O final de semana teve mais chuvas nas cidades da região. Vem de São José do Egito o maior registro. Segundo o blogueiro Marcelo Patriota, entre idas e vindas em períodos do dia, foram 108 milímetros registrados.
Em Itapetim também choveu bem. Só no período da tarde foram 28 milímetros. A imagem e da ponte do Rio Pajeú na entrada de Itapetim no sentido São José do Egito. O domingo foi de muita chuva em outras cidades do Pajeú, somando 113 milímetros em Itapetim, além de muita água também em Carnaíba, com 80 milímetros. Choveu ainda em Tabira, Brejinho, Solidão, Santa Terezinha e Tuparetama.
De sexta pra cá em Afogados da Ingazeira as chuvas somaram 160 milímetros. Foram 60 milímetros na sexta, 70 mm no sábado e 30 mm no domingo. A previsão da meteorologia era de apenas 10 mm.
De acordo com a Compesa a Barragem de Brotas já se aproxima de 90% de sua capacidade de 20 milhões de metros cúbicos.
Populares e corajosos em Brotas. Foto: Wellington Júnior
Para hoje a previsão é de mais chuva na região. A notícia anima os observadores da Barragem de Brotas, para onde desembocam as águas que chegam dessas cidades, já que o nível atual da Barragem de Ingazeira gera a passagem da água para o reservatório.
Há pessoas confiantes no “sangrar” de Brotas este início de semana. Um boato de que isso teria ocorrido levou muitas pessoas ao local.
Falta de água em bairros da cidade geraram muitas críticas contra a COMPESA nesta semana. A população está revoltada com a dificuldade em fazer a água chegar em alguns pontos, mesmo com três fontes de distribuição: Adutora do Pajeú, Adutora Zé Dantas e Barragem de Brotas. O Gerente Regional Gileno Gomes tem dito que alguns […]
Falta de água em bairros da cidade geraram muitas críticas contra a COMPESA nesta semana. A população está revoltada com a dificuldade em fazer a água chegar em alguns pontos, mesmo com três fontes de distribuição: Adutora do Pajeú, Adutora Zé Dantas e Barragem de Brotas.
O Gerente Regional Gileno Gomes tem dito que alguns bairros como São Braz tiveram problemas e uma equipe está monitorando a distribuição. Outra informação passada é a de que houve uma redução na vazão do Sistema Zé Dantas, que dá suporte ao abastecimento da cidade de Afogados da Ingazeira, situação provocada por danos registrados em uma das bombas responsável pela captação da água.
Para concluir o reparo nessa bomba, é necessário repor uma peça, que tem previsão de chegada para a próxima semana. deveria chegar até esta sexta, mas não chegou. “Enquanto isso, para não prejudicar o abastecimento em alguns bairros, incluindo o São Brás, a Companhia está realizando ajustes operacionais para que toda cidade seja abastecida com o volume de água disponível”, disse a nota.
Já Washington Jordão admitiu que a Estação de tratamento de afogados da Ingazeira (ETA) tem um limite de tratamento. O subdimensionamento da ETA já foi colocado como um dos problemas de tratamento de água. Ele informou que isso será resolvido com a ETA de Tabira pronta. “Aí vamos ter segurança de tratamento de afogados”. Diz que a previsão é de 60 dias para início do funcionamento.
Mas a população perdeu a paciência. “A situação do abastecimento da Compesa aqui para o bairro São Brás está insustentável. Muitos moradores estão comprando pipa d’água e bombas para terem acesso a um produto que já deveriam ter por direito. Oriento que formalizem a reclamação na Ouvidoria da Compesa pelo número 0800 281 3844”, diz José Ernany.
“A parte alta da Rua Margarida Martins, Manoela Valadares sofre com a distribuição. Tem que haver uma intervenção nessa Compesa. Cadê os vereadores, o prefeito, O Ministério Público, a imprensa pra encabeçar um movimento e faça chegar até Paulo Câmara”, reclama Beto Siqueira. Outras áreas como Isídio Leite e São Sebastião também estão sofrendo muito. Mesmo áreas onde não costuma faltar água tem queixas. “No Centro nessa travessa perto da Câmara de Vereadores está faltando água, isso é só falta de organização”, reclama uma ouvinte. Esta semana foi de recorde de participação de ouvintes da Rádio pajeú com queixas sobre a distribuição.
