Guia de Sebastião Dias comemora ato do dia 27. Genedi é tração do guia de Nicinha
A novidade do guia eleitoral desta segunda (29) foi a fala do Padre Assis Rocha, que foi Pároco de Tabira, em carta gravada ao candidato Zé de Bira (PSB), a quem trata de sobrinho. Sem citar nomes, fez referência a notícias que tinha sobre “velhas raposas” que continuavam na política de Tabira e se referiu à candidatura de Zé de Bira como uma das boas notícias, que buscam renovar a política na região. “O novo da esperança possibilita a partilha dos poderes. Se a mudança que você quer fazer é desse tipo, para melhor, visando o bem comum, dando oportunidade a todos, é claro que você tem o meu apoio”.
O Guia do candidato Sebastião Dias destacou o ato do último sábado, com carreata e comício, se referindo a ele, como um evento que o povo de Tabira não irá esquecer. O programa comemorou o que aconteceu e destacou que o ato representa o pontapé de uma campanha vitoriosa.
Já o programa do PMDB voltou a criticar a saúde da gestão Sebastião Dias, a quem escolheu como alvo. O programa tratou a campanha de Nicinha Brandino como “a esperança para um novo momento em Tabira”. No programa, quem falou foi a candidata a vice, Genedi Brito. A vice prefeita criticou a gestão atual na área de saúde e prometeu um novo tempo com a gestão peemedebista.
Em Tabira, um homicídio foi registrado neste sábado . Segundo a PM, o motorista JDPS, 27 anos, foi morto a tiros próximo à rodoviária. Ele, que mora na zona rural de Tabira, estava com sua moto Honda CG de cor vermelha, ano 1998, placa KIL 0060, tombada a uma distância de, aproximadamente, 05 (cinco) metros. […]
Em Tabira, um homicídio foi registrado neste sábado . Segundo a PM, o motorista JDPS, 27 anos, foi morto a tiros próximo à rodoviária.
Ele, que mora na zona rural de Tabira, estava com sua moto Honda CG de cor vermelha, ano 1998, placa KIL 0060, tombada a uma distância de, aproximadamente, 05 (cinco) metros.
Segundo as testemunhas, foram ouvidos dois tiros e ainda disparos visualizado um indivíduo não identificado, saindo à pé do local em direção à Praça Gonçalo Gomes. As características sugerem execução e não latrocínio, já que nada foi levado.
Segundo o irmão da vítima, a família desconhecia qualquer desavença. O corpo foi levado para o hospital local, onde foram constatadas duas perfurações, sendo uma no lado direito do tórax e outra no ombro direito. A ocorrência foi repassada à Delegacia de Polícia local.
Profissional alvo de queixas na Rádio Pajeú e blog disse que atendia até 150 pacientes/dia no HREC e isso prejudicava grafia. O CREMEPE se manifestou após denúncia desse blogueiro representando ouvintes da Rádio Pajeú e leitores do blog quanto às denúncias de grafia ilegível do médico Cristóvão Jackson, que atendia no Hospital Regional Emília Câmara. […]
Profissional alvo de queixas na Rádio Pajeú e blog disse que atendia até 150 pacientes/dia no HREC e isso prejudicava grafia.
O CREMEPE se manifestou após denúncia desse blogueiro representando ouvintes da Rádio Pajeú e leitores do blog quanto às denúncias de grafia ilegível do médico Cristóvão Jackson, que atendia no Hospital Regional Emília Câmara. A denúncia teve que ser pessoal, já que o CREMEPE não recebe demandas institucionais. Por exemplo, se a denúncia fosse encaminhada pela Rádio Pajeú, teria efeito prático zero. Ela tem que ser pessoal e assinada. Assim, este blogueiro reuniu cópias, matérias e áudios dos ouvintes e encaminhou as últimas denúncias, de março de 2017. O processo de sindicância número 206/2017 foi concluído em novembro de 2018 e o ofício encaminhado ao denunciante em 16 de janeiro.
