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A campanha Doe Brinquedos, promovida pelo Sicoob Pernambuco, beneficiou mais de 6,2 mil crianças em mais de 45 municípios de Pernambuco e da Paraíba durante as ações realizadas em torno do Dia das Crianças. Os números foram divulgados pela cooperativa. A iniciativa mobilizou cooperados, parceiros e moradores para a arrecadação de brinquedos novos ou usados […]

A campanha Doe Brinquedos, promovida pelo Sicoob Pernambuco, beneficiou mais de 6,2 mil crianças em mais de 45 municípios de Pernambuco e da Paraíba durante as ações realizadas em torno do Dia das Crianças. Os números foram divulgados pela cooperativa.

A iniciativa mobilizou cooperados, parceiros e moradores para a arrecadação de brinquedos novos ou usados em bom estado de conservação. Segundo o Sicoob Pernambuco, as doações foram destinadas principalmente a crianças de comunidades em situação de vulnerabilidade social.

Além da entrega dos brinquedos, algumas das atividades incluíram ações de educação financeira voltadas ao público infantil.

Para trabalhar o tema, a cooperativa utilizou material da Coleção Financinhas, com a história “Seu Roberval põe na conta”. A proposta foi apresentar, de forma adequada à faixa etária das crianças, conceitos relacionados ao dinheiro e ao uso consciente dos recursos.

A campanha é realizada anualmente no período do Dia das Crianças e utiliza os pontos de atendimento e a mobilização de parceiros para receber as doações.

De acordo com o balanço divulgado pelo Sicoob Pernambuco, a edição deste ano alcançou mais de 45 municípios nos dois estados e atendeu mais de 6.200 crianças.

Foto: Divulgação

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Eleição entre Flávio e Lula está definida?

No meu comentário das 12h desta terça-feira (13/10), analiso o cenário político nacional e questiono: a eleição presencial no Brasil ainda está em aberto? Aponto que o pleito possui dados históricos relevantes e um desenho próprio: Escrita Histórica: Historicamente, no Brasil, nenhum candidato que venceu o primeiro turno perdeu a disputa no segundo turno. Aproximação […]

No meu comentário das 12h desta terça-feira (13/10), analiso o cenário político nacional e questiono: a eleição presencial no Brasil ainda está em aberto?

Aponto que o pleito possui dados históricos relevantes e um desenho próprio:

Escrita Histórica: Historicamente, no Brasil, nenhum candidato que venceu o primeiro turno perdeu a disputa no segundo turno.

Aproximação e Pesquisas: As pesquisas mostram um cenário bastante equilibrado entre Lula e Flávio Bolsonaro (candidato do PL). Levantamentos recentes apontam uma redução da vantagem: o PoderData/Poder3 Merged mostrou encurtamento da margem de 6 para 2 pontos, e a BTG Nexus indica 52% contra 48%.

Destaco que a eleição é pautada pelo equilíbrio, pela indefinição do eleitorado e pelo “medo” seja o medo da continuidade do governo atual ou o medo do retorno do bolsonarismo, onde quem causar menor rejeição pode definir o pleito.

Clique no link abaixo e confira o comentário e o vídeo na íntegra.

 

 

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Reta final leva Flávio a três regiões e Lula a concentrar agenda no Sudeste

Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) intensificam as viagens na penúltima semana antes do segundo turno. O candidato do PL terá agendas no Sul, Sudeste e Nordeste, enquanto o presidente concentra compromissos em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Nesta terça-feira (13), Flávio tem compromissos em São Paulo, maior colégio eleitoral do país. […]

Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) intensificam as viagens na penúltima semana antes do segundo turno. O candidato do PL terá agendas no Sul, Sudeste e Nordeste, enquanto o presidente concentra compromissos em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Nesta terça-feira (13), Flávio tem compromissos em São Paulo, maior colégio eleitoral do país. A programação inclui eventos privados e encontro com lideranças do MDB, partido dividido entre os dois candidatos no segundo turno.

Lula permanece em Brasília, onde participa de cerimônia no Palácio do Planalto e prepara o anúncio de medidas voltadas aos microempreendedores individuais (MEIs) e às empresas enquadradas no Simples Nacional.

Na quarta-feira (14), Flávio segue para Porto Alegre. No Rio Grande do Sul, deve participar de atividades de campanha e de encontro com representantes da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

No mesmo dia, Lula vai a São Paulo, onde a campanha organiza um ato com caminhoneiros. A iniciativa busca ampliar o diálogo com a categoria e destacar medidas adotadas pelo governo, entre elas mudanças relacionadas ao piso mínimo do frete e aos pontos de parada nas rodovias.

Depois da agenda paulista, o presidente segue para o Rio de Janeiro, onde está previsto um encontro dedicado à área da saúde.

Na quinta-feira (15), Lula permanece no Rio para participar de uma sabatina do Jornal Nacional. Flávio, por sua vez, não tinha agenda pública confirmada para a data na programação inicialmente divulgada.

Na sexta-feira (16), será a vez do candidato do PL participar da sabatina da TV Globo, também no Rio. Lula seguirá para Minas Gerais, onde estão previstos atos em Juiz de Fora e Ipatinga.

Minas é um dos focos da campanha petista nesta reta final. A estratégia é ampliar a votação em um dos maiores colégios eleitorais do país e reduzir a vantagem obtida por Flávio no primeiro turno.

No sábado (17), Flávio deve fazer sua primeira agenda no Nordeste nesta etapa da eleição, com ato previsto em Salvador. A campanha busca diminuir a diferença registrada para Lula na região no primeiro turno.

No domingo (18), o candidato do PL deve retornar a São Paulo para um ato na Avenida Paulista. Também está previsto para o mesmo dia o debate presidencial da Band. Lula indicou que pretende participar, enquanto a presença de Flávio ainda não havia sido confirmada na programação divulgada.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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O Partido Missão começa a projetar sua atuação em Pernambuco para as eleições municipais de 2028 a partir do desempenho alcançado por novos nomes nas urnas em 2026. Apesar de não ter conquistado mandatos no estado, a legenda avalia que as votações obtidas por candidatos ao Legislativo podem servir de base para ampliar sua presença […]

O Partido Missão começa a projetar sua atuação em Pernambuco para as eleições municipais de 2028 a partir do desempenho alcançado por novos nomes nas urnas em 2026. Apesar de não ter conquistado mandatos no estado, a legenda avalia que as votações obtidas por candidatos ao Legislativo podem servir de base para ampliar sua presença política nos próximos anos.

A avaliação ocorre após a primeira participação do Missão em uma eleição geral desde que a legenda obteve registro definitivo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em Pernambuco, o partido lançou Renan Hallais ao Governo do Estado e apresentou chapas para deputado federal e estadual. O desempenho de alguns candidatos mais jovens passou a ser observado internamente como uma possibilidade de construção política para 2028.

Na disputa pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Gabriel Asafe foi o candidato mais votado do Missão, com 12.096 votos. Aos 22 anos durante a eleição, ele disputou pela primeira vez um cargo eletivo.

A votação de Asafe esteve distribuída por praticamente todo o estado. Recife concentrou a maior parcela, com 3.235 votos, seguida por Jaboatão dos Guararapes, São Lourenço da Mata, Olinda e Paulista.

Para a Câmara dos Deputados, o maior desempenho da legenda em Pernambuco foi de Miguel Kazan. Aos 21 anos, ele recebeu 15.616 votos e terminou como o nome mais votado do partido para deputado federal no estado.

Mesmo sem alcançar uma cadeira na Câmara, Kazan obteve votos em 184 municípios pernambucanos, tendo Recife como seu principal colégio eleitoral.

O Missão terminou a eleição proporcional em Pernambuco sem representantes eleitos. Na disputa federal, a legenda somou aproximadamente 27 mil votos entre candidatos e legenda.

Na corrida pelo Governo do Estado, Renan Hallais recebeu 18.340 votos e terminou na quarta colocação. A candidatura também serviu para apresentar a legenda ao eleitorado pernambucano em sua primeira eleição estadual.

Agora, segundo o Blog do Mário Flávio, integrantes do partido enxergam no desempenho desses novos nomes um ponto de partida para futuras disputas, especialmente nas eleições municipais de 2028.

A estratégia passa pela manutenção da atuação política e digital dos candidatos que conseguiram construir votação própria em 2026, além da tentativa de ampliar a presença partidária nos municípios.

Fonte: Blog do Mário Flávio
Foto: Reprodução

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Papa Leão XIV passará por cirurgia no pulmão nesta terça-feira (13)

O Papa Leão XIV foi internado nesta terça-feira (13) no Hospital Policlínico Gemelli, em Roma, para uma cirurgia destinada à retirada de um nódulo no pulmão. A alteração foi identificada em estágio inicial durante exames de rotina, segundo o Vaticano. Leão XIV deixou o Vaticano por volta das 13h, no horário de Roma, e chegou […]

O Papa Leão XIV foi internado nesta terça-feira (13) no Hospital Policlínico Gemelli, em Roma, para uma cirurgia destinada à retirada de um nódulo no pulmão. A alteração foi identificada em estágio inicial durante exames de rotina, segundo o Vaticano.

Leão XIV deixou o Vaticano por volta das 13h, no horário de Roma, e chegou cerca de dez minutos depois ao hospital. O procedimento está previsto para esta tarde e será realizado pela equipe de cirurgia torácica comandada pelo médico Stefano Margaritora.

O próprio pontífice anunciou a necessidade da intervenção no domingo (11), ao final da oração do Angelus, na Praça São Pedro. Na ocasião, explicou que os médicos haviam encontrado um nódulo circunscrito no pulmão, descrito como bem localizado e identificado em uma fase muito inicial.

“Os médicos consideram oportuno intervir. E então, seguindo os conselhos deles, decidi me submeter a uma cirurgia para retirá-lo”, afirmou.

