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Rodrigo Rôa e Luiza Margarida afirmaram que voto contrário à nova proposta não representa oposição à proteção de pessoas sensíveis aos ruídos ou dos animais. A rejeição de um projeto que ampliava as restrições aos fogos de artifício com estampido em Arcoverde provocou repercussão política e levou vereadores que votaram contra a proposta a explicar […]

Rodrigo Rôa e Luiza Margarida afirmaram que voto contrário à nova proposta não representa oposição à proteção de pessoas sensíveis aos ruídos ou dos animais.

A rejeição de um projeto que ampliava as restrições aos fogos de artifício com estampido em Arcoverde provocou repercussão política e levou vereadores que votaram contra a proposta a explicar seus posicionamentos. Rodrigo Rôa e Luiza Margarida defenderam que o município concentre esforços na fiscalização de uma lei já em vigor.

O Projeto de Lei Ordinária Legislativo nº 020/2026, de autoria do presidente da Câmara, Luciano Pacheco, foi rejeitado na última segunda-feira (31). A proposta previa proibir a comercialização, o armazenamento, o transporte, o uso e a queima de fogos de artifício e outros artefatos pirotécnicos com estampido no município.

A justificativa apresentada para o projeto mencionava os efeitos dos ruídos sobre pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), crianças, idosos, pessoas com sensibilidade auditiva e animais.

Oito vereadores votaram contra a proposta: Heriberto do Sacolão, João Taxista, Wellington Siqueira, Luiza Margarida, Rodrigo Rôa, Paulinho Galindo, Célia Galindo e Sargento Britto. João Marcos não participou da votação.

Rodrigo Rôa foi o primeiro entre os parlamentares contrários à matéria a comentar publicamente a decisão. Em entrevista à Itapuama FM, nessa terça-feira (1º), afirmou que seu posicionamento não significa rejeição às medidas de proteção relacionadas aos impactos provocados pelo barulho.

“Continuo com o mesmo pensamento de que tem que reduzir, tem que controlar e tem que fiscalizar”, afirmou.

O vereador defendeu que o poder público fiscalize a legislação municipal já existente antes de estabelecer novas restrições ao comércio.

Luiza Margarida apresentou argumento semelhante em uma publicação nas redes sociais. Segundo a vereadora, Arcoverde já dispõe da Lei Municipal nº 2.618/2021, que estabelece restrições ao uso de fogos e artefatos pirotécnicos de alto impacto sonoro.

Diferença entre as propostas

A legislação de 2021 e o projeto rejeitado nesta semana, entretanto, não são idênticos.

A Lei nº 2.618/2021 trata da utilização e do manuseio de fogos com estampido em espaços públicos e privados. Já a proposta apresentada por Luciano Pacheco pretendia ampliar as restrições para alcançar também a comercialização, o armazenamento e o transporte desses produtos, além de estabelecer mecanismos de fiscalização e penalidades administrativas.

Portanto, o argumento de que a nova proposta seria redundante é a posição apresentada pelos vereadores que se manifestaram após a votação, e não significa que os dois textos tenham exatamente o mesmo alcance.

A rejeição provocou manifestações contrárias à decisão. O grupo de proteção animal Amor Animal criticou o resultado, enquanto o diretório municipal do PT divulgou nota de repúdio e classificou a votação como um retrocesso.

Até o momento das informações divulgadas pela Itapuama FM, Heriberto do Sacolão, Sargento Britto, João Taxista, Wellington Siqueira, Paulinho Galindo e Célia Galindo ainda não haviam apresentado publicamente suas justificativas para o voto.

Fonte: Itapuama FM

Foto: Michael Andrade

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Quaest: Lula tem 37%, Flávio 30% e Cury chega a 10%; segundo turno tem empate técnico

Pesquisa mostra avanço de Augusto Cury no primeiro turno e diferença de um ponto entre Lula e Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno. Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 37% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro […]

Pesquisa mostra avanço de Augusto Cury no primeiro turno e diferença de um ponto entre Lula e Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno.

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 37% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), com 30%. Augusto Cury (Avante) aparece em terceiro, com 10%.

Os números são do cenário estimulado que inclui Pablo Marçal (PRTB), que registrou candidatura, embora esteja inelegível.

Cury apresentou a maior variação em relação à rodada anterior, divulgada em 14 de agosto. Na ocasião, tinha 2% e agora chegou a 10%, uma alta de oito pontos percentuais.

Renan Santos (Missão) aparece com 3%. Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Pablo Marçal registram 1% cada. Os demais nomes testados não alcançaram 1%. Os indecisos são 10%, enquanto 7% disseram que votariam em branco, anulariam o voto ou não iriam votar.

No cenário sem Pablo Marçal, Lula mantém 37%, Flávio aparece com 29% e Cury continua com 10%. Renan tem 3%; Caiado, Zema e Samara Martins (UP) registram 1% cada.

Segundo turno

Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, os dois aparecem tecnicamente empatados.

Lula registra 42% das intenções de voto, enquanto Flávio tem 41%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, não é possível apontar vantagem estatística de um sobre o outro.

Nesse cenário, 13% afirmam que votariam em branco, anulariam o voto ou não compareceriam, enquanto 4% estão indecisos.

Na rodada anterior, Lula tinha 43% contra 40% de Flávio. A variação entre os dois levantamentos ocorreu dentro da margem de erro.

Metodologia

A Quaest ouviu presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07065/2026.

Fonte: Estadão

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Por 4 votos a 3, Corte entendeu que conteúdo exibido durante convenção partidária não configurou propaganda eleitoral antecipada. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou, nessa terça-feira (1º), a aplicação de multa ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pela utilização de um vídeo produzido com inteligência artificial que recriou a imagem e a voz do […]

Por 4 votos a 3, Corte entendeu que conteúdo exibido durante convenção partidária não configurou propaganda eleitoral antecipada.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou, nessa terça-feira (1º), a aplicação de multa ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pela utilização de um vídeo produzido com inteligência artificial que recriou a imagem e a voz do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O conteúdo foi exibido durante a Convenção Nacional do PL, realizada em 25 de julho, quando o partido oficializou a candidatura de Flávio à Presidência. No vídeo, a representação de Jair Bolsonaro declarava apoio ao filho.

A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, questionou o material no TSE. A representação alegava propaganda eleitoral antecipada, transferência irregular de capital político e uso de deepfake, além de pedir a retirada do vídeo e aplicação de multa.

Por 4 votos a 3, o tribunal rejeitou o pedido. O relator e presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, considerou que a exibição ocorreu durante uma convenção partidária e que a mensagem não continha pedido explícito de voto.

O entendimento adotado pela maioria foi de que a transmissão de uma convenção pela internet não transforma, por si só, uma manifestação dirigida aos participantes do evento em propaganda eleitoral antecipada. Os ministros Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano de Azevedo Marques e Estela Aranha ficaram vencidos nesse ponto.

Critérios para deepfake

Além de analisar o caso de Flávio Bolsonaro, o TSE definiu parâmetros para aplicação das regras sobre deepfakes nas eleições de 2026.

Por 5 votos a 2, a Corte estabeleceu que deepfake é um conteúdo produzido ou manipulado por inteligência artificial, ou tecnologia equivalente, que tenha grau de realismo ou verossimilhança e crie, reproduza ou altere imagem, voz ou manifestação de uma pessoa.

O tribunal definiu ainda que a proibição eleitoral específica para deepfakes depende de o conteúdo ser caracterizado como propaganda eleitoral.

A tese aprovada deverá orientar a Justiça Eleitoral na análise de casos semelhantes durante as eleições de 2026. Entre os elementos a serem considerados estão o conteúdo da mensagem, a linguagem, os destinatários e o contexto em que o material foi divulgado. 

Fonte: TSE

Imagem: Reprodução

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Sandrinho no Debate das Dez

O prefeito Sandrinho Palmeira é o convidado do Debate das Dez desta quarta-feira na Rádio Pajeú. Claro, vai ser perguntado também sobre o “vão trabalhar babões” e “tem muita gente trabalhando sem receber” do vereador Vicentinho. A fala foi dada para justificar o apoio a Mendonça Filho por sete vereadores governistas: Vicentinho Zuza, Douglas Eletricista, […]

O prefeito Sandrinho Palmeira é o convidado do Debate das Dez desta quarta-feira na Rádio Pajeú. Claro, vai ser perguntado também sobre o “vão trabalhar babões” e “tem muita gente trabalhando sem receber” do vereador Vicentinho.

A fala foi dada para justificar o apoio a Mendonça Filho por sete vereadores governistas: Vicentinho Zuza, Douglas Eletricista, Cancão, Cícero Miguel, Gal Mariano, Simone da Feira e Mário Martins.

Além de dizer que as críticas vinham de”babões” e avisar que “tenham cuidado nos empregos”, a fala de maior repercussão de Vicentinho no Debate das Dez sobre 2028:

“Eu quero ser o candidato da Frente Popular,  agora a Frente Popular tem que me querer. Não fecho portas pra ninguém. Se a Frente Popular me apresentar um candidato que tenha mais condições do que eu, eu tiro o meu nome. Eu tô junto. Agora, eles têm que fazer o mesmo. E eu não vejo nenhum dizer isso, que se der o nome de Vicentinho, a gente tá com ele. Então,  eu não tô indo pra outro grupo. Agora, se me empurrarem,  aí eu tenho coragem. A gente tem acesso em todo canto”.

Por Paulo Motoryn – ICL Mensagens e áudios extraídos do celular de Daniel Vorcaro revelam que o dono do Banco Master teve pelo menos um encontro secreto com o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. A reunião ocorreu em 14 de março de 2025, em São Paulo, durou cerca de duas horas e foi […]

Por Paulo Motoryn – ICL

Mensagens e áudios extraídos do celular de Daniel Vorcaro revelam que o dono do Banco Master teve pelo menos um encontro secreto com o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal.

A reunião ocorreu em 14 de março de 2025, em São Paulo, durou cerca de duas horas e foi realizada no endereço de um instituto fundado pelo próprio magistrado.

A aproximação foi articulada durante semanas pelo advogado baiano Ciro Rocha Soares e pelo deputado federal Cezinha de Madureira, do PL de São Paulo.

Em uma das mensagens mais explícitas, Ciro enviou a Vorcaro uma fotografia ao lado de Mendonça e afirmou que estava “trabalhando” para o banqueiro enquanto levava o ministro a uma alfaiataria.

“Fala, Vorcarinho, trabalhando por você! Levei o André lá no Vasco agora, pra fazer um terno”, disse o advogado em áudio enviado em 8 de fevereiro de 2025.

O material mostra ainda que Ciro e Cezinha conversaram previamente com Mendonça sobre uma situação relacionada aos problemas enfrentados pelo Master no Banco Central.

Em outro áudio, o advogado disse ter deixado o ministro “balançado” com o assunto e afirmou que Mendonça queria receber Vorcaro.

“O André Mendonça disse que quer te receber junto comigo”, relatou Ciro. “Ele sabe, soube da situação do Banco Central toda. Eu contei. Ele já sabia que o Cezinha já tinha falado com ele.”

O conteúdo não revela qual providência Vorcaro pretendia obter nem comprova que Mendonça tenha interferido no Banco Central ou adotado qualquer medida em favor do Banco Master. Comprova, porém, a articulação promovida por pessoas próximas ao ministro, o conhecimento prévio de Mendonça sobre o assunto e a realização de pelo menos uma reunião reservada com o banqueiro.

“Tô com André M.”

A articulação começou em 7 de fevereiro de 2025. Naquela tarde, Ciro Rocha Soares fez sucessivas tentativas de telefonar para Daniel Vorcaro. Depois das chamadas perdidas, escreveu: “Opa”, “me liga” e, às 14h03, acrescentou: “Tô [com] André M.”.

No dia seguinte, o advogado encaminhou ao banqueiro uma fotografia na qual aparecia ao lado de André Mendonça. A imagem teria sido feita em uma unidade da Alfaiataria Vasco Vasconcelos, empresa com endereços em São Paulo e Brasília.

