Quando você ouvir que o prefeito do seu município recebeu um prêmio procure saber quem está premiando e quando o gestor pagou por ele.
O novo exemplo é o prefeito de Tavares, na Paraíba, Ailton Suassuna.
Ele esteve na cidade de João Pessoa. De mais de 5 mil municípios, o prefeito paraibano foi “classificado” entre os “R$ 50 melhores”, segundo pesquisa nacional de utilidade pública realizada pela União Brasileira de Divulgação (U.B.D).
Com isso, o chefe do poder executivo tavarense recebeu a Medalha Brasil-Suíça “Destaque do Ano” e Certificado de Qualidade Total, em solenidade que aconteceu ontem no Recife.
E o pior que o prefeito e os seus assessores acreditam fielmente na armação. É mais uma piada pronta.
O médico Roberto Vicente, conhecido por seu trabalho na região e por atuar como médico do Afogados da Ingazeira Futebol Clube, sofreu um infarto na tarde deste sábado (15), logo após a partida entre Afogados e Maguary. Ele foi socorrido às pressas e segue em recuperação. Segundo informações de sua filha, Thayse Sharon, em conversa […]
O médico Roberto Vicente, conhecido por seu trabalho na região e por atuar como médico do Afogados da Ingazeira Futebol Clube, sofreu um infarto na tarde deste sábado (15), logo após a partida entre Afogados e Maguary. Ele foi socorrido às pressas e segue em recuperação.
Segundo informações de sua filha, Thayse Sharon, em conversa com o blog na manhã deste domingo (16), o quadro de Roberto é estável. Ele passou por um cateterismo e precisou da colocação de um stent, pois estava com uma artéria entupida.
“Ele tá bem, fez um cateterismo, precisou colocar um stent, porque tava com a artéria entupida. A área infartada, graças a Deus, foi revascularizada. Ele não perdeu a área, porque geralmente, no infarto, quando morre aquela parte ali, não tem volta se não for socorrido a tempo. Mas, graças a Deus, deu tempo e ele conseguiu recuperar. Tá bem, hoje eu tô indo lá, quando eu voltar eu dou mais notícias”, relatou Thayse.
Roberto começou a passar mal pouco depois do jogo e foi encaminhado para o Hospital Regional Emília Câmara, em Afogados da Ingazeira, relatando desconforto na região epigástrica. O exame de eletrocardiograma confirmou o infarto e a equipe médica iniciou o protocolo de infarto agudo do miocárdio, realizando a trombólise, um procedimento que dissolve coágulos e melhora a circulação sanguínea.
Após a estabilização do quadro, Roberto foi transferido para a Clínica São Vicente, em Serra Talhada, onde passou por cateterismo e angioplastia. O médico responsável foi o cardiologista, Dr. George Lorena.
No registro fotográfico feito por sua esposa, Fernanda, que o acompanha desde o momento da internação, ele aparece ao lado do amigo de faculdade e também médico Dr. Clóvis Carvalho.
Roberto Vicente é um dos profissionais mais queridos da região.
Por João Carlos Rocha* Os bastidores políticos de São José do Egito fervem com a proximidade de mais uma disputa eleitoral no âmbito municipal. Estratégias estão sendo traçadas e os principais nomes da cena local já preparam suas chapas. Numa eleição marcada pelo disse me disse – na verdade parece mais novela mexicana – o […]
Os bastidores políticos de São José do Egito fervem com a proximidade de mais uma disputa eleitoral no âmbito municipal. Estratégias estão sendo traçadas e os principais nomes da cena local já preparam suas chapas.
Numa eleição marcada pelo disse me disse – na verdade parece mais novela mexicana – o pleito pode ser decisivo para o futuro político do ex-prefeito e ex-deputado Zé Marcos.
Afastado de disputas diretas há mais de dez anos, ele se prepara para concorrer novamente ao cargo de prefeito. De perfil forte, o “Zé da Saúde” – assim também conhecido por ter se dedicado em atuar auxiliando quem precisava de cuidados médicos e hospitalares – se manteve presente no município nos últimos anos fazendo oposição ao prefeito Evandro Valadares e ao seu grupo. Mesmo fragilizado, em decorrência de perdas políticas que sofreu ao longo dos últimos anos, Zé Marcos não pode ser subestimado e deve chegar em condições competitivas no período eleitoral deste ano.
