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O Governo de Pernambuco vai oferecer transporte rodoviário intermunicipal gratuito para eleitores no segundo turno das eleições, marcado para domingo (25). A medida foi anunciada pela governadora Raquel Lyra (PSD) na quarta-feira (21) e prevê a distribuição de passagens de ida e volta para deslocamentos entre a Região Metropolitana do Recife e municípios do interior. […]

O Governo de Pernambuco vai oferecer transporte rodoviário intermunicipal gratuito para eleitores no segundo turno das eleições, marcado para domingo (25). A medida foi anunciada pela governadora Raquel Lyra (PSD) na quarta-feira (21) e prevê a distribuição de passagens de ida e volta para deslocamentos entre a Região Metropolitana do Recife e municípios do interior.

A gratuidade contemplará viagens para a Zona da Mata, o Agreste e o Sertão, com regras específicas para cada região. Para obter as passagens, os eleitores deverão procurar as empresas responsáveis pelas rotas desejadas entre sexta-feira (23) e domingo (25), apresentando o título de eleitor e um documento de identificação.

Nas viagens para a Zona da Mata e o Agreste, os bilhetes serão válidos exclusivamente no domingo da eleição. Para o Sertão, será possível iniciar o deslocamento no sábado (24), a partir das 18h, com retorno previsto até as 21h do domingo.

A distribuição ficará limitada à quantidade de assentos normalmente disponibilizada pelas empresas concessionárias em dias úteis.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Raquel Lyra anunciou a medida e afirmou que o transporte gratuito estará disponível tanto na Região Metropolitana quanto nas viagens intermunicipais.

A governadora disse que o governo estadual vai divulgar orientações sobre o funcionamento do serviço no interior pelos canais oficiais.

A gratuidade do transporte coletivo urbano municipal e intermunicipal já está prevista na Resolução nº 23.751/2026, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A novidade anunciada pelo governo estadual envolve também o transporte rodoviário entre municípios, modalidade que não está abrangida pela mesma obrigação eleitoral.

A decisão ocorre após cobranças para ampliação do transporte gratuito no segundo turno. O Ministério Público de Pernambuco recomendou medidas para assegurar a oferta de ônibus sem redução da frota, enquanto o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) também recebeu pedidos relacionados ao deslocamento de eleitores no interior.

Na quarta-feira, o PSOL informou ter apresentado uma petição ao TRE-PE solicitando providências para garantir a gratuidade intermunicipal. Segundo o tribunal, o pedido ainda não havia sido despachado.

O governo estadual informou que o detalhamento das empresas participantes e da abrangência das rotas será divulgado nesta quinta-feira (22).

Fonte: Diário de Pernambuco
Imagem: Frame Reprodução/ Instagram

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A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na quarta-feira (21), uma ação que pede a cassação da chapa de Flávio Bolsonaro (PL) por suposto abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação social. A coligação também solicita que o candidato seja declarado inelegível […]

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na quarta-feira (21), uma ação que pede a cassação da chapa de Flávio Bolsonaro (PL) por suposto abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação social. A coligação também solicita que o candidato seja declarado inelegível por oito anos.

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), com 138 páginas, questiona a atuação da Meta, responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, e da plataforma X durante a campanha presidencial. Segundo os advogados de Lula, as empresas teriam adotado mecanismos que favoreceram a candidatura de Flávio e prejudicaram a distribuição de conteúdos do presidente.

A representação sustenta que teria ocorrido manipulação de algoritmos e interferência estrangeira no processo eleitoral brasileiro. Para a campanha petista, o tratamento dado às publicações dos dois candidatos teria comprometido a igualdade de condições na disputa.

Os advogados também pedem a cassação do registro da chapa de Flávio e de seu candidato a vice, o deputado federal Alfredo Gaspar (PL). Caso o senador vença o segundo turno, marcado para domingo (25), a coligação solicita que a eventual diplomação também seja alcançada pela decisão. A inelegibilidade do vice dependeria da comprovação de sua participação nas irregularidades apontadas.

Entre os argumentos apresentados, a campanha de Lula cita uma reportagem do The Intercept Brasil sobre a empresa Elytron, que teria sido contratada pela campanha adversária para atuar na criação de contas falsas, utilização de inteligência artificial e disseminação de conteúdos nas redes sociais.

A ação também acusa a Meta de permitir a geração de imagens manipuladas por inteligência artificial, incluindo montagens de conteúdo sexualizado envolvendo a primeira-dama Janja Lula da Silva e outras mulheres com atuação política. Segundo os advogados, também teriam sido produzidas imagens associando Lula a facções criminosas.

Além do pedido de cassação e inelegibilidade, a coligação solicita medidas urgentes para serem analisadas antes da votação. Entre elas estão a preservação de conteúdos e registros digitais das campanhas, a adoção de medidas para impedir tratamento desigual e a apresentação de esclarecimentos técnicos pela Meta, no prazo de 48 horas.

A campanha petista também pede que a plataforma deixe de favorecer conteúdos de Flávio e adote medidas para compensar a suposta diferença de alcance das publicações. Os advogados estimam um prejuízo equivalente a R$ 7,4 milhões em visibilidade e solicitam a concessão de R$ 7 milhões em créditos de impulsionamento.

Outro pedido é a elaboração de relatórios técnicos periódicos sobre o cumprimento das eventuais determinações judiciais, incluindo avaliações durante os dias que antecedem o segundo turno.

As acusações apresentadas pela campanha de Lula ainda dependem de análise da Justiça Eleitoral. O protocolo da ação não representa reconhecimento de irregularidades, cassação de candidatura ou declaração de inelegibilidade.

Fonte: Estadão Conteúdo
Foto: Evaristo Sa/AFP

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A Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde prorrogou até o dia 3 de novembro o prazo para pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de 2026. Segundo a gestão municipal, os contribuintes que efetuarem o pagamento dentro do novo prazo poderão participar do sorteio do IPTU Premiado. A administração também anunciou a concessão […]

A Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde prorrogou até o dia 3 de novembro o prazo para pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de 2026. Segundo a gestão municipal, os contribuintes que efetuarem o pagamento dentro do novo prazo poderão participar do sorteio do IPTU Premiado.

A administração também anunciou a concessão de descontos sobre multas e juros para contribuintes que possuem débitos do imposto referentes a anos anteriores. A medida busca facilitar a regularização de pendências junto ao município.

Os contribuintes interessados em regularizar débitos antigos devem procurar a sede da Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde para consultar os valores pendentes e obter informações sobre as condições oferecidas.

Foto: Reprodução

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Pesquisa Gerp aponta Flávio com 53% dos votos válidos e Lula com 47%

Pesquisa do instituto Gerp divulgada nesta quarta-feira (21) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 53% dos votos válidos na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 47%, uma diferença de seis pontos percentuais. Segundo o instituto, a vantagem do senador é estatisticamente significativa. O levantamento foi […]

Pesquisa do instituto Gerp divulgada nesta quarta-feira (21) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 53% dos votos válidos na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 47%, uma diferença de seis pontos percentuais. Segundo o instituto, a vantagem do senador é estatisticamente significativa.

O levantamento foi realizado entre os dias 19 e 21 de outubro, a quatro dias da votação, marcada para domingo (25). Os percentuais de votos válidos desconsideram os entrevistados que declararam não votar em nenhum dos candidatos ou não souberam responder.

Na comparação com a pesquisa anterior da Gerp, divulgada em 16 de outubro, Flávio oscilou de 52% para 53%, enquanto Lula passou de 48% para 47%. As variações de um ponto percentual estão dentro da margem de erro do levantamento.

No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados e todas as respostas são consideradas, Flávio registra 50% das intenções de voto, contra 45% de Lula. Outros 2% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois, enquanto 2% não souberam ou não responderam. A soma dos percentuais chega a 99% devido aos arredondamentos.