Logo depois da fotografia, Ciro enviou o áudio de seis segundos: “Fala, Vorcarinho, trabalhando por você! Levei o André lá no Vasco agora, pra fazer um terno.”

As mensagens não esclarecem que trabalho Ciro dizia estar realizando para Vorcaro nem se o advogado mantinha contrato formal com o banqueiro, com o Banco Master ou com alguma empresa ligada ao grupo. A frase, porém, mostra que ele apresentava sua proximidade com Mendonça como parte de uma atuação em favor de Vorcaro.

Ciro Rocha Soares é advogado com atuação principalmente na Bahia e sócio do escritório Rocha Soares Advogados Associados, sediado em Salvador. Entre 2016 e 2017, exerceu o cargo de ouvidor do Ministério do Turismo.

As conversas mostram que sua relação com Vorcaro ultrapassava uma interlocução estritamente profissional. Os dois se tratavam como irmãos, trocavam declarações de amizade e falavam sobre questões familiares.

Essa intimidade aparece com clareza nas mensagens trocadas em 16 de fevereiro, quando Ciro procurou novamente o dono do Banco Master.

“Opa, Dani!!! Preciso muito falar com você. O A.M. quer recebê-lo. E preciso agendar o quanto antes”, escreveu o advogado às 17h47. Na mensagem seguinte, reforçou: “Muito importante sua ida nele junto comigo”.

Vorcaro respondeu com um ponto de interrogação e depois sugeriu: “Marca quarta”.

Ciro insistiu que precisava conversar por telefone para explicar o assunto. Na sequência, reclamou, em tom amistoso, que Vorcaro havia sido “o único amigo” que não ligara no seu aniversário.

O banqueiro respondeu que quase compareceu à festa, mas teve um problema com os filhos. Disse também que sabia que a comemoração era uma surpresa e, por isso, não quis falar sobre ela antecipadamente.

“Você é meu irmão caçula, meu protegido”, respondeu Ciro. Vorcaro, por sua vez, enviou uma longa mensagem de aniversário. Chamou o advogado de “irmão, anjo da guarda, parceiro, amigo de verdade” e afirmou: “Se não fosse você eu não estaria de pé”.

A conversa ajuda a dimensionar o grau de confiança existente entre os dois no momento em que Ciro atuava para aproximar o banqueiro de um ministro do Supremo.

“Dei uma balançada nele”

Depois da troca de declarações, Ciro enviou a Vorcaro um áudio de 1 minuto e 39 segundos. É nessa gravação que o advogado descreve de maneira mais detalhada sua interlocução com André Mendonça.

Ciro começou dizendo que conhecia o momento vivido pelo banqueiro e que havia sentido sua ausência na festa de aniversário. Contou que um senador havia dado “um show” no evento, cantado e perguntado por Vorcaro.

Em seguida, relatou que André Mendonça havia feito uma homenagem a ele durante a comemoração. Segundo Ciro, também estavam presentes o ministro do STF Kassio Nunes Marques e o procurador-geral da República, Paulo Gonet.

“O André Mendonça fez uma homenagem pra mim do caralho no aniversário. O Kassio, o Gonet, puta merda, enfim, foi bacana”, disse.

Logo depois, o advogado voltou ao assunto que o levara a procurar Vorcaro: “O André quer te receber. Acho que eu dei uma balançada nele naquele assunto.”

Ciro não detalhou na gravação qual era “aquele assunto”. Mais adiante, porém, fez referência direta à situação do Banco Central e afirmou que Mendonça já havia sido informado sobre ela tanto por ele quanto por Cezinha de Madureira.

“O André Mendonça disse que quer te receber junto comigo, me pediu até pra levar o Otto. Ele sabe, soube da situação do Banco Central toda. Eu contei. Ele já sabia que o Cezinha, Cezinha já tinha falado com ele.”

A referência a “Otto” parece ser ao senador Otto Alencar, do PSD da Bahia, citado anteriormente na conversa. A identidade, contudo, ainda precisa ser confirmada.

O áudio revela que havia ao menos duas linhas de interlocução com André Mendonça. Uma era conduzida por Ciro; a outra, por Cezinha de Madureira. Segundo o advogado, ambos já haviam conversado com o ministro sobre a situação relacionada ao Banco Central antes do encontro com Vorcaro.

Ciro disse ainda que iria a Brasília acompanhado de Otto e, em seguida, seguiria para São Paulo, onde seria internado no Hospital Sírio-Libanês. Propôs encontrar Vorcaro no próprio banco, por volta das 17h ou 18h, para que conversassem antes da reunião com Mendonça.

“Se quiser, eu passo no banco, a gente conversa”, sugeriu. Ao final, insistiu que precisava falar com o banqueiro e marcou um encontro para as 18h do dia seguinte.

Reunião marcada para quarta-feira

Em 17 de fevereiro, Ciro avisou que estava deixando Brasília, onde participara de uma reunião, e pediu para conversar com Vorcaro às 18h. “Dani, estou saindo de BSB agora. Estava numa reunião. Preciso falar com você hoje. Podemos marcar às 18h”, escreveu.

Os dois fizeram uma ligação de 18 segundos. Pouco depois, Ciro informou que estava “subindo”, indicando que teria chegado ao local combinado para o encontro com o banqueiro. Às 19h08, enviou uma nova mensagem: “Cezinha confirmou às 16h de quarta”.

A quarta-feira seguinte era 19 de fevereiro. O conjunto das conversas indica que Ciro se referia à reunião com André Mendonça que Vorcaro havia pedido para marcar dois dias antes.

Na data acertada, Ciro procurou novamente o banqueiro e pediu que Bruno Bianco Leal, ministro da Advocacia-Geral da União durante o governo de Jair Bolsonaro, também participasse. Em áudio, orientou Vorcaro a convocar o advogado para que os dois fizessem uma apresentação conjunta.

“Ô, Dani, deixa eu te falar aqui, pede ao Bruno Bianco chegar aqui quatro e meia, pode ser? Que aí a gente faz uma apresentação aqui. Ou quatro e vinte”, disse.

Bruno Bianco fez carreira na Advocacia-Geral da União e comandou o órgão entre agosto de 2021 e janeiro de 2023. Assumiu a chefia da AGU depois que André Mendonça deixou o governo Bolsonaro para ocupar uma cadeira no Supremo.

Após sair do serviço público, Bianco passou a atuar na iniciativa privada e tornou-se advogado ligado ao Banco Master. Mais tarde, integrou a equipe responsável pela defesa de Vorcaro.

As mensagens comprovam que uma reunião foi marcada para aquela quarta-feira, às 16h, e que Ciro tentou incluir Bianco na apresentação. O vazamento, entretanto, não contêm registros de deslocamento, chegada ou saída que permitam cravar que esse primeiro compromisso ocorreu.

O material prova o agendamento e os preparativos. Diferentemente do encontro do mês seguinte, porém, não demonstra de maneira conclusiva a presença simultânea de Vorcaro e Mendonça no local combinado.

Cezinha marca novo encontro

Menos de um mês depois, Cezinha de Madureira voltou a procurar Daniel Vorcaro. Em 13 de março, o deputado informou que havia marcado uma reunião com André Mendonça para as 17h do dia seguinte, em São Paulo.

“Amanhã sexta-feira 17:00 com ministro André em São Paulo”, escreveu.

Na mensagem seguinte, Cezinha indicou o endereço: Alameda Santos, número 647, 16º andar. Vorcaro respondeu: “Show” e, depois, “Marcado”. “Estarei lá para te receber”, afirmou o deputado, antes de reforçar a data e o horário: “Amanhã sexta-feira 14 às 17:00”.

Cezinha de Madureira é uma liderança da Assembleia de Deus do Ministério de Madureira e tem relação próxima com André Mendonça. Sua trajetória política está fortemente associada à Frente Parlamentar Evangélica e às lideranças da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil.

Nas conversas analisadas, a participação do deputado não se limitou a compartilhar o contato do ministro. Segundo Ciro, Cezinha já havia conversado com Mendonça sobre a situação envolvendo o Banco Central. Depois, confirmou o compromisso de fevereiro e organizou diretamente a reunião de março, indicando data, horário e endereço.

“Ministro já está te esperando”

No dia marcado, 14 de março, Vorcaro procurou o deputado pouco antes das 17h. “Fala amigo”, escreveu às 16h37. Três segundos depois, avisou: “Estou a caminho”.

Houve então uma ligação de 20 segundos entre os dois. Às 16h43, Cezinha enviou a mensagem que confirma que André Mendonça estava no local: “Ministro já está te esperando.”

Os diálogos entre Vorcaro e seu motorista corroboram o deslocamento. Às 16h30, sete minutos antes de avisar Cezinha de que estava a caminho, o banqueiro encaminhou ao funcionário o mesmo endereço enviado pelo deputado: Alameda Santos, 647, 16º andar.

“Descendo”, escreveu Vorcaro. Em seguida, ordenou: “Vamos nesse endereço”. O motorista respondeu: “Ok dr”. Às 18h40, Vorcaro voltou a procurar o funcionário e avisou: “Saindo”.

O cruzamento dos horários mostra que o banqueiro permaneceu no endereço durante cerca de duas horas. Cezinha havia informado que Mendonça já o aguardava no local, e o deputado afirmara no dia anterior que estaria lá para receber Vorcaro.

As mensagens, portanto, comprovam a existência de pelo menos um encontro presencial entre o dono do Banco Master e o ministro do Supremo. Também indicam a participação de Cezinha de Madureira.

Reunião em endereço privado

O encontro não aconteceu na sede do Supremo Tribunal Federal, no gabinete do deputado ou em uma dependência do Banco Master.

No endereço indicado por Cezinha — Alameda Santos, 647, 16º andar — funciona, segundo o documento vazado, o Instituto ITER, instituição de ensino dedicada a cursos de formação e aperfeiçoamento profissional. O instituto foi fundado por André Mendonça em 2023.

A escolha de um endereço privado torna necessário esclarecer se o encontro apareceu na agenda pública de Mendonça, em que condição o ministro recebeu o banqueiro, quem mais participou da conversa e qual assunto foi tratado.

O material não apresenta uma ata, gravação ou transcrição da reunião. Também não mostra se o ministro tomou alguma providência depois do encontro.

A ponte evangélica

Cezinha de Madureira exerce o terceiro mandato de deputado federal por São Paulo e é um dos principais representantes políticos da Assembleia de Deus do Ministério de Madureira.

Sua proximidade religiosa e política com Mendonça ajuda a explicar o papel de ponte desempenhado nas conversas. O ministro foi pastor presbiteriano e teve sua indicação ao Supremo promovida por Jair Bolsonaro sob a promessa de escolher um nome “terrivelmente evangélico”.

O deputado aparece no vazamento como uma pessoa com acesso direto ao ministro: teria conversado antecipadamente com Mendonça sobre a situação de Vorcaro perante o Banco Central, confirmado o compromisso de fevereiro e organizado o encontro comprovadamente realizado em março.

O documento menciona ainda que, em 25 de agosto de 2026, a Polícia Federal apreendeu R$ 510 mil na bagagem de mão de Valéria Linhares, advogada e mulher de Cezinha, no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Valéria foi assistida pelo advogado Daniel Bialski, que também atua na defesa de Daniel Vorcaro. A coincidência na representação jurídica não demonstra, por si só, que o dinheiro tenha relação com o banqueiro ou com o Banco Master, mas revela mais um ponto de contato entre os personagens.

O que as mensagens provam — e o que não provam
O vazamento comprova que Ciro Rocha Soares procurou Vorcaro enquanto estava com André Mendonça; enviou uma fotografia ao lado do ministro; disse estar “trabalhando” para o banqueiro; e atuou para organizar uma reunião entre os dois.

Também comprova que Ciro afirmou ter apresentado a Mendonça um assunto relacionado a Vorcaro e que, segundo o próprio advogado, a conversa teria deixado o ministro “balançado”.

