Mais uma notícia indicando o avanço do projeto de instalação do SAMU na III Macrorregião. O sistema de rádio para operação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência começou a ser instalado esta semana. É um passo importante para sua operação. A Coluna do Domingão revelou também que a base de rádio que acolhe o […]
Mais uma notícia indicando o avanço do projeto de instalação do SAMU na III Macrorregião.
O sistema de rádio para operação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência começou a ser instalado esta semana. É um passo importante para sua operação.
A Coluna do Domingão revelou também que a base de rádio que acolhe o sistema de comunicação do SAMU Regional terá antenas nas duas torres do grupo Inocêncio Oliveira, em Serra Talhada e Afogados.
A articulação foi de Herbert Inácio, coordenador da Central de Regulação em Serra. A instalação ficou a cargo da SP Eletrônica.
No último dia 8 o Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú, CIMPAJEÚ, lançou o Edital de Chamamento Público para contração de uma Organização Social para gerir o SAMU.
O passo é determinante para o início das operações. As tratativas para operação na III Macrorregião ocorrem desde 2014, se intensificando mais nos últimos meses.
O SAMU Consorciado da III Macro Região cobrirá uma área de 8.652.340,20 km² e beneficiará uma população estimada em 860.421 habitantes.
O custo per capita inicial para cada município é de 55 centavos por habitante. Esse custo pode sofrer alguma alteração com base na variação de insumos e manutenção.
Medida suspende a utilização de alguns lotes da vacina e passa a valer a partir da publicação no Diário Oficial da União. A Anvisa determinou neste sábado (04.09) a interdição cautelar de lotes da vacina CoronaVac, proibindo a distribuição e o uso dos lotes envasados na planta não aprovada na Autorização de Uso Emergencial (AUE). […]
Medida suspende a utilização de alguns lotes da vacina e passa a valer a partir da publicação no Diário Oficial da União.
A Anvisa determinou neste sábado (04.09) a interdição cautelar de lotes da vacina CoronaVac, proibindo a distribuição e o uso dos lotes envasados na planta não aprovada na Autorização de Uso Emergencial (AUE).
Em reunião iniciada às 16h do dia 3 de setembro de 2021 (sexta-feira) e, posteriormente, por meio de ofício encaminhado às 20h44 do mesmo dia, a Agência foi comunicada pelo Instituto Butantan que o parceiro Sinovac, fabricante da vacina CoronaVac, enviou para o Brasil 25 lotes na apresentação frasco-ampola (monodose e duas doses), totalizando 12.113.934 doses.
A unidade fabril responsável pelo envase não foi inspecionada e não foi aprovada pela Anvisa na Autorização de Uso Emergencial da referida vacina.
O Instituto informou ainda que outros 17 lotes, totalizando 9 milhões de doses, também envasados no local não inspecionado pela Agência, estão em tramitação de envio e liberação ao Brasil.
Decisão da Anvisa
Nesses termos, a vacina envasada em local não aprovado na AUE configura-se em produto não regularizado junto à Anvisa.
Assim, torna-se essencial a atuação da Agência com o intuito de mitigar um possível risco sanitário. Tal ação se dará por meio da publicação de duas Resoluções (RE), em Edição Extra do Diário Oficial da União (D.O.U.):
Resolução (RE) para a interdição cautelar proibindo a distribuição e o uso dos lotes envasados na planta não aprovada na AUE; e
Resolução (RE) determinando a proibição de distribuição dos lotes ainda não distribuídos.
As medidas cautelares não são decisões condenatórias em caráter punitivo, mas sim medidas sanitárias para evitar a exposição ao consumo e ao uso de produtos irregulares ou sob suspeita.
As medidas cautelares também são um ato de precaução que visa proteger a saúde da população, sendo adotadas em caso de risco iminente à saúde, sem a prévia manifestação do interessado, fundamentadas nos termos da Lei 6.437, de 20 de agosto de 1977, sendo aplicáveis para a ação de fiscalização de interdição cautelar.
A interdição cautelar como ação da medida cautelar aplica-se aos casos “em que sejam flagrantes os indícios de alteração ou adulteração do produto, hipótese em que a interdição terá caráter preventivo ou de medida cautelar”.
Esta medida tem o prazo de 90 dias, conforme o art. 23, § 4º, da Lei 6.437, de 20 de agosto de 1977.
Durante esse período, a Anvisa trabalhará na avaliação das condições de Boas Práticas de Fabricação da planta fabril não aprovada, no potencial impacto dessa alteração de local nos requisitos de qualidade, segurança e eficácia das vacinas, e no eventual impacto para as pessoas que foram vacinadas com esse lote.
Além disso, serão feitas tratativas junto ao Instituto Butantan para a regularização desse novo local na cadeia fabril da vacina junto à Agência.
A Anvisa tem por finalidade institucional, entre outras atribuições, promover e proteger a saúde da população por intermédio do controle sanitário da produção e da comercialização de produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária.
