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Opinião: Arcoverde não merece a Câmara que tem

Por Nill Júnior

No meu comentário para o Jornal Itapuama,  analiso os detalhes de mais um espetáculo deprimente da Câmara de Arcoverde.

Entre acusações de golpe, gritos de “Judas” e microfones desligados, a política de Arcoverde desceu mais um degrau durante a sessão da noite desta segunda-feira (06).

​A constatação é de uma Câmara distante dos reais interesses da coletividade, ligada a acordos não republicanos, conchavos e toma lá dá cá.

De um lado, a denúncia contra o presidente Luciano Pacheco. Do outro, o questionamento sobre a postura fisiologista do restante do parlamento.

Enquanto vereadores lavam roupa suja e trocam ofensas, os problemas reais da cidade ficam em segundo plano.

Arcoverde é um polo de referência no Estado.É lamentável que sua representação política atual prefira o enredo do “golpe” e da “traição” ao exercício da democracia séria.

​O povo de Arcoverde, definitivamente, merecia parlamentares mais focados no regimento e menos no ressentimento.

Outras Notícias

PSB de Sertânia responde nota do PT

Prezado Nill Júnior, Em relação à nota divulgada em seu blog com as explicações sobre a desistência do PT em concorrer a prefeitura de Sertânia, o Diretório Municipal do Partido Socialista Brasileiro (PSB) ressalta que: O PSB faz parte da Frente Popular de Sertânia, composta por 8 (oito) partidos; O PSB, portanto, está comprometido com […]

Prezado Nill Júnior,

Em relação à nota divulgada em seu blog com as explicações sobre a desistência do PT em concorrer a prefeitura de Sertânia, o Diretório Municipal do Partido Socialista Brasileiro (PSB) ressalta que:

O PSB faz parte da Frente Popular de Sertânia, composta por 8 (oito) partidos;

O PSB, portanto, está comprometido com as candidaturas que compõem a sua coligação e, consequentemente, só possui responsabilidade sobre as mesmas;

Assim sendo, não tem qualquer relação com a escolha de candidatos do campo da oposição e, portanto, desconhece o trâmite ou os motivos acerca da escolha dos candidatos do PT e do DEM;

A nota em questão ocupa-se de responsabilizar terceiros por processos que apenas dizem respeito aos partidos que compõem a oposição em Sertânia, demonstrando a sua incapacidade de tratar com seriedade as questões relativas ao processo eleitoral.

Antônio Cajueiro Neto
Presidente do Partido Socialista Brasileiro – PSB
Diretório de Sertânia

Carnaval tem sequência em Triunfo

O carnaval tem sequência em Triunfo com a atração Padu Frajola. Um grande número de foliões já participa da festa no pátio de eventos ao lado da Lagoa Maria Timóteo. Além dos foliões e turistas, os Caretas, figuras mascaradas do carnaval triunfense chegaram para a festa. A programação segue com Orquestra Madureira, Devinho Novaes e […]

Foto: Sebastião Costa

O carnaval tem sequência em Triunfo com a atração Padu Frajola. Um grande número de foliões já participa da festa no pátio de eventos ao lado da Lagoa Maria Timóteo.

Além dos foliões e turistas, os Caretas, figuras mascaradas do carnaval triunfense chegaram para a festa. A programação segue com Orquestra Madureira, Devinho Novaes e Paixão de Vaqueiro.

O maior público foi o de ontem, com Edson Gomes. Cerca de nove mil pessoas participaram da programação. Maestro Forró e Orquestra da Bomba do Hemetério também fez um show aplaudido pelo público.

Apoio de Márcia Conrado a João Campos é caminho sem volta

No comentário que tenho no Sertão Notícias, da Cultura FM, avalio que é caminho sem volta o apoio de Márcia Conrado a João Campos. Primeiro, pelo desgaste de relação e perda de espaço com Raquel Lyra.  Segundo, porque essa situação deriva da decisão de Márcia de seguir o PT, que caminha para a aliança com […]

No comentário que tenho no Sertão Notícias, da Cultura FM, avalio que é caminho sem volta o apoio de Márcia Conrado a João Campos.

Primeiro, pelo desgaste de relação e perda de espaço com Raquel Lyra.  Segundo, porque essa situação deriva da decisão de Márcia de seguir o PT, que caminha para a aliança com o PSB.