Segundo Matteo Bruni, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, o nódulo foi descoberto durante exames de rotina. A previsão é de que o Papa permaneça internado por aproximadamente uma semana após a cirurgia.

A necessidade do procedimento provocou mudanças na agenda de Leão XIV. Na segunda-feira (12), um dia antes da internação, ele ainda cumpriu compromissos normalmente no Vaticano, mas deixou de participar de atividades relacionadas aos dez anos da exortação apostólica “Amoris laetitia”.

O pontífice também não presidirá a missa de encerramento do encontro, marcada para quarta-feira (14). A celebração ficará a cargo do cardeal Luis Antonio Tagle, decano do Colégio Cardinalício.

Após anunciar a cirurgia, Leão XIV agradeceu as manifestações de proximidade e pediu orações aos fiéis. Bispos e instituições católicas de diferentes países divulgaram mensagens de apoio ao pontífice.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) também enviou mensagem ao Papa, manifestando solidariedade e afirmando que a Igreja no país permanecerá em oração por sua recuperação.

O Vaticano informou que novas informações sobre o estado de saúde do pontífice deverão ser divulgadas após o procedimento.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Tiziana FABI / AFP

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, se reúne nesta terça-feira (13) com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para tratar das menções a integrantes da Corte encontradas nas investigações sobre o Banco Master. A expectativa é que a PF entregue ao ministro um relatório reunindo os dados e documentos relacionados aos […]

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, se reúne nesta terça-feira (13) com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para tratar das menções a integrantes da Corte encontradas nas investigações sobre o Banco Master. A expectativa é que a PF entregue ao ministro um relatório reunindo os dados e documentos relacionados aos magistrados.

O encontro foi solicitado pela direção da Polícia Federal no início de outubro e ocorre em meio à crise provocada pelas informações encontradas em aparelhos apreendidos durante as investigações envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master.

Segundo as informações divulgadas, a PF pretende apresentar de forma estruturada à presidência do Supremo os elementos que fazem referência a ministros da Corte, familiares ou pessoas próximas.

Fachin já havia solicitado que o material fosse encaminhado integralmente à presidência do STF. Em ofício enviado à Polícia Federal, o ministro afirmou que qualquer dado, documento ou indício envolvendo integrantes do tribunal deve ser submetido à análise, “sem exceção de pessoa”.

O presidente do Supremo também afirmou existir interesse institucional para que todos os fatos relevantes sejam apurados e indicou que dará os encaminhamentos considerados necessários depois de receber formalmente as informações.

Parte do material foi extraída do celular de Daniel Vorcaro e de outros aparelhos apreendidos no decorrer das investigações.

Entre os elementos que vieram a público estão mensagens atribuídas a interlocuções envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e referências a pessoas próximas de outros integrantes da Corte, entre eles Kassio Nunes Marques e Luiz Fux.

A existência de uma menção em mensagens ou documentos, por si só, não significa envolvimento em irregularidade. Caberá às autoridades responsáveis avaliar o contexto e verificar se há elementos que justifiquem novas diligências ou abertura de procedimentos.

No caso de Moraes, investigações anteriores identificaram mensagens atribuídas a contatos entre o ministro e Vorcaro. O magistrado nega irregularidades relacionadas ao banqueiro.

Também foram divulgadas informações sobre possíveis relações profissionais ou pessoais envolvendo familiares de outros ministros. Esses elementos ainda estão sujeitos à análise das autoridades e não representam conclusão sobre eventual prática de crime.

As investigações relacionadas ao Banco Master estão atualmente com parte de sua tramitação suspensa por determinação de Fachin, que solicitou acesso integral aos procedimentos conduzidos anteriormente sob relatoria do ministro André Mendonça.

A condução do caso também provocou divergências internas no Supremo. Fachin passou a concentrar decisões relacionadas a parte dos procedimentos após questionamentos envolvendo a tramitação das apurações e o tratamento dado às informações sobre integrantes da própria Corte.

Depois de receber o relatório da Polícia Federal, uma das possibilidades avaliadas no STF é o encaminhamento das informações à Procuradoria-Geral da República (PGR), responsável por avaliar eventual necessidade de investigação quando há autoridades com foro no Supremo.

O encontro desta terça-feira deverá definir os próximos passos para o tratamento institucional do material reunido pela Polícia Federal.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pediu que seus apoiadores intensifiquem a atuação nas redes sociais e aceitem “correr mais riscos” durante a campanha do segundo turno. A declaração foi feita em uma transmissão ao vivo nesta segunda-feira (12), em meio à disputa judicial envolvendo o canal “Exército do Lula”, no WhatsApp. Durante a […]

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pediu que seus apoiadores intensifiquem a atuação nas redes sociais e aceitem “correr mais riscos” durante a campanha do segundo turno. A declaração foi feita em uma transmissão ao vivo nesta segunda-feira (12), em meio à disputa judicial envolvendo o canal “Exército do Lula”, no WhatsApp.

Durante a transmissão, que durou cerca de 20 minutos, Flávio convocou apoiadores a compartilhar publicações, voltar às ruas e ampliar a mobilização digital na reta final da disputa contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O candidato afirmou que alguns eleitores podem evitar manifestações políticas nas redes por receio de bloqueios ou punições nas plataformas.

“A gente tem que correr esse risco. Vamos defender aquilo que a gente acredita”, afirmou.

Flávio também pediu que seus apoiadores procurem eleitores que não votaram no primeiro turno, pessoas que escolheram outros candidatos e aqueles que ainda não definiram o voto para o segundo turno.

Segundo ele, o resultado da primeira etapa da eleição não deve levar sua campanha a reduzir a mobilização. O segundo turno está marcado para 25 de outubro.

A declaração ocorre após uma disputa judicial iniciada pela própria campanha de Flávio contra o canal “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para mobilizar apoiadores da candidatura petista no WhatsApp.

A campanha do PL acusa Janones de utilizar o espaço para disseminar conteúdos desinformativos e ofensivos contra Flávio. O deputado nega as acusações.

No domingo (11), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, determinou a suspensão do canal. Horas depois, o corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, revogou a medida e restabeleceu seu funcionamento, encaminhando a controvérsia para análise da Corte.

Na segunda-feira, um relatório da equipe técnica do TSE informou que não localizou, entre as publicações analisadas no período de 2 a 11 de outubro, reproduções das afirmações apontadas pela campanha de Flávio no processo.

O documento também fez ressalvas sobre o funcionamento do canal, apontando atuação coordenada na disseminação de conteúdos e uso de linguagem polarizadora. A análise técnica não encerra o processo judicial.

Em paralelo ao embate no TSE, a mobilização digital cresceu. O “Exército do Lula” ultrapassou 4 milhões de inscritos no WhatsApp nesta segunda-feira. Levantamento do Metrópoles registrava cerca de 4,1 milhões de seguidores no canal, enquanto a “Tropa do Flávio”, espaço criado para mobilização digital do candidato do PL, tinha aproximadamente 1,4 milhão.

A disputa pelas redes ganhou peso no segundo turno, com as duas campanhas ampliando canais de WhatsApp e convocando apoiadores a compartilhar conteúdos e buscar novos eleitores.

Fonte: O Globo
Foto: Brenno Carvalho

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Pesquisas mostram diferença caindo entre Flávio e Lula

No meu comentário desta terça-feira (13) para o Jornal Itapuama, analiso o cenário eleitoral a menos de 15 dias do segundo turno, destacando novas pesquisas nacionais de intenção de voto que apontam uma diminuição na diferença entre os candidatos Flávio Bolsonaro e Lula. Segundo o levantamento Nexus/BTG, realizado com 2.002 eleitores entre 10 e 12 […]

No meu comentário desta terça-feira (13) para o Jornal Itapuama, analiso o cenário eleitoral a menos de 15 dias do segundo turno, destacando novas pesquisas nacionais de intenção de voto que apontam uma diminuição na diferença entre os candidatos Flávio Bolsonaro e Lula.

Segundo o levantamento Nexus/BTG, realizado com 2.002 eleitores entre 10 e 12 de outubro, Flávio aparece com 52% e Lula com 48%. Com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dados indicam empate técnico no limite. Por ser a primeira pesquisa realizada nesse cenário pelo instituto, não há comparação com rodadas anteriores.

Já a pesquisa PoderData/AIAR, divulgada pelo Poder360 e também realizada entre 10 e 12 de outubro, traz votos válidos onde Flávio soma 51% e Lula atinge 49%, o que também configura empate técnico. Em comparação com o levantamento feito cinco dias antes, Lula cresceu 2% e Flávio recuou 2%, reduzindo a distância de 6 para 2 pontos percentuais.

Clique no link abaixo e ouça o comentário completo no Jornal Itapuama.

Foto: Reprodução

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O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) informou nesta terça-feira (13) que acompanha a situação de vulnerabilidade de uma mulher e seus três filhos menores em Brejinho. Após a repercussão do caso, a Promotoria de Justiça de Itapetim e Brejinho detalhou providências nas áreas de assistência social, saúde, moradia e proteção das crianças. O caso havia […]

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) informou nesta terça-feira (13) que acompanha a situação de vulnerabilidade de uma mulher e seus três filhos menores em Brejinho. Após a repercussão do caso, a Promotoria de Justiça de Itapetim e Brejinho detalhou providências nas áreas de assistência social, saúde, moradia e proteção das crianças.

O caso havia sido mostrado pelo Blog após a mulher procurar o veículo relatando estar em situação de vulnerabilidade com os filhos nas proximidades do Matadouro de Brejinho. Na ocasião, a Secretaria Municipal de Assistência Social apresentou sua versão sobre o acompanhamento prestado à família.

Em comunicado divulgado nesta terça-feira, o MPPE informou que o caso tramita por meio do Procedimento nº 01670.000.376/2026 e que foi instaurada uma Notícia de Fato diante do cenário identificado.