Os números da pesquisa estimulada permaneceram iguais aos registrados na rodada anterior, quando Flávio também aparecia com 50% e Lula com 45%.

Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados declaram sua preferência sem receber os nomes dos candidatos, Flávio alcança 48%, enquanto Lula registra 43%. Outros 8% não souberam responder e 1% mencionou outros nomes.

Em relação à rodada anterior, ambos oscilaram um ponto percentual para baixo na modalidade espontânea. Flávio tinha 49% e Lula, 44%.

A Gerp Mercadologia entrevistou 2.400 eleitores por telefone, em todo o território nacional, entre 19 e 21 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança informado de 95,55%.

O levantamento foi contratado e financiado pelo próprio instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03835/2026.

Fonte: Blog do Mario Flávio
Foto: Reprodução

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Um grupo de oito senadores, liderado por Randolfe Rodrigues (PT-AP), apresentou nesta quarta-feira (21) uma denúncia contra Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Conselho de Ética do Senado. Os parlamentares pedem a apuração de suspeitas de quebra de decoro envolvendo a relação do candidato à Presidência com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o financiamento de um filme […]

Um grupo de oito senadores, liderado por Randolfe Rodrigues (PT-AP), apresentou nesta quarta-feira (21) uma denúncia contra Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Conselho de Ética do Senado. Os parlamentares pedem a apuração de suspeitas de quebra de decoro envolvendo a relação do candidato à Presidência com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o financiamento de um filme sobre Jair Bolsonaro.

A representação questiona a atuação de Flávio nas negociações para financiar o filme Dark Horse, que retrata a trajetória política de seu pai. Segundo os parlamentares, o senador teria negociado com Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, um aporte de US$ 24 milhões para a produção.

O documento aponta que US$ 12,33 milhões teriam sido transferidos para um fundo nos Estados Unidos ligado ao projeto. Os autores da denúncia querem esclarecer se houve utilização do mandato parlamentar para obter vantagens indevidas.

A representação também menciona possíveis benefícios recebidos pelo senador, como viagens em aeronaves particulares e o uso de uma mansão em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

Outro ponto envolve o advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio. Os parlamentares pedem a apuração de informações sobre voos internacionais e uma conta bancária vinculada a uma empresa do advogado.

O pedido foi liderado por Randolfe Rodrigues e assinado também por Beto Faro (PT-PA), Humberto Costa (PT-PE), Rogério Carvalho (PT-SE), Eliziane Gama (PSD-MA), Paulo Paim (PT-RS), Camilo Santana (PT-CE) e Teresa Leitão (PT-PE).

Os senadores solicitam que Flávio seja chamado a apresentar sua defesa e que o Conselho examine as informações reunidas. Caso sejam identificados elementos suficientes para justificar a perda do mandato, os autores pedem o encaminhamento do caso à Mesa Diretora do Senado.

Flávio já negou irregularidades relacionadas ao financiamento de Dark Horse. O senador afirma que não houve contrapartida ligada ao exercício de seu mandato e sustenta que a responsabilidade pela prestação de contas dos recursos é da produtora do filme.

A denúncia foi registrada como Petição do Conselho de Ética nº 22/2026. Conforme a tramitação oficial do Senado, o procedimento aguarda a designação dos membros da comissão.

Fonte: Metrópoles
Foto: Reprodução

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A campanha do presidente Lula (PT) afirmou nesta quarta-feira (21) que aceita as condições apresentadas por Flávio Bolsonaro (PL) para a abertura dos sigilos dos candidatos e de seus familiares. A resposta, no entanto, inclui uma cobrança sobre a exclusão de uma empresa ligada ao advogado Willer Tomaz da proposta apresentada pelo senador. A posição […]

A campanha do presidente Lula (PT) afirmou nesta quarta-feira (21) que aceita as condições apresentadas por Flávio Bolsonaro (PL) para a abertura dos sigilos dos candidatos e de seus familiares. A resposta, no entanto, inclui uma cobrança sobre a exclusão de uma empresa ligada ao advogado Willer Tomaz da proposta apresentada pelo senador.

A posição foi anunciada pelo senador Camilo Santana (PT-CE), um dos coordenadores da campanha de Lula, após Flávio protocolar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma resposta ao desafio lançado pelo presidente durante o debate da Band, no domingo (18).

Na manifestação encaminhada à Justiça Eleitoral, o candidato do PL apresentou condições adicionais para autorizar a divulgação de informações bancárias, fiscais e telefônicas, incluindo dados de pessoas ligadas ao presidente.

Camilo classificou as exigências como uma tentativa de manobra, mas afirmou que Lula não pretende rejeitá-las.

“Todas as condicionantes que ele colocou, a única resposta que o presidente tem é dizer ao candidato que não se opõe a absolutamente nada do que ele estava falando”, declarou.

Apesar da disposição anunciada, a campanha petista questionou a retirada da Alcazar, empresa pertencente ao advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro, da relação de pessoas jurídicas que teriam seus sigilos abertos.

A empresa é mencionada em uma investigação da Polícia Federal na qual o candidato do PL aparece como suposto “usuário master” de uma conta bancária vinculada à companhia.

“A gente vê muita estranheza que ele tirar essa empresa. Então, que a imprensa possa cobrar dele porque é que ele está tirando essa empresa. Que ele cumpra o que foi pedido”, afirmou Camilo.

O coordenador informou que Lula apresentará uma resposta formal ao TSE às 11h desta quinta-feira (22). Segundo ele, Flávio terá até o mesmo horário para aceitar ou rejeitar os termos propostos.

Apesar das manifestações dos dois lados, a abertura dos sigilos ainda não foi efetivada. A discussão ocorre a quatro dias do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25).

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Nelson Almeida/AFP

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, defendeu nesta quarta-feira (21) o respeito às regras democráticas e às decisões judiciais. A declaração foi feita durante um seminário na sede da Corte, em Brasília, a quatro dias do segundo turno das eleições presidenciais. Durante a abertura do evento Diálogos com o Supremo, dedicado ao […]

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, defendeu nesta quarta-feira (21) o respeito às regras democráticas e às decisões judiciais. A declaração foi feita durante um seminário na sede da Corte, em Brasília, a quatro dias do segundo turno das eleições presidenciais.

Durante a abertura do evento Diálogos com o Supremo, dedicado ao papel dos tribunais constitucionais, Fachin alertou para os riscos enfrentados pelas democracias em períodos de polarização política e destacou a responsabilidade das instituições e dos participantes do processo democrático.

O ministro afirmou que o Estado Democrático de Direito depende do cumprimento das regras estabelecidas, inclusive por aqueles que não conseguem vencer as disputas políticas.

Fachin também chamou atenção para o uso de decisões judiciais no debate público. Segundo ele, em ambientes marcados pela polarização, essas decisões frequentemente são reduzidas a slogans e utilizadas em disputas políticas, o que torna ainda mais necessária a apresentação de fundamentos claros e transparentes à sociedade.

Outro ponto abordado foi o risco de enfraquecimento gradual das instituições democráticas. O presidente do STF observou que as democracias contemporâneas nem sempre são ameaçadas por rupturas abruptas, mas também por processos que aparentam respeitar a legalidade, embora comprometam os mecanismos de controle e a confiança pública.

O ministro defendeu ainda que o Supremo precisa encontrar equilíbrio em sua atuação. Para ele, a Corte não pode se omitir diante de violações de direitos fundamentais, mas também não deve substituir o debate político por decisões baseadas exclusivamente na vontade de seus integrantes.

As declarações ocorrem em meio a divergências internas no STF relacionadas às investigações do Banco Master, que envolvem suspeitas de fraudes financeiras e corrupção de agentes públicos. A crise também passou a integrar o debate eleitoral, com propostas de mudanças no funcionamento do Judiciário apresentadas durante a campanha.

