Notícias

Oposição esvazia plenário e votação do fim da escala 6×1 fica para depois das eleições

Por Michael Andrade

Governo decidiu não levar PEC à votação nessa quarta-feira (2) por falta de segurança sobre os 49 votos necessários para aprovação.

A votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada semanal de trabalho não ocorreu nessa quarta-feira (2), no plenário do Senado. Sem segurança sobre o número de votos favoráveis, a base governista decidiu não submeter o texto à apreciação.

Segundo o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), a oposição atuou para reduzir a presença de parlamentares na sessão.

“Hoje, houve um movimento bem-sucedido da oposição”, afirmou.

Randolfe atribuiu a articulação aos senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição, e declarou que o grupo contrário ao governo também se posiciona contra o fim da escala 6×1.

A PEC já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Na comissão, Rogério Marinho, Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Tereza Cristina (PP-MS) e Jaime Bagattoli (PL-RO) registraram votos contrários.

No plenário, a proposta precisa ser aprovada em dois turnos e alcançar, em cada um deles, pelo menos 49 votos favoráveis, equivalentes a três quintos dos 81 senadores.

A PEC 221/2019 prevê dois dias de descanso remunerado por semana, sem redução salarial, e reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, com período de transição de 14 meses.

A CCJ havia aprovado um calendário especial para acelerar a tramitação e permitir que a matéria pudesse chegar ao plenário ainda nesta semana.

De acordo com Randolfe, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), consultou a base governista sobre a segurança dos votos. O governo estimava entre 53 e 54 apoios, mas decidiu não colocar a proposta em votação diante do risco de ausências impedirem a aprovação.

A expectativa agora é de que uma nova tentativa ocorra após o primeiro turno das eleições, durante o próximo esforço concentrado do Congresso, previsto para a segunda semana de outubro.

Rogério Marinho é contrário ao texto e apresentou uma proposta alternativa que mantém a jornada máxima de 44 horas e a possibilidade da escala 6×1, permitindo outras jornadas mediante negociação entre trabalhadores e empregadores.

A reportagem do Diario de Pernambuco informou que procurou Rogério Marinho e Flávio Bolsonaro para comentar as declarações de Randolfe, mas não havia obtido retorno até a publicação.

Fonte: Diario de Pernambuco

Foto: Divulgação/Agência Senado

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

Outras Notícias

Prefeitos sertanejos na XXV Marcha dos Prefeitos em Brasília

Dos dezessete municípios do Sertão do Pajeú, dez participaram a da XXV Marcha dos Prefeitos em Brasília, que teve início nesta segunda-feira (20) e vai até esta quarta-feira (22).  Participaram os prefeitos Djalma Alves (Solidão); Sávio Torres (Tuparetama); Gilson Bento (Brejinho); Zeinha Torres (Iguaracy); Luciano Torres (Ingazeira); Sandrinho Palmeira (Afogados da Ingazeira); Marconi Santana (Flores); […]

Dos dezessete municípios do Sertão do Pajeú, dez participaram a da XXV Marcha dos Prefeitos em Brasília, que teve início nesta segunda-feira (20) e vai até esta quarta-feira (22). 

Participaram os prefeitos Djalma Alves (Solidão); Sávio Torres (Tuparetama); Gilson Bento (Brejinho); Zeinha Torres (Iguaracy); Luciano Torres (Ingazeira); Sandrinho Palmeira (Afogados da Ingazeira); Marconi Santana (Flores); Adelmo Moura (Itapetim); Zé Pretinho (Quixaba); Evandro Valadares (São José do Egito). O prefeito de Arcoverde cidade localizada no Sertão do Moxotó, Wellington Maciel também marcou presença.

Nesta quarta-feira (22), último dia, a Marcha terá Assembleia Geral para prestação de contas da CNM e apresentação da nova diretoria. Também haverá um debate sobre os desafios no enfrentamento das mudanças climáticas. Depois uma discussão da pauta municipalista no Congresso Nacional. A questão da Reforma Tributária também será tratada e os custos dos programas federais para os municípios.