No mesmo áudio, Ciro disse que Mendonça conhecia “a situação do Banco Central toda” porque ele e Cezinha de Madureira já haviam falado sobre o tema com o ministro.

As mensagens registram ainda o agendamento de um compromisso para 19 de fevereiro, com a possível participação de Bruno Bianco, e comprovam a realização do encontro de 14 de março.

Sobre a reunião de março, há três conjuntos convergentes de evidências: Cezinha informou data e endereço; disse que Mendonça já aguardava Vorcaro; e as mensagens do banqueiro com o motorista comprovam sua chegada e sua permanência no local durante aproximadamente duas horas.

O material, por outro lado, não revela com precisão o pedido que teria sido levado a Mendonça. Também não permite afirmar que o ministro tenha interferido no Banco Central, prometido ajuda, recebido alguma vantagem ou adotado uma decisão em benefício do Banco Master.

A existência de uma reunião entre um ministro do Supremo e um banqueiro não configura, isoladamente, irregularidade. O interesse público está no contexto: a aproximação foi promovida como um trabalho em favor de Vorcaro, envolveu conversas prévias sobre uma situação no Banco Central e ocorreu de maneira secreta, em um endereço privado.

O outro lado

A reportagem procurou o ministro André Mendonça e o deputado Cezinha de Madureira, mas não obteve retorno até a publicação deste texto. A assessoria de comunicação do STF confirmou o recebimento da demanda e informou que ela foi encaminhada ao gabinete de Mendonça. A reportagem também confirmou que o próprio ministro tomou conhecimento da publicação da reportagem e, ainda assim, não enviou resposta. Também tentou localizar o advogado Ciro Rocha Soares para que comentasse as mensagens e os áudios, mas não conseguiu contato. O espaço permanece aberto para manifestações e esclarecimentos dos citados.

 

Espaço recebe beneficiários que vêm principalmente do interior de Pernambuco para realizar consultas, exames e outros procedimentos de saúde no Recife. A Casa de Apoio dos Usuários do Sassepe completou 20 anos na última segunda-feira (31). O espaço funciona como ponto de acolhimento para servidores públicos estaduais e demais beneficiários do sistema que precisam se […]

Espaço recebe beneficiários que vêm principalmente do interior de Pernambuco para realizar consultas, exames e outros procedimentos de saúde no Recife.

A Casa de Apoio dos Usuários do Sassepe completou 20 anos na última segunda-feira (31). O espaço funciona como ponto de acolhimento para servidores públicos estaduais e demais beneficiários do sistema que precisam se deslocar ao Recife para atendimento de saúde.

Segundo a Associação Civil de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco (ASSEPE), responsável pela administração da unidade, 532 usuários foram acolhidos entre janeiro e agosto deste ano.

O imóvel onde funciona a Casa de Apoio foi adquirido em 2005 e posteriormente adaptado para receber beneficiários do Sassepe, sobretudo aqueles que vêm do interior do Estado e precisam permanecer no Recife enquanto realizam consultas, exames ou outros procedimentos.

Além da hospedagem, o local atende pessoas que chegam cedo ao Hospital dos Servidores do Estado e precisam aguardar durante o dia até o horário de retorno aos seus municípios.

De acordo com a vice-presidente da ASSEPE, Beatriz Gomes, antes da implantação do serviço, alguns usuários permaneciam por longos períodos nas dependências do hospital por não disporem de um local de apoio na capital.

“A Casa de Apoio representa muito mais do que um lugar para dormir. É um lugar de acolhimento, um lugar para cuidar de quem precisa de cuidado”, afirmou.

A manutenção da unidade é feita com recursos dos servidores, enquanto a administração fica sob responsabilidade da ASSEPE.

Ao marcar os 20 anos da iniciativa, Beatriz também agradeceu aos profissionais que atuam no atendimento aos usuários e destacou sua participação na criação e estruturação do serviço.

Foto: Divulgação

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Deputado estadual respondeu a Daniel Coelho após reação do candidato a federal às declarações envolvendo o caso dos cartazes apócrifos contra Raquel Lyra. O deputado estadual Romero Albuquerque (União Brasil) respondeu, nessa terça-feira (1º), ao candidato a deputado federal Daniel Coelho após a troca de declarações envolvendo as denúncias sobre um suposto “gabinete do ódio” […]

Deputado estadual respondeu a Daniel Coelho após reação do candidato a federal às declarações envolvendo o caso dos cartazes apócrifos contra Raquel Lyra.

O deputado estadual Romero Albuquerque (União Brasil) respondeu, nessa terça-feira (1º), ao candidato a deputado federal Daniel Coelho após a troca de declarações envolvendo as denúncias sobre um suposto “gabinete do ódio” e os cartazes apócrifos contra a governadora Raquel Lyra (PSD).

A manifestação ocorreu depois de Daniel reagir às declarações de Romero e chamá-lo de mentiroso. No novo vídeo, o deputado estadual afirmou que não fez uma acusação direta contra o adversário, mas levantou questionamentos a partir de informações que vieram a público.

“Daniel, primeiro uma coisa precisa ficar clara. Eu não acusei você, eu fiz uma pergunta. E essa pergunta, infelizmente, não nasceu do nada”, afirmou.

Romero citou a reportagem da Record sobre um suposto esquema de ataques digitais relacionado a integrantes do Governo de Pernambuco e lembrou que a Frente Popular pediu investigação sobre o caso. A existência e as responsabilidades por eventual estrutura desse tipo continuam sob apuração.

O parlamentar também mencionou o perfil Bastidor.PE, que publicou imagens dos cartazes apócrifos que deram origem a uma nova frente da disputa política. A Frente Popular pediu que autoridades investiguem a origem de uma das fotografias e eventuais vínculos dos responsáveis pelo perfil com o Governo do Estado. Isso não significa, até o momento, que a página ou seus integrantes tenham sido responsabilizados pela produção dos materiais.

Ao responder a Daniel, Romero criticou o tom adotado pelo candidato.

“Se você diz que não teve nenhuma participação nisso, então eu registro o esclarecimento”, declarou. Em seguida, acrescentou: “Menos ódio, menos nervosismo e mais investigação”.

Romero também defendeu que as autoridades esclareçam quem produziu, imprimiu, distribuiu, fotografou e divulgou inicialmente os cartazes.

“Vamos fazer uma coisa mais útil: descobrir quem foi que fez os cartazes, quem foi que imprimiu, quem foi que colocou, quem foi que fotografou, quem divulgou primeiro e se houve ou não uma ação coordenada por trás desse ataque à governadora”, afirmou.

Segundo o deputado, o objetivo deve ser esclarecer os fatos e identificar eventuais responsáveis. “Só existe um jeito de acabar com qualquer dúvida: descobrindo quem fez”, concluiu.

As acusações relacionadas ao chamado “gabinete do ódio” e a autoria dos cartazes apócrifos continuam sendo objeto de apurações e disputas judiciais e políticas. Até o momento, não há conclusão que responsabilize Daniel Coelho pela produção ou distribuição dos materiais.

Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a resposta de Romero Albuquerque.

Fonte: Blog do Mário Flávio
Frame/Vídeo: Reprodução/Instagram

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“Vamos começar a trabalhar no primeiro dia do governo”, diz João Campos em Goiana

Candidato apresentou propostas para o município e recebeu apoio de cinco vereadores de Itaquitinga. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nessa terça-feira (1º), de uma agenda de campanha em Goiana, na Mata Norte. Durante a passagem pelo município, João apresentou propostas relacionadas a enchentes, infraestrutura, saúde e abastecimento de água. Também […]

Candidato apresentou propostas para o município e recebeu apoio de cinco vereadores de Itaquitinga.

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nessa terça-feira (1º), de uma agenda de campanha em Goiana, na Mata Norte.

Durante a passagem pelo município, João apresentou propostas relacionadas a enchentes, infraestrutura, saúde e abastecimento de água. Também recebeu o apoio de cinco vereadores de Itaquitinga.

Ao falar sobre Goiana, o candidato afirmou que pretende, caso seja eleito, realizar intervenções para reduzir os impactos das enchentes e promover melhorias na PE-75.

“Nós vamos começar a trabalhar no primeiro dia do governo”, declarou.

Na área da saúde, João prometeu reformar o hospital de Goiana e defendeu a implantação de uma Unidade de Terapia Intensiva na Mata Norte.

O candidato também voltou a apresentar duas propostas de campanha: a isenção do IPVA para motocicletas de até 180 cilindradas e o programa denominado “Sem Água, Sem Conta”, direcionado a consumidores que enfrentam interrupções no abastecimento.

Durante o discurso, João fez críticas à política de atração de investimentos do atual Governo de Pernambuco. A assessoria reproduziu afirmações sobre a chegada de indústrias e o volume de investimentos na Mata Norte, mas não apresentou dados que permitam verificar as comparações. Por esse motivo, essas alegações não são tratadas como fatos pela reportagem.

A agenda contou com a participação do prefeito de Goiana, Marcílio Régio, que declarou apoio a João Campos.

Apoio de vereadores de Itaquitinga

Durante a passagem por Goiana, João se reuniu com cinco vereadores de Itaquitinga que anunciaram apoio à sua candidatura.

São eles Vavazinho, Silvio da Lotérica, André Pacheco, Izael da Saúde e Aderito Guarda. O grupo se apresenta politicamente como G5.

João agradeceu o apoio dos parlamentares.

Também participaram da agenda o candidato a vice-governador Carlos Costa; a candidata ao Senado Marília Arraes; e candidatos proporcionais da Frente Popular.

Foto: Edson Holanda

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Candidata à reeleição participou de caminhadas em Moreno e Jaboatão dos Guararapes nessa terça-feira (1º). A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou, nessa terça-feira (1º), de agendas de campanha em Moreno e Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife. Nos dois municípios, Raquel esteve acompanhada da candidata a vice-governadora Priscila Krause […]

Candidata à reeleição participou de caminhadas em Moreno e Jaboatão dos Guararapes nessa terça-feira (1º).

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou, nessa terça-feira (1º), de agendas de campanha em Moreno e Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife.

Nos dois municípios, Raquel esteve acompanhada da candidata a vice-governadora Priscila Krause (PSD) e de candidatos e lideranças que apoiam sua chapa.

Em Moreno, a governadora citou ações do Governo de Pernambuco no município. Segundo o material divulgado pela campanha, foram entregues 13 ônibus escolares, uma cozinha comunitária e um Centro de Referência da Mulher.

A assessoria também informou que uma creche e uma Escola Técnica Estadual estão em construção e mencionou a autorização para obras da Barragem de Engenho Pereira. Raquel citou ainda intervenções de pavimentação e o projeto do Arco Metropolitano.

Depois, Raquel participou de uma caminhada em Jaboatão Centro. Na agenda, mencionou obras de contenção de encostas em Jardim Monte Verde, creches, pavimentação e intervenções relacionadas à Barragem de Engenho Pereira.

A candidata também falou sobre a possibilidade de permanecer no comando do Estado por mais quatro anos.

“Eu estou pronta para continuar liderando esse Estado”, declarou.

Em Jaboatão, participaram ainda os candidatos ao Senado Eduardo da Fonte (PP) e Túlio Gadêlha (PSD), além do prefeito Mano Medeiros e de candidatos proporcionais.

Em Moreno, a agenda contou com o prefeito Edmilson Cupertino e outros aliados da candidatura.

Fotos: Janaína Pepeu e Beto Figueiroa

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Candidato à Presidência comentou os ataques envolvendo cartazes apócrifos e disse que divergências eleitorais não justificam atingir familiares de adversários. O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou, nessa terça-feira (1º), um vídeo em solidariedade à governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), após a circulação de cartazes […]

Candidato à Presidência comentou os ataques envolvendo cartazes apócrifos e disse que divergências eleitorais não justificam atingir familiares de adversários.

