A Paraíba confirmou a primeira morte causada pela variante Delta do novo coronavírus, nesta terça-feira (31), segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES).
O paciente que morreu era um homem de 42 anos, sem comorbidades e sem histórico vacinal, que havia viajado para o Rio de Janeiro e morava em João Pessoa. Os familiares dele não apresentaram sintomas e o caso deve seguir ainda em investigação, pelo município, para rastreio dos contatos.
O estado apresenta também um cenário de circulação comunitária da variante Delta do novo coronavírus, que está presente em 12 cidades, de acordo com uma nota informativa divulgada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES)
Os primeiros casos de infecção pela variante Delta foram confirmados nesta terça-feira (31). Ao todo, são 25 registros.
A data de sintomas do primeiro caso confirmado de infecção pela variante é do dia 15 de julho, de um homem com 23 anos, morador de Campina Grande, sem histórico de viagem ou contato de caso confirmado para a Delta.
Dois adolescentes de 15 anos também testaram positivo para a variante. Ainda foram confirmados em idosos com esquema vacinal completo. Após as confirmações, a SES reforça a importância de evitar aglomerações, usar máscara e lavar as mãos.
Programação gratuita integra o projeto Guarany de Cenas Artísticas, que é realizado pelo Sesc em parceria com a Fundarpe A saga de um homem em busca de si mesmo. É o que o público triunfense poderá assistir neste sábado (20/10), às 16h, no Theatro Cinema Guarany, na exibição gratuita do espetáculo teatral “Onde mora Sebastião? – […]
Programação gratuita integra o projeto Guarany de Cenas Artísticas, que é realizado pelo Sesc em parceria com a Fundarpe
A saga de um homem em busca de si mesmo. É o que o público triunfense poderá assistir neste sábado (20/10), às 16h, no Theatro Cinema Guarany, na exibição gratuita do espetáculo teatral “Onde mora Sebastião? – Travessia”, do Coletivo Avuá (São Paulo). A apresentação do monólogo integra a programação do projeto Guarany de Cenas Artísticas, que é realizado pelo Sesc em Triunfo em parceria com a Fundarpe.
O monólogo, encenado pelo ator Lucas Pradino, narra de forma divertida a peregrinação de um homem às margens do Rio São Francisco e seu encontro com o mar. Apontado que dentro de cada rio, assim como os humanos, reside o mistério, os encontros e, principalmente, a necessidade de correr rumo a algo maior, o mar.
O espetáculo é a primeira parte da trilogia baseada na obra de ‘Dom Quixote’: Travessia, Guerra e Redenção. Em 2017, Pradino fez expedições de bicicleta pelo interior do Nordeste e, a partir das vivências dessa viagem, reuniu os elementos para construir o personagem do monólogo.O espetáculo tem classificação indicativa de 13 anos.
Sesc – O Serviço Social do Comércio (Sesc) foi criado em 1946. Em Pernambuco, iniciou suas atividades em 1947. Oferece para os funcionários do comércio de bens, serviços e turismo, bem como para o público geral, a preços módicos ou gratuitamente, atividades nas áreas de educação, saúde, cultura, recreação, esporte, turismo e assistência social.
Atualmente, existem vinte unidades do Sesc do Litoral ao Sertão do estado, incluindo dois hotéis, em Garanhuns e Triunfo. Essas unidades dispõem de escolas, equipamentos culturais (como teatros e galerias de arte), restaurantes, academias, quadras poliesportivas, campos de futebol, entre outros espaços e projetos.
Colaborou Rodrigo Lima Segundo informações da direção da CNM, representantes dos dez maiores partidos com representação no Congresso Nacional foram convidados para o debate sobre a reforma política que se realizou na tarde desta terça (26), no Centro Internacional de Convenções do Brasil, onde se realiza a XVIII Marcha dos Prefeitos. Apenas PSDB, PSD E […]
Beto Albuquerque fala em debate mediado por José Patriota
Colaborou Rodrigo Lima
Segundo informações da direção da CNM, representantes dos dez maiores partidos com representação no Congresso Nacional foram convidados para o debate sobre a reforma política que se realizou na tarde desta terça (26), no Centro Internacional de Convenções do Brasil, onde se realiza a XVIII Marcha dos Prefeitos. Apenas PSDB, PSD E PSB enviaram representantes.
O agora ex-presidente extinta comissão da reforma política, Deputado Marcelo Costa e Castro (PMDB/PI) apresentou os principais pontos debatidos pela comissão antes dela ser extinta e antes do debate ser deslocado para o plenário da Câmara, com novo relator de plenário, o Deputado Rodrigo Maia. Além dele, participaram do debate o Senador Aécio Neves, representando o PSDB; o vice-presidente nacional do PSB, Beto Albuquerque e o Presidente nacional do PSD, Guilherme Campos. O debate foi mediado pelo Presidente da AMUPE, José Patriota.