Ao tratar da preservação das instituições, Fachin ressaltou que a consolidação democrática não é definitiva e depende tanto da capacidade de resistência das instituições quanto da participação da sociedade.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Rosinei Coutinho/STF

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O vereador Samuel Salazar (MDB) foi eleito, nesta quarta-feira (21), presidente da Câmara Municipal do Recife para o biênio 2027-2028. A escolha ocorreu durante votação no plenário da Casa José Mariano, com 35 votos favoráveis ao parlamentar. Salazar assumirá o comando do Legislativo municipal em substituição a Romerinho Jatobá (PSB), que ocupa a presidência há […]

O vereador Samuel Salazar (MDB) foi eleito, nesta quarta-feira (21), presidente da Câmara Municipal do Recife para o biênio 2027-2028. A escolha ocorreu durante votação no plenário da Casa José Mariano, com 35 votos favoráveis ao parlamentar.

Salazar assumirá o comando do Legislativo municipal em substituição a Romerinho Jatobá (PSB), que ocupa a presidência há seis anos e foi eleito deputado estadual nas eleições deste ano.

A eleição também definiu os demais integrantes da Comissão Executiva, responsável pela direção administrativa da Câmara. O vereador Marco Aurélio Filho (PV) foi escolhido primeiro-secretário, com 36 votos.

Para as vice-presidências, foram eleitos a professora Ana Lúcia (Republicanos), com 35 votos; Hélio Guabiraba (PSB), com 34; e Fred Ferreira (PL), com 32.

A segunda-secretaria ficará com Gilberto Alves (PRD), enquanto Carlos Muniz (PSB) ocupará a terceira-secretaria. Ambos receberam 36 votos. Natália de Menudo (PSB) e Chico Kiko (PSB) foram escolhidos para as suplências, com 35 e 34 votos, respectivamente.

Dos 37 vereadores titulares da Câmara do Recife, apenas Thiago Medina (PL) não compareceu à votação.

Antes de ser eleito presidente, Samuel Salazar exercia a liderança do governo municipal na Câmara. A escolha ocorreu após articulações entre parlamentares da base governista e da oposição para a composição da nova Mesa Diretora.

A posse dos eleitos está marcada para 4 de janeiro de 2027, às 10h, durante reunião solene, conforme o Regimento Interno da Câmara Municipal do Recife.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Francisco Silva/DP Foto

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O cientista político Felipe Nunes, diretor da Quaest, analisou nesta quarta-feira (21), na GloboNews, o papel da abstenção e dos votos brancos e nulos no segundo turno das eleições presidenciais. A avaliação ocorreu após a divulgação da pesquisa que aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL), com 45%, e Lula (PT), com 44%. Durante o […]

O cientista político Felipe Nunes, diretor da Quaest, analisou nesta quarta-feira (21), na GloboNews, o papel da abstenção e dos votos brancos e nulos no segundo turno das eleições presidenciais.

A avaliação ocorreu após a divulgação da pesquisa que aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL), com 45%, e Lula (PT), com 44%.

Durante o comentário, Nunes explicou que a chamada alienação eleitoral, que reúne os eleitores que não comparecem às urnas e aqueles que votam em branco ou nulo, é um indicador importante para compreender o comportamento do eleitorado.

“Olhar para a abstenção me parece uma estratégia limitada. Uma campanha que quer apostar numa virada precisa olhar, na verdade, para alienação”, afirmou.

O pesquisador utilizou as eleições de 2014, disputadas entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB), para explicar como mudanças no comportamento de eleitores que não escolheram nenhum candidato podem influenciar o resultado de um segundo turno.

Segundo Nunes, naquele ano houve uma redução de um ponto percentual na alienação eleitoral. Ele também comparou os dados com os pleitos de 2018 e 2022, destacando diferenças no comportamento dos eleitores entre o primeiro e o segundo turno.

Na análise, o cientista político abordou ainda os possíveis efeitos de estratégias voltadas à redução da abstenção e a importância de considerar separadamente os eleitores que deixam de votar e aqueles que comparecem às urnas, mas não escolhem um candidato.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com a análise completa de Felipe Nunes.

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A orientação foi discutida internamente nessa terça-feira (20), diante da avaliação de aliados de que declarações de integrantes da equipe poderiam provocar novas controvérsias na reta final da campanha. Com isso, Flávio deverá concentrar as explicações sobre propostas e temas considerados importantes. O episódio que motivou a decisão ocorreu na segunda-feira (19), quando Daniella Marques […]

A orientação foi discutida internamente nessa terça-feira (20), diante da avaliação de aliados de que declarações de integrantes da equipe poderiam provocar novas controvérsias na reta final da campanha. Com isso, Flávio deverá concentrar as explicações sobre propostas e temas considerados importantes.

O episódio que motivou a decisão ocorreu na segunda-feira (19), quando Daniella Marques defendeu, durante entrevista à CBN Bahia, uma regra de transição de dois anos para beneficiários do Bolsa Família que conseguissem emprego formal ou abrissem um negócio.

A declaração provocou questionamentos sobre uma possível interrupção do benefício após esse período e passou a ser utilizada pela campanha do presidente Lula (PT), adversário de Flávio no segundo turno.

Diante da repercussão, o senador publicou um vídeo nas redes sociais negando que pretenda acabar com o programa. Segundo ele, a proposta busca permitir que beneficiários continuem recebendo o auxílio por até dois anos após conseguirem emprego ou iniciarem uma atividade empresarial.

Integrantes da campanha afirmam que a orientação não representa punição a Daniella Marques, que permanece nas discussões sobre o programa de governo. A avaliação interna, entretanto, é que a proposta não foi suficientemente esclarecida na entrevista.

A decisão também ocorre em meio à divulgação de informações sobre investigações da Polícia Federal envolvendo Flávio e o advogado Willer Tomaz. Os investigadores apuram suspeitas de lavagem de dinheiro e possíveis vínculos empresariais entre os dois, que negam irregularidades.

Além de centralizar as declarações, a campanha prepara o candidato para o último debate presidencial, previsto para sexta-feira (23), na TV Globo. A equipe discute a possibilidade de reduzir os confrontos pessoais e ampliar a apresentação de propostas.

Fonte: O Globo

Foto: Reprodução

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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta quarta-feira (21) que aceita o desafio de Lula (PT) para abrir seus sigilos bancário, fiscal e telefônico. O senador, no entanto, condicionou a medida à divulgação de informações de Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente. A declaração foi feita durante […]

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta quarta-feira (21) que aceita o desafio de Lula (PT) para abrir seus sigilos bancário, fiscal e telefônico. O senador, no entanto, condicionou a medida à divulgação de informações de Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente.

A declaração foi feita durante uma agenda de campanha em Guarulhos, São Paulo, Flávio respondeu à proposta apresentada por Lula durante o debate da Band, no domingo (18), quando o petista desafiou o adversário a tornar públicos os dados financeiros e telefônicos dos dois candidatos e de seus familiares.

“Ele fez um desafio feio para mim. O Lula nem tem celular, como é que ele quer abrir o sigilo do telefone dele? Só que eu não só vou aceitar o desafio, como eu vou levar até as últimas consequências”, declarou Flávio.

Em seguida, o senador estabeleceu uma condição: “Eu abro meu sigilo do telefone sim, mas o Marcola tem que abrir o dele”.

Marco Aurélio Santana Ribeiro, citado pelo candidato, é ex-chefe de gabinete de Lula e teve seu nome relacionado a investigações sobre possíveis irregularidades envolvendo contratos com o governo federal. A Polícia Federal apura suspeitas de que ele teria recebido recursos da empresária Roberta Luchsinger, investigada por sua atuação em negócios relacionados à administração pública.