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou, nessa terça-feira (1º), um vídeo em solidariedade à governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), após a circulação de cartazes apócrifos com ataques à gestora e referências ao seu marido, Fernando Lucena, morto em 2022.

“Esse vídeo aqui não é sobre política, é sobre o mínimo de respeito e de civilidade que todo mundo deveria ter, inclusive dentro de uma campanha eleitoral”, afirmou Flávio.

O senador disse ter encontrado Raquel apenas uma vez, rapidamente, em um aeroporto, e afirmou que decidiu se manifestar diante do conteúdo dos ataques.

Ao mencionar a morte de Fernando Lucena, Flávio afirmou não ser possível dimensionar a dor da governadora diante das referências feitas ao marido durante a campanha.

“Eu não tenho como mensurar a sua dor pela perda do seu marido, eu não sei o que vem na sua cabeça quando você lembra dele, ainda mais numa situação como essa aí desses cartazes”, declarou.

Na sequência, o candidato relacionou o episódio a uma experiência vivida por sua própria família. Flávio citou o atentado sofrido por Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018 e afirmou que sua família também conhece os efeitos da violência política.

O autor da facada contra Jair Bolsonaro, Adélio Bispo, havia sido filiado ao PSOL anos antes do atentado. Flávio fez referência a esse histórico ao dizer que o pai foi atacado por um “ex-integrante do PSOL”.

Ao final da manifestação, o senador aconselhou Raquel a buscar as medidas legais cabíveis e seguir com a campanha.

“Respira, levanta a cabeça, tome as medidas legais cabíveis e bola para frente. Peço a Deus que lhe dê força, saúde, coragem e sabedoria nessa caminhada”, afirmou.

A autoria dos cartazes apócrifos que motivaram as manifestações de solidariedade a Raquel Lyra segue sob investigação. A governadora já afirmou que não pretende apontar responsáveis antes da conclusão das apurações.

Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a manifestação de Flávio Bolsonaro.

Vídeo: Reprodução/Instagram

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Paulo Gonet sustenta que ministro do STF não poderia determinar, por iniciativa própria, aprofundamento de investigação sobre colega da Corte. A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu, nesta terça-feira (1º), a nulidade do ato do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o aprofundamento de apurações relacionadas ao ministro Alexandre de Moraes no […]

Paulo Gonet sustenta que ministro do STF não poderia determinar, por iniciativa própria, aprofundamento de investigação sobre colega da Corte.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu, nesta terça-feira (1º), a nulidade do ato do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o aprofundamento de apurações relacionadas ao ministro Alexandre de Moraes no contexto das investigações do caso Banco Master.

Em nota, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, argumenta que Mendonça, na condição de magistrado, não poderia determinar por iniciativa própria que a Polícia Federal investigasse pessoas específicas sem pedido do Ministério Público ou iniciativa da própria autoridade policial.

“A ordem dada à autoridade policial para investigar pessoas específicas, sem pedido do Ministério Público e sem iniciativa da autoridade policial, é nula, por exceder os limites de competência do magistrado na fase pré-processual”, afirma a manifestação da PGR.

Em termos práticos, a Procuradoria sustenta que cabe ao Ministério Público conduzir a iniciativa acusatória e ao Judiciário decidir sobre os pedidos que lhe são apresentados, preservando a separação das funções durante uma investigação criminal.

A PGR também argumenta que, mesmo diante de eventual indício de irregularidade envolvendo outro integrante do Supremo, Mendonça não poderia determinar diretamente o aprofundamento das apurações sobre o colega.

Segundo Gonet, caso considerasse que os elementos encontrados justificavam investigação sobre Moraes, Mendonça deveria encaminhar a questão ao presidente do STF para que o plenário da Corte avaliasse a necessidade e a forma de eventual apuração.

“Não caberia a ele aprofundar as pesquisas sobre o colega — vale dizer, não caberia a ele determinar que se investigassem com mais detimento referências ao colega”, diz outro trecho da manifestação.

O posicionamento da PGR representa um novo desdobramento do caso Banco Master. Nesta terça-feira, vieram a público informações sobre mensagens encontradas no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e contatos atribuídos a Alexandre de Moraes nos dias anteriores e no próprio dia da primeira prisão de Vorcaro, em novembro de 2025.

Mendonça encaminhou os novos elementos à PGR e defendeu que o assunto fosse submetido ao plenário do Supremo. Também passou a avaliar medidas relacionadas a uma possível investigação envolvendo Moraes.

Com a manifestação de Gonet, porém, a Procuradoria sustenta que o procedimento adotado por Mendonça é juridicamente inválido e pede que o ato e os elementos obtidos a partir dele sejam anulados.

O pedido da PGR não representa uma conclusão sobre o conteúdo das mensagens ou sobre eventual conduta de Alexandre de Moraes. A manifestação trata, neste momento, da legalidade do procedimento utilizado para aprofundar a apuração.

Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a explicação sobre a manifestação da Procuradoria-Geral da República.

 

Vídeo: Reprodução/GloboNews

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Rodrigo Ambrósio negou ter gráfica ou relação com Amisadai Andrade e afirmou que vai registrar boletim de ocorrência após divulgação de informações sobre sua residência. Rodrigo Ambrósio, responsável pelo perfil Bastidor.PE, se manifestou nesta terça-feira (1º), após a Frente Popular de Pernambuco pedir que autoridades investiguem a origem da fotografia de um panfleto apócrifo que […]

Rodrigo Ambrósio negou ter gráfica ou relação com Amisadai Andrade e afirmou que vai registrar boletim de ocorrência após divulgação de informações sobre sua residência.

Rodrigo Ambrósio, responsável pelo perfil Bastidor.PE, se manifestou nesta terça-feira (1º), após a Frente Popular de Pernambuco pedir que autoridades investiguem a origem da fotografia de um panfleto apócrifo que menciona Fernando Lucena, marido da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD).

Em vídeo publicado nas redes sociais, Ambrósio negou informações que, segundo ele, vêm sendo divulgadas a seu respeito e afirmou que pretende adotar medidas judiciais.

“Eu não tenho gráfica e nunca tive. O endereço que estão mostrando como se fosse uma grande descoberta é simplesmente minha casa”, declarou.

Segundo Ambrósio, imagens da residência utilizadas em publicações teriam sido retiradas do Google Street View e seriam de 2020. Ele afirmou ainda que uma parede do imóvel estaria sendo associada a uma imagem relacionada aos ataques contra Raquel.

“O muro que está sendo exibido em vídeos por aí é o muro da minha residência, só que de 2020”, disse.

O responsável pelo Bastidor.PE também negou qualquer ligação com Amisadai Andrade, ex-servidor estadual citado nas denúncias envolvendo um suposto esquema de ataques digitais contra adversários políticos.

“Eu não conheço Amisadai e nunca tive qualquer relação com ele”, afirmou.

Ambrósio classificou as associações como uma tentativa de intimidar o trabalho realizado pelo perfil. Segundo ele, o Bastidor.PE funciona de forma independente, com participação voluntária de colaboradores.

“Essas são tentativas de usar informações falsas e associações inexistentes para intimidar um trabalho jornalístico e manipular a opinião pública”, declarou.

A manifestação ocorre depois de a Frente Popular pedir investigação complementar sobre o perfil e seus responsáveis. A coligação de João Campos (PSB) sustenta que a página publicou a principal fotografia encontrada do panfleto apócrifo que cita o marido de Raquel Lyra e pediu que as autoridades apurem a origem da imagem e eventuais vínculos dos responsáveis pelo perfil com o Governo do Estado.

O pedido de investigação não significa que o Bastidor.PE ou Rodrigo Ambrósio tenham sido responsabilizados pela produção ou distribuição dos materiais.

No vídeo, Ambrósio afirmou ainda que pretende registrar boletim de ocorrência e recorrer à Justiça contra quem, segundo ele, divulgou informações falsas ou expôs sua residência.

“Eu não vou responder ataque com ataque. Vamos para a Justiça”, disse.

Ao final, reforçou que o perfil continuará publicando conteúdos. “A intimidação não vai definir o que o Bastidor pode ou não pode publicar. Nosso compromisso continua sendo com o jornalismo e com o direito de informar”, afirmou.

Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a manifestação de Rodrigo Ambrósio.

 

Vídeo: Reprodução/Instagram

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Frente Popular pede investigação sobre origem de foto de panfleto contra Raquel Lyra

Coligação de João Campos quer apuração sobre a origem da imagem e eventuais vínculos dos responsáveis pelo Bastidor.PE com o Governo do Estado. A Frente Popular de Pernambuco protocolou, nesta terça-feira (1º), um pedido complementar de investigação relacionado ao panfleto apócrifo que menciona Fernando Lucena, marido da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), […]

Coligação de João Campos quer apuração sobre a origem da imagem e eventuais vínculos dos responsáveis pelo Bastidor.PE com o Governo do Estado.

A Frente Popular de Pernambuco protocolou, nesta terça-feira (1º), um pedido complementar de investigação relacionado ao panfleto apócrifo que menciona Fernando Lucena, marido da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), morto em 2022.

Segundo a coligação de João Campos (PSB), o novo pedido foi encaminhado à Polícia Federal e ao Ministério Público e complementa uma solicitação apresentada no último domingo (30), quando as imagens dos materiais começaram a circular. A Justiça Eleitoral também foi informada sobre os novos elementos.

O foco agora é o perfil Bastidor.PE, no Instagram. A Frente Popular afirma que a principal imagem localizada do panfleto que cita o marido da governadora foi publicada inicialmente pela página e pede que seja investigada a origem da fotografia.

A coligação também cita reportagem segundo a qual pessoas ligadas ao perfil ocuparam cargos no Governo de Pernambuco. Dois responsáveis pela página teriam trabalhado anteriormente na Secretaria de Turismo, enquanto outro articulista ocuparia atualmente cargo comissionado na Casa Civil.

Esses vínculos, por si só, não comprovam qualquer participação na produção ou distribuição do material. A Frente Popular pede justamente que as autoridades apurem se existe alguma relação entre essas circunstâncias e a publicação da imagem.

Outro argumento apresentado pela coligação é que sua equipe jurídica realizou buscas no Recife e afirma não ter localizado exemplar idêntico ao panfleto mostrado nas redes sociais nem pessoas que tenham relatado recebê-lo.

O Bastidor.PE apresenta uma versão diferente sobre a existência física dos materiais. Em publicação própria, o veículo afirmou ter recebido relatos e imagens de leitores pelo WhatsApp e disse que sua equipe foi ao Recife Antigo, onde encontrou uma série de cartazes apócrifos contra Raquel, entre eles um relacionado à morte de Fernando Lucena. 

A página não é acusada formalmente, até o momento, de ter produzido os panfletos. O pedido da Frente Popular busca esclarecer de onde partiu a fotografia publicada, como o material chegou ao perfil e se há alguma circunstância adicional que deva ser investigada.

O caso ocorre em meio à disputa política provocada pelos cartazes. João Campos e Ivan Moraes (PSOL) negaram participação na produção dos materiais e também pediram investigação. Raquel Lyra classificou os ataques como violência política e afirmou que não pretende apontar responsáveis antes da apuração.

Foto: Reprodução

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TSE restabelece campanha digital de Renan Santos e libera participação em debates

Decisão permite retomada de perfis registrados no TSE, participação em debates e repasses do Fundo Eleitoral. O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), liberou, nesta terça-feira (1º), a campanha digital de Renan Santos (Missão), candidato à Presidência da República. A nova decisão flexibiliza as restrições impostas anteriormente e permite que a chapa presidencial […]

Decisão permite retomada de perfis registrados no TSE, participação em debates e repasses do Fundo Eleitoral.

O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), liberou, nesta terça-feira (1º), a campanha digital de Renan Santos (Missão), candidato à Presidência da República.

A nova decisão flexibiliza as restrições impostas anteriormente e permite que a chapa presidencial do Missão volte a realizar propaganda eleitoral por meio de sites, blogs, redes sociais, aplicativos de mensagens e outras plataformas digitais, desde que os endereços estejam devidamente registrados no sistema da Justiça Eleitoral.

