu depoimento ao Judiciário para comprovar que nelas não há referência a qualquer ilicitude por mim praticada nas campanhas presidenciais de 1994 e 1998 (anos das campanhas eleitorais)”, afirmou.

Para FHC, o País vive uma “crise gravíssima com desdobramentos econômicos e sociais imprevisíveis”.

Aécio quer mudar Mais Médicos para inviabilizar programa, diz Padilha

Ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha afirmou nesta quarta-feira (16) que a reformulação defendida pelo presidenciável, Aécio Neves (PSDB), no Mais Médicos, na prática, inviabiliza o programa. Padilha foi responsável pela idealização do programa, que se tornou uma de suas principais bandeiras na campanha ao governo de São Paulo e também da reeleição da presidente Dilma […]

padilha

Ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha afirmou nesta quarta-feira (16) que a reformulação defendida pelo presidenciável, Aécio Neves (PSDB), no Mais Médicos, na prática, inviabiliza o programa.

Padilha foi responsável pela idealização do programa, que se tornou uma de suas principais bandeiras na campanha ao governo de São Paulo e também da reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Em sabatina realizada nesta quarta pela Folha, pelo portal UOL, pelo SBT e pela rádio Jovem Pan, o tucano afirmou que, se eleito, vai rever o acordo que permite a vinda de médicos cubanos para atuar na rede de assistência básica e criar condições para que os profissionais passem pelo Revalida, exame federal para reconhecer o diploma de medicina obtido no exterior.

“Na prática, mais uma vez o candidato do PSDB à Presidência não conseguiu esconder que quer acabar com o atendimento a 50 milhões de brasileiros, incluindo 7 milhões de paulistas, que antes não tinham médicos e que, graças ao programa Mais Médicos, passaram a ter atendimento básico perto de casa – e, isso, num prazo recorde de apenas dez meses”, afirmou Padilha.

O candidato do PT ao governo paulista disse que o programa foi testado e aprovado pelo brasileiros. O ex-ministro provocou os tucanos.

“Governos de outros partidos já tiveram a chance de resolver o grave problema da falta de médicos para a população brasileira e não o fizeram. Agora que temos uma solução testada e aprovada por milhões de brasileiros, eles querem mudar a proposta para inviabilizar o programa. Além disso, o Mais Médicos é lei”, alfinetou.