Já o prefeito Evandro Valadares chega muito mal ao último ano de sua quarta passagem pelo comando da prefeitura de São José do Egito. Administração mal avaliada perante a opinião pública e incompetente no trato com a classe política, o prefeito tem como principal missão manter o prumo da gestão, sem esquecer das costuras e articulações que deverão acontecer até o próximo mês de outubro. Valadares não conta com a parceria fundamental de seus familiares e de seu grupo político que, fragmentado, não conseguiu ainda indicar um possível sucessor do atual grupo situacionista.
Enquanto isso, Zé Marcos enfrenta uma verdadeira “sinuca de bico”. Ainda não oficializou seu futuro eleitoral para este ano. Ele tem um passado recente de disputas eleitorais expressivas. Político experiente, tem em seu currículo os mandatos de vereador, prefeito, deputado estadual (três mandatos), tendo sido primeiro secretário e depois presidente da Alepe (Assembleia Legislativa de Pernambuco), o que garantiu assumir o Governo do Estado interinamente por três vezes.
Zé Marcos corre o risco de ter toda a sua história ofuscada caso a oposição na eleição deste ano prefira ir por um caminho tortuoso, ou seja, sair dividida. Temo que a oposição saia da eleição deste ano menor do que entrou na política egipciense. Seus líderes têm que ter cautela, muito juízo, para não serem esmagados pelo grupo do prefeito, pois só a união da oposição fará mudar esse domínio de quatro mandatos do grupo de Evandro Valadares.
*João Carlos Rocha é jornalista. A opinião é de inteira responsabilidade do autor.
O ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine foi preso na 42ª fase da Operação Lava Jato deflagrada pela Polícia Federal (PF) na manhã desta quinta-feira (27) no Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. Bendine foi preso em Sorocaba. A ação foi batizada de Cobra. O publicitário André Gustavo […]
O ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine foi preso na 42ª fase da Operação Lava Jato deflagrada pela Polícia Federal (PF) na manhã desta quinta-feira (27) no Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. Bendine foi preso em Sorocaba. A ação foi batizada de Cobra.
O publicitário André Gustavo Vieira da Silva, que é representante de Bendine, e Antônio Carlos Vieira da Silva Júnior também foram presos.
O advogado de Bendine, Pierpaolo Bottini, afirmou que não teve acesso à a decisão judicial que embasa as medidas contra o seu cliente. O G1 tenta contato com a defesa dos demais presos.
Os três foram presos temporariamente. A prisão tem prazo de cinco dias e pode ser prorrogada pelo mesmo ou convertida para preventiva, que é quando o investigado não tem prazo para deixar a cadeia. A operação também cumpre 11 mandados de busca e apreensão.
Segundo depoimento de delação feito por Marcelo Odebrecht e Fernando Reis, Bendine solicitou e recebeu R$ 3 milhões para auxiliar a empreiteira em negócios com a Petrobras. Conforme os delatores, o dinheiro foi pago em espécie através de um intermediário. Aparentemente, de acordo com a PF, estes pagamentos somente foram interrompidos com a prisão de Marcelo Odebrecht.
Em 2015, Bendine era braço direito da então presidente Dilma Rousseff. E deixou o banco com a missão de acabar com a corrupção na petroleira, alvo da Lava Jato. Mas, segundo os delatores, ele já cobrava propina no Banco do Brasil, e continuou cobrando na Petrobras. Os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.
Os produtores de minério de ferro do Brasil estão acompanhando com preocupação os desdobramentos do conflito no Oriente Médio, já que há cerca de dez carregamentos atualmente a caminho da região. Os ataques aéreos dos EUA e de Israel contra o Irã estão causando ondas de choque na região e podem ter implicações significativas para […]
Os produtores de minério de ferro do Brasil estão acompanhando com preocupação os desdobramentos do conflito no Oriente Médio, já que há cerca de dez carregamentos atualmente a caminho da região. Os ataques aéreos dos EUA e de Israel contra o Irã estão causando ondas de choque na região e podem ter implicações significativas para a economia e os mercados globais, de acordo com analistas.