Toffoli também liberou Renan para participar de debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação.

A decisão autoriza ainda a retomada dos repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha e a realização de despesas com recursos eventualmente já transferidos à candidatura.

O ministro determinou também que as plataformas digitais restabeleçam o funcionamento dos perfis do candidato abrangidos pela decisão. Nesta terça-feira (1º), Meta e TikTok haviam informado ao TSE que retiraram do ar perfis de Renan citados na decisão anterior.

A restrição havia sido adotada no contexto da análise do pedido de registro da candidatura do Missão. Toffoli apontou anteriormente problemas relacionados à informação de perfis utilizados para propaganda eleitoral na internet.

Com a nova decisão, a campanha poderá voltar a utilizar os endereços eletrônicos já registrados oficialmente na Justiça Eleitoral.

A análise do registro da candidatura de Renan Santos ainda segue no TSE.

Fonte: G1
Foto: Reprodução

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Candidato à Presidência afirma que novos elementos envolvendo o ministro e Daniel Vorcaro tornam inviável sua permanência no STF. O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu, nesta terça-feira (1º), a renúncia do ministro Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal (STF). A manifestação representa mais um desdobramento político das revelações […]

Candidato à Presidência afirma que novos elementos envolvendo o ministro e Daniel Vorcaro tornam inviável sua permanência no STF.

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu, nesta terça-feira (1º), a renúncia do ministro Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal (STF). A manifestação representa mais um desdobramento político das revelações envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o Banco Master. 

“Isso é muito grave. Eu acho que o Alexandre de Moraes deveria renunciar ao Supremo Tribunal Federal. Não tem a menor condição de continuar sendo ministro do Supremo”, afirmou Flávio antes de uma sessão da Comissão de Segurança Pública do Senado.

A declaração ocorreu após a divulgação de informações sobre o contrato de R$ 131 milhões firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.

Segundo a reportagem, metadados de uma versão do documento enviada por WhatsApp a Vorcaro indicam que o arquivo passou por edição de um usuário identificado como “Ministro Alexandre de Moraes”.

O próprio escritório de Viviane confirmou que Moraes teve acesso à minuta. Em nota, a banca afirmou que consultou o ministro, na condição de marido da sócia-diretora, para verificar a existência de possíveis impedimentos legais para a contratação. Segundo o escritório, não foi identificado impedimento, e Moraes nunca julgou causa envolvendo o Banco Master. 

Flávio Bolsonaro, entretanto, afirmou que os novos elementos levantam suspeitas sobre eventual atuação do ministro em favor de Vorcaro.

“Tudo sugere que há uma proteção de Moraes dada ao Vorcaro”, declarou o candidato. A afirmação é uma acusação de Flávio e não representa conclusão das investigações.

As declarações ocorrem no mesmo dia em que vieram a público novos detalhes das mensagens encontradas no celular de Vorcaro. Parte do material mostra contatos atribuídos a Moraes nos dias anteriores e no próprio dia da primeira prisão do ex-banqueiro.

Como o Blog do Nill Júnior mostrou nas reportagens anteriores sobre o caso Master, a Polícia Federal busca esclarecer se Vorcaro teve acesso antecipado a informações sobre medidas que seriam adotadas contra ele e qual teria sido a origem desses dados.

O ministro André Mendonça encaminhou os novos elementos à Procuradoria-Geral da República (PGR) e avalia os próximos passos relacionados à possível inclusão de Moraes na investigação. 

Até o momento, não há conclusão de que Alexandre de Moraes tenha cometido crime. A existência do contrato, o acesso do ministro à minuta e as mensagens analisadas pela PF integram um conjunto de fatos que ainda está sob apuração.

Fonte: Diário do Poder / CNN Brasil
Foto: Divulgação/Charles Vieira

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André Mendonça avalia pedir investigação contra Alexandre de Moraes no STF

Ministro aguarda manifestação da PGR antes de decidir se avança com iniciativa relacionada aos novos desdobramentos do caso Banco Master. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), avalia pedir a abertura de uma investigação contra o também ministro Alexandre de Moraes, segundo fontes ouvidas pela reportagem. A iniciativa ocorre após novos elementos surgirem […]

Ministro aguarda manifestação da PGR antes de decidir se avança com iniciativa relacionada aos novos desdobramentos do caso Banco Master.

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), avalia pedir a abertura de uma investigação contra o também ministro Alexandre de Moraes, segundo fontes ouvidas pela reportagem.

A iniciativa ocorre após novos elementos surgirem nas investigações envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master, entre eles informações relacionadas a contatos atribuídos ao ex-banqueiro com Moraes nos dias anteriores à primeira prisão de Vorcaro.

Mendonça já solicitou esclarecimentos à Procuradoria-Geral da República (PGR) e aguarda a manifestação do órgão antes de definir os próximos passos. O ministro também pretende conversar com o presidente do STF, Edson Fachin, caso a iniciativa avance.

Nesta terça-feira (1º), Mendonça retirou o sigilo de parte da apuração relacionada ao material encontrado no celular de Vorcaro e defendeu que os novos elementos sejam analisados pelo plenário do Supremo.

Por envolver um integrante da própria Corte, uma eventual investigação deverá seguir procedimentos específicos dentro do STF. A manifestação da PGR será considerada antes de qualquer avanço formal.

Alexandre de Moraes contesta parte das informações atribuídas a conversas com Vorcaro. Até o momento, não há conclusão de que o ministro tenha cometido crime ou outra irregularidade.

Fonte: Diario de Pernambuco / Correio Braziliense
Foto: Luiz Silveira/STF

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Caso Master: mensagens entre Vorcaro e Moraes abrem nova frente de investigação

Relatório da PF detalha contatos no período anterior à prisão do ex-banqueiro e registra mensagens de visualização única enviadas no próprio dia da detenção. Depois das suspeitas de fraudes financeiras que levaram o Banco Master à liquidação, as investigações ganharam uma nova frente com a análise de mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro e […]

Relatório da PF detalha contatos no período anterior à prisão do ex-banqueiro e registra mensagens de visualização única enviadas no próprio dia da detenção.

Depois das suspeitas de fraudes financeiras que levaram o Banco Master à liquidação, as investigações ganharam uma nova frente com a análise de mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro e atribuídas a contatos com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Como mostrou a primeira reportagem desta série, o caso começou com suspeitas de operações financeiras sem lastro, ativos superavaliados e outras irregularidades. Agora, a apuração busca esclarecer se Vorcaro teve acesso antecipado a informações sigilosas ou tentou recorrer a autoridades enquanto a Polícia Federal avançava sobre suas operações.

Um dos elementos que ganharam relevância está no relatório da PF sobre as comunicações mantidas em 17 de novembro de 2025, dia em que Vorcaro foi preso no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Segundo o documento, Moraes enviou ao banqueiro quatro mensagens no modo de visualização única, recurso do WhatsApp que faz com que o conteúdo desapareça após ser aberto. Os envios ocorreram às 8h16, 17h31, 20h21 e 20h23. As duas últimas mensagens foram remetidas poucas horas antes da prisão. 

A Polícia Federal não conseguiu recuperar o conteúdo dessas quatro mensagens.

No mesmo dia, Vorcaro também enviou sucessivas mensagens ao interlocutor atribuído a Moraes. Pela manhã, falou sobre as tentativas de antecipar a venda do Master. À tarde, voltou a tratar das negociações e questionou se havia alguma novidade sobre as medidas que poderiam atingir o banco. 

Às 17h26, por exemplo, Vorcaro perguntou se havia novidade e se tinha sido possível obter informação ou “bloquear” alguma medida. Cinco minutos depois, às 17h31, consta uma mensagem de visualização única enviada pelo ministro, cujo conteúdo não foi recuperado. 

Já às 20h48, o banqueiro informou que estava a caminho de uma negociação com investidores estrangeiros. Pouco depois, seria preso pela Polícia Federal.

As informações ampliam os questionamentos sobre o grau de contato mantido entre Vorcaro e Moraes no momento em que a Operação Compliance Zero avançava.

Mensagens anteriores também chamaram atenção

Os contatos não se limitam ao dia da prisão. Em 15 de novembro de 2025, dois dias antes da detenção, Vorcaro questionou se deveria deixar o país. No dia seguinte, voltou a perguntar sobre a possibilidade de uma operação policial e sugeriu um encontro. 

A Polícia Federal busca determinar se o ex-banqueiro recebeu antecipadamente informações sobre medidas sigilosas e, caso isso tenha ocorrido, de onde elas partiram.

Parte das comunicações encontradas no celular de Vorcaro era produzida como texto no bloco de notas, transformada em imagem e posteriormente enviada pelo WhatsApp no modo de visualização única, o que dificultava a recuperação posterior do conteúdo.

Moraes já contestou mensagens

Alexandre de Moraes já contestou anteriormente a atribuição de parte das mensagens encontradas no celular de Vorcaro.

Em manifestação divulgada em março, o ministro sustentou que determinados arquivos não estavam associados ao seu número de telefone. A identificação dos destinatários, o conteúdo das comunicações que desapareceram e o contexto completo dos diálogos permanecem, portanto, entre os pontos analisados pelas autoridades. 

Contrato com escritório da esposa

Outro elemento relacionado ao caso envolve um contrato firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.

Registros digitais analisados pela investigação indicariam participação de um usuário identificado como “Ministro Alexandre de Moraes” na edição de uma versão do documento.

A existência do contrato e eventual participação do ministro em sua análise não representam, isoladamente, comprovação de crime. O escritório sustenta que a contratação foi regular.

Caso chega à PGR

O ministro André Mendonça encaminhou informações relacionadas às mensagens à Procuradoria-Geral da República (PGR) e pediu manifestação do órgão. Também solicitou ao presidente do STF, Edson Fachin, uma sessão presencial do plenário para discutir os novos elementos. 

Uma eventual investigação formal contra integrante do Supremo exige procedimentos específicos dentro da própria Corte.

Até o momento, não há conclusão de que Alexandre de Moraes tenha cometido crime. A apuração busca justamente esclarecer a autenticidade, o contexto e a relevância jurídica das comunicações.

Confira abaixo, em nosso Instagram, o carrossel com imagens dos prints das mensagens que integram a apuração.

 

Matéria em atualização

Fonte: G1 / Estadão / STF
Foto: Reprodução

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Novas revelações envolvendo Daniel Vorcaro e autoridades voltaram a colocar o Banco Master no centro do noticiário. Entenda como começou o caso e o que está sob investigação. As novas revelações envolvendo Daniel Vorcaro e mensagens atribuídas a conversas com o ministro Alexandre de Moraes voltaram a colocar o caso Banco Master em evidência. Diante […]

Novas revelações envolvendo Daniel Vorcaro e autoridades voltaram a colocar o Banco Master no centro do noticiário. Entenda como começou o caso e o que está sob investigação.

As novas revelações envolvendo Daniel Vorcaro e mensagens atribuídas a conversas com o ministro Alexandre de Moraes voltaram a colocar o caso Banco Master em evidência. Diante dos novos desdobramentos, o Blog do Nill Júnior recapitula como começaram as investigações, quais são as principais acusações e como o banco chegou à liquidação.

No centro das apurações está Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. A Polícia Federal investiga um suposto esquema que teria utilizado títulos de crédito falsos, operações financeiras sem lastro e ativos superavaliados para melhorar artificialmente a situação patrimonial da instituição e captar recursos no mercado.

As investigações começaram em 2024 e deram origem à Operação Compliance Zero. Segundo a Polícia Federal, uma das principais suspeitas é de que o Master tenha criado carteiras de crédito sem lastro e posteriormente negociado esses ativos com o Banco de Brasília (BRB).

Em termos simples, a suspeita é de que valores apresentados no balanço do banco como patrimônio ou créditos a receber não correspondiam integralmente a ativos com o valor e a segurança registrados.

