Notícias

Patriota participou de reunião em Monte Alegre

Por Nill Júnior

thumbnail_monte-alegre

O candidato à reeleição, José Patriota, e o seu vice, Alessandro Palmeira, participaram de uma reunião na comunidade rural de Monte Alegre. Eles ouviram os agradecimentos dos moradores às ações da gestão como a reforma da unidade básica de saúde da comunidade e aos mais de dez poços perfurados, segundo nota ao blog. Além da reforma, a gestão Patriota está garantindo a abertura diária da unidade, o que não ocorria anteriormente, informa.

“Aqui na comunidade a gestão de Patriota tem nos ajudado muito. Só em ter trazido água para as nossas casas faz com que confiemos mais no seu trabalho, e hoje temos uma UBS com médico e dentista. Hoje não precisamos mais nos deslocar até à cidade para cuidar da nossa saúde”, declarou Carlos Lopes, agricultor e liderança comunitária.

Patriota fez um breve resumo de todas as ações realizadas no município e destacou que em Monte Alegre e em outras comunidades próximas os moradores hoje podem viver despreocupados com a falta d’água. “Vivi parte de minha infância aqui em Monte Alegre, e pude ver de perto o sofrimento que vocês passavam aqui com a dificuldade no acesso à saúde e à água, dois direitos sagrados de todo ser humano,” afirmou José Patriota.

Ele destacou ainda os avanços obtidos na educação, sobretudo nos números do IDEB, índice que avalia a qualidade da educação básica ofertada nos municípios.“Atingimos agora as metas previstas para 2021. Estou indo ao Recife, na próxima terça, receber um prêmio por estes resultados, por Afogados ter ficado entre as dez melhores cidades no IDEB,” informou o Prefeito.

AGENDA – Este sábado será de intensa agenda para os candidatos da Frente Popular. O Prefeito José Patriota coordena uma grande reunião com lideranças rurais e urbanas de prestação de contas do seu governo, a partir das 9h, no espaço Olga Cajueiro.

À noite, com concentração prevista para as 18h, na frente do Colégio Normal, Patriota e Sandrinho “puxarão” uma grande caminhada em direção ao Bairro São Francisco, onde será realizada mais uma Tribuna 40. O Percurso será: Colégio Normal/ Rua Professor Vera Cruz/ Avenida Rio Branco/ Praça Arruda Câmara/ Praça de Alimentação/ Rua Sete de Setembro.

Outras Notícias

Acusação não prova que Dilma cometeu crime de responsabilidade, afirma Humberto‏

Responsável por fazer questionamentos ao procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, Júlio Marcelo, na sessão desta quarta-feira (8) da Comissão Especial do Impeachment do Senado, o líder do Governo Dilma na Casa, Humberto Costa (PT-PE), criticou a tese de que houve crime de responsabilidade. O senador disse que saiu convencido, […]

27512213176_0b53c52427_zResponsável por fazer questionamentos ao procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, Júlio Marcelo, na sessão desta quarta-feira (8) da Comissão Especial do Impeachment do Senado, o líder do Governo Dilma na Casa, Humberto Costa (PT-PE), criticou a tese de que houve crime de responsabilidade.

O senador disse que saiu convencido, mais uma vez, de que forçaram a barra para tirar a presidenta do poder. “É como se quisessem pegar uma criança de oito anos de idade e colocar nela a roupa de um bebê de seis meses”, declarou.

De acordo com Humberto, que bateu na tecla das chamadas pedaladas fiscais – consideradas o atraso do Governo para ressarcir o Banco do Brasil pelos desembolsos do Plano Safra -, as respostas do procurador reforçam a ideia de que o afastamento é golpe.

“Disse aqui no Senado, inclusive no período da admissibilidade do processo, que é evidente que se trata de forçar a barra tentar caracterizar essa relação União/Plano Safra/Banco do Brasil como uma operação de crédito”, afirmou.

Para o senador, trata-se de uma operação de prestação de serviço em que é possível ter atrasos que não transformam e não mudam qualitativamente o tipo de relação estabelecida para uma relação de contrato de crédito. “Este é o caso concreto que analisamos aqui”, resumiu.

Humberto perguntou ao procurador, arrolado por aliados de Michel Temer como testemunha de acusação no processo do impeachment, qual era opinião dele sobre a conduta do Banco do Brasil.

“Por que razão o banco não abre mão de operar um sistema como esse, se é deficitário e lhe gera prejuízo? Lembrando que o débito foi posteriormente saldado, assim como ocorreu com todos os bancos oficiais”.

Júlio Marcelo disse que não tinha condição de opinar, mas que possivelmente porque há remuneração de juros e porque banco público não tem a liberdade de fazer essa escolha.