O vereador Joel Gomes foi duro ao se posicionar sobre a possibilidade de Deva Pessoa se aliar a Sávio Torres. Segundo nota do Blog do Júnior Campos, a oposição, hoje representada pelo pré-candidato a prefeito Danilo Augusto, foi surpreendida por uma reviravolta quando Deva Pessoa, antes apontado como aliado, indicou possíveis intenções de compor com […]
O vereador Joel Gomes foi duro ao se posicionar sobre a possibilidade de Deva Pessoa se aliar a Sávio Torres.
Segundo nota do Blog do Júnior Campos, a oposição, hoje representada pelo pré-candidato a prefeito Danilo Augusto, foi surpreendida por uma reviravolta quando Deva Pessoa, antes apontado como aliado, indicou possíveis intenções de compor com a chapa governista.
“O processo aqui de definição da candidatura da oposição foi meio conturbado. Eu não concordei com o processo. É um processo muito conturbado, então eu achei melhor me afastar um pouco.”
Joel Gomes foi enfático: “essa é a posição de Deva. Não é a posição de Joel Gomes, muito menos de Domenico Perazzo. Não entro nesse joguete de falta de caráter e de vergonha. Sou um cara de posição. Eu quando tomo uma decisão a tomo de forma independente. Não sou capacho de ninguém muito menos liderado por ninguém”, disse.
O eSocial, sistema que começou a ser implantado este mês pelo Governo Federal para receber dos empregadores os dados referentes aos trabalhadores, causará grande impacto na gestão de pessoal das micros, pequenas e grandes empresas. Isso porque vai requerer alterações significativas, pois muitos processos serão revistos ou deixarão de existir. Além disso, a adequação para […]
O eSocial, sistema que começou a ser implantado este mês pelo Governo Federal para receber dos empregadores os dados referentes aos trabalhadores, causará grande impacto na gestão de pessoal das micros, pequenas e grandes empresas. Isso porque vai requerer alterações significativas, pois muitos processos serão revistos ou deixarão de existir.
Além disso, a adequação para atender às exigências do eSocial não é tarefa simples. Os desafios de implantação vão desde a necessidade de observação de prazos e regras, ao uso de programas específicos para a transmissão das informações.
Com o eSocial, as empresas precisarão de mais planejamento e controle, além de terem que prestar informações praticamente em tempo real sobre obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas. Dados como nascimento do filho do funcionário ou mudança de nome após o casamento, por exemplo, deverão ser informados. Além disso, deslizes comuns, como horas extras acima do limite de duas por dia e divisão de férias além do previsto em lei, poderão ser monitorados sem fiscalização presencial.
Com o objetivo de esclarecer os desdobramentos da implantação desse novo sistema, será realizado no Recife o seminário “O eSocial e as Mudanças na Prática Empresarial”. No evento, os especialistas Alberto Borges, da Lumi Consultoria, e Fabiana Soares, da Auditarh, profissionais do mercado envolvidos na preparação para a chegada desta nova obrigação, irão tirar dúvidas e apontar o riscos e oportunidades com os quais os empresários terão de lidar a partir deste ano. O seminário acontecerá na próxima quarta-feira, 24, no auditório do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Matérial Elétrico – Simmepe.
O eSocial está sendo implantado em três etapas. Em janeiro iniciou a primeira etapa na qual apenas as empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões anuais devem enviar apenas informações relativas às empresas, ou seja, cadastros do empregador. As informações relativas aos trabalhadores só começam a ser enviadas a partir de março.
As demais empresas, incluindo microempresas, microempreendedores individuais (MEI) e pessoas físicas (que possuam empregados) entram na segunda etapa começando a utilizar o sistema a partir de julho. A terceira etapa, que começa em janeiro de 2019, está reservada para os órgãos públicos.
No próximo dia 05 de junho acontece na Fazenda Escola do Campus Floresta do Instituto Federal do Sertão Pernambucano o Minicurso de Confecção e Manutenção de Minhocário. O objetivo do curso é proporcionar aos participantes conhecimento para produção caseira de adubo orgânico de qualidade, como o húmus, por meio de um minhocário. O curso é […]
No próximo dia 05 de junho acontece na Fazenda Escola do Campus Floresta do Instituto Federal do Sertão Pernambucano o Minicurso de Confecção e Manutenção de Minhocário. O objetivo do curso é proporcionar aos participantes conhecimento para produção caseira de adubo orgânico de qualidade, como o húmus, por meio de um minhocário.
