Depois do anúncio de Orestes Neves de que não disputará mandato majoritário, a oposição ao prefeito Ângelo Ferreira (PSB) já tem seu pré-candidato.
Será o ex-vereador Luiz Abel (DEM). Ex-gerente da Caixa Econômica, Luiz Abel conta com o apoio dos ex-prefeitos Guga Lins (PSDB) e Sinval Siqueira (PTB), do empresário Paulo Roberto, presidente do Diretório Municial do DEM.
Ainda da bancada do DEM na Câmara Municipal de Sertânia, formada por Junhão Lins, Vando do Caroá, Damião Silva, Doia e Vino Veras.
Ainda diz ter apoio de vários pré-candidatos a vereadores e lideranças políticas que compõem os partidos do grupo de oposição em Sertânia.
Quadro é definido como grave segundo unidade O prefeito Djalma Alves, de Solidão, passa por cirurgia neste momento no bloco cirúrgico do Hospital Regional Emília Câmara. Ele teve lesão por trauma abdominal fechado, quando há lesão interna, passível de hemorragia. Segundo o Hospital o exame físico/clínico feito pela equipe médica indicou laparotomia exploradora por tratar-se […]
O prefeito Djalma Alves, de Solidão, passa por cirurgia neste momento no bloco cirúrgico do Hospital Regional Emília Câmara.
Ele teve lesão por trauma abdominal fechado, quando há lesão interna, passível de hemorragia.
Segundo o Hospital o exame físico/clínico feito pela equipe médica indicou laparotomia exploradora por tratar-se de provável lesão hepática, esplênica ou ambas.
A cirurgia visa a exploração da cavidade abdominal, podendo ser realizada por via laparoscópica ou aberta, com corte. Tem por objetivo esclarecer diagnósticos que não são detectados por outros raio X ou ultrassom.
Djalma também fraturou uma perna, mas a equipe se ortopedia vai esperar a primeira cirurgia já que é menos grave.
Djalma se envolveu em um acidente no final da tarde deste sábado nas imediações do Sítio Poço Dantas, município de Tabira.
Ele conduzia um veículo D-20 que se chocou com uma Hilux na PE 309 entre Solidão e Tabira.
As informações dão conta de que ao ser socorrido, Djalma reclamava de muitas dores.
Não foi ainda identificado o nome de quem guiava a Hillux, muito menos qual a dinâmica do acidente. Preliminarmente, um nome ligado a Djalma diz que a Hillux teria invadido a mão contrária e atingido o carro em que estava o prefeito, mas essa informação ainda é extra oficial. Djalma tem 63 anos.
Em Petrolândia, a campanha do candidato a reeleição Paulo Câmara concluiu seu giro pelo Sertão de Itaparica. Câmara mais uns vez esteve acompanhado de sua chapa majoritária – Luciana Santos (PCdoB), vice; Jarbas Vasconcelos (MDB) e Humberto Costa (PT), senadores . No primeiro evento realizado neste município, Paulo e a prefeita Jane (PSB) reuniram militantes na […]
Em Petrolândia, a campanha do candidato a reeleição Paulo Câmara concluiu seu giro pelo Sertão de Itaparica.
Câmara mais uns vez esteve acompanhado de sua chapa majoritária – Luciana Santos (PCdoB), vice; Jarbas Vasconcelos (MDB) e Humberto Costa (PT), senadores .
No primeiro evento realizado neste município, Paulo e a prefeita Jane (PSB) reuniram militantes na Casa de Show Velho Chico.
“Ver vocês lotando esse espaço me dá ainda mais determinação para trabalhar pelo no Estado. Esse apoio confirma que estamos no caminho certo”, atestou Câmara.
Logo em seguida, Paulo participou de uma reunião com o candidato a deputado estadual João Lopes (PCdoB) no espaço Mãe Finha.
“O nosso grupo está fechado com o senhor. Sabemos do seu esforço para manter o Estado de pé e ainda investindo em obras que melhoram a vida das pessoas”, destacou.
São 28 vagas no estado e salários de até R$ 9,6 mil. Estão abertas até o dia 20 de outubro as inscrições para um concurso público com 28 vagas na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Todas as vagas são para professores de diversos campos de conhecimento. Os salários são de R$ 4.472,64, para quem […]
São 28 vagas no estado e salários de até R$ 9,6 mil.
Estão abertas até o dia 20 de outubro as inscrições para um concurso público com 28 vagas na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Todas as vagas são para professores de diversos campos de conhecimento.
Os salários são de R$ 4.472,64, para quem tem graduação, mas podem chegar a R$ 9.616,18, para os profissionais que têm doutorado. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais e as inscrições podem ser feitas no site da universidade. No mesmo portal, estão disponíveis o edital e anexos.
A maioria das vagas é para o campus sede da UFRPE, no bairro de Dois Irmãos, na Zona Norte do Recife. Há, também, oportunidades para a Unidade Acadêmica de Serra Talhada, no Sertão; Unidade Acadêmica de Belo Jardim, no Agreste; e para a Unidade Acadêmica do Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife.
Para a Unidade Acadêmica de Serra Talhada as vagas são para as áreas de Teoria Econômica/Métodos Quantitativos e Economia Matemática/Economia Aplicada/ Economia Política e História Econômica; Língua Portuguesa; Ciência de Dados/ Programação/ Sistemas de Informação/ Informática/ Engenharia de Software; Fundamentos das Atividades Físicas e Esportivas na Educação Física; e Morfologia Animal.
