O encontro quase secreto entre Danilo, Armando, Mário e Yuri
Por Nill Júnior
Aliados do pré-candidato Danilo Simões confirmaram ao blog que uma reunião tratando do alinhamento do nome do Podemos e interlocutores da governadora Raquel Lyra aconteceu no Palácio essa semana.
O encontro teve ninguém menos que o ex-senador Armando Monteiro, apoiador da campanha do sertanejo.
Pelo que se apurou, o encontrado buscou da parte de Danilo e Armando definir o apoio oficial do governo ao seu projeto, o que Danilo vem invocando como movimento natural.
O encontro também tratou de espaços políticos e de gestão para o pré-candidato. Pelo que o blog apurou, houve alguns momentos de discussão mais intensa entre Danilo e Mário Pelo posicionamento do Gerente de Articulação Regional e fiel escudeiro da governadora.
Danilo defende que Mário seja incisivo no apoio ao seu projeto. Já Mário tem dito que tem municiado o grupo com informações sobre o processo e que seguirá a orientação da governadora, seja ela qual for.
Cadê a foto? Curioso é que o encontro foi tão reservado que nem as fontes ligadas aos participantes tiveram acesso a foto. Ela também não foi divulgada nas redes sociais de Danilo, de Mário ou mesmo de Armando.
O deputado federal Danilo Cabral intensificou suas agendas de rua no Recife ao lado do prefeito João Campos. Nesta segunda (16), eles participaram da entrega de novas sedes para as escolas municipais UR-5 e Vila Sésamo, no Ibura. Após as intervenções, mais de 800 alunos do bairro serão contemplados nas unidades de ensino. Na ocasião, […]
O deputado federal Danilo Cabral intensificou suas agendas de rua no Recife ao lado do prefeito João Campos. Nesta segunda (16), eles participaram da entrega de novas sedes para as escolas municipais UR-5 e Vila Sésamo, no Ibura.
Após as intervenções, mais de 800 alunos do bairro serão contemplados nas unidades de ensino. Na ocasião, o prefeito também anunciou a ampliação da Creche Escola do Ibura.
“Eu cito sempre a figura de Paulo Freire. A Educação, dizia Paulo Freire, não muda o mundo. Mas a Educação muda as pessoas e as pessoas mudam o mundo. Mais do que nunca a gente tem que valorizar a pauta da Educação como um caminho para reconstrução da vida das pessoas. Aqui, a gente vê que têm muitas mães presentes. A gente sabe que o mais importante que a gente pode dar a quem a gente ama, que são nossos filhos – e eu tenho dois -, não são bens materiais. Mas aquilo que a Educação pode dar é o conhecimento que as pessoas carregam”, destacou Danilo.
Danilo, à tarde, cumpriu agenda com lideranças políticas da Mata Sul e do Agreste Setentrional. Também reuniu a equipe que vai elaborar o programa participativo de governo. Nesta terça, ele viaja para Brasília, onde participará das atividades da Câmara dos Deputados.
MERCADO – Ontem (15), Danilo já havia visitado, com João Campos, o Mercado da Madalena, onde o prefeito anunciou a reforma da coberta da instalação. Na última quinta (5), o socialista também acompanhou o gestor na entrega de títulos de posse na Linha do Tiro; bandeira, aliás, histórica dos governos de Arraes e Eduardo Campos.
O Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, apareceu assim no Arraial de sua cidade ontem, fantasiado de cangaceiro, ao lado da esposa Karina Rodrigues. “Ontem o arrasta pé tomou conta de Serra Talhada e a nossa Puxada Matuta realizou o arraial mais animado da cidade. Agradeço a todos pela participação e a Banda Vizzu com […]
O Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, apareceu assim no Arraial de sua cidade ontem, fantasiado de cangaceiro, ao lado da esposa Karina Rodrigues.
“Ontem o arrasta pé tomou conta de Serra Talhada e a nossa Puxada Matuta realizou o arraial mais animado da cidade. Agradeço a todos pela participação e a Banda Vizzu com a sua Charrete Elétrica que desfilou pelas ruas da Capital do Xaxado, tocando muito forró e botando o povo pra dançar”, disse em sua conta.