O curso é gratuito com duração de 4 horas, e acontecerá a partir das 07h30 da manhã. Na ocasião será disponibilizado transporte saindo do Campus Floresta do IF Sertão-PE para a Fazenda Escola. São 30 vagas abertas ao público, e para se inscrever o interessado deve entrar em contato com o bolsista Mário Luis pelo whatsapp (87) 99613-2981, ou pelo e-mail [email protected].
O Minicurso será ministrado pelo Zootecnista Osório Nunes, Mestre em ciência animal e professor do campus Floresta do IF Sertão-PE. Durante o curso serão tratados a confecção de minhocário; manejo e cuidados; controle de pragas; alimentação; manejo de irrigação e técnicas para a construção de um minhocário caseiro com a reciclagem de recipientes.
De acordo com Osório a construção de um minhocário objetiva a “destinação de resíduos orgânicos produzidos em casa, como restos de alimentos, para a produção de húmus, substância rica em nutrientes, visando o cultivo de hortaliças ou outras espécies vegetais”. A vantagem da utilização do minhocário é significativa para o meio ambiente, uma vez que grande parte do lixo doméstico produzido nas residências é de origem orgânica, ou seja, restos de alimentos e a destinação desse lixo para a produção de adubo evita a emissão de gases de efeito estufa, diminui a demanda por espaço em aterros e lixões, além de oferecer aos produtores um adubo eficaz, garantindo a saúde do produtor e do consumidor, e a qualidade do produto.
Depois de um dia de agenda cheia, só agora posso falar do debate qualificado que a AMUPE promoveu no dia de hoje em seu Auditório. Com um auditório recheado de Assessores de Comunicação, o tema da relação do trabalho que eles realizam e as Fake News rendeu um excelente debate, pelo nível da plateia e […]
Depois de um dia de agenda cheia, só agora posso falar do debate qualificado que a AMUPE promoveu no dia de hoje em seu Auditório. Com um auditório recheado de Assessores de Comunicação, o tema da relação do trabalho que eles realizam e as Fake News rendeu um excelente debate, pelo nível da plateia e dos convidados que me rodearam.
Estiveram reunidos para discutir o assunto o jornalista Aldo Vilela âncora da Rádio Transamérica, apresentador do Roda Viva Pernambuco o diretor-presidente e o diretor vice-presidente da Empresa Pernambuco de Comunicação (EPC), Gustavo Almeida e a pesquisadora, doutora em comunicação e professora universitária, Nataly Queiroz.
Ficou evidente que os municípios devem valorizar ainda mais as assessorias de imprensa, estruturando-as para o trabalho que ganhou em volume e complexidade com as redes sociais. Em parte dos municípios interioranos, há carência nas equipes e até as “assessorias de uma pessoa só “. Precisam de mais apoio e suporte para desempenhar bem o trabalho.
Também precisa ficar evidente o papel da Assessoria de Comunicação. Não deve ser tratada como “assessoria do prefeito” ou de marketing. É a ponte institucional entre os municípios e as demandas da sociedade. Assim, tem papel mais importante é sublime do que se imagina. O resto, melhoria da imagem da gestão ou do gestor é consequência, não função máter.
Necessário, fundamental que haja planejamento das atividades, padrão organizacional e interação com os membros da equipe de governo.
Outra certeza: importante acompanhar a movimentação das redes sociais, dos canais alternativos , comunitários, mas sem perder o foco dos veículos tradicionais, que mantém sua força. Também não misturar as bolas. Uma denúncia de Whatsapp não pode ser respondida em uma emissora de rádio e vice versa. Cada um no seu quadrado.
A tarde, Adriano Oliveira, cientista político, professor da UFPE e sócio da Cenário Inteligência comandou com maestria a palestra O Controle Social e as Mídias. Quinta, o debate acontece para os sertanejos em Afogados da Ingazeira.
Fotos: Cláudio Gomes, Bonifácio Lira e Luiz Felipe Souza.
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