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Para FAB, cansaço do piloto influiu no acidente que matou Eduardo Campos

Por André Luis

partes-do-corpo-de-eduardo-campos-foram-achados-a-mais-de-100-m-de-acidente-fotos940x529_0993aicitono_18vaujh1o1vtesqm1l6v1q871fr1gO relatório com o resultado das investigações realizadas foi divulgado pelo Cenipa

Do Estadão Conteúdo

O cansaço de Marcos Martins, piloto do avião que caiu em Santos (SP), em 13 de agosto de 2014, matando o então candidato do PSB e ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e outras seis pessoas, foi um dos fatores contribuintes para o desastre, que teve uma sequência de falhas humanas, conforme antecipou o jornal O Estado de S. Paulo.

O relatório com o resultado das investigações realizadas nos últimos 17 meses pelo Cenipa – Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos será apresentado nesta terça-feira, às 13 horas aos familiares de todos que estavam no voo e, em seguida, às 15h30, para a imprensa.

Além do uso de “atalho” para acelerar o procedimento de descida na Base Aérea de Santos, outro problema detectado durante os trabalhos foi a falta de treinamento do piloto, específico para aquela aeronave, um Cessna 560 XL, que levou à Aeronáutica, inclusive, a emitir uma recomendação de segurança à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), três meses depois do acidente

Durante as investigações foi detectado que a relação entre piloto e copiloto não era boa. Os dois tinham um histórico de atritos e o copiloto, Geraldo Magela Barbosa, teria pedido para não mais voar com Martins. O cansaço do piloto foi identificado pelo tom de voz de Martins no voo. Poucos dias antes do acidente, o próprio Martins já havia relatado, em redes sociais, que estava “cansadaço”.

Todo o perfil psicológico, pessoal e profissional dos dois pilotos foi levantado pela equipe que investigou as causas que levaram ao acidente. O quadro psicológico do copiloto foi amplamente analisado. O Cessna 560 XL saiu do aeroporto Santos Dumont, no Rio, rumo à Base Aérea de Santos, no Guarujá, em São Paulo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Outras Notícias

Diogo Moraes visita Sertânia, ratifica ações para o município e amplia base política

Na manhã deste sábado (19), o deputado estadual Diogo Moraes (PSB), vice-líder do governo na Assembleia Legislativa de Pernambuco, esteve a convite do prefeito Ângelo Ferreira, na cidade de Sertânia, Sertão do Moxotó. Na oportunidade, participou de um café da manhã ao lado de amigos e líderes políticos. No bate papo, predominou a conversa sobre […]

Na manhã deste sábado (19), o deputado estadual Diogo Moraes (PSB), vice-líder do governo na Assembleia Legislativa de Pernambuco, esteve a convite do prefeito Ângelo Ferreira, na cidade de Sertânia, Sertão do Moxotó.

Na oportunidade, participou de um café da manhã ao lado de amigos e líderes políticos.

No bate papo, predominou a conversa sobre a política partidária estadual com a definição de Danilo Cabral (PSB), candidato ao governo do Estado, pela Frente Popular de Pernambuco e ações parlamentares de Diogo Moraes para a cidade Rainha do Moxotó e região. O encontrou serviu para reafirmar compromissos com o time político liderado por Ângelo Ferreira em Sertânia e a continuidade do trabalho pela qualidade de vida do povo pernambucano.

“Fortalecer nossas bases é muito mais que angariar votos, é somar amizades, é expandir conhecimentos, é dividir experiências, é está mais próximo do povo, por isso, agradeço ao prefeito Ângelo Ferreira e todo grupo por sempre me recebem tão bem e por me dar a oportunidade de lutar por toda essa gente querida de Sertânia”, pontuou o deputado Diogo Moraes.  

Além de Ângelo Ferreira, Diogo Moraes esteve com Antônio Almeida vice-prefeito, os vereadores Niltinho Souza, Magaly Romão, Mundico, Marinho do Ônibus, Washington Passos e Denílson Simplício, o Professor Ivan ex-prefeito, os secretários Paulo Henrique, Desenvolvimento Social e Cidadania e Antônio Neto, Chefe do Gabinete do Prefeito e os ex-vereadores, Zuza do Padre e Rocha.

 Arcoverde

Neste encontro em Sertânia, Diogo Moraes também reafirmou compromissos com lideranças políticas do município de Arcoverde. O parlamentar conta com apoio de Djanira Brito e Elpídio Muniz suplentes vereadores, João Justino ex-vereador e Vanderlei, diretor regional do Ciretran de Arcoverde.

Juiz absolve Lula em processo sobre obstrução de Justiça

Do blog do Magno Martins O juiz da 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília, Ricardo Leite, absolveu Luiz Inácio Lula da Silva no processo em que o ex-presidente era acusado de crime de obstrução de Justiça. Esse foi o primeiro caso em que o ex-presidente se tornou réu na Lava Jato. Também é a […]

Do blog do Magno Martins

O juiz da 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília, Ricardo Leite, absolveu Luiz Inácio Lula da Silva no processo em que o ex-presidente era acusado de crime de obstrução de Justiça. Esse foi o primeiro caso em que o ex-presidente se tornou réu na Lava Jato. Também é a 1ª absolvição nos processos a que Lula responde.

À época, em 2016, a acusação era de que Lula tinha atrapalhado as investigações ao se envolver na tentativa de compra de silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, um dos delatores da operação.

Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, Bernardo Cerveró, filho de Cerveró, fez uma gravação em que o ex-senador Delcídio do Amaral prometia ajuda financeira de R$ 50 mil mensais para a família do ex-executivo da Petrobras Cerveró e honorários de R$ 4 milhões para o advogado Édson Ribeiro, que, até então, comandava a defesa.