“Uma vergonha internacional. Temos um dos piores sistemas políticos do mundo,” desabafou o Deputado Marcelo Castro. Beto Albuquerque e Aécio Neves avaliaram o “Distritão”, fim do voto proporcional para o legislativo, como um grande retrocesso. “Vai valer o poder do dinheiro, das campanhas milionárias. Os eleitos serão eleitos independentemente dos partidos. Isso será o fim dos partidos e da chance de representação para as minorias,” avaliou o vice-presidente do PSB.
O Senador Aécio Neves alegou que “é difícil alcançar consenso sobre estas questões”, mas o partido quer o fim da reeleição, mandato de seis anos, voto distrital misto e financiamento “com isonomia, sem distorção para quem tem muito dinheiro”. Segundo ele, o distritão parece trazer justiça à política, mas fragiliza demais os partidos políticos.
Todos foram unânimes ao criticar o “golpe de força” do Presidente da Câmara em renegar todo o acúmulo de discussões da comissão de reforma política e nomear um novo relator no dia da votação e apresentar um relatório que sequer havia sido discutido com o conjunto de partidos.
Antes do início do debate, a CNM apresentou os resultados de uma pesquisa que mostrou a opinião dos Prefeitos sobre a reforma política. Segundo os dados, 89,1% dos gestores municipais defendem o fim da reeleição, a coincidência dos mandatos e a unificação das eleições. Eles também defendem a limitação do número de reeleições para o parlamento.
Amupe indica Secretário Geral da CNM: Por conta da sua atuação destacada no cenário municipalista nacional, a AMUPE indicou um representante para compor a nova direção da CNM. Eduardo Tabosa, Prefeito de Cumaru, no Agreste do Estado, tomou posse ontem (26), como o novo Secretário Geral da Confederação Nacional dos Municípios. Ele é o atual tesoureiro da AMUPE.
A nova diretoria comandará a CNM no quadriênio 2015-2018. O atual Presidente, Paulo Ziukoski, foi reeleito. Os outros dirigentes são Glademir Aroldi (RS), vice-presidente, e Hugo Lembeck (SC), tesoureiro. O conselho fiscal será composto por Dalton Perin (ES), Expedito José (CE) e Mário Costa (RO). A CNM é a maior entidade municipalista da América Latina.
“É uma honra poder representar Pernambuco em uma instituição tão importante quanto a CNM. Nossa indicação é fruto do reconhecimento do trabalho que estamos desenvolvendo na AMUPE, ao lado do Prefeito José Patriota,”afirmou Eduardo Tabosa
Agenda: a manhã desta quarta (27) será um dos momentos mais importantes da XVlll Marcha. A partir das 9 horas, os Prefeitos reúnem-se com os Presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara, Eduardo Cunha. O tema será “O pacto federativo e o Congresso Nacional”. A discussão promete esquentar, uma vez que a repactuação do federalismo brasileiro tem sido a principal luta encampada pela CNM. À tarde, estão sendo aguardados os Governadores. 16 já confirmaram presenças.
Do Site Roberta Jungmann Dos mais prestigiadas o lançamento do 5º livro da carreira do jornalista Magno Martins, “Perto do Coração”, na noite da segunda, na Livraria Cultura do RioMar. O governador Paulo Câmara e o prefeito do Recife, Geraldo Júlio, fizeram questão de pegar um exemplar autografado do livro do jornalista, que ainda recebeu […]
Dos mais prestigiadas o lançamento do 5º livro da carreira do jornalista Magno Martins, “Perto do Coração”, na noite da segunda, na Livraria Cultura do RioMar.
O governador Paulo Câmara e o prefeito do Recife, Geraldo Júlio, fizeram questão de pegar um exemplar autografado do livro do jornalista, que ainda recebeu nomes como o presidente do Grupo EQM, Eduardo Monteiro.
Ainda anotados na fila de autógrafos os secretários, Thiago Norões e André de Paula, o ex-governador João Lyra Neto, e colegas de profissão como Francisco José e Beatriz Castro e editora-chefe da Folha de Pernambuco, Patrícia Raposo.
Aline Mariano, secretária da PCR e esposa de Magno, ajudou o marido a receber as centenas de pessoas que formavam a gigantesca fila na livraria.