Durante a declaração, Flávio também defendeu a origem de seu patrimônio e afirmou que suas informações financeiras já são conhecidas pelos órgãos de fiscalização.

“O meu patrimônio é todo declarado para a Justiça Eleitoral, para a Receita Federal. É declarado pra quem quiser. Minha vida é um livro aberto”, afirmou.

O senador é citado em dois inquéritos conduzidos pela Polícia Federal. Um investiga um pedido de R$ 134 milhões ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro. O outro apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas envolvendo o advogado Willer Tomaz, amigo pessoal do candidato.

Na terça-feira (20), Lula formalizou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sua proposta de abertura dos sigilos, incluindo informações de familiares e empresas relacionadas aos candidatos.

Fonte: Correio Braziliense

Foto: Nelson Almeida/AFP

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Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) mostra que 44% dos eleitores têm mais medo do retorno da família Bolsonaro ao poder, enquanto 42% temem mais a reeleição do presidente Lula (PT). É a primeira vez desde agosto que o temor da eleição de Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente acima do receio de um novo mandato […]

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) mostra que 44% dos eleitores têm mais medo do retorno da família Bolsonaro ao poder, enquanto 42% temem mais a reeleição do presidente Lula (PT).

É a primeira vez desde agosto que o temor da eleição de Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente acima do receio de um novo mandato de Lula. Na pesquisa anterior, divulgada em 14 de outubro, os dois cenários registravam 43% cada.

A última vez em que o medo da volta dos Bolsonaro havia superado o da reeleição de Lula foi em 14 de agosto, quando 45% dos entrevistados apontaram maior temor em relação à eleição de Flávio, contra 41% que manifestaram receio da permanência do petista no Planalto.

Entre os beneficiários do Bolsa Família, a diferença é maior. Nesse grupo, 63% afirmaram temer mais o retorno da família Bolsonaro, percentual que era de 58% na pesquisa anterior.

Já o temor da reeleição de Lula entre os beneficiários do programa caiu de 29% para 23% no mesmo período.

O levantamento foi realizado após a promulgação do fim da escala de trabalho 6×1, em 16 de outubro, e também abrange parte das repercussões do debate presidencial realizado pela Band no domingo (18).

A pesquisa ouviu presencialmente 2.154 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. Contratado pelo jornal O Globo e pela TV Globo, o levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e registro BR-08535/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O indicador mede qual dos dois resultados eleitorais provoca mais temor entre os entrevistados e não deve ser confundido com intenção de voto ou rejeição aos candidatos.

Fonte: Estadão Conteúdo

Foto: Daniel Ramalho/AFP e Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press

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A minuta foi elaborada pelo ministro André Mendonça e circulou entre integrantes do TSE. O texto previa que a restrição começasse dois dias antes da votação, marcada para domingo (25), e permanecesse em vigor até 24 horas depois da eleição. A proposta atingiria canais de apoio aos dois candidatos à Presidência, incluindo o Exército do […]

A minuta foi elaborada pelo ministro André Mendonça e circulou entre integrantes do TSE. O texto previa que a restrição começasse dois dias antes da votação, marcada para domingo (25), e permanecesse em vigor até 24 horas depois da eleição.

A proposta atingiria canais de apoio aos dois candidatos à Presidência, incluindo o Exército do Lula, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), que ultrapassou 7 milhões de inscritos, e o Tropa do Flávio, ligado à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), com aproximadamente 2 milhões de seguidores.

Após a divulgação da proposta, Nunes Marques afirmou ser contrário à alteração das regras eleitorais às vésperas da votação. O presidente do TSE declarou que não convocará reunião para discutir a minuta e que o assunto não será incluído na pauta do tribunal.

Segundo o ministro, o texto foi elaborado por André Mendonça a partir de discussões realizadas anteriormente com outros integrantes da Corte.

Mendonça, por sua vez, afirmou que a proposta não foi uma iniciativa individual. Em nota, declarou que houve consenso entre os ministros sobre a necessidade de discutir o funcionamento dos canais políticos e que a minuta dependeria de deliberação do colegiado.

O objetivo apresentado pelo gabinete de Mendonça seria evitar a circulação de conteúdos ilícitos nas horas próximas à votação, período em que haveria menos tempo para respostas e eventuais correções.

A discussão ocorre após decisões envolvendo o canal Exército do Lula, que chegou a ser suspenso por determinação de Nunes Marques e posteriormente voltou a funcionar. A campanha de Flávio Bolsonaro apresentou representações contra o canal, questionando conteúdos divulgados pela página.

Na última sexta-feira (16), o TSE já havia aprovado regras para o funcionamento de canais vinculados às campanhas eleitorais. A resolução estabelece critérios para o registro dessas páginas e prevê a possibilidade de suspensão em casos de divulgação reiterada de conteúdos ilícitos.

A nova minuta ampliaria as restrições ao alcançar canais políticos de grande porte durante um período determinado, independentemente de decisão individual sobre seu conteúdo.

Apesar da divergência entre as manifestações de Nunes Marques e Mendonça, não houve aprovação da proposta. O presidente do TSE afirmou que o texto não será submetido à votação antes do segundo turno.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Luiz Roberto/TSE

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Sete municípios do Sertão do Pajeú devem ficar de fora do processo eleitoral do CIMPAJEÚ (Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú) para o biênio 2027-2028 por atingirem o número de faltas que inviabiliza a participação no certame. De acordo com o Ofício Circular nº 002/2026, emitido pelo presidente do consórcio, Luciano Torres, os prefeitos […]

Sete municípios do Sertão do Pajeú devem ficar de fora do processo eleitoral do CIMPAJEÚ (Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú) para o biênio 2027-2028 por atingirem o número de faltas que inviabiliza a participação no certame.

De acordo com o Ofício Circular nº 002/2026, emitido pelo presidente do consórcio, Luciano Torres, os prefeitos dessas cidades faltaram a duas reuniões consecutivas ou a três alternadas ao longo deste ano, o que restringe o direito de votar e ser votado, conforme previsto no Estatuto Social.

A medida segue as regras dos artigos 15 (§5º) e 61 do estatuto do consórcio, que estabelecem o critério de assiduidade como um requisito direto para a participação no pleito, e não como uma penalidade disciplinar.

Municípios com restrição eleitoral por faltas

Atingiram o limite de ausências não justificadas nas assembleias os prefeitos de Betânia, Erivaldo Bezerra, o “Bebe Água” (3 faltas); Calumbi Erivaldo José da Silva, o Joelson (3 faltas); Custódia: Manoel Messias, o Messias do DNOCS (2 faltas consecutivas); Iguaracy, Dr. Pedro Alves (3 faltas); Sertânia, Pollyanna Abreu (3 faltas); Triunfo: Luciano Bonfim (3 faltas) e Tuparetama, Diógenes Patriota, com 3 faltas.

Os municípios de São José do Egito e Santa Cruz da Baixa Verde registraram duas faltas alternadas (nas datas de 22/02 e 16/10). Uma nova ausência sem justificativa oficializada também os deixará inaptos para o pleito. Os demais municípios consorciados seguem totalmente aptos quanto ao critério de presença.

Regularização financeira

A Assembleia Geral do CIMPAJEÚ também deliberou que, para fins eleitorais, as prefeituras que estiverem inadimplentes poderão regularizar sua situação junto ao consórcio. Para isso, deverão formalizar um parcelamento dos débitos e manter o pagamento regular das parcelas. As normas oficiais das eleições da Diretoria Executiva serão divulgadas com 30 dias de antecedência.

Quaest: um ponto separa Flávio e Lula. O que diz a pesquisa por dentro

No meu comentário desta quarta-feira (21), analiso os bastidores da nova pesquisa Quaest para o segundo turno das eleições presidenciais, que aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro (45%) e Lula (44%). Abordo as movimentações do eleitorado nesta reta final, os desafios enfrentados pelas campanhas e os fatores que podem influenciar o resultado das urnas, como […]

No meu comentário desta quarta-feira (21), analiso os bastidores da nova pesquisa Quaest para o segundo turno das eleições presidenciais, que aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro (45%) e Lula (44%).