Do total de vagas, 5% são destinados a pessoas com deficiência. Também há reserva de 20% das vagas para pessoas pretas ou pardas. É cobrada uma taxa de inscrição de R$ 160, ou de R$ 220, para candidatos com título de doutor. Pessoas em situação de vulnerabilidade social podem pedir isenção até o dia 2 de outubro.
As inscrições serão validadas no dia 8 de novembro e, depois disso, os candidatos devem entregar os documentos solicitados no edital, específicos para a vaga escolhida, presencialmente ou via Sedex. As seleção será feita por meio de “avaliação de compatibilidade de perfil”, prova escrita, prova didática, elaboração de plano de atividades e, por fim, prova de títulos. O resultado final deve ser publicado até 15 de março de 2023.
Muitos dos que hoje lamentam derrubada de imóvel histórico poderiam ter feito algo no passado. Não o fizeram. O assunto do dia é a demolição de um dos últimos prédios históricos do entorno da Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, no Centro de Afogados da Ingazeira que pegou muita gente de surpresa neste domingo (04). […]
Muitos dos que hoje lamentam derrubada de imóvel histórico poderiam ter feito algo no passado. Não o fizeram.
O assunto do dia é a demolição de um dos últimos prédios históricos do entorno da Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, no Centro de Afogados da Ingazeira que pegou muita gente de surpresa neste domingo (04).
O antigo casarão pertencia à família Goes. Uma das moradoras mais conhecida foi a professora Letícia Goes – inclusive muitas autoridades e personalidades da cidade foram alunos dela, como, por exemplo, o ex-prefeito Totonho Valadares. Também foi morada da saudosa Ione de Góis Barros.
O tema repercute tanto que será trazido ao Debate das Dez dessa segunda, na Rádio Pajeú.
A casa, muito antiga, fazia parte da história da cidade, aparecendo inclusive em fotografias registradas ainda do início da cidade, quando as ruas ainda eram de barro.
A praça ao lado da casa – onde fica a Praça de Alimentação, leva o nome de um de seus donos, Miguel de Campos Goes.
Atualmente a casa pertencia ao empresário Danilo Siqueira – da Gráfica Asa Branca e segundo informações, no local passará a funcionar uma farmácia do Grupo Pague Menos.
Mas, registre-se, Danilo não cometeu nenhuma ilegalidade. O prédio não é tombado. Há pouco, outro prédio também histórico foi demolido acima do Banco do Brasil.
De quem é a culpa? Vejo representantes do MP, ex-vereadores, políticos que tiveram mandato lamentando nas redes sociais. Mas são todos có-responsáveis. Todos que estiveram com função pública no município, entre os anos 90 e agora são parte da culpa. Nunca se preocuparam em uma lei que tombasse todo o casario histórico da Praça Arruda Câmara e Avenida Rio Branco.
Triunfo, por exemplo, lucra com o tombamento de seu casario histórico.
Há anos falamos disso e ninguém se mexe. Resta o imóvel residência do promotor Lúcio Almeida, alguns outros poucos e o patrimônio histórico gerido pela Diocese e Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios.
Estão de pé mantendo características originais o Museu do Rádio, o Cine São José (esses tombados), a Cúria Diocesana, a estação ferroviária mesmo que às baratas e alguns poucos prédios.
Um povo sem memória é um povo sem história. E onde não há preservação a especulação imobiliária e o capital invadem sem dó ou piedade. O metro quadrado dessa área é o mais caro da cidade, às vezes equiparado com o preço de áreas nobres do Recife. Moradores ou herdeiros preferem fazer dinheiro a preservar a história. E sem uma lei, não podem ser responsabilizados.
Um pena. E que cada um assuma seu papel nessa tragédia. Agora já era. Um povo sem memória é um povo sem história…
Blog do Magno O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) incluiu na pauta de julgamento desta terça-feira (16) um recurso eleitoral relacionado à Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que apura supostas práticas de abuso de poder político e econômico no município de Custódia, no Sertão do Estado. A sessão está prevista para ocorrer no […]
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) incluiu na pauta de julgamento desta terça-feira (16) um recurso eleitoral relacionado à Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que apura supostas práticas de abuso de poder político e econômico no município de Custódia, no Sertão do Estado.
A sessão está prevista para ocorrer no plenário do tribunal, por videoconferência, conforme intimação expedida pela Presidência da Corte. Entre os investigados estão o ex-prefeito de Custódia e atual secretário de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo de Pernambuco (SEDEPE), Emmanuel Fernandes, conhecido como Manuca de Zé do Povo (PSD), o prefeito Manoel Messias, o Messias do DNOCS (PSD), e a vice-prefeita Anne Lira (MDB).
A ação teve sentença proferida em abril deste ano pela juíza eleitoral Vivian Maia Canen, que apontou a existência de elementos suficientes para caracterizar abuso de poder durante o período pré-eleitoral e eleitoral de 2024. “Os investigados, direta ou indiretamente, beneficiaram candidatos ou foram beneficiados por condutas que configuram abuso de poder econômico e político, em especial no período pré-eleitoral e eleitoral, a partir de junho de 2024”, registrou a magistrada na decisão.
Ainda segundo a sentença, ficou “evidente que as condutas perpetradas pelos investigados, em especial a contratação massiva de temporários, o desvio de recursos públicos para pagamento de ‘militância’ e a pressão sobre servidores, amoldam-se à conduta de abuso de poder político e econômico”, o que, de acordo com a juíza, justifica a aplicação das sanções previstas na Lei Complementar nº 64/90.
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