O senador voltou a afirmar que não houve qualquer desrespeito por parte da presidenta em relação à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

A fase de depoimento das testemunhas, tanto da acusação quanto da defesa, deve se encerrar no dia 17 deste mês. Pelo calendário aprovado ontem, a votação do relatório na comissão deverá ocorrer em 27 de julho.

Governo Federal autoriza cursos de Medicina em Afogados, Arcoverde, Ouricuri e Serra

Caruaru, Limoeiro e Palmares também estão na lista Edital vai selecionar propostas por instituições privadas de Instituições de Ensino Superior (IES)  As propostas passarão por etapas até o resultado,  previsto para agosto de 2024 O Governo Federal, por meio do Ministério da Educação (MEC), autorizou nessa quarta-feira, 4, a criação de 95 novos cursos de […]

Caruaru, Limoeiro e Palmares também estão na lista

Edital vai selecionar propostas por instituições privadas de Instituições de Ensino Superior (IES) 

As propostas passarão por etapas até o resultado,  previsto para agosto de 2024

O Governo Federal, por meio do Ministério da Educação (MEC), autorizou nessa quarta-feira, 4, a criação de 95 novos cursos de Medicina em 116 regiões de saúde, abrangendo 1.719 municípios.

Em Pernambuco, foram autorizados sete cursos em instituições privadas, nas regiões de Afogados da Ingazeira, Arcoverde, Ouricuri, Serra Talhada, Caruaru, Limoeiro e Palmares.

A região de Salgueiro ficou de fora da lista, frustrando o sonho de muitos de ver uma graduação de Medicina em funcionamento no município.

O objetivo do edital é selecionar propostas apresentadas por mantenedoras privadas de Instituições de Ensino Superior (IES) do Sistema Federal de Ensino para autorização do funcionamento dos novos cursos.

As propostas passarão pelas seguintes etapas: análise de admissibilidade, análise da capacidade econômico-financeira da mantenedora, análise de mérito das propostas e análise da experiência regulatória. O resultado das análises será divulgado no dia 23 de agosto de 2024.

Desde 2016 o processo de criação de novos cursos de Medicina estava parado por determinação do governo Temer. O MEC decidiu retomar o processo para aumentar a oferta de médicos no Brasil, chegando ao número de 3,3 profissionais para cada mil habitantes.

Governo do Estado anuncia Guilherme Cavalcanti como novo presidente da Copergás

O Governo de Pernambuco anuncia nesta quarta (1°) o novo diretor-presidente da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás). Guilherme Cavalcanti, ex-secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, assume o comando da empresa, em um movimento que reforça o alinhamento da Companhia com as diretrizes estratégicas do Governo de Pernambuco e com o projeto de desenvolvimento econômico do Estado. […]

O Governo de Pernambuco anuncia nesta quarta (1°) o novo diretor-presidente da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás). Guilherme Cavalcanti, ex-secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, assume o comando da empresa, em um movimento que reforça o alinhamento da Companhia com as diretrizes estratégicas do Governo de Pernambuco e com o projeto de desenvolvimento econômico do Estado. Guilherme substitui Bruno Costa, que estava à frente da Copergás desde janeiro de 2025.

“Agradecemos a Bruno Costa, que esteve à frente da consolidação de importantes iniciativas da Companhia, como a chegada do gás natural ao Polo Gesseiro do Araripe e a inserção do biometano na matriz de suprimento. Já Guilherme levará toda a sua experiência para a Copergás, onde certamente continuará desempenhando um excelente trabalho”, declarou a governadora Raquel Lyra.

CURRÍCULO – Guilherme Cavalcanti possui ampla experiência na formulação e execução de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico. Sua trajetória combina gestão pública, inovação e articulação com o setor produtivo, com atuação como presidente da Adepe, cofundador e presidente da ARIES e liderança no CESAR. Ele ainda possui formação executiva em instituições como FGV, IBGC, Banco Mundial e Harvard, consolidando experiência na estruturação de projetos estratégicos e no desenvolvimento econômico.

As cidades beneficiadas pela decisão de João Campos

Como o blog noticiou, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), revelou nesta quarta-feira (13) que a cidade abrirá mão dos recursos provenientes do repasse do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o Recife. A intenção é auxiliar municípios menores que não foram contemplados com o aumento desse imposto. Por meio de […]

Como o blog noticiou, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), revelou nesta quarta-feira (13) que a cidade abrirá mão dos recursos provenientes do repasse do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o Recife.

A intenção é auxiliar municípios menores que não foram contemplados com o aumento desse imposto.

Por meio de suas redes sociais, João Campos comunicou que o Recife não receberá os R$ 7,5 milhões que teria direito no repasse de recursos do ICMS destinado aos municípios de Pernambuco. O prefeito indicou que a ideia partiu do presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Álvaro Porto (PSDB).