Segundo a Promotoria, o núcleo familiar apresenta histórico de deslocamentos frequentes e alta mobilidade, tendo residido em diferentes cidades e estados, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba e Pernambuco. Para o Ministério Público, essa condição aumenta a complexidade do acompanhamento e a vulnerabilidade social das crianças.

Entre as primeiras providências, o MPPE requereu à Secretaria de Assistência Social e ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) medidas para o desbloqueio imediato do Bolsa Família da mulher e para a regularização do Aluguel Social.

A Promotoria também informou que a mãe está grávida. Por isso, solicitou à Secretaria Municipal de Saúde sua inserção imediata no acompanhamento pré-natal, além da garantia de atendimento médico e odontológico para toda a família.

Imóvel será analisado

O comunicado também trata do imóvel recebido pela família por meio de programa habitacional.

Na matéria publicada anteriormente pelo Blog, a Secretaria de Assistência Social afirmou que a mulher havia recebido uma casa do município e posteriormente vendido o imóvel.

O Ministério Público, entretanto, não apresenta essa informação como situação jurídica já definida. A Promotoria informou que notificou a Procuradoria-Geral do Município para esclarecer a situação jurídica do imóvel do programa Minha Casa Minha Vida, que teria sido objeto de “doação/alienação a terceiro”.

A providência deverá subsidiar eventuais medidas para proteção do patrimônio público social e garantia do direito à moradia da família.

O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) também foi notificado para encaminhar ao MPPE um relatório técnico detalhado sobre o acompanhamento realizado.

Proteção das crianças

No comunicado, o Ministério Público afirma que sua atuação será orientada pela prioridade absoluta dos direitos da infância e da juventude.

Como primeira alternativa, o órgão buscará identificar integrantes da família extensa que possam contribuir para o restabelecimento dos vínculos familiares e para a proteção dos menores.

Caso seja constatada a permanência de uma situação de risco e as demais alternativas não sejam suficientes, o MPPE admite, em último caso, a possibilidade de colocação das crianças em família substituta.

A Promotoria ressalta que qualquer providência deverá observar o melhor interesse das crianças e dos adolescentes, conforme estabelece o Estatuto da Criança e do Adolescente.

O comunicado é assinado pelo promotor de Justiça Samuel Farias.

Imagens: Frame/Reprodução

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Nexus/BTG: Flávio tem 52% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 48%

Pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta terça-feira (13) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos no segundo turno, contra 48% de Lula (PT). Os candidatos estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais. Considerando todos os entrevistados, Flávio aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Lula registra 45%. Outros […]

Pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta terça-feira (13) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos no segundo turno, contra 48% de Lula (PT). Os candidatos estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais.

Considerando todos os entrevistados, Flávio aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Lula registra 45%. Outros 5% afirmam que pretendem votar em branco ou nulo, e 2% não souberam ou não responderam.

A pesquisa ouviu 2.002 eleitores entre os dias 10 e 12 de outubro, por meio de entrevistas telefônicas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Banco BTG Pactual e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07997/2026.

Nos votos válidos, cálculo que desconsidera brancos e nulos, a diferença entre os candidatos é de quatro pontos percentuais. Com a margem de erro, Flávio pode variar entre 50% e 54%, enquanto Lula fica entre 46% e 50%, configurando empate técnico no limite da margem.

O resultado mantém um cenário próximo ao registrado pelo Datafolha na primeira pesquisa do segundo turno, que também apontou 52% dos votos válidos para Flávio e 48% para Lula.

Nas urnas, no primeiro turno, Flávio terminou com 47,03% dos votos válidos, equivalentes a 56,1 milhões de votos. Lula recebeu 45,16%, ou 53,8 milhões.

A diferença entre os dois ficou abaixo de dois pontos percentuais, a menor registrada entre os dois primeiros colocados em um primeiro turno presidencial desde a redemocratização.

O segundo turno da eleição presidencial está marcado para 25 de outubro.

Foto: Estadão Conteúdo/Ricardo Stuckert

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Pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta terça-feira (13) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 51% e Lula (PT) com 49% dos votos válidos no segundo turno. A diferença caiu de seis para dois pontos em cinco dias, e os candidatos estão tecnicamente empatados pela margem de erro. Na rodada anterior, divulgada em 8 de outubro, Flávio aparecia com […]

Pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta terça-feira (13) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 51% e Lula (PT) com 49% dos votos válidos no segundo turno. A diferença caiu de seis para dois pontos em cinco dias, e os candidatos estão tecnicamente empatados pela margem de erro.

Na rodada anterior, divulgada em 8 de outubro, Flávio aparecia com 53% dos votos válidos, contra 47% de Lula. No levantamento atual, o candidato do PL oscilou dois pontos para baixo, enquanto o presidente avançou dois pontos.

O estudo foi realizado entre os dias 10 e 12 de outubro. Foram entrevistados 3 mil eleitores em 686 municípios das 27 unidades da Federação por meio de ligações para telefones celulares e fixos.

A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01209/2026.

O levantamento foi realizado pelo PoderData, empresa do grupo Poder360, com recursos próprios e parceria de divulgação do Aya Bancah.

A diferença entre os dois candidatos se aproxima do resultado registrado nas urnas no primeiro turno. Em 4 de outubro, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula teve 45,16%, vantagem de 1,87 ponto percentual para o senador.

Nos recortes apresentados pela pesquisa, Lula aparece com 53% das intenções de voto entre as mulheres, contra 39% de Flávio. O candidato do PL registra vantagem no Centro-Oeste, com 55%, e no Sul, onde chega a 61%.

A rejeição dos candidatos apresentou pouca mudança. Entre os entrevistados, 46% afirmam que não votariam em Lula de jeito nenhum, mesmo percentual da rodada anterior. A rejeição a Flávio passou de 43% para 44%.

O levantamento também mediu a avaliação do governo. Segundo o PoderData/Aya, 50% desaprovam o trabalho de Lula, enquanto 44% aprovam. Outros 6% não souberam responder.

O segundo turno da eleição presidencial está marcado para 25 de outubro.

Imagem: Reprodução

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Apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ocuparam cerca de sete quarteirões da Avenida Atlântica, em Copacabana, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (12). O ato reuniu estudantes, movimentos sociais, parlamentares e outros grupos em defesa da reeleição do petista, da democracia e de direitos sociais. A mobilização se concentrou na altura do […]

Apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ocuparam cerca de sete quarteirões da Avenida Atlântica, em Copacabana, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (12). O ato reuniu estudantes, movimentos sociais, parlamentares e outros grupos em defesa da reeleição do petista, da democracia e de direitos sociais.

A mobilização se concentrou na altura do Posto 5 e ocupou as duas pistas da orla durante parte da tarde.

Lula não participou do ato. O presidente permaneceu em Brasília, onde participou de uma missa na capela do Palácio da Alvorada pelo Dia de Nossa Senhora Aparecida.

Entre as lideranças que acompanharam a manifestação no Rio estavam Benedita da Silva (PT), Jandira Feghali (PCdoB), Lindbergh Farias (PT) e outros parlamentares e representantes de movimentos políticos e sociais.

Os manifestantes usaram principalmente roupas vermelhas, bandeiras de apoio a Lula e cartazes com críticas a Flávio Bolsonaro (PL), adversário do presidente no segundo turno. Também apareceram manifestações em defesa do fim da escala de trabalho 6×1, de políticas públicas e contra propostas de anistia.

A movimentação aumentou o fluxo de passageiros no transporte público. Estações de metrô de Copacabana, como Cantagalo e Siqueira Campos, registraram maior movimento durante o período do ato.

Entre os participantes ouvidos pela reportagem estava a professora aposentada Clara Davidorch, de 87 anos, que foi à manifestação acompanhada de duas amigas. Ela relacionou sua presença à defesa da candidatura de Lula e à história da participação política das mulheres.

“Vim nesse ato pelo Lula e pelas mulheres que morreram para que eu pudesse votar. Tenho dois filhos e três netos e penso no futuro deles”, afirmou.

A estudante de pós-graduação Suelen Geovana, de 25 anos, saiu de Campo Grande, na Zona Oeste, para participar da mobilização. Ela citou educação, saúde e políticas de inclusão como motivos para estar no ato.

“Estou aqui porque luto pela democracia, pelo acesso à educação, à saúde e à igualdade para todos. Graças ao governo Lula, pude fazer uma faculdade pública. Entrei como cotista porque venho de uma família pobre”, declarou.

A advogada Carolina Estrela, de 43 anos, levou os dois filhos, de 11 e 8 anos. Segundo ela, a presença das crianças tinha como objetivo aproximá-las do debate público e do funcionamento da democracia.

“Não quero que meus filhos cresçam num ambiente onde todo mundo pensa igual. Eu quero que eles tenham o direito de discordar. Esse é o processo democrático”, afirmou.

O ato em Copacabana fez parte de uma série de mobilizações realizadas após o primeiro turno. Manifestações semelhantes foram registradas em outras cidades do país, enquanto no Rio também estavam previstas atividades em Niterói, Quinta da Boa Vista, Arcos da Lapa e Nilópolis.

A mobilização carioca ocorreu um dia depois de Lula participar de um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, acompanhado de aliados e apoiadores.

Fonte: Agência Brasil e O Globo
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

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O crescimento do PL nas eleições de 2026 deverá ampliar significativamente a fatia de recursos públicos destinada ao partido. Com 121 deputados federais eleitos, 28 senadores na próxima legislatura e a maior votação nacional para a Câmara, a legenda tende a receber valores recordes tanto do Fundo Partidário quanto do Fundo Eleitoral. O avanço do […]

O crescimento do PL nas eleições de 2026 deverá ampliar significativamente a fatia de recursos públicos destinada ao partido. Com 121 deputados federais eleitos, 28 senadores na próxima legislatura e a maior votação nacional para a Câmara, a legenda tende a receber valores recordes tanto do Fundo Partidário quanto do Fundo Eleitoral.

