Notícias

O fato e a foto: sertanejos flagram Senador na praia e pedem força por PE 292.

Por Nill Júnior
foto
Romero Barros, Thaise Vicente, a pequena Sara e o Senador Humberto: pedido por reparo de estrada em meio a uma praia em Boa Viagem. Lá, cobrar também pode…

O registro é do educador físico Romero Barros e da Fisioterapeuta Thaise Vicente. Em plena praia de Boa Viagem, Recife, encontraram o Senador Humberto Costa aproveitando o domingo para relaxar depois de um ano cheio de assuntos pra tratar, uns na agenda positiva, outros nem tanto.

Humberto foi simpático, posou pra foto, deu sorriso e ainda prometeu cobrar ao Governo do estado agilidade no recapeamento da PE 292, entre Afogados e a PE 275.

Garante o educador físico que avisou ao Senador que a foto seria postada assim mesmo – o que não quer dizer quebra de decoro do parlamentar – no nosso blog. Ouviu de Humberto o relato de que costuma acompanhar o blog com frequência. Por essa declaração, Costa vai ganhar um bronzeador de presente via Sedex. Tá precisando…

Outras Notícias

Projeto de Marília criará Programa de Atenção à Mulheres na Menopausa e Climatério

A criação de um programa específico de acolhimento, informação e tratamento para as mulheres irá ampliar os cuidados com milhares de brasileiras de todo o país A deputada federal Marília Arraes (PT) propôs a criação do Programa de Atenção à Mulheres na Menopausa e Climatério. A matéria está em tramitação na Câmara dos Deputados. O […]

A criação de um programa específico de acolhimento, informação e tratamento para as mulheres irá ampliar os cuidados com milhares de brasileiras de todo o país

A deputada federal Marília Arraes (PT) propôs a criação do Programa de Atenção à Mulheres na Menopausa e Climatério. A matéria está em tramitação na Câmara dos Deputados.

O objetivo central da ação é garantir a ampliação dos serviços já existentes e criar uma política universal de atenção, informação, acolhimento e tratamento multidisciplinar, para os casos nos quais houver necessidade, incluindo a distribuição de medicamentos e adoção de terapias específicas. O projeto segue os princípios da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher do Sistema Único de Saúde.

O projeto pretende, ainda, qualificar a atenção às mulheres nesse período da vida, considerando as diversidades e especificidades das brasileiras de cada região do país.

“Com o programa, será possível ampliar as ações de divulgação de informações para as mulheres na menopausa e realizar uma série de exames diagnósticos e terapias complementares. Também será possível a disponibilização de reposição hormonal e outras medicações necessárias, além de atendimento psicológico e acompanhamento por equipe multiprofissional de saúde. E tudo isso de forma coordenada, com um padrão similar em todo o Brasil”, explicou Marília.

Apesar da já existência de serviços de atendimento com foco no climatério e menopausa no SUS, a criação do programa proposto pela deputada pernambucana irá agilizar o atendimento de problemas que necessitam de mais atenção, além de atuar como uma medida preventiva.

“Essas ações irão facilitar o acesso das mulheres com menopausa a serviços que podem estar sendo omitidos ou não priorizados”, finaliza.

Dignidade Menstrual – Também é de autoria da deputada Marília Arraes o Projeto de Lei (PL 4968/19), transformando em Lei (14.214/21), que criou o Programa Nacional de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual.

No Congresso, Marília encabeça a luta pela derrubada do veto do presidente Bolsonaro que retirou do texto do projeto aprovado pela Câmara e pelo Senado, a distribuição gratuita de absorventes higiênicos, em todo o Brasil, para estudantes carentes da rede pública de ensino e mulheres em situação de vulnerabilidade, incluindo apenadas, reeducandas e em situação de rua.

A Lei da Dignidade Menstrual, como ficou conhecida, é um marco na criação de uma política pública permanente para garantir a saúde e dignidade para mais de 6,5 milhões de brasileiras que não tem acesso itens de higiene menstrual.

O projeto, aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, foi vetado pelo presidente Jair Bolsonaro ainda no ano passado e aguarda sessão do Congresso Nacional para ser derrubado.