Na sua defesa, o médico alegou que no Hospital Regional Emília Câmara, com o qual não tem mais vínculo, atendia cerca de 150 pacientes por plantão, em local que não tinha estrutura adequada como computadores para receituários. Assim, a grafia foi ficando comprometida. “O procedimento não deve prosperar pois o denunciado é cidadão de bem e presta relevantes serviços á sociedade triunfense e regiões circunvizinhas. É empresário renomado na região do Pajeú e sempre agiu de boa fé na prática dos seus atos”.
Na conclusão de análise, o Conselheiro João Guilherme Bezerra Alves, em parecer aprovado pelo Conselho em 6 de novembro, argumentou que é em verdade que outras profissões não tem sua caligrafia exposta para a população como o médico, face a necessidade da prescrição medicamentosa. “Essa exposição pública não é boa para a medicina que tem na competência técnica e científica a base para o seu prestígio, reconhecimento e confiabilidade junto à com unidade”.
Episódios foram denunciados mais de uma vez, como em março de 2017. Ao final, bom senso prevaleceu e houve compromisso de melhoria na grafia.
Diz ainda que a troca de medicação prescrita devido à letra ilegível pode ser um fato grave e gerar danos, às vezes irreparáveis para um paciente.
“Daí decorre a obrigação do médico em responder a ações civis e penais por culpa profissional, por conduta negligente”. Ele lembrou a legislação federal, também invocada na denúncia, através do decreto 20.931, confirmada pelo decreto 793, de abril de 1993, que estabelece que “somente será aviada a receita médica que estiver escrita a tinta, de modo legível”.
“Os presentes autos evidenciam que a grafia do médico denunciado encontra-se ilegível nas prescrições anexadas, descumprindo Artigo 11 do CEM, “receitar, atestar ou emitir laudos de forma ilegível”.
Ao final, considera como atenuantes o fato de que não houve registro de danos à saúde de pacientes fruto das prescrições ilegíveis, bem como o mais importante: o fato de que a Sindicância teve efeito pedagógico, para que ele a partir desse momento passe a escrever suas receitas e condutas de modo claro e legível, com o que o profissional se comprometeu. Feito esse compromisso, a denúncia foi arquivada.
Do Conjur.com.br Ao se negar a cumprir uma liminar em Habeas Corpus, substituindo a”normalidade” pelo “equívoco das pretensões individuais”, o juiz federal Sergio Moro autoriza a sociedade a fazer a mesma coisa. Foi o que disse neste sábado (28/4) o presidente da 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, desembargador Ney Bello, ao […]
Ao se negar a cumprir uma liminar em Habeas Corpus, substituindo a”normalidade” pelo “equívoco das pretensões individuais”, o juiz federal Sergio Moro autoriza a sociedade a fazer a mesma coisa. Foi o que disse neste sábado (28/4) o presidente da 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, desembargador Ney Bello, ao colega de Curitiba.
Ele se referia a recusa de Sergio Moro a cumprir Habeas Corpus de juiz do TRF-1 que suspendeu a extradição do empresário português Raul Schmidt, investigado na “lava jato”, ao Brasil. Para Moro, como a decisão foi tomada por membros do TRF-1 e ele é lotado na 4ª Região, a corte não tem jurisdição sobre suas decisões. Com o argumento, manteve a ordem de extradição do empresário. “É inimaginável, num Estado Democrático de Direito, que a Polícia Federal e o Ministério da Justiça sejam instados por um juiz ao descumprimento de decisão de um tribunal, sob o pálido argumento de sua própria autoridade”, disse Bello em nota.
Nessa sexta-feira (27/4), o juiz federal Leão Aparecido Alves, do TRF-1, concedeu liminar para suspender o procedimento de transferência do empresário para o país. Na visão dele, a condição de português nato do empresário impede que o Brasil peça sua extradição de Portugal. Fazê-lo faria com que o Brasil violasse o princípio da reciprocidade, já que o país não extradita seus nacionais, conforme prevê o artigo 5º, inciso LI, da Constituição.