Como funcionaria o esquema

Uma carteira de crédito reúne empréstimos concedidos por uma instituição financeira. Esses créditos podem ser negociados com outros bancos, que pagam determinado valor e passam a receber as parcelas dos devedores.

Esse tipo de operação é comum e legal. No caso Master, porém, a investigação apura se parte das carteiras negociadas correspondia a empréstimos sem lastro suficiente ou a operações que não existiam da maneira como eram apresentadas.

A PF também investiga a possível utilização de empresas, fundos e outros ativos para fazer recursos circularem entre diferentes estruturas financeiras enquanto determinados bens recebiam avaliações superiores ao seu valor efetivo.

A suspeita é de que essas operações ajudassem a produzir uma aparência de maior solidez financeira para uma instituição que enfrentava dificuldades de caixa.

O papel dos CDBs

Outro ponto importante são os Certificados de Depósito Bancário, os CDBs.

Na prática, ao comprar um CDB, o investidor empresta dinheiro ao banco e recebe juros em troca. O Master ganhou espaço no mercado oferecendo remunerações acima das praticadas por diversas instituições concorrentes.

Parte desses investimentos era protegida pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), respeitados os limites previstos pelas regras da entidade.

A investigação busca esclarecer se, enquanto captava grandes volumes de recursos com esses títulos, o banco já enfrentava problemas para sustentar suas operações.

Fraudes bilionárias sob investigação

Em fases anteriores da Operação Compliance Zero, as suspeitas relacionadas a títulos e operações financeiras chegaram à casa dos bilhões de reais.

Decisões judiciais também determinaram bloqueios e sequestros de grandes volumes de bens e valores pertencentes a investigados. Esses montantes, contudo, não representam necessariamente prejuízo comprovado: são medidas cautelares adotadas durante as investigações.

Por que o Banco Central liquidou o Master

Em novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master e de instituições que integravam o conglomerado.

O BC apontou grave crise de liquidez, comprometimento da situação econômico-financeira e violações às normas do Sistema Financeiro Nacional.

Na prática, a liquidação encerrou as operações regulares do banco e colocou sua administração sob responsabilidade de um liquidante encarregado de organizar ativos, dívidas e pagamentos aos credores.

A decisão administrativa do Banco Central é diferente da investigação criminal e não representa, por si só, condenação dos antigos controladores.

Vorcaro e o avanço das investigações

Daniel Vorcaro foi preso pela primeira vez em novembro de 2025, quando tentava embarcar em um jato particular no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Com o avanço das investigações, o caso deixou de envolver apenas suspeitas de fraudes bancárias. A Polícia Federal passou a apurar também possíveis crimes de lavagem de dinheiro, corrupção, obtenção irregular de informações sigilosas e tentativas de interferência nas investigações.

Foi justamente nesse contexto que novas mensagens extraídas do celular de Vorcaro passaram a levantar questionamentos sobre contatos mantidos pelo ex-banqueiro com autoridades.

Esses novos elementos abrem uma segunda frente do caso e passaram a envolver diretamente o Supremo Tribunal Federal.

Na segunda reportagem desta série, o Blog do Nill Júnior explica o que mostram as mensagens atribuídas a conversas entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes e por que elas chegaram à Procuradoria-Geral da República e ao plenário do STF.

Daniel Vorcaro nega irregularidades, e sua defesa afirma que ele vem colaborando com as autoridades. As investigações continuam em andamento.

Fonte: G1 / Agência Brasil
Foto: Reprodução

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Advogado afirma que ex-servidor reconhece declarações impróprias, mas sustenta que algumas frases atribuídas a ele podem ter sido manipuladas ou descontextualizadas. A defesa de Amisadai Andrade da Silva reconheceu, nesta terça-feira (1º), que o ex-servidor estadual se “excedeu” em parte das declarações que vieram a público no caso envolvendo o suposto “gabinete do ódio” em […]

Advogado afirma que ex-servidor reconhece declarações impróprias, mas sustenta que algumas frases atribuídas a ele podem ter sido manipuladas ou descontextualizadas.

A defesa de Amisadai Andrade da Silva reconheceu, nesta terça-feira (1º), que o ex-servidor estadual se “excedeu” em parte das declarações que vieram a público no caso envolvendo o suposto “gabinete do ódio” em Pernambuco. Ao mesmo tempo, o advogado Luiz Rocha afirmou que seu cliente contesta a autenticidade de alguns trechos atribuídos a ele.

Durante entrevista coletiva, Rocha afirmou que Amisadai teria utilizado uma linguagem inadequada ao tentar demonstrar uma influência dentro do Governo de Pernambuco que, segundo a defesa, ele não possuía.

“Amisadai reconhece que se excedeu com uma linguagem própria, com falas impróprias, ao tentar demonstrar um trânsito, uma influência no governo que nunca teve”, declarou o advogado.

A defesa classificou parte das declarações como “excesso de linguagem” e afirmou que Amisadai reconhece a impropriedade de algumas falas. O advogado, porém, sustentou que isso não pode servir para responsabilizá-lo por crimes que afirma não ter cometido.

“Ele reconhece a impropriedade, ele reconhece o excesso que cometeu, mas algumas das falas que ali estão ele não reconhece”, disse Rocha.

Segundo o advogado, a defesa pretende apurar se determinados trechos passaram por algum tipo de alteração. Entre as hipóteses levantadas estão descontextualização, manipulação eletrônica e eventual utilização de ferramentas de inteligência artificial.

Até o momento, a defesa não apresentou, na manifestação divulgada, laudo técnico que comprove alteração das gravações. A alegação de manipulação, portanto, é uma hipótese sustentada pelos advogados e ainda depende de apuração.

A defesa informou ainda ter apresentado uma notícia-crime para que sejam investigadas as circunstâncias em que as gravações foram realizadas e divulgadas.

Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a declaração do advogado Luiz Rocha.

 

Amisadai ganhou projeção no caso depois de aparecer em reportagem que apontou a existência de uma suposta rede de perfis utilizada para atacar adversários políticos da governadora Raquel Lyra (PSD). Ele foi posteriormente exonerado do cargo que ocupava no Governo de Pernambuco. As acusações relacionadas ao suposto esquema permanecem sob investigação. 

Fonte: Diário de Pernambuco/Blog do Mário Flávio
Vídeo: Nicolle Gomes/DP

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Candidato afirmou que sua equipe jurídica não localizou os materiais mostrados nas redes sociais e voltou a defender investigação sobre a autoria. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a comentar, nesta terça-feira (1º), a circulação nas redes sociais de imagens de cartazes apócrifos com ataques políticos durante a campanha eleitoral. Durante […]

Candidato afirmou que sua equipe jurídica não localizou os materiais mostrados nas redes sociais e voltou a defender investigação sobre a autoria.

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a comentar, nesta terça-feira (1º), a circulação nas redes sociais de imagens de cartazes apócrifos com ataques políticos durante a campanha eleitoral.

Durante sabatina da Rádio Folha 96,7 FM, João afirmou que sua equipe jurídica procurou os materiais apresentados nas publicações, mas não conseguiu localizar fisicamente os mesmos panfletos que apareceram nas redes.

“Eles não encontraram nenhum panfleto desse que foi postado. Encontraram um panfleto que fazia um ataque à honra. Do que foi postado, nenhum”, afirmou, ao responder à colunista Betânia Santana.

João disse que sua candidatura repudiou o episódio e acionou a Justiça para pedir investigação. Segundo o candidato, também haverá medidas na esfera criminal contra eventuais responsáveis.

“Quem fez isso, seja de forma virtual ou quem fez isso fisicamente, cometeu crime. Quem cometeu crime tem que pagar por ele”, declarou.

Durante a entrevista, João também rejeitou qualquer tentativa de associar sua campanha à produção do material e afirmou que já recorreu à Justiça contra adversários que, segundo ele, fizeram insinuações nesse sentido.

Ao tratar do conteúdo dos cartazes, o candidato lembrou a morte do pai, Eduardo Campos, durante a campanha presidencial de 2014, e a perda do marido de Raquel Lyra durante a campanha eleitoral de 2022.

“Ninguém no mundo tem o direito de atacar a minha dor ou atacar a dor dela, ou a dor de qualquer pessoa, para tirar um proveito eleitoral. Ninguém tem esse direito”, afirmou.

João ainda questionou a existência física dos materiais que circularam nas redes. Betânia Santana respondeu que também não havia visto os panfletos nas ruas e relatou ter procurado pelo material no Bairro do Recife após as primeiras informações sobre o caso.

A autoria dos materiais e as circunstâncias de sua produção e circulação ainda são alvo de questionamentos e pedidos de investigação.

Fonte: Folha de Pernambuco
Vídeo: Reprodução/Folha de Pernambuco

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Programa permite que famílias que atendam aos critérios busquem a escritura definitiva de imóveis que ainda possuem apenas contratos ou documentos de compra e venda. Tuparetama iniciou a execução do Programa Moradia Legal Pernambuco, voltado à regularização fundiária de imóveis. A iniciativa permite que famílias enquadradas nos critérios do programa possam obter gratuitamente a documentação […]

Programa permite que famílias que atendam aos critérios busquem a escritura definitiva de imóveis que ainda possuem apenas contratos ou documentos de compra e venda.

Tuparetama iniciou a execução do Programa Moradia Legal Pernambuco, voltado à regularização fundiária de imóveis. A iniciativa permite que famílias enquadradas nos critérios do programa possam obter gratuitamente a documentação definitiva de suas propriedades.

O presidente da Câmara Municipal, Valmir Tunú, afirmou que vinha defendendo a inclusão de Tuparetama no programa junto aos demais vereadores e comemorou o início das ações no município.

“Foram muitos meses de luta para conseguirmos trazer o Moradia Legal para Tuparetama. Agora, muitas famílias terão a oportunidade de regularizar sua casa ou terreno e receber sua escritura gratuitamente”, declarou.

Valmir também destacou a adesão da Prefeitura de Tuparetama e citou a participação do prefeito Diógenes e dos demais vereadores na implantação do programa.

O Moradia Legal Pernambuco tem como objetivo promover a regularização fundiária de imóveis e facilitar o acesso à escritura para famílias que ainda não possuem a documentação definitiva.

Com a regularização, os proprietários passam a contar com maior segurança jurídica sobre os imóveis.

Foto: Divulgação

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PIB cresce 0,5% no segundo trimestre e economia brasileira chega a R$ 3,4 trilhões

Agropecuária puxou o resultado, enquanto consumo das famílias recuou na comparação com os três primeiros meses do ano. A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026 em comparação com os três primeiros meses do ano. Os dados divulgados nesta terça-feira (1º), pelo IBGE, mostram que o Produto Interno Bruto (PIB) alcançou R$ 3,4 […]

Agropecuária puxou o resultado, enquanto consumo das famílias recuou na comparação com os três primeiros meses do ano.

A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026 em comparação com os três primeiros meses do ano. Os dados divulgados nesta terça-feira (1º), pelo IBGE, mostram que o Produto Interno Bruto (PIB) alcançou R$ 3,4 trilhões no período.

O principal impulso veio da Agropecuária, que avançou 2,8%. Os Serviços, responsáveis pela maior parcela da economia brasileira, cresceram 0,2%, enquanto a Indústria teve alta de 0,1%.

Na comparação com o segundo trimestre de 2025, o desempenho foi mais forte: o PIB aumentou 2%. Nesse recorte, a Agropecuária avançou 6,8%, enquanto Indústria e Serviços cresceram 1,5% cada. No acumulado do primeiro semestre, a economia brasileira registra expansão de 1,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Nem todos os indicadores, porém, foram positivos. O consumo das famílias caiu 0,4% em relação ao primeiro trimestre, enquanto o consumo do governo aumentou 0,4%. Os investimentos, medidos pela Formação Bruta de Capital Fixo, avançaram 1,2%.

A taxa de investimento ficou em 16,1% do PIB, abaixo dos 16,6% registrados no segundo trimestre de 2025. No comércio exterior, as exportações recuaram 0,8% em relação ao primeiro trimestre e as importações cresceram 1,8%.