A essa altura, a selfie bomba de João, Márcia, Breno Araújo e Marília Arraes já circula pelos corredores do Palácio do Campo das Princesas. Márcia definitivamente já é tida como adversária política.

O anúncio só não foi cravado porque a prefeita espera a definição e anúncio do seu partido, em respeito à hierarquia. Veja no comentário de hoje:

Luiz Renato de Souza Pinto conclui trilogia lançando livro em Ouricuri

A aventura de um nordestino, tentando a sorte nos garimpos de diamante de Mato Grosso e Goiás, é o tema principal do livro ‘Xibio’ que o escritor mato-grossense, Luiz Renato de Souza Pinto, lança nacionalmente nesta quinta-feira (10), em Ouricuri, sertão do Araripe pernambucano. A obra, que será conhecida pelos ouricurienses a partir das 19h, […]

A aventura de um nordestino, tentando a sorte nos garimpos de diamante de Mato Grosso e Goiás, é o tema principal do livro ‘Xibio’ que o escritor mato-grossense, Luiz Renato de Souza Pinto, lança nacionalmente nesta quinta-feira (10), em Ouricuri, sertão do Araripe pernambucano.

A obra, que será conhecida pelos ouricurienses a partir das 19h, em frente ao Bar do Pita – na praça Pe. Francisco Pedro da Silva, também figura na programação da quarta edição do Congresso Internacional do Livro, Leitura e Literatura do Sertão (CLISERTÃO), na Universidade de Pernambuco (UPE), de 7 a 11 de maio, na cidade de Petrolina-PE.

Este novo trabalho fecha a trilogia desenvolvida pelo autor desde 1998, quando lançou o romance ‘Matrinchã do Teles Pires’ e depois, em 2014, ‘Flor do Ingá’, desdobrando a aventura de um casal que se conhece em Londrina, Paraná e vem para o Mato Grosso, quando então se separam.

‘Xibio’, além de destacar a cidade de Ouricuri, de onde parte o garimpeiro que vai para Balisa/Torixoréo atrás do minério, mescla elementos da cultura nordestina. Padre Cícero, Frei Damião, São Sebastião, Lampião, Luiz Gonzaga e Patativa do Assaré compõem o mosaico ficcional de fundo histórico para complementar a viagem.

Segundo o autor, que também é professor de Língua Portuguesa, foram 16 viagens ao nordeste, de janeiro de 2015 a março de 2018, para pesquisas, experimentações, desenvolvimento empírico das situações de busca e apreensão de elementos para se transformar em literatura.

Para a professora doutora Luzia Oliva, que registra a trilogia em edição finalizada, o trabalho de Luiz Renato “é um caudaloso rio de intertextos que se agrupam em lagos represados e vão se interligando pela História, pela lenda, pelos mitos, provérbios e crendices; por Saramago e Machado, por Frida, Carolina e Maria Bonita”.

Ainda na apresentação, Luzia Oliva pontua. “É uma trilogia que nos desconforta, nos causa ira, nos faz ir e vir pelo movimento frenético das mudanças de cenas, de espaços, de narrador e nos encanta ao mesmo tempo, num halo catártico”.

O livro também será lançado esse ano em Cuiabá, no SESC Arsenal no dia 25 de maio, das 19 às 22 horas, no espaço da Choperia. Haverá um pré-lançamento também no dia 24/05 durante a Feira Literária do Colégio Máxi.

NOVO Pajeú rebate artigo de jornalista

O Partido Novo em Afogados da Ingazeira agradece a preocupação e a crítica sincera feita pelo jornalista André Luis no último domingo (16), neste blog, em artigo intitulado de “O bolsonarismo de gravata de borboleta”. Defesa da democracia O Novo compartilha o amor à democracia do autor da crítica e de seus leitores. Longe de […]

O Partido Novo em Afogados da Ingazeira agradece a preocupação e a crítica sincera feita pelo jornalista André Luis no último domingo (16), neste blog, em artigo intitulado de “O bolsonarismo de gravata de borboleta”.

Defesa da democracia

O Novo compartilha o amor à democracia do autor da crítica e de seus leitores. Longe de qualquer nostalgia às supostas glórias das ditaduras de direita do século passado, o Partido continua preocupado em defender a liberdade política dos males ditatoriais no novo milênio. Os sussurros de fantasmas de tiranias passadas não podem causar mais temor do que os rugidos das tiranias presentes.