Abordo as movimentações do eleitorado nesta reta final, os desafios enfrentados pelas campanhas e os fatores que podem influenciar o resultado das urnas, como a abstenção e o chamado “voto silencioso”.

Também discuto a importância de interpretar os números com cautela, diante de uma disputa que permanece indefinida.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com meu comentário completo.

Evento será realizado nos dias 2 e 3 de dezembro, com debates sobre políticas públicas e serviços de saúde. O Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco (COSEMS-PE) realizará, nos dias 2 e 3 de dezembro, o 78º Encontro de Secretarias Municipais de Saúde, no Hotel Fazenda Portal de Gravatá. Com o tema “Municípios […]

Evento será realizado nos dias 2 e 3 de dezembro, com debates sobre políticas públicas e serviços de saúde.

O Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco (COSEMS-PE) realizará, nos dias 2 e 3 de dezembro, o 78º Encontro de Secretarias Municipais de Saúde, no Hotel Fazenda Portal de Gravatá.

Com o tema “Municípios fortes, SUS forte: o protagonismo da gestão municipal na Saúde de Pernambuco”, o evento reunirá gestores, especialistas e representantes das três esferas de governo para discutir questões relacionadas à organização dos serviços públicos de saúde.

A programação terá conferência magna, seminários temáticos e debates sobre saúde mental, Atenção Primária, Saúde Digital, Assistência Farmacêutica, Atenção Especializada e Controle Social.

Entre os assuntos previstos estão os desafios da política municipal de saúde mental, a integração dos sistemas digitais do SUS, a organização das redes de atendimento e a implementação do programa Agora Tem Especialistas.

O encontro também contará com assembleia dos secretários municipais de saúde, oficina de escrita de experiências desenvolvidas nos municípios e discussões sobre participação social nas decisões da gestão pública.

As inscrições começaram em 15 de outubro e seguem até 27 de novembro, exclusivamente pelo endereço eventos.cosemspe.org

Foto: Divulgação

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Nova pesquisa Quaest aponta diferença de 1,2 ponto percentual entre os candidatos nos votos válidos. Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 50,6% dos votos válidos, contra 49,4% do presidente Lula (PT), na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais. Os números indicam empate técnico, considerando a margem de erro de […]

Nova pesquisa Quaest aponta diferença de 1,2 ponto percentual entre os candidatos nos votos válidos.

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 50,6% dos votos válidos, contra 49,4% do presidente Lula (PT), na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais.

Os números indicam empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Na rodada anterior, divulgada em 14 de outubro, os percentuais publicados eram de 51% para Flávio e 49% para Lula nos votos válidos.

Nas intenções de voto totais, Flávio aparece agora com 45%, enquanto Lula registra 44%. Na pesquisa anterior, os números eram de 46% e 44%, respectivamente.

O levantamento ouviu 2.154 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro, por meio de entrevistas presenciais.

Contratada pelo Grupo Globo, a pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e registro BR-08535/2026 no TSE.

Foto: Reprodução

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No meu comentário desta quarta-feira (21) para o Jornal Itapuama, analiso a credibilidade e o papel dos institutos de pesquisa nas eleições. Abordo os questionamentos de parte do eleitorado sobre a precisão dos levantamentos e a importância de diferenciar os institutos que trabalham com rigor técnico daqueles que utilizam metodologias questionáveis ou agem de má-fé. […]

No meu comentário desta quarta-feira (21) para o Jornal Itapuama, analiso a credibilidade e o papel dos institutos de pesquisa nas eleições.

Abordo os questionamentos de parte do eleitorado sobre a precisão dos levantamentos e a importância de diferenciar os institutos que trabalham com rigor técnico daqueles que utilizam metodologias questionáveis ou agem de má-fé.

Também destaco que os institutos reconhecidos dependem da precisão de seus resultados para preservar a credibilidade no mercado. No entanto, ainda enfrentam o desafio de captar o desencanto de parte da população e o chamado “voto silencioso”, que pode produzir resultados diferentes daqueles apontados pelas pesquisas.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com meu comentário completo sobre o assunto.

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 45% das intenções de voto, contra 44% do presidente Lula (PT), no segundo turno da eleição presidencial. A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico. O novo levantamento mostra uma redução de um ponto […]

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 45% das intenções de voto, contra 44% do presidente Lula (PT), no segundo turno da eleição presidencial. A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico.

O novo levantamento mostra uma redução de um ponto percentual nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro em comparação com a rodada anterior, divulgada em 14 de outubro, quando o senador registrava 46%. Lula permaneceu com os mesmos 44%.

Com a oscilação, a diferença numérica entre os candidatos caiu de dois para um ponto percentual, a quatro dias do segundo turno, marcado para domingo (25).

Esta é a primeira pesquisa Quaest divulgada após o debate presidencial realizado pela Band, no domingo (18), quando os dois candidatos se enfrentaram e trocaram acusações sobre corrupção, investigações e a abertura de sigilos bancários e telefônicos.

Os percentuais divulgados correspondem às intenções de voto totais, que consideram todos os entrevistados. Os números oficiais específicos de votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, não foram apresentados na reportagem consultada.

A pesquisa foi encomendada pelo Grupo Globo e ouviu 2.154 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro, por meio de entrevistas presenciais e domiciliares.

O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026.

Fonte: O Globo
Fotos: Reprodução

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Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) mostra que 47% dos brasileiros desaprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 46% aprovam a gestão. A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico. O novo levantamento aponta uma oscilação nos indicadores de aprovação […]

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) mostra que 47% dos brasileiros desaprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 46% aprovam a gestão. A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico.

O novo levantamento aponta uma oscilação nos indicadores de aprovação do governo federal em comparação com a pesquisa anterior, divulgada em 14 de outubro. Na ocasião, a desaprovação era de 48%, enquanto a aprovação registrava 45%.

Com os novos números, a desaprovação recuou um ponto percentual, enquanto a aprovação avançou na mesma proporção. As duas variações estão dentro da margem de erro da pesquisa.

Os resultados mostram que as avaliações sobre o desempenho do governo permanecem divididas entre os entrevistados, a quatro dias do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25).

A Quaest também divulgou nesta quarta-feira os números da disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL). No cenário estimulado, o senador aparece com 45% das intenções de voto, contra 44% do presidente. Os candidatos estão tecnicamente empatados.

Em relação à pesquisa eleitoral anterior, Flávio oscilou de 46% para 45%, enquanto Lula manteve os mesmos 44%. As intenções de voto em branco ou nulo somam 9%, e os indecisos representam 2%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 20 de outubro, com 2.154 eleitores de 16 anos ou mais, entrevistados presencialmente em diferentes regiões do país.

Contratado pelo Grupo Globo, o levantamento apresenta margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e registro BR-08535/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Lula visita José Sarney em São Luís após ato de campanha no Maranhão

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) visitou o ex-presidente José Sarney, de 96 anos, nessa terça-feira (20), em São Luís, no Maranhão. O encontro ocorreu na residência do ex-mandatário, que se recupera de uma cirurgia abdominal e recebeu alta hospitalar no último sábado (17). A visita durou aproximadamente 20 minutos e aconteceu após […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) visitou o ex-presidente José Sarney, de 96 anos, nessa terça-feira (20), em São Luís, no Maranhão. O encontro ocorreu na residência do ex-mandatário, que se recupera de uma cirurgia abdominal e recebeu alta hospitalar no último sábado (17).

A visita durou aproximadamente 20 minutos e aconteceu após Lula participar de uma mobilização de campanha no Centro Histórico da capital maranhense, a cinco dias do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25).