Coordenador da Ciretran diz que interessados no cargo devem considerar “gratificação pouco atraente”

Gerente Regional da Compesa defende legado e não descarta ser mantido no órgão  Prestes a deixar a Ciretran Regional,  Heleno Mariano disse ao Debate das Dez do programa Manhã Total que, pelo valor da gratificação,  a função não é atraente a ponto de ser alvo de disputa. Heleno disse que se dependesse do salário no […]

Gerente Regional da Compesa defende legado e não descarta ser mantido no órgão 

Prestes a deixar a Ciretran Regional,  Heleno Mariano disse ao Debate das Dez do programa Manhã Total que, pelo valor da gratificação,  a função não é atraente a ponto de ser alvo de disputa.

Heleno disse que se dependesse do salário no órgão público para viver, não teria sucesso.  Ele disse que, não fossem as duas aposentadorias que tem e negócios privados, não manteria. O blog apurou que o valor não chega a R$ 4 mil.

No momento,  não há sequer definição do primeiro escalão do governo Raquel Lyra, muito menos quem ocupará os órgãos regionais no Pajeú.

Heleno fez uma avaliação positiva do tempo em que esteve à frente do órgão.  Também tratou de futrica rumores sobre afastamento político de José Patriota ou Sandrinho Palmeira,  por ter votado em Marília Arraes e Waldemar Oliveira pra Federal, em detrimento de Pedro Campos.  “Votei por um pedido de Inocêncio Oliveira.  Sandrinho e Patriota são amigos. Estive com Patriota recentemente.  Não me baseio por futrica ou fofoca”.

Já Igor Galindo,  Gerente Regional da Compesa, está confiante na possibilidade de ser mantido no órgão regional. Isso pelo modus operanti da Compesa, que valoriza mais a área técnica e tem menor interferência política.  O Gerente Regional,  por exemplo, não pode ser alguém de fora dos quadros,  além de atender pré requisitos técnicos.

Galindo fez uma avaliação positiva do trabalho órgão, destacando ações para garantia hídrica na região.

Ele destacou que a Compesa no seu ciclo livrou ou está livrando cidades do racionamento,  como Quixaba, Solidão,  Brejinho e Santa Terezinha.

Sobre Afogados da Ingazeira,  destacou que houve redução nos problemas de vazamentos graças à melhor controle da pressurização da rede. Ampliação da ETA e projeto de otimização da rede ficaram para o próximo ciclo Raquel Lyra,  para o qual ele diz estar confiante.

Túlio Gadêlha apresenta PL para proibir comícios e eventos com aglomerações na campanha eleitoral de 2020

O deputado federal Túlio Gadêlha (PDT-PE) protocolou, nesta quinta-feira (02), o projeto de lei 3602/20, que proíbe a realização de comícios e eventos que gerem aglomerações na campanha eleitoral, enquanto perdurar o estado de emergência de saúde pública por causa da pandemia de Covid-19. O projeto, contudo, não pretende fazer uma alteração permanente na legislação […]

O deputado federal Túlio Gadêlha (PDT-PE) protocolou, nesta quinta-feira (02), o projeto de lei 3602/20, que proíbe a realização de comícios e eventos que gerem aglomerações na campanha eleitoral, enquanto perdurar o estado de emergência de saúde pública por causa da pandemia de Covid-19. O projeto, contudo, não pretende fazer uma alteração permanente na legislação eleitoral, mas uma mudança pontual em decorrência da pandemia e da recomendação sanitária de evitar aglomerações.

A proposta também destaca que compete ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em consonância com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), editar regulamento referente às medidas que garantam a segurança sanitária de mesários e eleitores durante a votação para eleição municipal em 2020, incluindo aquelas necessárias à manutenção do devido distanciamento social.

“Precisamos ter a consciência de que, tão importante quanto conter o atual surto, é essencial evitar que surjam novos casos. Mesmo que nos próximos meses o surto mais grave seja controlado, apenas a manutenção de medidas sanitárias corretas garantirá a preservação de nossa saúde. Proponho que não se realizem comícios nem outras atividades de campanha que impliquem na aglomeração de pessoas. Possuímos ferramentas digitais que podem nos auxiliar e sanar a lacuna deixada pela proibição de comícios”, justifica.