O avanço do partido de Jair e Flávio Bolsonaro nas urnas terá reflexos diretos sobre seu caixa. Segundo a coluna de Malu Gaspar, de O Globo, a bancada de 121 deputados federais será a maior registrada na Câmara desde a Constituinte de 1988.

O PL também ampliará sua presença no Senado. A legenda passará dos atuais 15 integrantes considerados na composição para 28 senadores a partir de 2027.

Além do número de parlamentares eleitos, o partido recebeu 25,8 milhões de votos para deputado federal em todo o país. Em 2022, haviam sido 18,2 milhões. O crescimento foi de aproximadamente 41,9%.

Esses números são importantes porque a votação para a Câmara e o tamanho das bancadas estão entre os critérios utilizados para distribuir recursos públicos aos partidos.

No Fundo Partidário, destinado ao funcionamento permanente das legendas, 95% dos recursos são distribuídos proporcionalmente aos votos obtidos na última eleição para deputado federal. Os outros 5% são divididos igualmente entre os partidos que cumprem os requisitos legais para receber a verba.

Em 2025, antes do crescimento registrado nas urnas deste ano, o PL já liderava os repasses. Dados do Tribunal Superior Eleitoral mostram que a legenda recebeu R$ 192,1 milhões em dotações do Fundo Partidário, além de R$ 16,4 milhões provenientes de multas eleitorais.

Com a votação alcançada em 2026, a participação do partido no fundo deverá aumentar a partir da nova composição, embora o valor final dependa do montante destinado ao Fundo Partidário em cada Orçamento da União.

Fundo Eleitoral pode passar de R$ 1 bilhão

O impacto também deverá aparecer no Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), utilizado exclusivamente para financiar campanhas eleitorais.

Em 2026, o PL já recebeu a maior fatia do fundo entre todos os partidos: R$ 881,7 milhões de um total de aproximadamente R$ 4,96 bilhões.

Pelas regras atuais, 48% do Fundo Eleitoral são distribuídos conforme o número de deputados federais de cada legenda; 35% levam em consideração os votos obtidos para a Câmara; 15% são definidos pela representação no Senado; e os 2% restantes são divididos igualmente entre os partidos.

O crescimento do PL ocorre justamente nos três critérios que concentram a maior parte da distribuição.

Na Câmara, a bancada considerada na divisão do fundo deste ano tinha 98 deputados. Nas urnas de outubro, o partido elegeu 121.

No Senado, a representação aumentará de 15 para 28 integrantes. Somente a expansão das bancadas nas duas Casas, tomando como referência os valores distribuídos em 2026, representaria cerca de R$ 226 milhões adicionais nas parcelas vinculadas à representação parlamentar.

Além disso, entram no cálculo os 25,8 milhões de votos obtidos pelo partido para a Câmara.

Mantidas as atuais regras de distribuição e utilizado como referência um Fundo Eleitoral de tamanho semelhante ao deste ano, projeções indicam que a parcela destinada ao PL na eleição de 2030 poderá ultrapassar R$ 1,1 bilhão.

O valor, entretanto, não está definido. O tamanho do Fundo Eleitoral de 2030 ainda dependerá do Orçamento aprovado pelo Congresso, enquanto a divisão final também será influenciada pelas regras que estiverem vigentes naquele momento.

O desempenho eleitoral deste ano já coloca o PL em posição de ampliar sua participação nas duas principais fontes públicas de financiamento partidário e eleitoral do país.

Fonte: O Globo/Malu Gaspar
Foto: Reprodução

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O ministro Marco Aurélio Bellizze, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que Flávio Bolsonaro (PL), Carlos Bolsonaro (PL-SC), Pablo Marçal e Rony Gabriel (Podemos-RS) removam, em até 24 horas, um vídeo que associava uma manifestação em apoio a Lula, realizada em São Paulo, ao consumo de cocaína. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (12) e […]

O ministro Marco Aurélio Bellizze, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que Flávio Bolsonaro (PL), Carlos Bolsonaro (PL-SC), Pablo Marçal e Rony Gabriel (Podemos-RS) removam, em até 24 horas, um vídeo que associava uma manifestação em apoio a Lula, realizada em São Paulo, ao consumo de cocaína.

A decisão foi publicada nesta segunda-feira (12) e atendeu a um pedido apresentado pelo PT à Justiça Eleitoral.

O conteúdo compartilhado nas redes sociais mostrava uma pessoa aparentemente consumindo uma substância e atribuía a cena ao ato realizado no domingo (11), na Avenida Paulista, em defesa da candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A análise apresentada ao TSE, porém, mostrou que o vídeo já circulava antes da manifestação. A gravação havia sido publicada no X, no sábado (10), por uma conta localizada no Chile.

Para o ministro Marco Aurélio Bellizze, a utilização da imagem em um contexto diferente daquele em que foi originalmente divulgada pode configurar manipulação por descontextualização.

Na decisão, Bellizze afirmou que a reutilização de uma imagem anterior, associada posteriormente a outro acontecimento, pode criar aparência de prova para um fato que não ocorreu naquele evento.

O ministro também destacou que a situação ganha maior gravidade, em tese, quando o conteúdo é acompanhado de afirmações generalizadas sobre consumo de drogas e utilizado com finalidade eleitoral.

A determinação alcança o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, o senador eleito Carlos Bolsonaro, Pablo Marçal e o deputado federal eleito Rony Gabriel, que compartilharam o material nas redes sociais.

Os responsáveis pelas publicações têm prazo de 24 horas para retirar o conteúdo de seus perfis.

A decisão é liminar e ocorre durante a campanha para o segundo turno da eleição presidencial. O processo continuará sendo analisado pelo TSE.

Até a publicação da reportagem que revelou a decisão, Flávio Bolsonaro ainda não havia se manifestado sobre a ordem do tribunal.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Fotos: Raul Luciano, Caio César e Antonio Milena

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou que uma falha técnica no Pool de Mídias fez a propaganda de Flávio Bolsonaro (PL) ser exibida sem áudio na televisão nesta segunda-feira (12). A campanha pediu a reexibição do programa, e o tribunal informou que vai autorizar uma nova transmissão. O problema ocorreu no bloco do horário eleitoral […]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou que uma falha técnica no Pool de Mídias fez a propaganda de Flávio Bolsonaro (PL) ser exibida sem áudio na televisão nesta segunda-feira (12). A campanha pediu a reexibição do programa, e o tribunal informou que vai autorizar uma nova transmissão.

O problema ocorreu no bloco do horário eleitoral exibido por volta das 13h. As imagens do programa de Flávio foram transmitidas normalmente, mas praticamente todo o conteúdo foi ao ar sem som nas emissoras que integram a rede nacional.

Segundo o TSE, no momento da finalização das mídias, os áudios das propagandas de Flávio Bolsonaro e de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não foram carregados.

A falha foi percebida durante a exibição do programa de Flávio. Como a propaganda de Lula seria transmitida na sequência, houve tempo para corrigir o material do petista antes de sua entrada no ar.

A campanha de Flávio afirmou que havia entregado o arquivo em condições normais e acionou a Justiça Eleitoral para solicitar a reexibição. O TSE informou que o pedido será atendido, mas, até o momento, não divulgou a data e o horário da nova transmissão. A definição será feita junto ao Pool de Mídias.

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e a Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas (Astral) também apontaram um problema técnico ocorrido durante o processamento do material. Segundo as entidades, os arquivos enviados pela campanha estavam em condições normais.

Nas redes sociais, Flávio questionou o episódio e afirmou não acreditar que o ocorrido fosse uma coincidência. O candidato sugeriu que poderia ter havido uma tentativa de prejudicar sua propaganda.

Até agora, porém, não foi apresentada evidência pública de que a falha tenha sido provocada de forma deliberada. As explicações divulgadas pelo TSE e pelas entidades envolvidas na operação atribuem o episódio a um problema técnico.

O caso também provocou uma correção pública do SBT News. Inicialmente, o portal atribuiu a falha à Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Posteriormente, retirou a responsabilização e pediu desculpas pelo erro.

A EBC informou que não participou da etapa em que ocorreu o problema e que sua atuação se restringia à transmissão do conteúdo já finalizado pelo Pool de Mídias.

Segundo o SBT News, a falha ocorreu durante a conversão técnica do programa e foi cometida por um profissional da TV Senado que atuava na operação do pool naquele momento.

O TSE informou ainda que vai apurar as circunstâncias do problema para evitar que uma situação semelhante volte a ocorrer durante o horário eleitoral do segundo turno.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução

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Os 33,4 milhões de eleitores que não votaram no primeiro turno passaram a integrar as estratégias de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) para a votação de 25 de outubro. Especialistas apontam que a diferença de 2,2 milhões de votos mantém a disputa aberta, mas destacam obstáculos para uma virada do petista. Lula terminou o […]

Os 33,4 milhões de eleitores que não votaram no primeiro turno passaram a integrar as estratégias de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) para a votação de 25 de outubro. Especialistas apontam que a diferença de 2,2 milhões de votos mantém a disputa aberta, mas destacam obstáculos para uma virada do petista.

Lula terminou o primeiro turno 1,9 ponto percentual atrás de Flávio, a menor distância entre os dois primeiros colocados em uma eleição presidencial desde a retomada das eleições diretas, em 1989. Desde a redemocratização, porém, nenhum candidato que ficou em segundo lugar no primeiro turno conseguiu vencer a disputa presidencial na etapa seguinte.

Para o cientista político Leonardo Martins Barbosa, pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), o histórico precisa ser analisado junto com a diferença reduzida registrada neste ano.

“Embora nunca tenha havido uma virada de segundo turno em eleições presidenciais no Brasil, também nunca houve uma diferença tão pequena”, avaliou.