O presidente estava acompanhado da primeira-dama Janja Lula da Silva. Também participaram do encontro Marly Sarney, esposa do ex-presidente; a deputada federal e ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney; o ex-ministro Rui Costa; e o governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT).

Sarney estava em casa desde sábado (17), após passar nove dias internado no UDI Hospital, em São Luís. Ele foi hospitalizado no dia 9 de outubro, depois de apresentar dores abdominais, e precisou passar por uma cirurgia para tratar uma obstrução intestinal.

De acordo com o boletim médico divulgado após sua alta, o ex-presidente apresentou evolução clínica satisfatória e deverá continuar o acompanhamento médico ambulatorial.

José Sarney governou o Brasil entre 1985 e 1990, após assumir a Presidência com a morte de Tancredo Neves, tornando-se o primeiro presidente do período de redemocratização depois da ditadura militar.

Após o encontro, Lula seguiu para o Aeroporto Internacional Marechal Hugo da Cunha Machado, de onde embarcou para a Bahia. Na sequência, participou de uma caminhada de campanha entre Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), no Vale do São Francisco.

Fonte: g1
Foto: Reprodução

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O escritório de advocacia do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) emitiu ao menos R$ 13,7 milhões em notas fiscais entre janeiro de 2023 e julho de 2026. Parte dos valores foi cobrada de outros escritórios de advocacia, e a maioria dos documentos apresenta descrições genéricas dos serviços prestados. O levantamento analisou 62 […]

O escritório de advocacia do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) emitiu ao menos R$ 13,7 milhões em notas fiscais entre janeiro de 2023 e julho de 2026. Parte dos valores foi cobrada de outros escritórios de advocacia, e a maioria dos documentos apresenta descrições genéricas dos serviços prestados.

O levantamento analisou 62 notas fiscais emitidas pela Flávio Bolsonaro Sociedade Individual de Advocacia, aberta em abril de 2021 e registrada no endereço residencial do senador, no Lago Sul, em Brasília. A empresa tem Flávio como único titular e conta com Letícia Caetano dos Reis na administração.

A maior parte das notas descreve os serviços apenas como “assessoria jurídica”, sem detalhar os trabalhos realizados. Consultas a sistemas judiciais identificaram somente um processo em que Flávio atuou para um dos clientes mencionados nos documentos. A advocacia, entretanto, também envolve consultorias e pareceres que não necessariamente resultam em processos judiciais.

O maior cliente identificado foi o escritório Nilo & Almeida Advogados Associados, que pagou R$ 4 milhões em duas parcelas, em agosto e outubro de 2025. Um dos sócios, Edvaldo Nilo de Almeida, foi nomeado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para a Comissão de Ética Pública da Presidência, em 2022.

Edvaldo afirmou que os serviços foram prestados conjuntamente pelos escritórios para clientes privados, sem utilização de recursos públicos.

Outros R$ 3,3 milhões foram registrados em notas destinadas à Simas Industrial de Alimentos. Duas sociedades ligadas ao advogado Otto Medeiros, amigo do ministro Kassio Nunes Marques, aparecem com pagamentos que somam R$ 2,1 milhões. O escritório de Otto informou que contratou serviços de consultoria jurídica privada.

A banca de Daniel Bettamio Tesser, integrante da defesa de Jair Bolsonaro, também aparece entre os clientes, com R$ 970 mil em pagamentos entre dezembro de 2025 e março de 2026.

Os documentos mostram ainda uma nota de R$ 500 mil emitida para a Contábil Correa Contabilidade & Auditoria, empresa ligada à Copenhagen Assessoria e Consultoria, que recebeu recursos do Banco Master. Outras duas notas destinadas à Copenhagen, também de R$ 500 mil cada, foram canceladas.

As movimentações ganharam atenção em meio a um inquérito da Polícia Federal sobre suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo Flávio e o advogado Willer Tomaz. Segundo a investigação, uma das contas bancárias indicadas nas notas fiscais do escritório seria compartilhada pelos dois, informação contestada por ambos.

A legislação permite que parlamentares exerçam atividades profissionais paralelas ao mandato, desde que respeitem restrições legais, incluindo impedimentos para atuação em determinadas causas envolvendo o poder público.

O empresário Marcos Antonio Grecco, também identificado entre os clientes, afirmou que contratou formalmente Flávio para atuar em um processo judicial e negou qualquer relação entre os serviços e negócios de suas empresas no setor energético.

A campanha de Flávio Bolsonaro foi procurada para prestar esclarecimentos, mas não respondeu aos questionamentos até a publicação da reportagem.

Fonte: UOL
Foto: Charles Vieira

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Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 51,1% dos votos válidos, contra 48,9% do presidente Lula (PT), na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial. A diferença de 2,2 pontos percentuais está dentro da margem de erro do levantamento. O resultado considera apenas os votos válidos, excluindo brancos, nulos e eleitores […]

Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 51,1% dos votos válidos, contra 48,9% do presidente Lula (PT), na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial. A diferença de 2,2 pontos percentuais está dentro da margem de erro do levantamento.

O resultado considera apenas os votos válidos, excluindo brancos, nulos e eleitores indecisos. A margem de erro da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, o que caracteriza empate técnico entre os dois candidatos a quatro dias da votação.

No cenário estimulado, que considera o total de entrevistados, Flávio aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Lula registra 46%. Os votos brancos e nulos somam 3,4%, e outros 2,6% não souberam responder.

Na comparação com a pesquisa anterior do instituto, divulgada em 30 de setembro, Lula oscilou de 48,5% para 46%, uma redução de 2,5 pontos percentuais. Flávio manteve os 48% registrados naquele levantamento.

A pesquisa também identificou um aumento nas intenções de voto em branco ou nulo, que passaram de 2,1% para 3,4%. Já o percentual de entrevistados que não souberam responder subiu de 1,5% para 2,6%.

Outro dado apresentado pelo levantamento é o grau de definição do voto. Segundo a Meio/Ideia, 83,7% dos entrevistados afirmaram já ter decidido em quem votar, enquanto 16,3% admitiram a possibilidade de mudar de candidato.

A pesquisa também mediu a rejeição dos presidenciáveis. Lula registra 47,7% de eleitores que afirmam não votar nele de maneira alguma, enquanto Flávio aparece com 46,5%. Os percentuais estão dentro da margem de erro.

O levantamento foi realizado pelo instituto Ideia, contratado pelo Meio, e ouviu 1.500 eleitores com 16 anos ou mais, por telefone, entre os dias 15 e 19 de outubro, em todas as regiões do país.

A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08251/2026.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado no próximo domingo (25).

Fonte: Meio/Ideia; Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução

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Pesquisa Palver divulgada nesta quarta-feira (21) aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL), com 50%, e Lula (PT), com 48% das intenções de voto para o segundo turno. O levantamento também mostra que 79% dos entrevistados afirmam que nada os faria mudar de candidato até a votação. Os resultados indicam estabilidade em relação à pesquisa […]

Pesquisa Palver divulgada nesta quarta-feira (21) aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL), com 50%, e Lula (PT), com 48% das intenções de voto para o segundo turno. O levantamento também mostra que 79% dos entrevistados afirmam que nada os faria mudar de candidato até a votação.

Os resultados indicam estabilidade em relação à pesquisa anterior, divulgada no dia 13. Flávio Bolsonaro manteve os 50%, enquanto Lula oscilou de 49% para 48%, variação dentro da margem de erro de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O levantamento também analisou o comportamento dos eleitores que votaram em outros candidatos no primeiro turno. Entre os que escolheram Renan Santos (Missão), Flávio registra 42% das intenções de voto, contra 39% de Lula.