Atualizando-se, olhando ao seu redor, é necessário perguntar-se quais são as ameaças a democracia de hoje. Quantas ditaduras existem hoje na América Latina? Quantas são de direita e quantas são de esquerda? Quantas foram apoiadas diretamente por um presidente brasileiro? E de qual partido era esse presidente tão interessado em ajudar esses ditadores latinos?

De qual espectro político são as ditaduras que estão desde o milênio passado oprimindo seu povo sem nunca se entregar à democracia, como aconteceu no Brasil nos anos 80? A extrema-esquerda não é levada em consideração na análise de defesa da democracia feita pelo autor.

Falar em democracia não é suficiente – tem que se defender, de fato, os valores democráticos e os países democráticos contra a tirania. É, inclusive, uma tática recorrente de tiranos modernos chamar sua tirania de democracia, sua monarquia de república e suas elites de povo; como na “República Popular Democrática da Coreia” (Coreia do Norte) e nas históricas declarações de Stálin de que a União Soviética era a maior democracia do planeta. A aparência dessas tiranias são o inverso de sua essência.

Longe de qualquer adoração irracional a qualquer das figuras que concorrem à presidência de nossa República, não aceitamos o rótulo de “bolsonaristas”, pois Bolsonaro passou por inúmeras e severas críticas do Partido durante seu mandato.

No entanto, analisando aparência e essência, não se vê em Bolsonaro promessas ou atos de regulação da mídia (o que deveria preocupar muito mais o autor, silencioso, até o momento, sobre o assunto), de revolução ou de defesa aberta ao crime, além da defesa material de inúmeros tiranos de países vizinhos, como os realizados pelo candidato do PT, que fala em democracia enquanto fomenta ditaduras.

Dentro de uma análise atualizada e abrangente entre os dois espectros políticos, a posição de João Amoêdo, não debatida com o restante do Partido, vai contra os valores do Novo e, por isso, não por autocracia arbitrária, ele foi criticado.

O Novo posicionou-se oficialmente contra a esquerda radical, representada nessas eleições pelo PT, orientando seus filiados para anular o voto ou votar no atual governante, que comunga de alguns ideais conosco, conforme sua consciência.

Defesa dos pobres e necessitados

Quanto a questão da pobreza e assistência social, há uma crítica recorrente dos autores deste Blog ao Partido Novo. De fato, esse é um dos assuntos mais importantes de Pernambuco que, governado há anos por socialistas, foi considerado pelo Banco Mundial o pior estado do país para se fazer negócios e que, logicamente, virou um campeão nacional de desemprego e miséria.

Os “bolsonaristas de gravata borboleta” falam muito em economia porque ela não está, de forma alguma, dissociada dos problemas sociais, especialmente o da pobreza. Como diria Ronald Reagan, “o melhor programa social é o emprego”.

No Índice de Liberdade Econômica, ranking mundial que classifica o grau de liberdade econômica de 186 países, o Brasil é visto como um país à beira da repressão econômica, com seu excesso de impostos, burocracia e privilégios políticos, que concentram todo poder nas mãos de poucos aristocratas.

É interessante notar que o peso do Estado, que suga todo poder de compra do brasileiro enquanto cinicamente afirma distribuir gratuidades, nunca é levado em consideração em suas análises quando o assunto é combate à pobreza.

Também não deve ser esquecido o esforço, em favor da causa sagrada de ajuda aos pobres, de incentivo dos liberais à solidariedade privada, realizada por indivíduos, empresas, igrejas, associações, cooperativas, sem dar ainda mais vantagens ao já agigantado poder político de nosso país.

Para finalizar, o Novo ressalta veementemente que a solidariedade deve ser legítima e não motor de desvios de verba pública.

Judas Iscariotes, tesoureiro dos discípulos, certa vez condenou o “luxo” do uso de um perfume nos pés de Nosso Senhor, alegando que o perfume, se vendido, poderia servir melhor aos pobres. O “anticapitalismo” do Iscariotes é assim descrito por seus pares: “Ele não falou isso por se interessar pelos pobres, mas porque era ladrão; sendo responsável pela bolsa de dinheiro, costumava tirar o que nela era colocado” (João 12:6).

Sem mais para o momento, o Novo se põe à disposição para futuros questionamentos sobre nossas posições e práticas.

Que Deus abençoe nossa nação!