O cientista político Creomar de Souza, professor da Fundação Dom Cabral, considera a reversão difícil, mas não impossível. Para ele, um dos principais desafios está no pouco tempo disponível para que a campanha de Lula alcance segmentos que não conseguiu mobilizar no primeiro turno.

A abstenção aparece nesse cenário como um dos principais grupos disputados. No primeiro turno, 33,4 milhões de pessoas deixaram de comparecer às urnas, o equivalente a 21,08% do eleitorado apto.

Creomar observa que esse contingente representa um volume expressivo de votos disponíveis para as duas candidaturas. A cientista política Luciana Fernandes Veiga, da Unirio e da Fundação Getulio Vargas (FGV), pondera, entretanto, que eleitores que tradicionalmente se abstêm não são necessariamente fáceis de mobilizar durante a campanha.

O histórico recente reforça a avaliação. Em 2022, a abstenção caiu pouco entre as duas etapas da eleição presidencial: de 32,7 milhões de eleitores no primeiro turno, ou 20,95%, para 32,2 milhões, equivalente a 20,59%, no segundo.

Outro movimento acompanhado pelas campanhas é o destino dos votos dados aos candidatos que ficaram fora da disputa.

Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) declararam apoio a Flávio Bolsonaro. Terceiro colocado no primeiro turno, com mais de 3,4 milhões de votos, Cury anunciou sua posição após Flávio assumir compromissos por escrito com propostas apresentadas pelo escritor durante a campanha.

Renan Santos (Missão), por sua vez, afirmou que não apoiará nenhum dos dois candidatos no segundo turno.

Os especialistas ouvidos pela reportagem divergem sobre como os eleitores dos candidatos eliminados poderão se comportar. O apoio formal de uma liderança não significa transferência automática dos votos recebidos no primeiro turno, e as duas campanhas trabalham para conquistar esses segmentos.

O resultado das eleições legislativas também aparece nas análises. O PL elegeu a maior bancada da Câmara dos Deputados e ampliou sua representação no Senado, movimento apontado pelos especialistas como um fator político relevante na disputa.

Para Lula, a estratégia passa por reduzir a abstenção, reconquistar eleitores que não repetiram o voto dado ao petista em eleições anteriores e buscar parte dos votos destinados aos candidatos eliminados.

Flávio, por sua vez, tenta ampliar a vantagem obtida no primeiro turno, incorporar eleitores dos antigos adversários e também disputar o contingente que não compareceu às urnas.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado em 25 de outubro.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Antonio Augusto/TSE

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Duas novas pesquisas nacionais vão atualizar nesta semana o cenário do segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). A Quaest divulga seu levantamento na quarta-feira (14), enquanto o Datafolha apresenta novos números na quinta-feira (15). Os dois levantamentos estão registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e serão divulgados a […]

Duas novas pesquisas nacionais vão atualizar nesta semana o cenário do segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). A Quaest divulga seu levantamento na quarta-feira (14), enquanto o Datafolha apresenta novos números na quinta-feira (15).

Os dois levantamentos estão registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e serão divulgados a menos de duas semanas do segundo turno, marcado para 25 de outubro.

A Quaest fará sua primeira pesquisa nacional após o primeiro turno. O levantamento foi contratado pela Globo e pelo jornal O Globo e prevê 2.154 entrevistas presenciais e domiciliares com eleitores de 16 anos ou mais.

O trabalho de campo ocorre entre os dias 10 e 13 de outubro. A margem de erro informada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro no TSE é BR-08729/2026.

Além da intenção de voto, a pesquisa deverá medir aspectos relacionados à definição da escolha dos eleitores e outros temas do cenário político.

Na quinta-feira (15), será a vez do Datafolha divulgar sua nova rodada sobre o segundo turno. O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e prevê ouvir presencialmente 2.520 eleitores de 16 anos ou mais em todo o país.

As entrevistas serão realizadas entre terça-feira (13) e quinta-feira (15). A margem de erro também é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-00466/2026.

Esta será a segunda pesquisa Datafolha realizada no segundo turno. Os novos números permitirão comparar o cenário com o levantamento anterior e acompanhar eventuais movimentações nas intenções de voto entre Lula e Flávio Bolsonaro.

Fonte: UOL
Foto: Reprodução

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No Dia de Nossa Senhora Aparecida, Lula defende respeito entre religiões

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta segunda-feira (12), Dia de Nossa Senhora Aparecida, o respeito à liberdade religiosa e repudiou ofensas motivadas pela fé. A declaração foi feita após uma missa no Palácio da Alvorada, em Brasília. A celebração em homenagem à padroeira do Brasil foi restrita a autoridades e convidados […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta segunda-feira (12), Dia de Nossa Senhora Aparecida, o respeito à liberdade religiosa e repudiou ofensas motivadas pela fé. A declaração foi feita após uma missa no Palácio da Alvorada, em Brasília.

A celebração em homenagem à padroeira do Brasil foi restrita a autoridades e convidados e também marcou o Dia das Crianças.

Ao falar com jornalistas depois da missa, Lula afirmou que diferentes crenças precisam conviver com respeito em uma sociedade democrática.

“Ninguém é obrigado a ser da mesma religião”, declarou o presidente, ao defender o respeito à fé e à espiritualidade de cada pessoa.

Além da questão religiosa, Lula voltou a tratar de políticas habitacionais. Ao lado de crianças que vestiam camisetas do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), destacou o programa Minha Casa, Minha Vida e afirmou que é possível reduzir o déficit habitacional por meio de investimentos voltados principalmente à população de menor renda.

Segundo o presidente, 85% das chaves das unidades habitacionais do programa são entregues prioritariamente a mulheres.

Lula também relacionou o tema à Campanha da Fraternidade de 2026, da Igreja Católica, que tem como tema “Fraternidade e Moradia” e como lema “Ele veio morar entre nós”.

O presidente mencionou ainda a inclusão de bibliotecas em novos conjuntos habitacionais entregues pelo governo federal.

De acordo com Lula, R$ 30 bilhões já foram destinados a um fundo administrado pela Caixa Econômica Federal para financiar reformas habitacionais.

Ele também projetou que o governo encerrará 2026 com 3 milhões de moradias contratadas pelo Minha Casa, Minha Vida.

Fonte: Jornal do Commercio
Foto: Sergio Lima/AFP

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A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou nesta segunda-feira (12) que gostaria de se tornar a primeira mulher a presidir o Senado e avaliou que haverá, a partir de 2027, ambiente político para a discussão de pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). As declarações foram dadas em entrevista à GloboNews. Tereza Cristina […]

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou nesta segunda-feira (12) que gostaria de se tornar a primeira mulher a presidir o Senado e avaliou que haverá, a partir de 2027, ambiente político para a discussão de pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). As declarações foram dadas em entrevista à GloboNews.

Tereza Cristina disse que já conversou sobre a sucessão no comando do Senado com o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e com outros parlamentares, mas ressaltou que as articulações ainda estão em estágio inicial.

“Eu sempre disse que gostaria de ser a primeira mulher presidente do Senado”, afirmou. A senadora, que está na metade de seu mandato de oito anos, disse ainda que não sabe se buscará uma nova eleição e que gostaria de deixar um legado especialmente para as mulheres.

Segundo Tereza Cristina, ela já manifestou a Alcolumbre o desejo de sucedê-lo. A parlamentar ponderou, entretanto, que isso poderia ocorrer agora ou em outro momento e que a definição dependerá das articulações políticas e da composição do Senado a partir de 2027.

Outro nome citado nas negociações para a presidência da Casa é o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro. Tereza Cristina afirmou que, por se considerar uma parlamentar de centro-direita, possui maior alinhamento político com Marinho.

A senadora também afirmou enxergar espaço, na próxima legislatura, para que o Senado discuta pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.

“Eu vejo ambiente, sim”, declarou. Segundo ela, a atuação do STF esteve entre os temas apresentados aos eleitores durante a campanha para o Senado e deverá gerar cobranças sobre os parlamentares eleitos.

Tereza Cristina afirmou que o assunto não deve ser a única prioridade da Casa, mas defendeu que o Senado examine os fatos relacionados à atuação dos ministros da Corte dentro de suas atribuições constitucionais.

“Infelizmente, esse foi um tema que foi central nessas eleições e nós seremos cobrados, sim, por abrir para investigar o que está acontecendo, os fatos que estão aí postos sobre o Supremo Tribunal Federal”, disse.

A presidência do Senado tem papel central nesse debate porque cabe ao comando da Casa dar encaminhamento aos pedidos apresentados contra ministros do STF. Davi Alcolumbre tem resistido ao avanço dessas iniciativas durante sua gestão.

A disputa pelo comando da Casa ganhou novo peso após as eleições legislativas. O PL terá a maior bancada do Senado a partir de 2027, e nomes como Rogério Marinho e Tereza Cristina passaram a aparecer nas articulações para a sucessão de Alcolumbre.

Escala 6×1

Na mesma entrevista, Tereza Cristina comentou a proposta que acaba com a escala de trabalho 6×1 e reduz a jornada semanal. A senadora criticou a velocidade da tramitação durante o período eleitoral e afirmou que pretende discutir mudanças no texto.

Na avaliação dela, seria necessário mais tempo para analisar os efeitos da proposta. A votação em primeiro turno está prevista para quarta-feira (14) no Senado.

Tereza Cristina disse que a oposição ainda discutirá sua posição e que poderá apresentar emendas com o objetivo de modificar pontos da PEC.

A senadora também integra a direção do PP e participou, na semana passada, do anúncio de apoio da federação formada por PP e União Brasil à candidatura de Flávio Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial.