O Congresso Nacional promulgou, nesta quinta-feira (02), a PEC 18/20, que adia as eleições municipais de 2020 por causa da pandemia de Covid-19. Desta forma, o calendário eleitoral foi atualizado e os pleitos ocorrem em 15 e 29 de novembro (primeiro e segundo turno, respectivamente).

Dr. Ismael inaugura cinco novas ruas calçadas e entrega duas ambulâncias em Santa Cruz da Baixa Verde

A Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde inaugurou cinco novas ruas pavimentadas e entregou duas ambulâncias que passam a reforçar a frota da Secretaria Municipal de Saúde. Receberam pavimentação as ruas Márcio da Silva Lima, Jorge Santana Freires, Edson Ferreira Santana, Joaquim Soares Bezerra e José Modesto dos Santos. As obras representam mais mobilidade, […]

A Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde inaugurou cinco novas ruas pavimentadas e entregou duas ambulâncias que passam a reforçar a frota da Secretaria Municipal de Saúde.

Receberam pavimentação as ruas Márcio da Silva Lima, Jorge Santana Freires, Edson Ferreira Santana, Joaquim Soares Bezerra e José Modesto dos Santos. As obras representam mais mobilidade, segurança e qualidade de vida para os moradores, enquanto as novas ambulâncias fortalecem o atendimento da rede municipal de saúde.

“Estamos investindo em infraestrutura e saúde, áreas que impactam diretamente a vida das pessoas. É uma satisfação realizar essas entregas de ambulâncias justamente no momento em que Santa Cruz da Baixa Verde é reconhecida como destaque estadual em saúde, alcançando o 7º lugar em Pernambuco e o 1º lugar na XI GERES em evolução dos indicadores do Ministério da Saúde. Seguiremos trabalhando para garantir mais qualidade de vida, dignidade e desenvolvimento para a nossa população”, afirmou o prefeito Dr Ismael.

Após passar mal em Brasília, Marconi Santana é internado

Coração chegou a funcionar com 19% da capacidade. Quadro é estável, segundo sua assessoria Atualizado às 15h23 O prefeito de Flores, Marconi Santana, passou mal nesta terça-feira (9), em Brasília, onde participava de um evento da Confederação Nacional dos Municípios, a CNM, a Mobilização Municipalista, que debate várias pautas em defesa dos municípios. Segundo relatos […]

Coração chegou a funcionar com 19% da capacidade. Quadro é estável, segundo sua assessoria

Atualizado às 15h23

O prefeito de Flores, Marconi Santana, passou mal nesta terça-feira (9), em Brasília, onde participava de um evento da Confederação Nacional dos Municípios, a CNM, a Mobilização Municipalista, que debate várias pautas em defesa dos municípios.

Segundo relatos de sua assessoria, o prefeito sentiu fortes dores no peito pela manhã, quando foi levado para um Hospital da Capital Federal. Médicos identificaram a necessidade de um cateterismo, após uma bateria de exames.

O cateterismo é um procedimento utilizado para diagnosticar ou tratar doenças cardíacas, que consiste na introdução de um catéter, um tubo flexível extremamente fino, na artéria do braço, ou da perna, até o coração. O procedimento também é conhecido como angiografia coronariana.

No procedimento, os médicos identificaram a necessidade de desobstrução de artérias com dois stents. O quadro de saúde de Marconi Santana é considerado estável. Marconi Santana tem 55 anos.

O secretário de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano de Flores, Júnior Campos, que acompanhava Marconi em uma caminhada durante o acontecido, afirmou, em entrevista ao comunicador Anderson Tennens, na Vila Bela FM, que o coração de Marconi chegou a funcionar com 19% da capacidade e quadro grave que só se normalizou diante da utilização de aparelhos na unidade hospitalar.

O secretário também falou sobre as possíveis causas do mal súbito. “Acorda cedo, dorme tarde, cobra muito dos secretários, se cobra muito também”, disse Júnior que apontou como principal causa uns stentes que Marconi tinha há 10 anos e que já estavam no prazo de serem substituídos diante de uma nova avaliação médica.