A proposta consiste em redistribuir os recursos destinados ao Recife em favor de 23 municípios de menor porte, que enfrentam dificuldades para manter o equilíbrio em seus orçamentos devido a alterações nas alíquotas recebidas.

A contribuição para auxiliar as 23 cidades com menos de 30 mil habitantes, que não foram beneficiadas com a redistribuição do ICMS, não se restringiu apenas à cidade do Recife, embora seja seu principal contribuinte. Outras 11 cidades também participarão da redistribuição.

As cidades beneficiadas pela contribuição do Recife e outras 11 cidades previstas na redistribuição dos recursos do ICMS são: Barra de Guabiraba, Brejão, Calumbi, Camutanga, Carnaubeira da Penha, Custódia, Flores, Glória do Goitá, Ingazeira, Ipubi, Jucati, Lagoa Grande, Machados, Orobó, Paranatama, Petrolândia, Pombos, Primavera, Quixaba, Rio Formoso, Saloá, Solidão e Venturosa.

Marina Silva anuncia pré-candidatura a presidente em 2018 pela Rede

A ex-senadora brasileira e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva disse neste sábado que buscará a indicação do partido para disputar a Presidência ano que vem. Marina disse em uma reunião com o seu partido Rede que buscará o cargo máximo da nação, mas só será candidata oficialmente após a convenção nacional do seu partido, […]

A ex-senadora brasileira e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva disse neste sábado que buscará a indicação do partido para disputar a Presidência ano que vem.

Marina disse em uma reunião com o seu partido Rede que buscará o cargo máximo da nação, mas só será candidata oficialmente após a convenção nacional do seu partido, em abril.

Porta-voz da Rede, Marina confirmou a disposição de disputar a corrida presidencial pela terceira vez durante encontro do Elo Nacional do partido, que funciona como diretório nacional, realizado em Brasília.

No encontro, foi lida uma mensagem do Elo Nacional, na qual foi pedido a Marina se apresentar como pré-candidata ao Planalto. As 23 convenções estaduais da Rede aprovaram moções pedindo a candidatura da ex-senadora.

“Obviamente que não estaríamos aqui para dizer não”, disse Marina aos presentes. “Ao me dispor a ser a pré-candidata da Rede, e é uma pré-candidatura, vamos continuar dialogando com os outros partidos, vamos dialogar com os núcleos vivos da sociedade”, disse.

O texto lido no encontro da Rede destacou que é preciso um “projeto de país” que “recupere o potencial realizador e transformador da juventude (e de todo o povo brasileiro), que almeja por justiça, solidariedade, participação social, preservação e uso sustentável dos recursos naturais”.

A ambientalista de 59 anos, nascida em uma comunidade de seringueiros na floresta amazônica e ministra no mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disputou as últimas duas eleições presidenciais, mas nunca chegou ao segundo turno.

Marina disse que buscaria a indicação do partido porque “os brasileiros querem um país livre da corrupção” e que ela tinha predicados éticos para entregar isso.

Na mais recente pesquisa eleitoral conduzida pelo instituto Ibope, em outubro, Marina estava na terceira posição, com 8 por cento das intenções de voto.

Mas a pesquisa incluiu Lula como possível candidato.

Lula foi condenado em um julgamento por corrupção, em julho. Se esta condenação for confirmada pela instância superior antes da eleição de outubro, ele não poderá competir.

Se Lula não for candidato, a pesquisa do Ibope coloca Marina em primeiro lugar ao lado do candidato de extrema-direita Jair Bolsonaro, deputado federal, ambos com 15 por cento na pesquisa.

Na eleição de 2010, Marina, então no Partido Verde, recebeu surpreendentes 20 por cento dos votos no primeiro turno, mas não foi o bastante para disputar o segundo turno com a eventual vencedora Dilma Rousseff.

Em 2014, foi candidata a vice-presidente na chapa do Partido Socialista Brasileiro, ao lado de Eduardo Campos, que morreu em acidente de avião apenas dois meses antes da eleição. Marina assumiu seu lugar e levou 21 por cento dos votos no primeiro turno, novamente fora da disputa decisiva.

Seguidores elogiam-na como a política brasileira com mais princípios, o que pode desempenhar um papel fundamental na próxima eleição.

Desde o começo de 2014, promotores brasileiros e a polícia conduzem uma operação contra a corrupção sem precedentes, que revelou níveis impressionantes de corrupção política, envolvendo todos os grandes partidos, mas não Marina.

Marina mantém-se comprometida com a responsabilidade fiscal, meta de inflação e câmbio flutuante, o chamado “tripé” de políticas econômicas que deram ao Brasil estabilidade depois de um período de galopante inflação e crescimento errático nos anos 1990.