Fonte: O Globo
Foto: Cristiano Mariz

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O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), candidato à reeleição na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), defendeu nesta segunda-feira (12) uma atuação isenta da Justiça Eleitoral e anunciou a implantação de um percurso para pedestres e ciclistas entre Arujá e Aparecida. As declarações foram dadas após missa no Santuário Nacional, no interior de São […]

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), candidato à reeleição na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), defendeu nesta segunda-feira (12) uma atuação isenta da Justiça Eleitoral e anunciou a implantação de um percurso para pedestres e ciclistas entre Arujá e Aparecida. As declarações foram dadas após missa no Santuário Nacional, no interior de São Paulo.

Alckmin foi questionado por jornalistas sobre a atuação da Justiça Eleitoral após uma sequência de decisões envolvendo conteúdos da campanha presidencial e o canal “Exército do Lula”, no WhatsApp.

“O que a gente ouve é muita reclamação, de plataformas que estariam derrubando os sites, derrubando manifestações. Vamos aguardar, eu acho que é importante a Justiça ser isenta, ser guardiã da liberdade, da liberdade de expressão, da liberdade política”, afirmou.

A declaração ocorre após decisões divergentes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo o canal criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para divulgação de conteúdos de apoio a Lula.

No domingo (11), o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, determinou a suspensão do canal após pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que alegou disseminação de informações falsas. Horas depois, o corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, derrubou a decisão e autorizou sua reativação.

Nesta segunda-feira, relatório produzido pela equipe técnica do TSE informou que não encontrou, entre as publicações analisadas no canal entre 2 e 11 de outubro, reproduções das afirmações apontadas como falsas no processo.

“Caminho da Fé”

Durante a passagem por Aparecida, Alckmin também anunciou a inclusão de um projeto denominado “Caminho da Fé” na revisão da concessão da Rodovia Presidente Dutra.

Segundo o vice-presidente, a proposta prevê a implantação de 134 quilômetros de calçada e ciclovia entre Arujá e Aparecida, permitindo que peregrinos e ciclistas façam o percurso sem utilizar o acostamento da rodovia.

“Este ano é ano de revisão da concessão da Dutra, e incluímos na concessão, o que não estava, o Caminho da Fé, uma calçada saindo de Arujá e vindo até Aparecida. São 134 quilômetros de uma pista ao lado da Dutra e também uma ciclovia”, explicou.

Alckmin afirmou que o objetivo é reduzir os riscos enfrentados por quem atualmente percorre trechos da Dutra ou da Ayrton Senna pelo acostamento. A Rodovia Presidente Dutra é administrada pela concessionária RioSP.

Liberdade religiosa

O vice-presidente também foi questionado sobre a controvérsia envolvendo Nossa Senhora Aparecida e a circulação de informações durante a campanha eleitoral sobre uma suposta retirada do título de padroeira do Brasil.

Flávio Bolsonaro negou que pretenda retirar o título de Nossa Senhora Aparecida caso seja eleito.

Alckmin defendeu o respeito às diferentes crenças e afirmou que medidas contrárias às tradições religiosas são prejudiciais ao país.

“O Brasil é um país de paz. Toda medida de violência, medida que vai contra as tradições, à nossa cultura religiosa, as tradições religiosas, são muito ruins. Isso vale para todos, católicos, evangélicos, cristãos, os que não são cristãos”, afirmou.

O vice-presidente também defendeu que cada pessoa tenha liberdade para seguir sua religião e que sejam respeitadas tanto as diferentes crenças quanto aqueles que não professam uma religião.

Alckmin participou das celebrações do Dia de Nossa Senhora Aparecida no Santuário Nacional nesta segunda-feira.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução/Instagram

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O PL deve liberar seus senadores para votarem individualmente a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1. A tendência ocorre depois de integrantes da oposição atuarem para tentar adiar a análise da medida para depois do segundo turno da eleição presidencial. Segundo O Globo, a expectativa é que […]

O PL deve liberar seus senadores para votarem individualmente a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1. A tendência ocorre depois de integrantes da oposição atuarem para tentar adiar a análise da medida para depois do segundo turno da eleição presidencial.

Segundo O Globo, a expectativa é que o partido não feche questão nem estabeleça uma orientação única para seus parlamentares durante a votação no Senado. Na prática, cada integrante da bancada poderá decidir como votar.

A mudança de cenário ocorre às vésperas da análise da PEC em primeiro turno, prevista para quarta-feira (14). Nos últimos dias, integrantes do PL e da oposição defenderam o cumprimento integral dos prazos regimentais, movimento que poderia empurrar parte da tramitação para depois do segundo turno das eleições.

O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição e coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, vinha afirmando que a bancada ainda não havia consolidado uma posição sobre o mérito da proposta. Ele também criticou a votação durante o período eleitoral e classificou a iniciativa do governo de acelerar a tramitação como eleitoreira.

A provável liberação da bancada indica que existem posições diferentes dentro do próprio PL sobre a proposta. O partido já havia adotado estratégia semelhante durante a tramitação na Câmara, onde parte dos deputados votou favoravelmente ao texto e outra parte se posicionou contra.

A PEC 221/2019 prevê o fim da escala 6×1 ao estabelecer dois dias de descanso semanal remunerado, sendo um deles preferencialmente aos domingos. O texto também reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial.

A mudança seria feita de forma gradual. A jornada passaria inicialmente para 42 horas, 60 dias após a promulgação da emenda. Depois de 12 meses, cairia para 40 horas semanais.

A proposta já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Para ser aprovada no plenário, uma PEC precisa receber pelo menos 49 votos favoráveis em cada um dos dois turnos de votação.

O Palácio do Planalto tenta concluir os dois turnos ainda antes do segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro. Para isso, governistas articulam um acordo que permita reduzir o intervalo regimental entre as votações.

A discussão também entrou diretamente na campanha presidencial. Lula passou a cobrar publicamente uma posição de Flávio Bolsonaro sobre a PEC. O candidato do PL, por sua vez, tem criticado a forma como o governo colocou o assunto em pauta durante a eleição e defende mudanças trabalhistas baseadas em maior flexibilidade de contratação e remuneração por hora.

Nesta segunda-feira (12), questionado por jornalistas sobre como pretende votar a proposta no Senado, Flávio não respondeu e encerrou a entrevista sem apresentar uma posição sobre o texto.

Caso o PL confirme a liberação da bancada, os votos de seus senadores dependerão da posição individual de cada parlamentar, sem orientação partidária obrigatória.

Fonte: O Globo
Foto: Jefferson Rudy / Agência Senado

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Técnicos do TSE não encontram desinformação no canal “Exército do Lula”

Técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não encontraram, nas publicações analisadas do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, conteúdos iguais ou substancialmente semelhantes às informações apontadas como falsas pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL). A conclusão consta de relatório elaborado pelo setor de combate à desinformação da Corte. A equipe técnica examinou mensagens de texto […]

Técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não encontraram, nas publicações analisadas do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, conteúdos iguais ou substancialmente semelhantes às informações apontadas como falsas pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL). A conclusão consta de relatório elaborado pelo setor de combate à desinformação da Corte.

A equipe técnica examinou mensagens de texto e vídeos publicados no canal entre os dias 2 e 11 de outubro. O trabalho foi solicitado pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, em meio à disputa judicial sobre a manutenção do espaço no WhatsApp.

Segundo o relatório, não foram identificadas nas publicações analisadas reproduções das informações apontadas no processo como falsas.

A análise, entretanto, também fez ressalvas à dinâmica do canal. Os técnicos identificaram o que classificaram como “atuação coordenada” para disseminação de conteúdos e apontaram o uso recorrente de linguagem polarizadora.

O “Exército do Lula” foi criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para mobilizar apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante a campanha eleitoral.

A campanha de Flávio Bolsonaro acionou a Justiça Eleitoral alegando que o canal estaria sendo utilizado para espalhar desinformação sobre temas como Bolsa Família, aposentadorias e o título de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil. Entre os pedidos apresentados estavam a suspensão do canal e medidas contra Janones.

No sábado (10), o corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, solicitou informações complementares à campanha de Flávio antes de decidir sobre o pedido de suspensão.

No domingo (11), Nunes Marques analisou outro pedido apresentado pela campanha do candidato do PL e determinou que o WhatsApp retirasse o canal do ar. O presidente do TSE considerou, naquele momento, que o espaço estaria reproduzindo conteúdos já considerados inverídicos pela Justiça Eleitoral.

Horas depois, Villas Bôas Cueva derrubou a suspensão e autorizou o restabelecimento do canal. O corregedor também encaminhou a controvérsia para análise do plenário do TSE.

O relatório técnico produzido posteriormente acrescentou ao processo a informação de que, no material efetivamente examinado entre 2 e 11 de outubro, não foram encontrados os conteúdos apontados como desinformação pela campanha de Flávio.

A conclusão da equipe técnica não encerra o processo nem representa uma decisão judicial sobre os pedidos apresentados. O documento será considerado pelo TSE juntamente com os demais elementos da ação.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta segunda-feira (12) que visitará o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na manhã desta terça-feira (13). O encontro será o primeiro após o fim da suspensão de 90 dias imposta pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi dada depois de Flávio […]

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta segunda-feira (12) que visitará o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na manhã desta terça-feira (13). O encontro será o primeiro após o fim da suspensão de 90 dias imposta pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A declaração foi dada depois de Flávio participar de uma missa na Catedral Metropolitana de Brasília, durante as celebrações de Nossa Senhora Aparecida.

O candidato afirmou que não poderia fazer a visita nesta segunda-feira por causa do feriado e disse que a decisão de Moraes restabeleceu os encontros regulares com Jair Bolsonaro também na condição de familiar.

Segundo Flávio, a visita ocorrerá pela manhã. “Não apenas como advogado, mas também como filho”, afirmou ao comentar a retomada dos encontros.

O senador também disse estar ansioso para rever Jair Bolsonaro depois de mais de três meses sem contato presencial. “Estou ansioso para dar um abraço forte nele”, declarou.