Vereadora eleita pela 8ª vez, tendo sido a primeira mulher a assumir uma cadeira na Casa James Pacheco em 1989, a vereadora Célia Cardoso Almeida (PSB) já reuniu os votos necessários para ser a futura presidente da Câmara Municipal de Vereadores para o biênio 2017/2018. Na semana passada o vereador Everaldo Lyra (PMDB) e Cleriane […]
Vereadora eleita pela 8ª vez, tendo sido a primeira mulher a assumir uma cadeira na Casa James Pacheco em 1989, a vereadora Célia Cardoso Almeida (PSB) já reuniu os votos necessários para ser a futura presidente da Câmara Municipal de Vereadores para o biênio 2017/2018.
Na semana passada o vereador Everaldo Lyra (PMDB) e Cleriane Medeiros (PRTB) declararam apoio ao nome da parlamentar socialista.
Com a Câmara mais feminina de sua história tendo 5 vereadoras eleitas, já fechou apoio dos candidatos eleitos pela oposição (Zirleide Monteiro do PTB e Heriberto do Sacolão do PTN), assim como dos governistas Everaldo Lyra, Cleriane Medeiros, Geraldo Vaz (PSD), João Taxista (PRP). O último anúncio foi da Até o Sargento Siqueira já declarou que o filho, Siqueirinha, também vota em Célia.
Arcoverde vai passar a ser uma das únicas cidades do Estado com mulheres comandando os poderes Executivo (Madalena Brito) e Legislativo (Célia).
O ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Fabiano Silveira, deixou nesta segunda-feira (30) o comando da pasta. Ele enviou carta de demissão ao presidente Michel Temer na qual afirma que, “não obstante o fato de que nada atinja a minha conduta, avalio que a melhor decisão é deixar o Ministério” (leia a íntegra da carta […]
O ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Fabiano Silveira, deixou nesta segunda-feira (30) o comando da pasta. Ele enviou carta de demissão ao presidente Michel Temer na qual afirma que, “não obstante o fato de que nada atinja a minha conduta, avalio que a melhor decisão é deixar o Ministério” (leia a íntegra da carta ao final desta reportagem).
A decisão do ministro foi tomada após ter sido divulgado neste domingo (29) teor de sua conversa com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), na qual ele criticou a condução da Operação Lava Jato pela Procuradoria Geral da República (PGR).
Reportagem exclusiva do Fantástico revelou gravações na qual Fabiano Silveira, além criticar a Operação Lava Jato, dá orientações a Renan Calheiros e ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado – ambos investigados no esquema de corrupção que atuava na Petrobras. A conversa foi gravada por Machado, novo delator da Lava Jato, em 24 de fevereiro.
A revelação motivou protestos. Chefes regionais do ministério começaram a entregar os cargos nos estados, em protesto.Servidores do ministério, sindicato e organizações como a Transparência Internacional pressionaram pela saída do ministro.
Na carta de demissão, Fabiano Silveira afirma que não fez “nenhuma oposição” ao trabalho do Ministério Público.
“Foram comentários genéricos e simples opinião, decerto amplificados pelo clima de exasperação política que todos testemunhamos. Não sabia da presença de Sérgio Machado. Não fui chamado para uma reunião. O contexto era de informalidade baseado nas declarações de quem se dizia a todo instante inocente”, diz Silveira no texto da carta.
Na nota, Silveira, que é funcionário de carreira do Senado e foi integrante do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), também disse que não atuou em favor de Renan Calheiros.
“Reitero que jamais intercedi junto a órgãos públicos em favor de terceiros. Observo ser um despropósito sugerir que o Ministério Público possa sofrer algum tipo de influência externa, tantas foram as demonstrações de independência no cumprimento de seus deveres ao longo de todos esses anos”, afirmou.
A morte de João Lima, o João Cabelereiro, chocou moradores de Serra Talhada e Afogados da Ingazeira. João trabalhou em Afogados por anos em salões na Newton César e Praça Arruda Câmara. João Lima era filho de Dinairan Nogueira e Eduardo Lima, e conhecido como Joãozinho pelos amigos próximos. Segundo o Farol de Notícias ele […]
A morte de João Lima, o João Cabelereiro, chocou moradores de Serra Talhada e Afogados da Ingazeira.
João trabalhou em Afogados por anos em salões na Newton César e Praça Arruda Câmara.
João Lima era filho de Dinairan Nogueira e Eduardo Lima, e conhecido como Joãozinho pelos amigos próximos. Segundo o Farol de Notícias ele deixa dois filhos.
“Por muito anos estudou na antiga Escola Pequeno Príncipe, onde formou muitos amigos e grupos de rock. Foi guitarrista e levou o ritmo como estilo de vida”, destaca o Farol.
É tido como um dos responsáveis por trazer o modelo americano de barbearia a Afogados, no estilo barber shop.
Ainda não ha informações sobre a causa da morte. João estava residindo em Serra Talhada.
Familiares e amigos darão o último adeus a João Lima na Casa de Homenagens Póstumas BM.
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