Agente da Abin é demitido após vazar dados do caso Flávio Bolsonaro

Agente da Abin, Cristiano Ribeiro acaba de ser demitido do serviço secreto pelo governo federal. Uma apuração interna apontou que ele vazou dados sigilosos que municiaram reportagem sobre um servidor do órgão que, segundo a matéria, teria atuado para “blindar” Flávio Bolsonaro no caso das rachadinhas. De acordo com fontes da coluna, Ribeiro fotografou a […]

Agente da Abin, Cristiano Ribeiro acaba de ser demitido do serviço secreto pelo governo federal. Uma apuração interna apontou que ele vazou dados sigilosos que municiaram reportagem sobre um servidor do órgão que, segundo a matéria, teria atuado para “blindar” Flávio Bolsonaro no caso das rachadinhas.

De acordo com fontes da coluna, Ribeiro fotografou a tela de seu computador na Abin e enviou para pessoas que não pertenciam à Agência Brasileira de Inteligência. O episódio ocorreu ainda durante o governo Bolsonaro. Antes de ser demitido, o agente foi alvo de operação de busca e apreensão pela Polícia Federal (PF), que devassou seus aparelhos eletrônicos.

A imagem vazada pelo agente continha o organograma do Centro de Inteligência Nacional da Abin, com fotos e nomes dos servidores titulares de cada coordenação e seus respectivos substitutos. O CNI tem a atribuição de acompanhar “assuntos de inteligência estratégica”.

A apuração interna da Abin apontou que o material foi usado em uma reportagem do site “Intercept Brasil”, publicada em dezembro de 2020. Os jornalistas ouviram uma fonte da Abin que afirmou que tanto ela quanto seus colegas “desconfiavam” de que o policial federal Marcelo Bormevet, à época lotado na agência, teria produzido relatórios para blindar Flávio no caso das rachadinhas.

Na ocasião, Bormevet ocupava um posto-chave no CNI. Era coordenador-geral de Credenciamento de Segurança e Análise de Segurança Corporativa. Delegado de carreira da PF, ele atuava, até sexta-feira passada (26), como assessor da Subchefia Adjunta de Infraestrutura da Casa Civil da Presidência. As informações são do Metrópoles.

Operação Policial em Brejinho combate quadrilha que promovia assalto a motos, tráfico de armas e drogas

Nesta quinta-feira (29), Polícias Civil e Militar de Pernambuco e do Rio Grande do Sul, envolvendo 76 Policiais civis e 32 militares, nas cidades de Brejinho-PE e Soledade-RS, realizaram a Operação Pajeú Seguro com o apoio da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco. A ação foi deflagrada dentro do programa Pacto Pela Vida. A ‘Operação […]

Nesta quinta-feira (29), Polícias Civil e Militar de Pernambuco e do Rio Grande do Sul, envolvendo 76 Policiais civis e 32 militares, nas cidades de Brejinho-PE e Soledade-RS, realizaram a Operação Pajeú Seguro com o apoio da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco. A ação foi deflagrada dentro do programa Pacto Pela Vida.

A ‘Operação Pajeú  Seguro’ supervisionada pela chefia da Polícia Civil e coordenada pela Diretoria Integrada do Interior, foi conduzida por Antônio Júnior, delegado de Brejinho.

Participaram 76 policiais civis entre: delegados, agentes e escrivães do estado de Pernambuco e do Rio Rio Grande do Sul e 32 policiais militares do Estado de Pernambuco.

Na operação houve mandados de busca e apreensão e prisão em Pernambuco e no Rio Grande do Sul. O alvo,  uma quadrilha que promovia assaltos a motos na região, tráfico de armas e drogas. As informações são do Blog do Marcello Patriota.

O menino do Pajeú: a homenagem aos 20 anos do Blog do Magno

Por Marcelo Tognozzi Colunista do Poder360 Pajeú em língua tupi é o rio dos pajés. São 353 km desde a nascente na Serra da Balança até a barragem de Itaparica, onde se entrega ao São Francisco num eterno abraço. Irmãos de águas. Os gregos diziam que em cada rio vivia um deus. Com o Pajeú […]

Por Marcelo Tognozzi

Colunista do Poder360

Pajeú em língua tupi é o rio dos pajés. São 353 km desde a nascente na Serra da Balança até a barragem de Itaparica, onde se entrega ao São Francisco num eterno abraço. Irmãos de águas. Os gregos diziam que em cada rio vivia um deus. Com o Pajeú e o São Francisco não é diferente, cada qual com sua alma, filhos do mesmo sertão.