No grupo que votou em Ronaldo Caiado (PSD), os dois presidenciáveis aparecem com 44%. Já entre os eleitores de Augusto Cury (Avante), Lula tem 52%, enquanto Flávio registra 43%, apesar de Cury ter declarado apoio ao candidato do PL.

A pesquisa também investigou o grau de certeza dos eleitores em relação ao voto. Ao todo, 79% dos entrevistados afirmaram que nada os faria mudar de opinião. Outros 7% disseram que poderiam reconsiderar a escolha diante de um escândalo grave envolvendo o candidato.

A desistência ou o impedimento de um dos concorrentes foi citado por 4% dos entrevistados como motivo para mudar o voto, enquanto 3% mencionaram possíveis alterações na situação econômica.

A Palver ouviu 5 mil eleitores entre os dias 18 e 20 de outubro, por meio de questionários realizados pela internet. O levantamento foi contratado pelo próprio instituto, tem margem de erro informada de 2,4 pontos percentuais, nível de confiança declarado de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04612/2026.

Os percentuais de 50% para Flávio e 48% para Lula representam os votos totais. A reportagem da Folha não apresentou resultados específicos para os votos válidos.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado no próximo domingo (25).

Fonte: Folha de S.Paulo Foto: Reprodução

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Nova pesquisa Quaest será divulgada às 10h desta quarta-feira (21), a quatro dias do segundo turno. O novo levantamento foi realizado entre os dias 17 e 20 de outubro, com 2.154 eleitores entrevistados presencialmente em seus domicílios. A pesquisa foi contratada pelo Grupo Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número […]

Nova pesquisa Quaest será divulgada às 10h desta quarta-feira (21), a quatro dias do segundo turno.

O novo levantamento foi realizado entre os dias 17 e 20 de outubro, com 2.154 eleitores entrevistados presencialmente em seus domicílios. A pesquisa foi contratada pelo Grupo Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026. A divulgação está prevista para cinco dias antes do segundo turno, marcado para domingo (25).

Na última pesquisa Quaest, Flávio Bolsonaro registrou 46% das intenções de voto, enquanto Lula apareceu com 44%. Como a diferença estava dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, o resultado indicou empate técnico entre os presidenciáveis.

O levantamento anterior também mostrou que 9% dos entrevistados pretendiam votar em branco ou nulo, enquanto 1% se declarou indeciso.

Em relação à rejeição, Flávio Bolsonaro registrou 54%, e Lula, 53%. Os percentuais também ficaram dentro da margem de erro, indicando equilíbrio entre os candidatos nesse indicador.

A pesquisa divulgada em 14 de outubro ouviu 2.154 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 10 e 13 daquele mês. O levantamento teve nível de confiança de 95% e foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-08729/2026.

A nova rodada permitirá comparar as intenções de voto com os números da semana anterior, na reta final da disputa presidencial. Os resultados ainda não haviam sido divulgados até a preparação desta matéria.

Foto: Reprodução

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Presidente questionou a honestidade do adversário e voltou a desafiá-lo a divulgar dados bancários e telefônicos. Em Petrolina, o petista afirmou não acreditar que Flávio aceite a proposta. Ao justificar sua avaliação, declarou que o adversário não teria coragem de abrir os sigilos “porque ele sabe que a vida dele é podre quando se trata […]

Presidente questionou a honestidade do adversário e voltou a desafiá-lo a divulgar dados bancários e telefônicos.

Em Petrolina, o petista afirmou não acreditar que Flávio aceite a proposta. Ao justificar sua avaliação, declarou que o adversário não teria coragem de abrir os sigilos “porque ele sabe que a vida dele é podre quando se trata da honestidade”.

Lula informou que já apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um requerimento autorizando a divulgação de seus dados bancários, fiscais e telefônicos, condicionada à adoção da mesma medida pelo candidato do PL.

O documento prevê a abertura de informações referentes aos últimos oito anos. A autorização apresentada pelo presidente inclui a primeira-dama Janja Lula da Silva, seus cinco filhos e uma empresa da qual é sócio.

Em contrapartida, Lula propõe que Flávio também disponibilize seus dados, assim como os de sua esposa, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, de seus pais, Jair e Rogéria Bolsonaro, e dos irmãos Carlos, Eduardo e Jair Renan. O pedido também menciona empresas relacionadas aos candidatos.

Entre elas está a Alcazar Holdings, registrada na Ilha da Madeira, em Portugal. A Polícia Federal investiga suspeitas envolvendo movimentações financeiras e possíveis vínculos do senador com uma conta associada à empresa. Flávio nega irregularidades.

A apresentação do requerimento ao TSE não representa a quebra automática dos sigilos. A proposta de Lula está condicionada à adesão do adversário.

As declarações foram feitas antes da caminhada de campanha que reuniu apoiadores e lideranças políticas de Pernambuco e da Bahia, entre Juazeiro e Petrolina. Participaram da agenda nomes como João Campos, Humberto Costa, Teresa Leitão, Marília Arraes e o governador baiano Jerônimo Rodrigues.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado no próximo domingo (25).

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Ricardo Stuckert

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A Polícia Federal identificou indícios de uma possível relação empresarial entre Flávio Bolsonaro (PL) e o advogado Willer Tomaz, além de pagamentos para remover links de notícias que associavam os dois. O candidato à Presidência pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acesso à investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro. […]

A Polícia Federal identificou indícios de uma possível relação empresarial entre Flávio Bolsonaro (PL) e o advogado Willer Tomaz, além de pagamentos para remover links de notícias que associavam os dois. O candidato à Presidência pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acesso à investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro.

As informações foram reveladas pelo jornal O Globo nessa terça-feira (20), com base em documentos e mensagens analisados pela PF. O material reúne registros bancários, viagens internacionais em jatinhos particulares, contatos em um aplicativo de mensagens temporárias e a contratação de serviços para retirar conteúdos dos resultados de buscas na internet.

Um dos principais elementos da investigação envolve a Alcazar Holding, empresa controlada por Willer Tomaz. Segundo a PF, Flávio aparecia cadastrado como “usuário master” de uma conta bancária da companhia. Os investigadores também localizaram um pedido de exclusão desse acesso, datado de 22 de maio de 2025.

Para a Polícia Federal, os registros levantam a hipótese de uma participação econômica ou societária não formalizada do senador em negócios ligados ao advogado. Essa suspeita ainda não foi comprovada.

Outro ponto investigado são viagens internacionais realizadas pelos dois, acompanhados de familiares. Documentos analisados pela PF indicam que despesas com deslocamentos em aeronaves particulares foram atribuídas à Cathedral, empresa controlada por Tomaz no exterior. Entre os destinos estão Portugal, França, Estados Unidos e África do Sul.

Os investigadores também identificaram Flávio entre os contatos favoritos do advogado no aplicativo Confide, que permite enviar mensagens que desaparecem após a leitura. O uso da ferramenta, isoladamente, não configura irregularidade.

A PF encontrou ainda conversas e uma planilha indicando que Willer Tomaz contratou um serviço para remover ou desindexar 12 links de notícias sobre sua relação com o senador. As mensagens, de outubro de 2025, mencionam um pagamento de R$ 9 mil à empresa Seu Nome Novo de Novo.

Entre os conteúdos relacionados estavam reportagens sobre uma disputa por uma mansão e encontros de Flávio com representantes de cassinos em Las Vegas.

Willer afirma que a medida consistiu em uma ação judicial contra o Google para retirar dos resultados de busca conteúdos antigos e desatualizados. O advogado nega ter tentado esconder sua amizade com o senador.

A investigação teve origem no Rio Grande do Sul e apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas envolvendo empresas e plataformas de apostas esportivas. O caso foi encaminhado ao STF após a identificação de elementos relacionados a Flávio.

Nessa terça-feira (20), a defesa do senador apresentou uma petição a Alexandre de Moraes solicitando acesso aos documentos do inquérito e habilitação formal no processo. Os advogados afirmaram que souberam da investigação por meio da imprensa.