Moraes autorizou nesta segunda-feira a retomada das visitas após o encerramento do prazo de 90 dias de suspensão. A Procuradoria-Geral da República havia se manifestado favoravelmente ao restabelecimento dos encontros, e o ministro considerou que não surgiram fatos novos que justificassem a prorrogação da medida.

A restrição foi determinada em julho, depois que Flávio divulgou nas redes sociais uma carta escrita pelo pai. Na ocasião, Moraes entendeu que a publicação violava a proibição imposta a Jair Bolsonaro de utilizar redes sociais por intermédio de terceiros.

Apesar da liberação das visitas, o ministro manteve as restrições relacionadas à comunicação política do ex-presidente. Os encontros não poderão ser utilizados com finalidade político-eleitoral, e continua proibida a divulgação de manifestos ou declarações de Jair Bolsonaro por terceiros.

A primeira visita ocorre durante a campanha do segundo turno da eleição presidencial, disputado por Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Os candidatos à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) incluíram celebrações católicas nas agendas desta segunda-feira (12), Dia de Nossa Senhora Aparecida. Lula participou de uma missa restrita na capela do Palácio da Alvorada, enquanto Flávio, que é evangélico, foi à Catedral Metropolitana de Brasília. A missa no Palácio da […]

Os candidatos à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) incluíram celebrações católicas nas agendas desta segunda-feira (12), Dia de Nossa Senhora Aparecida. Lula participou de uma missa restrita na capela do Palácio da Alvorada, enquanto Flávio, que é evangélico, foi à Catedral Metropolitana de Brasília.

A missa no Palácio da Alvorada começou às 9h e reuniu um grupo restrito de convidados. Entre os presentes estavam a primeira-dama Janja da Silva, integrantes do governo, aliados políticos e representantes de movimentos sociais.

Também participaram da celebração o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), e a ministra da Cultura, Margareth Menezes.

Nas redes sociais, Lula publicou registros da missa e uma mensagem em homenagem a Nossa Senhora Aparecida. A participação do presidente ocorre em meio à repercussão que a padroeira do Brasil ganhou na campanha eleitoral nas últimas semanas.

Flávio Bolsonaro, por sua vez, participou às 11h da Missa da Equipe Organizadora e Consagração das Partículas, na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, em Brasília. O candidato do PL esteve acompanhado de Alfredo Gaspar, candidato a vice em sua chapa.

Embora seja evangélico, Flávio incluiu a celebração católica em sua agenda no feriado dedicado à padroeira do Brasil.

Enquanto Lula e Flávio permaneceram em Brasília, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) participou das celebrações no Santuário Nacional de Aparecida, no interior de São Paulo, acompanhado da esposa, Lu Alckmin.

As agendas religiosas ocorrem durante a campanha para o segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro.

Fonte: O Globo
Fotos: Brenno Carvalho | Letícia Pille

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, afirmou nesta segunda-feira (12) que o Brasil correria o risco de seguir um caminho semelhante ao da Argentina caso Flávio Bolsonaro (PL) seja eleito presidente. A declaração foi publicada nas redes sociais durante a campanha para o segundo turno. Em postagens no Instagram e […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, afirmou nesta segunda-feira (12) que o Brasil correria o risco de seguir um caminho semelhante ao da Argentina caso Flávio Bolsonaro (PL) seja eleito presidente. A declaração foi publicada nas redes sociais durante a campanha para o segundo turno.

Em postagens no Instagram e no X, Lula associou Flávio ao que classificou como “modelo da direita” e utilizou o governo do presidente argentino Javier Milei como referência para criticar as propostas econômicas do adversário.

Em um dos vídeos divulgados pela campanha, a economista Daniela Marques, apresentada como coordenadora da área econômica da candidatura de Flávio Bolsonaro, é citada no contexto da comparação com a Argentina.

A publicação da campanha de Lula afirma que as políticas adotadas no país vizinho contribuíram para o aumento da pobreza e para o fechamento de empresas, além de mencionar dificuldades enfrentadas por pessoas em situação de vulnerabilidade.

A partir dessa comparação, a campanha petista sustenta que propostas defendidas por Flávio Bolsonaro poderiam levar o Brasil a enfrentar problemas semelhantes.

Lula também retomou críticas ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em outra publicação, mencionou o caso de uma criança chamada Miguel que, segundo o conteúdo divulgado pela campanha, precisou acionar a polícia em 2022 por falta de alimentos em casa.

O presidente afirmou ainda que, durante seu atual mandato, o Brasil voltou a sair do Mapa da Fome e relacionou o episódio às políticas sociais de seu governo. Ao comparar Jair e Flávio Bolsonaro, encerrou a publicação com a expressão “tal pai, tal filho”.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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O bispo diocesano de Afogados da Ingazeira, Dom Limacêdo Antônio da Silva, fez uma série de críticas ao cenário político nacional durante homilia celebrada nesse domingo (11), na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios. Ao abordar o segundo turno da eleição presidencial, ele afirmou que a disputa envolve mais do que os dois candidatos […]

O bispo diocesano de Afogados da Ingazeira, Dom Limacêdo Antônio da Silva, fez uma série de críticas ao cenário político nacional durante homilia celebrada nesse domingo (11), na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios. Ao abordar o segundo turno da eleição presidencial, ele afirmou que a disputa envolve mais do que os dois candidatos e alertou para riscos envolvendo direitos sociais, democracia, soberania nacional e a futura composição do Congresso.

Ao longo da homilia, Dom Limacêdo relacionou suas preocupações ao modelo de sociedade que, segundo ele, estará em discussão no segundo turno. Embora nem sempre tenha citado nominalmente os candidatos nos trechos da celebração, fez referências a posições associadas ao campo bolsonarista e demonstrou preocupação com uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro.

“O que está em jogo não são duas pessoas que estão disputando o segundo turno. É um modelo de sociedade, atenção. É muito mais amplo do que duas pessoas, minha gente, ou do que dois ou três partidos. É o nosso futuro”, afirmou.

O bispo também disse enxergar risco de retrocessos democráticos. “Corremos o risco de enfrentar uma ditadura. Digo sem medo de dizer isso. Tenho responsabilidade em dizer isso”, declarou.

Dom Limacêdo afirmou que considera sua manifestação parte de sua responsabilidade pastoral e pediu que os fiéis analisassem o momento eleitoral “sem paixão, com raciocínio”.

Em outro trecho, o bispo questionou propostas de mudança na Constituição e demonstrou preocupação com a composição do próximo Congresso Nacional. Foi nesse momento que fez uma das declarações mais fortes da homilia.

“Mas qual é o problema da nossa Constituição atual que precisa ser mudada? Eis um perigo do fascismo chegar pelo Poder Legislativo. O Brasil já teve o golpe militar, pelos militares, mas poderá ter também uma ditadura querida, aplaudida e permitida pelo Legislativo dessa nação. Olhemos a formação do nosso futuro Congresso. É de preocupar, minha gente. Se o outro era ruim, esse parece que será pior”, disse.

Na sequência, voltou a defender que o voto seja analisado para além dos nomes que disputam a Presidência.

“Não vamos votar somente em uma pessoa. É no projeto de sociedade. Nós recebemos o Brasil como está hoje, os acertos e os erros. E o que é que vamos deixar com o nosso voto para aqueles que virão depois de nós?”, questionou.

Soberania e políticas públicas

Outro ponto abordado foi a relação do Brasil com os Estados Unidos. Dom Limacêdo criticou brasileiros que, segundo ele, estariam dispostos a subordinar interesses nacionais ao governo norte-americano.

“Incrivelmente, algumas pessoas do nosso país querem nos entregar aos Estados Unidos. Imagine, somos uma democracia adulta, minha gente. Não é perfeita, porque nenhuma é, mas temos todos os elementos necessários para sermos aquilo que somos”, afirmou.

Ele também criticou manifestações de reverência à bandeira norte-americana em detrimento dos símbolos brasileiros e questionou o uso do discurso patriótico nessas circunstâncias.

“Fico triste quando alguém, ao invés de respeitar a bandeira do Brasil, se curva, homenageia a bandeira dos Estados Unidos. Você é patriota fazendo isso? Está muito longe de ser patriota”, declarou.

A partir desse ponto, o bispo relacionou sua fala à preservação de políticas públicas e citou, entre outras medidas, as cotas e a ampliação do acesso ao ensino superior.

“Quantos de nós estudamos apoiados pelo governo do nosso país com as políticas públicas, as cotas? Quantos negros chegaram à universidade? Quantos são doutores, mestres na nossa região? Quantas pessoas tiveram acesso à universidade?”, perguntou.

Dom Limacêdo disse temer que conquistas desse tipo possam ser interrompidas. “Minha gente, vamos jogar tudo isso fora? Porque é possível que tudo isso pare, que tudo isso deixe de existir”, afirmou.

Em outro momento, disse que o país avançou em diferentes áreas e pediu atenção para evitar retrocessos. “Quanta coisa o nosso país, nós avançamos. Não podemos retroceder, minha gente. Vamos ser responsáveis, conversar com nossa família e ver quem, historicamente, quer bem à nação brasileira”, disse.

Mulheres e feminicídio

A situação das mulheres também entrou na homilia. Sem citar nomes, Dom Limacêdo criticou discursos que, na avaliação dele, naturalizam relações de submissão e questionam a existência do feminicídio.

“Vamos respeitar a nossa mãe, nossa irmã, a esposa, dialogar. O casamento é um diálogo permanente, é uma aliança, é um pacto. Pacto não para machucar, para mandar, para pisar, mas para servir, estar atento, dialogar, aprender junto, trabalhar junto, discernir junto”, afirmou.

O bispo também reagiu a declarações públicas que negam a existência do feminicídio. A fala ocorre em meio à repercussão das posições da deputada estadual eleita por São Paulo Eduarda Campopiano (PL), que questionou a tipificação desse tipo de crime.