O risco mais direto reside no aumento dos custos logísticos, nos prêmios mais altos de seguros marítimos e nos prazos de transporte potencialmente mais longos para as exportações. Uma possível alta nos preços internacionais do petróleo pode pressionar os custos de energia e transporte, impactando diversas cadeias produtivas, segundo análise da Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG).
“O cenário internacional exige atenção constante”, alerta o presidente da FIEMG, Flávio Roscoe. “O aumento do risco já afeta os seguros, os fretes e as expectativas de preços… fatores que impactam diretamente a competitividade do setor”.
Analistas afirmam que, além dos impactos indiretos nas curvas de custo, nos riscos da cadeia de suprimentos e na necessidade de estocar minerais, o fechamento do Estreito de Ormuz “impactará diretamente o mercado de minério de ferro, já que o Irã responde por cerca de 3% da produção global de minério de ferro e 1,5% do fornecimento marítimo de minério de ferro”.
Dados da Navigate Commodities, uma agência de inteligência sediada em Singapura que monitora commodities a granel no mar, mostram que uma carga de 164.000 toneladas de minério de ferro da operação Minas Rio da Anglo American em Minas Gerais, Brasil, foi desviada do Golfo de Omã. O navio partiu do porto de Açu em 29 de janeiro e deveria chegar ao porto de Mina Sulman, no Bahrein, em 4 de março. “Pode ficar ancorado ou a Anglo American pode desviá-lo para outro comprador”, comenta Atilla Widnell, diretor-gerente da Navigate Commodities.
A mudança de direção sugere o fechamento de fato do Estreito de Ormuz, em meio à escalada contínua com o Irã atacando países vizinhos do Golfo e ameaçando navios comerciais.
Informações dão conta de que a Anglo American Brasil tem uma carga de 192.000 toneladas de concentrado a caminho de Omã e cinco cargas de 159 mil a 170 mil toneladas em trânsito para o Bahrein. Duas cargas aguardam descarga no Bahrein, sendo que que a Vale enviou duas cargas de 395 mil toneladas para sua operação de pelotização em Omã. A Vale informa que está monitorando de perto a situação no Oriente Médio e divulgará quaisquer desenvolvimentos relevantes ao mercado oportunamente.
Segundo dados da alfândega brasileira, as mineradoras exportaram 691.666 toneladas de concentrado de minério de ferro para o Bahrein em janeiro, no valor de US$ 59,3 milhões (FOB Brasil), e 197.577 toneladas para Omã, no valor de US$ 14,3 milhões. No ano passado, os embarques de concentrado para Omã totalizaram 12,74 milhões de toneladas e para o Bahrein, 9,39 milhões de toneladas. O Brasil exportou 789.622 toneladas de pelotas para os Emirados Árabes Unidos e 51.703 toneladas para a Arábia Saudita.
A bancada do PSB na Câmara Federal defende que não haja recesso parlamentar entre os dias 18 e 31 de julho para que haja continuidade nos processos de votação nas comissões e no Plenário da Casa. Os parlamentares manifestam compromisso com o estrito cumprimento dos prazos regimentais no processo de cassação do deputado afastado Eduardo […]
A bancada do PSB na Câmara Federal defende que não haja recesso parlamentar entre os dias 18 e 31 de julho para que haja continuidade nos processos de votação nas comissões e no Plenário da Casa.
Os parlamentares manifestam compromisso com o estrito cumprimento dos prazos regimentais no processo de cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Para os socialistas, é fundamental se votar a cassação dele antes do início das campanhas municipais.
O deputado federal Danilo Cabral explica que a bancada está atenta a eventuais manobras e interferências no sentido de evitar o cumprimento dos prazos para que a questão seja apreciada pelo Plenário. “Superar esta questão para que se destrave a pauta que a sociedade deseja que seja discutida e, com isso, o Legislativo recupere sua autoridade e legitimidade enquanto Poder”, afirma.
Os parlamentares do PSB pedem, então, que o presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), convoque reunião extraordinária, a ser realizada na segunda-feira (4) para deliberar a matéria em questão. Na próxima semana, devido ao período junino, o presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), afirmou que a Casa fará um esforço concentrado para de votações.
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