Flávio classificou as suspeitas como “fake news” e afirmou que mantém apenas uma relação de amizade com Willer Tomaz. O advogado também negou irregularidades e contestou a divulgação das informações às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais.

A investigação permanece em andamento, sem conclusão definitiva sobre a existência de crimes ou eventual responsabilidade dos envolvidos.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Senadora eleita participou de ato de campanha entre Juazeiro e Petrolina e falou sobre prioridades para o Sertão. O ato marcou o último compromisso de campanha de Lula nos dois estados antes do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25). A mobilização reuniu apoiadores, parlamentares e lideranças políticas de Pernambuco e da Bahia. […]

Senadora eleita participou de ato de campanha entre Juazeiro e Petrolina e falou sobre prioridades para o Sertão.

O ato marcou o último compromisso de campanha de Lula nos dois estados antes do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25). A mobilização reuniu apoiadores, parlamentares e lideranças políticas de Pernambuco e da Bahia.

Antes da caminhada, Marília conversou com a imprensa e agradeceu a votação recebida em Petrolina, onde conquistou 81.797 votos, o maior número entre os candidatos ao Senado no município. Em todo o estado, a pedetista foi eleita com 2.325.127 votos.

Na ocasião, a senadora eleita destacou necessidades do Sertão do São Francisco, especialmente o acesso à água e a realização de obras de infraestrutura. Entre as demandas mencionadas está a construção de um novo hospital regional.

Marília afirmou que pretende representar todas as regiões de Pernambuco no Senado e atuar na articulação de projetos voltados às necessidades dos municípios.

A caminhada também contou com a participação do presidente nacional do PSB, João Campos; do governador reeleito da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT); do governador eleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT); do senador reeleito Humberto Costa (PT); da senadora Teresa Leitão (PT) e do presidente estadual do PT, Carlos Veras.

Durante entrevista coletiva em Juazeiro, Lula abordou o Bolsa Família e defendeu a continuidade das políticas de transferência de renda. O presidente também criticou declarações atribuídas ao adversário Flávio Bolsonaro (PL) sobre o programa.

Lula voltou a tratar da abertura de sigilos bancários e telefônicos, afirmando ter autorizado a disponibilização de seus dados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e desafiando Flávio a adotar a mesma medida.

No primeiro turno, Lula recebeu 60,2% dos votos válidos em Petrolina e 63,30% em Juazeiro. A passagem pelo Vale do São Francisco encerrou uma série de compromissos de campanha do presidente no Nordeste, iniciada em São Luís, no Maranhão.

Fonte: Blog do Mário Flávio
Foto: Ricardo Stuckert

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A Meta, empresa responsável pelo Instagram, Facebook e WhatsApp, rejeitou uma solicitação do governo federal para criar um canal de atendimento a jornalistas e comunicadores vítimas de ameaças, ataques digitais e bloqueios de contas. A negativa foi divulgada nessa terça-feira (20) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. O pedido foi apresentado pelo Observatório da […]

A Meta, empresa responsável pelo Instagram, Facebook e WhatsApp, rejeitou uma solicitação do governo federal para criar um canal de atendimento a jornalistas e comunicadores vítimas de ameaças, ataques digitais e bloqueios de contas. A negativa foi divulgada nessa terça-feira (20) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O pedido foi apresentado pelo Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores Sociais, vinculado ao Ministério da Justiça, diante de relatos de restrições a perfis jornalísticos e dificuldades para contestar decisões das plataformas digitais. A proposta previa um mecanismo direto para encaminhar denúncias e acompanhar situações consideradas urgentes.

Segundo o ministério, a Meta respondeu formalmente em 16 de outubro, alegando dificuldades técnicas, jurídicas e operacionais. A empresa também argumentou que a criação de um canal específico poderia representar a aceitação de novas obrigações regulatórias.

A plataforma sustentou ainda que suas regras são aplicadas igualmente a todos os usuários e que os canais de atendimento existentes seriam suficientes. Para questões relacionadas às eleições, mencionou os mecanismos de cooperação com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A negativa ocorre em meio ao aumento das denúncias de violência digital contra profissionais da imprensa. Dados da Coalizão em Defesa do Jornalismo apontam 14.182 ataques digitais a jornalistas e veículos de comunicação durante o primeiro turno das eleições de 2026. A média diária de ataques cresceu 74% na reta final da campanha.

Outro levantamento, realizado pela organização CTRL+Z, reuniu 1.121 relatos de restrições a contas e conteúdos políticos, incluindo bloqueios e remoções sem justificativas específicas.

Em agosto, o Observatório já havia encaminhado à Meta denúncias de nove organizações da sociedade civil envolvendo 24 perfis jornalísticos com indícios de restrições sem explicações no Instagram. Entre os casos mencionados estão os veículos Mentira Tem Preço, Tapajós de Fato e Revista Cenarium.

Para o Ministério da Justiça, os mecanismos gerais de atendimento da empresa e a cooperação com a Justiça Eleitoral não substituem um serviço específico para proteger jornalistas em situações de risco, inclusive fora dos períodos eleitorais.

O governo argumenta que a ausência de respostas rápidas a ameaças e restrições pode prejudicar não apenas os profissionais atingidos, mas também o acesso da população à informação.

Procurada pela Agência Brasil, a assessoria da Meta informou que não comentaria o assunto.

Fonte: Agência Brasil                                                                                                                                                         Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou, nesta terça-feira (20), de uma caminhada entre Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), acompanhado de parlamentares, governadores e apoiadores. Durante a passagem pelo Vale do São Francisco, o candidato à reeleição falou sobre o desenvolvimento do Nordeste e a continuidade de políticas públicas para a região. A […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou, nesta terça-feira (20), de uma caminhada entre Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), acompanhado de parlamentares, governadores e apoiadores. Durante a passagem pelo Vale do São Francisco, o candidato à reeleição falou sobre o desenvolvimento do Nordeste e a continuidade de políticas públicas para a região.

A mobilização começou em Juazeiro e seguiu pela Ponte Presidente Dutra, sobre o Rio São Francisco, até Petrolina.

Ao chegar a Juazeiro, o presidente abordou as desigualdades regionais e defendeu a ampliação de oportunidades para a população nordestina. “A gente vai continuar fazendo com que o Nordeste se transforme, tendo as mesmas oportunidades de todo o Brasil”, declarou.

A senadora Teresa Leitão (PT-PE), que acompanhou a caminhada, destacou o caráter simbólico da travessia entre os dois estados. Em declaração divulgada por sua assessoria, ela também avaliou a participação dos apoiadores como um sinal de mobilização da campanha nesta reta final.

“É um ato bonito, simbólico. As ruas estão vermelhas, cheias de gente. É muita alegria!”, afirmou a parlamentar, que também manifestou confiança no resultado eleitoral.

Entre os participantes estavam os senadores Humberto Costa (PT-PE) e Jaques Wagner (PT-BA), a senadora eleita Marília Arraes (PDT), o presidente nacional do PSB, João Campos, e os governadores reeleitos Jerônimo Rodrigues (PT-BA) e Rafael Fonteles (PT-PI).

Também acompanharam a agenda o senador eleito Rui Costa (PT-BA), o deputado federal Carlos Veras (PT), presidente estadual do partido e coordenador da campanha de Lula em Pernambuco, além de outros parlamentares e lideranças políticas.


A caminhada coincidiu com os 23 anos de criação do Bolsa Família, instituído em 20 de outubro de 2003, durante o primeiro mandato de Lula. O programa federal de transferência de renda foi mencionado pela assessoria de Teresa Leitão ao contextualizar a passagem do presidente pela região.

Segundo a campanha, esta foi a última agenda de Lula em Pernambuco antes do segundo turno.

Foto: Divulgação

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