“Como é que em nosso país alguém tem a coragem de dizer que não existe feminicídio na nação? Bastaria olhar para a nossa região do Pajeú. Aqui e acolá, um homem está no direito de matar a sua esposa e ainda diz que matou por amor? Não. Chegamos então à loucura. Quem ama não mata”, afirmou Dom Limacêdo.

Armas e formação das crianças

A presença de armas no cotidiano também foi criticada. O bispo relatou ter visto recentemente uma criança segurando uma arma enquanto era acompanhada pelos pais e usou o episódio para questionar os valores transmitidos às novas gerações.

“Como é que dias atrás eu vi, vocês devem ter visto, uma criança com uma arma na mão, comemorando com a permissão dos pais? Aquilo ali, quando eu vi, eu disse: não, o mundo está se acabando. Perdemos o juízo”, declarou.

Para Dom Limacêdo, a forma como crianças são educadas hoje terá consequências para a sociedade que será construída nos próximos anos. A mesma preocupação apareceu no encerramento da reflexão sobre as eleições, quando voltou a perguntar o que a atual geração deixará como herança para as seguintes.

Clique no link abaixo e confira, no canal da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios, a celebração e a homilia de Dom Limacêdo na íntegra.

Imagem: Frame/Reprodução

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, marcou para esta terça-feira (13) uma reunião com representantes das campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), que disputam o segundo turno da eleição presidencial. O encontro ocorre em meio ao aumento de processos apresentados pelas duas campanhas à […]

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, marcou para esta terça-feira (13) uma reunião com representantes das campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), que disputam o segundo turno da eleição presidencial.

O encontro ocorre em meio ao aumento de processos apresentados pelas duas campanhas à Justiça Eleitoral na reta final da disputa, cujo segundo turno está marcado para 25 de outubro.

Segundo a reportagem, a reunião busca contribuir para manter a serenidade entre as campanhas diante da sequência de embates levados ao TSE.

Também existe a expectativa de que seja discutida a controvérsia envolvendo o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado e coordenado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).

A campanha de Flávio Bolsonaro pediu ao TSE a suspensão do canal. O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, solicitou inicialmente informações às partes antes de decidir sobre o pedido.

Posteriormente, Nunes Marques determinou a suspensão do canal, proibindo a entrada de novos integrantes e o envio de novas mensagens.

Cueva, porém, suspendeu a decisão e restabeleceu o funcionamento do canal. Segundo o corregedor, a controvérsia deve ser analisada pelo plenário do TSE.

O caso ainda aguarda a definição de Nunes Marques sobre a inclusão do tema na pauta do colegiado.

Nesta segunda-feira (12), o presidente do TSE também solicitou informações relacionadas ao enfrentamento à desinformação durante a campanha eleitoral.

Fonte: Metrópoles
Foto: Breno Esaki

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Reeleito governador do Ceará no primeiro turno, Elmano de Freitas (PT) defendeu mudanças na forma como a esquerda trata a segurança pública e reconheceu que o campo político ao qual pertence precisa avançar na formulação de políticas de enfrentamento ao crime organizado. Em entrevista a O Globo, Elmano afirmou que o combate às facções deve […]

Reeleito governador do Ceará no primeiro turno, Elmano de Freitas (PT) defendeu mudanças na forma como a esquerda trata a segurança pública e reconheceu que o campo político ao qual pertence precisa avançar na formulação de políticas de enfrentamento ao crime organizado.

Em entrevista a O Globo, Elmano afirmou que o combate às facções deve ser tratado como um problema nacional e defendeu a construção de um acordo que envolva diferentes forças políticas.

“Sou da tese de que devemos fazer um grande acordo nacional, inclusive com a direita, para enfrentarmos as organizações criminosas como o maior problema do Estado brasileiro”, afirmou.

Para o governador, governos tanto de esquerda quanto de direita não conseguiram solucionar o avanço das organizações criminosas. Ele disse, porém, que a esquerda ainda elaborou pouco sobre políticas específicas de enfrentamento.

Elmano defendeu a ampliação do sistema prisional, penas mais duras para integrantes de organizações criminosas e medidas que mantenham presos membros de facções responsáveis por ameaças em comunidades.

“Precisamos deixar claro que o Estado precisa de mais presídios, que temos que endurecer as penas contra o crime organizado, e que a ameaça feita por um faccionado em um território não pode ser tratada como uma discussão comum”, declarou.

O governador também apoiou a PEC da Segurança Pública e a criação de um Ministério da Segurança Pública. Segundo ele, a integração entre as forças é necessária para uma nova etapa de enfrentamento ao crime organizado.

Questionado sobre os indicadores de violência no Ceará, Elmano citou dados do Ministério da Justiça de 2026 que, segundo ele, colocariam o estado na 13ª posição no índice de homicídios. Ele também afirmou que houve redução nos índices de roubos e homicídios e reconheceu que o controle territorial exercido por facções continua sendo um problema a enfrentar.

A entrevista também tratou da eleição no Ceará. Elmano foi reeleito no primeiro turno em uma disputa contra Ciro Gomes (PSDB). O petista criticou a reação do adversário ao resultado e disse lamentar que Ciro tenha contestado a eleição.

Segundo Elmano, o ex-governador não telefonou nem o cumprimentou pela vitória e posteriormente divulgou um manifesto questionando o processo eleitoral. Para o governador reeleito, colocar em dúvida um resultado sem elementos que sustentem a acusação contribui para desacreditar o processo democrático.

Elmano também comentou o segundo turno da eleição presidencial. Ele avaliou que, encerradas as disputas estaduais nos principais estados do Nordeste, a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá concentrar esforços na eleição nacional.

O governador afirmou que pretende ampliar a votação de Lula no Ceará e disse que eventuais erros cometidos pela campanha presidencial no primeiro turno devem ser discutidos internamente.

Ao ser questionado sobre a defesa feita pela ex-senadora Kátia Abreu de uma campanha com “menos Janja e mais Alckmin”, Elmano classificou a discussão como “tolice”.

Para ele, tanto a primeira-dama Janja da Silva quanto o vice-presidente Geraldo Alckmin cumprem papéis na campanha, embora tenha ressaltado que Lula deve permanecer como figura central.

Elmano também foi questionado sobre futuras lideranças nacionais do PT. Citou Camilo Santana, Alexandre Padilha, Fernando Haddad e Rui Costa como nomes com condições de exercer esse papel, mas afirmou que a construção de uma liderança nacional depende de presença e conhecimento das diferentes regiões do país.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Moraes autoriza retomada de visitas de Flávio Bolsonaro ao pai

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a retomada das visitas de Flávio Bolsonaro (PL) ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Os encontros estavam suspensos havia 90 dias e voltarão a seguir as regras anteriormente estabelecidas para a prisão domiciliar. A restrição chegou ao fim nesse domingo (11). A defesa de Jair Bolsonaro […]

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a retomada das visitas de Flávio Bolsonaro (PL) ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Os encontros estavam suspensos havia 90 dias e voltarão a seguir as regras anteriormente estabelecidas para a prisão domiciliar.

A restrição chegou ao fim nesse domingo (11). A defesa de Jair Bolsonaro havia comunicado ao STF que pretendia retomar os agendamentos diretamente com o Núcleo de Custódia da Polícia Militar, responsável pelo controle das visitas.

Os encontros deverão observar as condições já impostas pelo Supremo e as demais medidas que continuam em vigor.

A suspensão havia sido determinada por Moraes em julho, depois que Flávio publicou nas redes sociais uma carta escrita pelo pai com conteúdo político-eleitoral.

Na ocasião, o ministro entendeu que Jair Bolsonaro havia utilizado o filho como intermediário para divulgar uma manifestação nas redes sociais, contrariando a proibição de comunicação por meio de terceiros.

Flávio ficou impedido de visitar o pai por 90 dias. Outros familiares tiveram o regime de visitas restabelecido anteriormente, mas a restrição específica ao senador permaneceu até outubro.

Antes do fim do prazo, a defesa de Jair Bolsonaro pediu ao STF a retomada dos encontros. Consultada por Moraes, a Procuradoria-Geral da República se manifestou favoravelmente.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que não foram identificados fatos novos que indicassem descumprimento das condições estabelecidas ou justificassem a prorrogação da medida.

Flávio Bolsonaro disputa o segundo turno da eleição presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), marcado para 25 de outubro.

Fonte: O Globo
Foto: Brenno Carvalho

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Luciano Duque entra no 2º Turno em defesa de Lula

Do Farol de Notícias Reeleito com mais de 50 mil votos, o deputado estadual, Luciano Duque, entrou de vez na campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aliado da governadora Raquel Lyra, o deputado serra-talhadense decidiu por não assumir a neutralidade e buscar votos para o presidente. Aliás, ele já vem fazendo isso nas redes sociais. Em conversa com […]

Do Farol de Notícias

Reeleito com mais de 50 mil votos, o deputado estadual, Luciano Duque, entrou de vez na campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aliado da governadora Raquel Lyra, o deputado serra-talhadense decidiu por não assumir a neutralidade e buscar votos para o presidente. Aliás, ele já vem fazendo isso nas redes sociais.

Em conversa com o Farol,o deputado disse que ‘já entrou em campo’ no diálogo com uma frente de prefeitos que lhe apoiam, e a preocupação, agora; é que os municípios garantam transporte gratuito no dia das eleições. “Estou nas bases no estado, já organizando. Onde tenho bases já estou trabalhando”, assegurou.

A relação entre Duque e o presidente Lula vem desde dos tempos em que foi prefeito de Serra Talhada, pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Em 2021, por exemplo, ele já preparava o retorno de Lula em reuniões no Sertão do Araripe. “Vamos continuar conversando e trilhando um caminho de fortalecimento do nosso partido, focados na eleição de Lula e na retomada de um governo que cuide do seu povo, distribuindo a riqueza gerada pelo país para que as pessoas possam viver dignamente, mais felizes e com qualidade de vida”, reforçou.