Águas que forjam espíritos, têm poder de morte e vida, escassez e abundância, pouca ou nenhuma tolerância com gente sem substância. Não é uma questão de ser forte ou fraco, mas de existir sertanejo, uma essência à flor da pele. O impulso de seguir em frente fez o menino desafiar a música de Luiz Gonzaga e José Dantas.

Não fez como o peixe que nadou do mar para o Riacho do Navio, cruzando o Pajeú. Escolheu o caminho inverso e nunca abriu mão do rádio e das notícias das terras civilizadas. Primeiro, mandava notícias do sertão para o Recife desde Afogados da Ingazeira, sua terra, que, sem qualquer exagero, poderia ser a capital do vale do rio dos pajés. Era o fim dos anos 1970, início dos 1980, sem google, sem internet nem o celular da civilização moderna. O equipamento mais avançado era o telefone público da Telpe (Telecomunicações de Pernambuco) movido a fichas. O repórter ditava a notícia aos gritos para uma boa alma na redação do Diário de Pernambuco, distante duas centenas de km. Depois veio o telex e a vida melhorou um pouco.

Assim começou a epopeia de Magno Martins, o sexto dos nove filhos de seu Gastão e dona Margarida, que conheci em Brasília no ano da graça de 1986, quando o Brasil recém inaugurara a Nova República. Naquele ano foi eleita a Assembleia Nacional Constituinte e o Congresso Nacional passou a ser um rico ecossistema de jornalistas vindos de todos os cantos do país.

Tinha Orlando Brito das lentes mágicas, Fernando Rodrigues, Laerte Rimoli, Jorge Bastos Moreno, Tereza Cruvinel, Vanda Célia, Tânia Fusco, Renato Riella, Leda Flora, Cristiana Lôbo, Monica Waldvogel, Gisele Arthur, Sonia Carneiro, Expedito Filho, Irineu Tamanini, José Maria Trindade, Bartolomeu Rodrigues, Ana Terra, Marcio Chaer, Joca, Jarrão, Chico Mendonça, Luiz Lanzetta, Ricardo Noblat, Helena Chagas, Etevaldo Dias, Armando Rollemberg, Ricardo Amaral, tanta gente que veio e foi, uns casaram, outros se abandonaram, apareceram e desapareceram, há os que estão aí firmes até hoje, resistentes ou, quem sabe, imprudentes.

Neste sopro constituinte de liberdade e ousadia, depois de passarmos pela Anistia, Diretas-Já e a morte de Tancredo Neves, assistimos de camarote o Brasil sair da ditadura para a democracia. Assunto nunca faltava, tinha de tudo. O deputado que acordou nu no gramado do Congresso depois de uma noite de amor com sua musa, a secretária que virou capa da Playboy, o cacique Mário Juruna e seu gravador, o centrão nascendo pelas mãos do parteiro Roberto Cardoso Alves, amamentado por seu lema “é dando que se recebe”.

Veio a eleição de Fernando Collor em 1989 e, no ano seguinte, lá estava Magno como um dos coordenadores da campanha vitoriosa de Joaquim Francisco ao governo de Pernambuco, derrotando Jarbas Vasconcelos, lenda viva da política, um dos autênticos do velho MDB.

A política está no sangue da família. Seu Gastão foi vereador e vice-prefeito de Afogados, mas a política de Magno é notícia, não partido. Fundou a Agência Nordeste, a primeira focada exclusivamente na região. Escreveu 15 livros. Um deles sobre Marco Maciel, de quem foi assessor e amigo. Outro, “Os Leões do Norte”, sobre os governadores de Pernambuco. Tem foco e energia invejáveis, sempre 220 volts.