Lançamento em Afogados da Ingazeira: segundo o blogueiro, o livro já tem data para ser lançado em sua terra natal, Afogados da Ingazeira em um sábado, dia 5 de setembro. Será na Praça Arruda Câmara, em frente à Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios. Outras datas serão brevemente anunciadas.
Do Correio Braziliense Citado na “lista de Janot”, o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou em nota que “dará todas as explicações à luz do dia”. O peemedebista será investigado por formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo aberto para averiguar desvios ocorridos na Petrobras. “Jamais mandei, credenciei ou […]
Citado na “lista de Janot”, o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou em nota que “dará todas as explicações à luz do dia”. O peemedebista será investigado por formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo aberto para averiguar desvios ocorridos na Petrobras.
“Jamais mandei, credenciei ou autorizei o deputado Aníbal Gomes, ou qualquer outro, a falar em meu nome, em qualquer lugar”, disse Renam por meio de nota.
Na delação premiada que deu início a Operação Lava-Jato, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, afirma que Renan recebeu propina em contratos e que, na prática, os pagamentos ao presidente do Senado estavam acima do teto de 3% estabelecido como limite dos repasses. Além disso, Paulo Roberto também afirma que o peemedebista usou o deputado federal Aníbal Ferreira Gomes (PMDB-CE) como interlocutor do esquema.
Íntegra da nota do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL):
“Nas democracias todos – especialmente os homens públicos – estão sujeitos a questionamentos, justos ou injustos. A diferença está nas respostas. Existem os que têm o que dizer e aqueles que não. Quanto a mim darei todas as explicações à luz do dia e prestarei as informações que a Justiça desejar.
Minhas relações junto ao poder público nunca ultrapassaram os limites institucionais. Jamais mandei, credenciei ou autorizei o deputado Aníbal Gomes, ou qualquer outro, a falar em meu nome, em qualquer lugar. O próprio deputado já negou tal imputação em duas oportunidades.
Como maior interessado no inquérito, apesar do atropelamento do Ministério Público que poderia ter evitado equívocos me ouvindo preliminarmente, considero que este é único instrumento capaz de comprovar o que venho afirmando desde setembro do ano passado.”
A “grande ameaça” do momento para o país, disse nesta terça-feira (2) o senador Humberto Costa (PT-PE), está “travestida sob o manto da chamada nova política”, cuja adoção é uma das bandeiras da campanha de Marina Silva à Presidência da República. Ele a chamou de “FHC de saias” e acusou a ex-ministra do Meio Ambiente […]
A “grande ameaça” do momento para o país, disse nesta terça-feira (2) o senador Humberto Costa (PT-PE), está “travestida sob o manto da chamada nova política”, cuja adoção é uma das bandeiras da campanha de Marina Silva à Presidência da República. Ele a chamou de “FHC de saias” e acusou a ex-ministra do Meio Ambiente de adotar alianças eleitorais de conveniência, apesar de dizer que não se junta a raposas políticas.
“Quais seriam, por exemplo, os rumos econômicos e uma política de um governo Marina Silva? Ela vai baixar a cabeça ao mercado financeiro, deixando a política neoliberal disseminar novamente o desemprego, a subida de preços, o aumento de impostos e o arrocho salarial. Será uma FHC de saias”, disse Costa.
“Desde que foi cunhada, essa expressão ‘nova política’ mostrou que de nova nada tinha; era mais do mesmo; era uma alegoria criada para ser vendida como novidade ao mesmo tempo em que se travestia de velhas práticas”, disse Humberto Costa.
O senador criticou também o que chamou de falta de coerência da candidata do PSB ao Palácio do Planalto. Ao mesmo tempo em que ela condena os transgênicos e a indústria de armas, o seu candidato a vice-presidente, deputado Beto Albuquerque (PSB-RS), recebeu contribuições eleitorais de empresas privadas desses setores.
segundo o líder do PT, o programa de governo divulgado por Marina na semana passada seria a “síntese das contradições que sua candidatura representa”. Ele classificou o programa como um conjunto de promessas que “não se aguentou 24 horas em pé” e foi modificado após pressão de grupos descontentes com o teor do programa.
“Como alguém se propõe a governar o Brasil desse jeito?” questionou o senador.
Humberto Costa ressaltou que as críticas não se tratam de qualquer veto pessoal a Marina, pois, segundo ele, todos conhecem a sua “bela história de vida”, a luta em favor da causa ambiental e o seu bom desempenho como parlamentar. “O que questiono aqui é o seu projeto para o Brasil, a 7ª economia do mundo, um país de mais de 200 milhões de habitantes, cheio de grandes complexidades que não podem ser geridas com invenções e truques, como quem tira coelho de cartola”, avalia.
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