Em contrapartida, apontavam as investigações, Cerveró silenciaria em sua delação premiada em relação ao então líder do governo, a Lula, ao pecuarista José Carlos Bumlai, ao banqueiro André Esteves e aos demais acusados.

O juiz Ricardo Leite considerou as provas insuficientes e também que a acusação de obstrução de Justiça estava baseada somente em afirmações de delatores.

Leite citou o artigo 17 do Código Penal, que fala sobre flagrante preparado, e o artigo 4º, da lei 12850/13, que diz que sentenças não podem ser proferidas com fundamento apenas em delação premiada.

O juiz diz: “Assim, o áudio captado não constitui prova válida para ensejar qualquer decreto condenatório. Há suspeitas também da ocultação de fatos por Bernardo e Cerveró”.

Ricardo Leite também afirma que “a instrução, a meu sentir, não possibilitou a reconstrução da realidade fática, o que impede qualquer decreto condenatório“.

Também foram absolvidos nesse processo o ex-senador Delcídio do Amaral, o ex-chefe de gabinete de Delcídio Diogo Ferreira, André Esteves, Édson Ribeiro, José Carlos Bumlai e o filho dele, Maurício Bumlai.

Em setembro do ano passado, o procurador Ivan Marx, do Ministério Público Federal do Distrito Federal, pediu a absolvição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do banqueiro André Esteves nesse processo. O MPF diz não ter encontrado evidências de que Lula e André Esteves cometeram o crime de obstrução de Justiça.

Além do caso no qual foi absolvido no Distrito Federal, Lula já foi condenado em segunda instância, no processo do triplex do Guarujá, e é réu em mais cinco ações penais.

Falecimento da PM Lourdinha é confirmado após protocolo de morte encefálica

O protocolo de morte cerebral da PM Lourdes Angelo Liberal Silva, Lourdinha, foi concluído, com a confirmação do seu falecimento. Ela tinha 46 anos e era casada com Cleidson Leite. Tinha dois filhos de outro relacionamento.  Ainda não há informações sobre velório e sepultamento. A família providencia o traslado do corpo do Hospital da Restauração.  […]

O protocolo de morte cerebral da PM Lourdes Angelo Liberal Silva, Lourdinha, foi concluído, com a confirmação do seu falecimento.

Ela tinha 46 anos e era casada com Cleidson Leite. Tinha dois filhos de outro relacionamento. 

Ainda não há informações sobre velório e sepultamento. A família providencia o traslado do corpo do Hospital da Restauração. 

Lourdinha teve um AVC quando jogava handebol com as amigas no Centro Desportivo. Foi levada às pressas pra Serra Talhada e de lá,  para o Hospital da Restauração, onde acabou falecendo. A informação foi passada à família na quinta, mas era necessário cumprir o protocolo de morte encefálica. 

O 23º BPM está providenciando homenagens fúnebres.

Itapetim paga gratificação a profissionais da educação com melhor desempenho em 2022 

O Governo Municipal de Itapetim, através da Secretaria de Educação, pagou nesta quarta-feira (01.02), a Gratificação Anual de Incentivo à Melhoria de Índices de Aprovação e Desempenho Educacional (GADE).  A bonificação contempla professores, equipe gestora, equipe pedagógica e secretários escolares, que apresentaram melhor desempenho de função durante o ano letivo de 2022. O pagamento da […]

O Governo Municipal de Itapetim, através da Secretaria de Educação, pagou nesta quarta-feira (01.02), a Gratificação Anual de Incentivo à Melhoria de Índices de Aprovação e Desempenho Educacional (GADE). 

A bonificação contempla professores, equipe gestora, equipe pedagógica e secretários escolares, que apresentaram melhor desempenho de função durante o ano letivo de 2022.

O pagamento da GADE acontece desde 2019 como forma de incentivo e valorização dos profissionais do magistério, visando melhorar ainda mais a educação de Itapetim.

Planalto ofereceu cargos pela morte de ex-PM ligado aos Bolsonaros, disse irmã

Adriano Magalhães da Nóbrega era acusado de chefiar grupo de matadores de aluguel. Foto: Divulgação / Polícia Civil Procurados, Presidência e defesa da irmã de Adriano da Nóbrega não se posicionaram sobre conteúdo das escutas Uma escuta telefônica feita pela Polícia Civil do Rio de Janeiro há dois anos mostra uma irmã do ex-policial militar Adriano […]

Adriano Magalhães da Nóbrega era acusado de chefiar grupo de matadores de aluguel. Foto: Divulgação / Polícia Civil

Procurados, Presidência e defesa da irmã de Adriano da Nóbrega não se posicionaram sobre conteúdo das escutas

Uma escuta telefônica feita pela Polícia Civil do Rio de Janeiro há dois anos mostra uma irmã do ex-policial militar Adriano Magalhães da Nóbrega acusando o Palácio do Planalto de oferecer cargos comissionados em troca da morte do ex-capitão.

Na gravação, Daniela Magalhães da Nóbrega afirma a uma tia, dois dias após a morte do irmão numa operação policial na Bahia, que ele soube de uma reunião envolvendo seu nome no palácio e do desejo de que se tornasse um “arquivo morto”.

“Ele já sabia da ordem que saiu para que ele fosse um arquivo morto. Ele já era um arquivo morto. Já tinham dado cargos comissionados no Planalto pela vida dele, já. Fizeram uma reunião com o nome do Adriano no Planalto. Entendeu, tia? Ele já sabia disso, já. Foi um complô mesmo”, disse ela na gravação autorizada pela Justiça.

Procurados, o Palácio do Planalto e a defesa de Daniela não se posicionaram sobre o conteúdo das escutas. Leia a íntegra da reportagem de Italo Nogueira e ouça o áudio na Folha de S. Paulo.