Entre os segmentos industriais, a extração de petróleo, gás e outros minerais cresceu 3,4%. Em sentido contrário, houve queda na construção, de 0,4%, e na indústria de transformação, também de 0,4%.

Nos Serviços, Informação e Comunicação apresentou a maior expansão no trimestre, de 2,1%, seguida por Transporte, Armazenagem e Correio, com 1,1%.

O dado também entra diretamente no debate político em plena campanha presidencial. Para o governo Lula, o crescimento do PIB oferece um indicador positivo para sustentar o discurso sobre a atividade econômica. Ao mesmo tempo, a queda do consumo das famílias no trimestre e a redução da taxa de investimento em relação ao ano passado são números que relativizam o desempenho e devem permanecer no centro da discussão sobre renda, emprego e crescimento.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução

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No rádio, Lula cita escala 6×1 para atacar Flávio, que reage com fala sobre garis

Programas eleitorais no rádio desta terça-feira (1º) concentraram críticas entre os dois principais adversários na disputa presidencial. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) trocaram críticas durante o horário eleitoral gratuito no rádio, nesta terça-feira (1º). A campanha petista explorou declarações do adversário sobre o fim da escala […]

Programas eleitorais no rádio desta terça-feira (1º) concentraram críticas entre os dois principais adversários na disputa presidencial.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) trocaram críticas durante o horário eleitoral gratuito no rádio, nesta terça-feira (1º). A campanha petista explorou declarações do adversário sobre o fim da escala de trabalho 6×1, enquanto o programa do PL utilizou uma fala de Lula sobre os profissionais da limpeza urbana.

A investida de Lula ocorre após a Justiça Eleitoral suspender propagandas de sua campanha que associavam o “currículo” de Flávio Bolsonaro a casos de corrupção. A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi mencionada de forma irônica no programa do candidato do PL.

Na propaganda de Flávio, a campanha recuperou uma declaração feita por Lula durante ato eleitoral em Belo Horizonte, no último sábado (29). Na ocasião, o presidente chamou a atividade de gari de uma “profissão muito pobre” ao argumentar sobre a falta de reconhecimento social desses trabalhadores.

“Quando eu passo na rua e vejo aquelas pessoas que trabalham colhendo lixo, é uma profissão muito pobre, porque não é uma profissão que dá orgulho”, disse Lula. Na mesma fala, porém, o presidente destacou a importância do serviço realizado pelos profissionais da limpeza urbana.

Além dos ataques ao adversário, a propaganda de Lula destacou programas sociais implementados durante governos do PT e abordou o tema da soberania nacional.

Flávio Bolsonaro, por sua vez, utilizou o endividamento das famílias como argumento para criticar a atual gestão federal.

Outros candidatos também apresentaram suas mensagens no horário eleitoral. Ronaldo Caiado (PSD) destacou ações realizadas durante sua gestão em Goiás. Augusto Cury (Avante) voltou a defender a redução da polarização política, utilizando no rádio uma peça semelhante à exibida na televisão.

A troca de críticas entre Lula e Flávio ocorre em um momento de acirramento da campanha presidencial, com os dois concentrando parte de suas propagandas em ataques diretos às posições e declarações do adversário.

Fonte: Diario de Pernambuco / Estadão Conteúdo
Foto: Sergio Lima/AFP

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Relatório do Coaf desmente Flávio e exibe novo repasse de Vorcaro a filme

Da Piauí Quando o site Intercept Brasil revelou suas conversas comprometedoras com Daniel Vorcaro, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, foi à imprensa tentar se explicar. Em entrevista à GloboNews, minimizou o áudio em que cobrava dinheiro de Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, uma cinebiografia de seu pai. Quando a entrevista […]

Da Piauí

Quando o site Intercept Brasil revelou suas conversas comprometedoras com Daniel Vorcaro, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, foi à imprensa tentar se explicar. Em entrevista à GloboNews, minimizou o áudio em que cobrava dinheiro de Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, uma cinebiografia de seu pai. Quando a entrevista já se encaminhava para o fim, disse ainda que o banqueiro não dava qualquer dólar para o filme havia meses, desde que as suspeitas sobre as fraudes do Master vieram a público. “Olha só. O último pagamento que ele fez [] foi em maio de 2025”, afirmou.

Mas não era verdade. Uma reportagem publicada na edição deste mês da piauí mostra que, em 16 de setembro de 2025, Vorcaro enviou mais uma parcela de 1,6 milhão de dólares para o Havengate Development Fund, o fundo americano que administrava o dinheiro de Dark Horse. Precisamente, o repasse foi de 1 milhão, 666 mil e 667 dólares. A informação consta de um relatório do Coaf, o órgão que fiscaliza transações financeiras, ao qual a piauí teve acesso. O documento mostra que a relação de compadrio financeiro entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro continuou por bem mais tempo do que o senador admitiu.

O repasse foi feito oito dias depois de Flávio enviar uma mensagem ao banqueiro cobrando as parcelas atrasadas. Com esse novo pagamento, que até agora era desconhecido, o total enviado por Vorcaro para a cinebiografia de Bolsonaro passou de 10,6 para 12,3 milhões de dólares – o que, na cotação da época, equivalia a mais de 65 milhões de reais.

E há evidências de que houve ainda mais um pagamento. A piauí também teve acesso a um trecho inédito dos diálogos por WhatsApp entre Vorcaro e o publicitário Thiago Miranda, que ajudou a captar dinheiro para o filme. Na mensagem ao banqueiro, datada de 22 de outubro de 2025, Miranda escreve: “Consegue liberar as parcelas do filme?” E completa: “Se não vai parar tudo por lá 😐.” Vorcaro responde: “Sim. Liberei mais uma hoje”, ao que Miranda retruca: “Vou avisá-los. Flávio disse que iria te ligar tb.” Vorcaro então pede que Miranda apresente suas desculpas a Flávio pelos “atrasos” nas parcelas. Se esse outro pagamento de 1,6 milhão de dólares foi efetivamente realizado, como afirmou o banqueiro, o total desembolsado por ele vai para 14 milhões de dólares, ou 72 milhões de reais.

Pelos dados que já são conhecidos, o acordo do banqueiro com o candidato a presidente previa o pagamento de 24 milhões de dólares. Com o pagamento feito em setembro, chega a sete o total de parcelas reconhecidamente pagas a mando de Daniel Vorcaro atendendo Flávio Bolsonaro. O possível novo repasse em outubro significaria uma oitava parcela.

Procurado pela piauí para explicar por que escondeu que sua relação financeira com o banqueiro durou praticamente todo o ano de 2025 e qual foi o total pago pelo banqueiro, Flávio Bolsonaro não quis falar. Sua assessoria disse que a revista deveria perguntar à produtora do filme sobre a existência de outros pagamentos. “Isso não é com a gente.” Confrontada com o fato de que a informação da nova parcela revelava uma mentira pública do candidato, a assessora continuou achando que Flávio não tinha nada a explicar.

Não é a primeira vez que o senador falta com a verdade no caso Dark Horse. Em março passado, quando veio a público que seu número estava na agenda de Vorcaro, Flávio disse à colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, que nunca tivera contato com o dono do Master. Quando o repórter Thalys Alcântara, do Intercept Brasil, perguntou por que Dark Horse fora bancado por Vorcaro, Flávio reagiu: “É mentira, de onde você tirou isso?”

Ele também afirmou, na entrevista à GloboNews, que o Havengate é fiscalizado pela SEC, órgão americano semelhante à Comissão de Valores Mobiliários no Brasil. Não é verdade. Por fim, disse que o fundo fora fechado assim que surgiram as primeiras suspeitas sobre os negócios de Vorcaro. Nos registros fazendários do Texas, o fundo continua ativo até hoje.

A polícia agora investiga o caminho tortuoso do dinheiro. Os recursos não saíam diretamente das empresas de Vorcaro, nem caíam na conta da produtora do filme, a Go Up Entertainment llc, nos Estados Unidos, como seria o percurso normal. Em vez disso, Vorcaro remetia o dinheiro por meio de um doleiro, Antonio Freixo Junior, o “Mineiro”, dono da Entre Investimentos e Participações, que já se apresentou publicamente como especialista em “câmbio de saída, que é uma coisa mais arriscada”. O destino era o Havengate, o fundo sediado no Texas e administrado por Paulo Calixto, advogado especializado em imigração – sem relação com a área de cinema – e amigo de Eduardo Bolsonaro, que também vive no Texas.

Como o Havengate enviava o dinheiro à produtora do filme, as investigações do caso estão focadas em descobrir se, de fato, todo o dinheiro acabava indo para a produção cinematográfica. A polícia investiga se parte desses recursos ficou no fundo ou acabou no bolso de Eduardo Bolsonaro, que passou a viver nos Estados Unidos em fevereiro do ano passado – por coincidência, os mesmos mês e ano em que Vorcaro começou a mandar as parcelas do filme para o Havengate. A primeira remessa, de 2 milhões de dólares, é de 13 de fevereiro de 2025.

Até agora, não há evidência de que parte dos milhões de Vorcaro foi desviada para custear a permanência de Eduardo nos Estados Unidos. Mas os investigadores ainda querem entender com mais clareza o papel que Eduardo desempenhava em relação aos recursos financeiros. Quando o Intercept divulgou o áudio de Flávio em maio passado, Eduardo reduziu seu papel na produção. Em entrevista à CBN, disse apenas que chegara a investir 50 mil dólares dos seus próprios recursos no filme, para garantir a contratação do diretor, mas o valor lhe foi devolvido posteriormente.

Na documentação americana sobre o filme, no entanto, Eduardo ora aparece como “produtor executivo”, ora como “financiador”. O que as investigações pretendem descobrir é a extensão de seu domínio sobre os recursos na conta do Havengate. A piauí apresentou a pergunta à Go Up, mas não obteve uma resposta objetiva. Na prática, as investigações do caso estão lidando com duas caixas-pretas – a do filme e a do fundo, como mostra a reportagem da piauí.

Após levantamento interno de aliados, Regina da Saúde reforça campanha em Garanhuns

Candidata a deputada estadual tem reforçado agenda no Agreste Meridional e anunciado novos apoios políticos e comunitários. A campanha de Regina da Saúde (Podemos) a deputada estadual informou que um levantamento interno realizado em Garanhuns coloca a candidata entre os três nomes mais citados na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Segundo […]

Candidata a deputada estadual tem reforçado agenda no Agreste Meridional e anunciado novos apoios políticos e comunitários.

A campanha de Regina da Saúde (Podemos) a deputada estadual informou que um levantamento interno realizado em Garanhuns coloca a candidata entre os três nomes mais citados na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Segundo o grupo de Regina, o levantamento estimulou uma intensificação das ações políticas no município, principal colégio eleitoral do Agreste Meridional.

Em Garanhuns, Regina vem reunindo apoios de diferentes segmentos. Entre os nomes mencionados pela campanha estão o vereador Ruber Neto (PSD); o presidente municipal do PSD, Tony Neto; o advogado Lucas Cavalcante; o vice-presidente municipal do PSDB, Mateus Fernandes; além de lideranças comunitárias, religiosas e esportivas.

Também foram citados Leandro, filho do ex-prefeito Severino; Pastor Gabriel Renan; Enio Pimentel; Cristiana Silva, presidente da Associação Sabino Inácio; e Bingo Corridas, treinador de atletas.

No último sábado (29), Regina cumpriu agenda em Garanhuns, onde visitou feirantes e comerciantes. A candidata, que já foi prefeita de Itaíba, tem concentrado parte das atividades de campanha no Agreste e no Sertão.

Foto: Divulgação

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Arcoverde sobe no ranking de competitividade e alcança 12º lugar em Pernambuco

Levantamento do CLP aponta melhora do município em áreas como saúde, telecomunicações e economia. Arcoverde avançou 49 posições no Ranking de Competitividade dos Municípios de 2026 e passou da 356ª para a 307ª colocação nacional. O levantamento, divulgado na última quinta-feira (27), avalia 423 municípios brasileiros com mais de 80 mil habitantes. No recorte de […]

Levantamento do CLP aponta melhora do município em áreas como saúde, telecomunicações e economia.