Na opinião de Bello, o juiz que relata o HC entendeu que atos administrativos a respeito da possível extradição, da Polícia Federal e do Ministério da Justiça em Brasília, sujeitavam-se à sua jurisdição. O juiz Alves já perguntou formalmente ao Superior Tribunal de Justiça quem é competente para decidir sobre o caso. Quando dois ou mais juízes se entendem competentes para decidirem sobre o mesmo caso o ordenamento jurídico brasileiro prevê solução para a controvérsia, em procedimento denominado Conflito de Competência. Tal conflito é julgado, em casos como o da extradição, pelo STJ. “Não é minimamente razoável que um dos juízes arvore-se por competente e decida por si só, sem aguardar a decisão da Corte Superior”, afirma Bello.
Na visão dos advogados do empresário, Diogo Malan e Antônio Carlos de Almeida Castro (Kakay), a liminar proferida por Alves é “muito bem fundamentada” e “juridicamente irrepreensível”. “Trata-se decisão de TRF-1, portanto hierarquicamente superior à 13ª Vara Federal, que não tem competência para revogá-la e muito menos para determinar o seu descumprimento”, disseram.
Raul Schmidt teve a prisão decretada pelo juiz federal Sergio Moro, no âmbito da operação “lava jato”. Naturalizado português, ele é alvo de duas ações penais, sob acusação de ter pagado propina a ex-diretores da Petrobras em troca de benefícios a empresas estrangeiras em contratos com a estatal.
O Governo Municipal de Itapetim está realizando o roço da PE-263 ligando o Ambó ao Distrito de São Vicente. Nesse período de chuva o mato cresce e dificulta a visão dos motoristas aumentando o risco de acidentes, por isso, essa ação é de grande importância para a segurança de todos que trafegam pela rodovia. Também […]
O Governo Municipal de Itapetim está realizando o roço da PE-263 ligando o Ambó ao Distrito de São Vicente.
Nesse período de chuva o mato cresce e dificulta a visão dos motoristas aumentando o risco de acidentes, por isso, essa ação é de grande importância para a segurança de todos que trafegam pela rodovia.
Também foi iniciado o roço e recuperação de todas as estradas da zona rural para garantir o deslocamento mais seguro do homem do campo e facilitar o escoamento da produção agrícola, além de outros benefícios.
O estado de saúde da cantora e compositora pernambucana de Afogados da Ingazeira Maria Dapaz a afastou dos palcos por tempo indeterminado. Mês passado, 16 de maio, depois da grande apresentação no Festival da Seresta em Recife, Maria Dapaz, passou mal e ficou internada cinco dias em São Paulo com pneumonia atípica. Teve alta para […]
O estado de saúde da cantora e compositora pernambucana de Afogados da Ingazeira Maria Dapaz a afastou dos palcos por tempo indeterminado.
Mês passado, 16 de maio, depois da grande apresentação no Festival da Seresta em Recife, Maria Dapaz, passou mal e ficou internada cinco dias em São Paulo com pneumonia atípica. Teve alta para terminar o tratamento em casa.
Mas o problema detectado foi maior: um tumor no pulmão do lado esquerdo. O problema tem tratamento e cura, segundo o comunicado assinado pela assessora Jocelyne Aymon.
“Nesse momento, ela está sendo muito bem cuidada, seguindo com exames de praxe no Hospital das Clínicas em São Paulo, com uma excelente equipe médica especializada”, informa.
“Não é fácil receber uma notícia dessas, sobretudo para uma cantora dona de uma voz tão privilegiada. Agradeço a atenção e darei notícias. Ainda é cedo para falar mais a respeito”, conclui.
Maria Dapaz é cantora e compositora, com vários discos gravados como “Pássaro Carente”, “Clareia” e“Da pá virada”.Em 1992, Chitãozinho e Xororó gravaram a composição “Brincar de ser feliz” (Maria da Paz – Nino), que virou tema da novela “Pedra sobre pedra”, da Rede Globo, e foi um grande sucesso. Em 2013 lançou o Cd autoral “Outro Baião”.
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