Este sertanejo invocado, baixinho e ousado não foge de briga e nem leva desaforo para casa. O ex-senador Ney Maranhão (1927-2016) certa vez o recebeu para uma entrevista no gabinete. Maranhão, sertanejo raiz, gostava de terno branco de linho 120 e usava alpargatas de couro. Trancou a porta, tirou o revólver da cintura, pousou sobre a mesa, e iniciou sermão. Foi duro criticando reportagem de Magno, que dominou o medo e acabou revertendo a situação com tamanha habilidade, apaziguando o homem e o convertendo em sua fonte. O senador acabou se tornando um dos líderes do governo Collor no Congresso.

O finado governador Eduardo Campos também brigou, mas fez as pazes. A atual governadora Raquel Lyra bateu de frente com ele. Arrumou um cachorro vira-lata e o batizou com o nome do desafeto. Longe de ser homenagem, foi a única forma de Raquel conseguir botar coleira no Magno que, graças ao xará humano, da noite para o dia ganhou fama e notoriedade de cachorro mais famoso de Pernambuco. Raquel, diferente do tio Fernando (1938-2013), ex-ministro, ex-deputado e amigo querido, anda com o fígado a tiracolo. Mas aos 47 anos ela ainda terá tempo suficiente para adoçar o temperamento e voar mais alto na política.

O filho do sertão do Pajeú tem na reinvenção de si mesmo uma marca. Quando o jornalismo impresso agonizava, foi um dos pioneiros dos novos caminhos digitais, criando o Blog do Magno em 2006. Dia 19 de maio este seu “filho” completou 20 anos. Foi uma festa linda, abençoada por Eduardo Monteiro, presidente da Folha de Pernambuco, um apaixonado pelo bom jornalismo. Seu jornal está na internet, mas ainda circula impresso em papel, saindo de uma rotativa Offset Rockwell, joia rara e singela a matar de saudades aqueles com o privilégio de visitar suas oficinas e sentir o cheiro do papel ainda úmido de tinta.

Mesmo onipresente no Nordeste com seus programas de rádio, o podcast Direto de Brasília e o blog campeão de audiência, Magno está longe de ser unanimidade. Criticado pela esquerda, direita, centro, recebe pedrada e elogio de todo lado. São inúmeros os calos por ele pisados ao longo da sua rica trajetória profissional. A dor de uns acaba sendo elixir de muitos leitores e ouvintes.

Já enfrentou processos, ameaças e juras de morte. Pajeú é terra que mistura poesia com valentia. Realidade acima da rima rica. Quem vem de lá, como ensinou Luiz Gonzaga, enfrenta batalhão, amansa burro brabo, pega cobra com a mão, trabalha de sol a sol e tem devoção. Quem bebeu daquelas águas tem a benção dos pajés. Nunca perde o encantamento.

Márcia faz entregas e manda duro recado para adversários em ST

Farol de Notícias Os finais de semana da prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, estão servindo para verdadeiras peregrinações na zona rural, onde faz entregas e aproveita para cabalar votos para seus candidatos nas Eleições 2022. Neste final de semana não foi diferentes. A prefeita visitou várias comunidades acompanhada sempre do seu grupo político e […]

Farol de Notícias

Os finais de semana da prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, estão servindo para verdadeiras peregrinações na zona rural, onde faz entregas e aproveita para cabalar votos para seus candidatos nas Eleições 2022. Neste final de semana não foi diferentes.

A prefeita visitou várias comunidades acompanhada sempre do seu grupo político e do vice-Prefeito, Márcio Oliveira. Na comunidade do Firmiano, por exemplo, ela inaugurou duas passagens molhadas, afirmando que Serra Talhada é um dos ‘maiores canteiros de obras de Pernambuco’.

“Um investimento que está realizando não apenas um sonho meu, mas sim um sonho que já foi do meu saudoso pai, Izivaldo Conrado, e que é o sonho de muitas pessoas que precisam dessas passagens molhadas para se locomoverem melhor”, assegurou.

Porém, em uma das visitas, a petista endureceu o discurso, enviando um duro recado aos adversários, e até fazendo uma certa provocação de gênero.

“Tenho orgulho de vestir saia e ser mais homem do que muitos que vestem calça. Tenho orgulho de ser uma matuta de Bernardo Vieira, que veio fazer a diferença. Tenho orgulho de ser a menina que tem coragem de passar com o trator em cima de quem não quiser o bem para Serra Talhada”. reforçou.