Arcoverde avançou 49 posições no Ranking de Competitividade dos Municípios de 2026 e passou da 356ª para a 307ª colocação nacional. O levantamento, divulgado na última quinta-feira (27), avalia 423 municípios brasileiros com mais de 80 mil habitantes.

No recorte de Pernambuco, Arcoverde subiu oito posições e ocupa agora o 12º lugar entre os municípios do estado incluídos no estudo. No Nordeste, aparece na 44ª colocação.

O ranking, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), reúne 65 indicadores distribuídos em 13 pilares nas áreas de instituições, sociedade e economia.

Entre os resultados de Arcoverde, um dos principais avanços ocorreu em Qualidade da Saúde. O município passou da 20ª para a 6ª posição em Pernambuco. Em Acesso à Saúde, manteve o 3º lugar estadual.

Nos indicadores específicos da área, Arcoverde aparece em 2º lugar em Pernambuco tanto em cobertura vacinal quanto em atendimento pré-natal.

Na educação, o município ocupa a 4ª posição estadual no pilar Qualidade da Educação. Apesar de permanecer entre os primeiros colocados, houve recuo em relação a 2025, quando Arcoverde aparecia em 1º lugar nesse quesito.

Outro avanço foi registrado em Telecomunicações. A cidade passou da 14ª para a 3ª colocação em Pernambuco.

Na dimensão Economia, Arcoverde saiu do 13º para o 5º lugar estadual. Também chegou à 7ª posição em Inserção Econômica e à 6ª em Capital Humano.

O prefeito Zeca Cavalcanti avaliou que o resultado reflete melhorias em diferentes áreas da administração municipal. “Esse avanço no Ranking de Competitividade mostra que Arcoverde voltou a crescer e a recuperar o protagonismo que sempre teve”, afirmou.

Arcoverde passou a integrar o Ranking de Competitividade dos Municípios em 2025, após entrar no grupo de cidades abrangidas pelo recorte populacional do levantamento.

Foto: Divulgação

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Candidato do Avante aparece em terceiro lugar em levantamentos recentes; analistas apontam exposição em debates, crescimento nas redes e discurso moderado como fatores para o avanço. O crescimento de Augusto Cury (Avante) em pesquisas recentes de intenção de voto passou a chamar atenção na disputa pela Presidência da República e ampliou o debate sobre uma […]

Candidato do Avante aparece em terceiro lugar em levantamentos recentes; analistas apontam exposição em debates, crescimento nas redes e discurso moderado como fatores para o avanço.

O crescimento de Augusto Cury (Avante) em pesquisas recentes de intenção de voto passou a chamar atenção na disputa pela Presidência da República e ampliou o debate sobre uma possível terceira via diante da polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).

Em dois levantamentos divulgados nessa segunda-feira (31), Cury apareceu na terceira colocação. Em uma das pesquisas, passou de 1,6% para 7,8%; em outra, avançou de 2% para 11%. Os resultados, porém, ainda são recentes, e analistas ouvidos pela reportagem avaliam que é cedo para considerar o movimento uma tendência consolidada.

Entre as explicações apontadas está a maior exposição do candidato em debates e sabatinas. A participação no Jornal Nacional, no último sábado (29), teve forte repercussão nas redes sociais e também provocou aumento nas buscas pelo nome do escritor no Google.

“Ele bombou nas redes, isso se refletiu nas buscas do Google. Ele foi o primeiro ou segundo nome mais buscado no Google no Brasil. Ou seja, ele chamou a atenção de uma parcela do eleitorado”, afirmou Marcelo Tokarski, CEO do Nexus, ao Metrópoles.

Segundo Tokarski, a maior exposição pode ter levado eleitores que ainda não haviam se identificado com uma candidatura a considerar Cury. O movimento teria alcançado principalmente pessoas inclinadas a votar em Flávio Bolsonaro, mas também parcelas dos eleitorados de Lula e de Romeu Zema (Novo).

Outro fator apontado é a estratégia de Cury de adotar um discurso menos confrontativo e tentar dialogar com diferentes campos políticos. Durante o debate da Band, por exemplo, o escritor criticou a postura de Renan Santos (Missão) ao atacar eleitores de Lula.

Na avaliação de analistas ouvidos pelo Metrópoles, a postura contribuiu para que Cury ocupasse um espaço ainda pouco explorado entre os candidatos que tentam se apresentar como alternativa à polarização.

Os levantamentos também indicam crescimento de Cury entre mulheres, eleitores de menor renda e no Nordeste, segmentos nos quais Lula costuma apresentar desempenho relevante. Ao mesmo tempo, o candidato avançou entre setores da direita não bolsonarista e em regiões como Centro-Oeste e Norte.

A campanha de Cury atribui o crescimento à maior exposição pública durante a campanha e à presença nas redes sociais. O candidato tem concentrado seu discurso em temas como educação, saúde mental, tecnologia, empreendedorismo, segurança pública e redução da polarização.

O avanço digital também despertou questionamentos entre adversários. Segundo o Metrópoles, campanhas rivais estudam acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir apuração sobre o crescimento de mais de 2 milhões de seguidores no Instagram do escritor após o debate da Band. Até o momento, trata-se de uma suspeita levantada por adversários, sem conclusão de irregularidade.

Fonte: Metrópoles
Foto: Otávio Brito/Art Metrópoles

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A deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) ampliou sua participação na campanha de João Campos (PSB) ao Governo de Pernambuco. Além de acompanhar agendas do candidato, Tabata passou a aparecer na propaganda eleitoral de rádio e televisão e também entrou diretamente no embate político pelas redes sociais. Tabata e João são casados e integram o mesmo […]

A deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) ampliou sua participação na campanha de João Campos (PSB) ao Governo de Pernambuco. Além de acompanhar agendas do candidato, Tabata passou a aparecer na propaganda eleitoral de rádio e televisão e também entrou diretamente no embate político pelas redes sociais.

Tabata e João são casados e integram o mesmo partido. Enquanto ele disputa o Governo de Pernambuco, a deputada concorre à reeleição para a Câmara Federal por São Paulo. Por isso, Tabata tem dividido sua agenda entre a própria campanha paulista e participações ao lado do marido em Pernambuco.

Na segunda-feira (31), a parlamentar apareceu com João em uma inserção sobre a proposta de ampliação do Pé-de-Meia no estado. O candidato apresentou três modalidades que pretende criar caso seja eleito: Pé-de-Meia Férias, Pé-de-Meia Técnico e Pé-de-Meia Empreendedor.

A presença de Tabata também avançou para o confronto político. Em vídeo publicado nas redes sociais, a deputada abordou as denúncias envolvendo um suposto “gabinete do ódio” e afirmou que ela e João vêm sendo alvo de ataques coordenados.

Tabata classificou o suposto esquema como uma “engrenagem suja e mentirosa” e, sem citar nominalmente a governadora Raquel Lyra (PSD), fez referência a uma mulher que estaria sob suspeita.

“O pior é saber que a suspeita de coordenar esses ataques é uma mulher que devia saber quão dura é a vida da mulher na política”, afirmou. Na sequência, declarou: “Quem não tem projeto para governar, contrata gabinete do ódio”.

As declarações fazem referência às investigações sobre uma possível estrutura de ataques digitais contra João Campos e aliados. A Polícia Federal apura o caso, mas não há, até o momento, conclusão que atribua responsabilidade a Raquel Lyra. A governadora nega envolvimento nas acusações.

O TRE-PE também já determinou a retirada de conteúdos que apresentavam como fato comprovado a vinculação de Raquel ao suposto esquema.

A participação de Tabata na propaganda e nas redes sociais indica uma presença mais ativa da deputada na campanha pernambucana, ao mesmo tempo em que ela mantém sua própria disputa eleitoral em São Paulo.

Fonte: Blog Dellas
Foto: Reprodução

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O Partido dos Trabalhadores de Arcoverde emitiu Nota de Repúdio contra o que chamou de “fala lamentável e criminosa da vereadora Célia Galindo”, proferida na tribuna da Câmara de Vereadores de Arcoverde na noite desta segunda-feira. Uma das únicas vereadoras assumidamente bolsonaristas, Célia replicou informação sobre uma fala cortada do presidente Lula sobre os garis. […]

O Partido dos Trabalhadores de Arcoverde emitiu Nota de Repúdio contra o que chamou de “fala lamentável e criminosa da vereadora Célia Galindo”, proferida na tribuna da Câmara de Vereadores de Arcoverde na noite desta segunda-feira.

Uma das únicas vereadoras assumidamente bolsonaristas, Célia replicou informação sobre uma fala cortada do presidente Lula sobre os garis. Agências de checagem e veículoso afirmam que a fala foi tirada de contexto. A fala é rebatida por uma pessoa que chega a discutir com Célia, além dos vereadores Luciano Pacheco e João Taxista.

“É inadmissível que o espaço destinado ao debate dos problemas da população seja utilizado para espalhar fake news e desinformação. A imunidade parlamentar não é licença para mentir nem autoriza qualquer agente público a atacar a honra de terceiros por meio de conteúdos manipulados”.

Durante um ato em Belo Horizonte , o presidente abordou como os trabalhadores mais pobres são tratados com invisibilidade pela sociedade.

Ao citar a coleta de lixo, ele argumentou que a falta de oportunidades de estudo faz com que trabalhos braçais sejam vistos de forma estigmatizada, defendendo em seguida que o Estado deve garantir acesso à educação e igualdade de condições para que os filhos de trabalhadores possam ascender socialmente.

Checagens de veículos de imprensa, como o Estadão Verifica, apontam que a omissão de trechos altera o sentido original da mensagem, que era uma crítica à desigualdade social e uma defesa de investimentos em ensino.

“Exigimos responsabilidade no exercício do mandato e defendemos que a política seja feita com a disputa de ideias, projetos e propostas — nunca com mentiras e difamação. Fake news é crime. A democracia exige verdade, respeito e responsabilidade”, conclui o PT, que promete levar o caso a outras instâncias.

Daniel Valadares reúne lideranças políticas de Afogados da Ingazeira

Neste fim de semana, o vice-prefeito Daniel Valadares reuniu diversas lideranças políticas municipais em sua residência para apresentar seus candidatos e traçar um plano de trabalho para as eleições de 2026. “Agradeço a confiança de sempre dessas lideranças, que estão sempre comigo. Este encontro foi apenas o primeiro. Daqui até o dia da eleição, vamos […]

Neste fim de semana, o vice-prefeito Daniel Valadares reuniu diversas lideranças políticas municipais em sua residência para apresentar seus candidatos e traçar um plano de trabalho para as eleições de 2026.

“Agradeço a confiança de sempre dessas lideranças, que estão sempre comigo. Este encontro foi apenas o primeiro. Daqui até o dia da eleição, vamos realizar vários encontros dessa natureza para levar a mensagem dos nossos candidatos às nossas lideranças e aos nossos amigos. Juntos, vamos dar uma grande votação a eles”, destacou Daniel Valadares.

Para deputado federal, Daniel apoia Carlos Veras (PT). Para deputado estadual, seu voto será em Maria Arraes (PSB). Na chapa majoritária da Frente Popular de Pernambuco, Daniel também apoia João Campos para governador, Humberto Costa para senador e Marília Arraes para senadora.

Participaram do encontro os suplentes de vereador Luiz Besourão, Alisson Lira, Alexandre da Rua Nova, Danilo Gonçalves, Pedão Vaqueiro, Núbia do Miguel Arraes, Lúcia da Ponte, Silvio da Rua Nova e Valquíria do Lava Jato; participaram também a presidente do PT de Afogados da Ingazeira, Mônica Souto; além de presidentes de associações, conselheiros tutelares e lideranças de bairros do município.