A festa foi prestigiada pelo deputado Rodrigo Novaes e pela deputada federal Marília Arraes, que foram prestigiar a festa. Na Estação do Forró teve shows com Luan Douglas e Amigos Sertanejos.
Não faltou quem brincasse com a história de que Duque está ensaiando para o embate eleitoral em 2020, quando não será mais candidato e apoiará um dos nomes de seu bloco. A Secretária de Saúde, Márcia Conrado e o presidente da CDL, Marcus Godoy, estão no páreo.
Na sessão especial realizada pelo Senado nesta quinta-feira (13) para reverenciar a memória do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos pela passagem de um ano do seu falecimento, o líder do PT no Casa, Humberto Costa (PE), subiu à tribuna para falar do amigo e relembrar a sua trajetória política. No discurso, o senador afirmou que […]
Na sessão especial realizada pelo Senado nesta quinta-feira (13) para reverenciar a memória do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos pela passagem de um ano do seu falecimento, o líder do PT no Casa, Humberto Costa (PE), subiu à tribuna para falar do amigo e relembrar a sua trajetória política.
No discurso, o senador afirmou que a homenagem prestada pela Casa era absolutamente justa a “alguém que conseguiu, ao longo de sua trajetória, construir pontes, relações e produzir consensos”. Para Humberto, a história de Eduardo Campos é profundamente vinculada à história do avô, Miguel Arreas, “outro brasileiro que deixou muita saudades”.
“Eduardo fez um grande projeto que uniu Pernambuco. Costumo dizer que sem Lula o Estado jamais avançaria como avançou. Mas, sem Eduardo, Pernambuco não teria aproveitado a oportunidade. Ele fez uma grande gestão, principalmente porque soube trabalhar em parceria com governo federal”, declarou.
Segundo o senador, Eduardo conseguiu, na prática, mostrar que é possível mexer na estrutura do Estado para ajudar a população. “Ele fez, como costumamos dizer no Nordeste, a máquina moer para os que mais precisavam. Essa foi a maior contribuição que deu ao nosso Estado. Ao Brasil, ele deu a sua contribuição pela capacidade de articulação e diálogo”, comentou.
De acordo com Humberto, no atual ambiente de polaridade e intolerância no país, Eduardo faz muita falta. “Qualquer que fosse a sua posição e mesmo que fosse um político sem mandato agora, ele estaria tentando unir a nossa sociedade para superar a crise e construir um Brasil melhor”, afirmou.
“Em meu nome, no nome de Lula e do PT, fazemos aqui esse reconhecimento do papel cumprido por Eduardo”, disse Humberto.
Trajetória
No discurso, o líder do PT explicou que a relação entre ele e Eduardo Campos começou em 1979, com a volta de Miguel Arraes ao Brasil após o período de exílio. “Eu e Eduardo pudemos materializar, ali, a admiração e compreensão do papel que Arraes exercia”, disse.
Humberto comentou que, naquela época, o ex-presidente Lula também se aproximou dos políticos pernambucanos. Lula era sindicalista e organizava a criação de um novo partido, o PT. “A relação dos três só fez se aprofundar desde então.”
Em 1990, Humberto pelo PT e Eduardo pelo PSB foram eleitos deputados estaduais e fizeram parte do mesmo bloco de oposição ao governo do Estado. “Passei a conhecer, então, o compromisso e a liderança dele”, contou.
Em 1994, apesar da derrota de Lula à Presidência da República, que contou com o apoio do PSB, Humberto e Eduardo foram eleitos deputados federais. O pessebista foi, inclusive, o mais votado do Estado.
“Ali, nossos destinos foram separados, pois ele passou a ocupar uma função fundamental no terceiro mandato de Arraes no governo de Pernambuco e eu permaneci na Câmara. Vivemos uma terrível turbulência naquele período, mas ele soube superar”, lembrou.
O senador disse que, em 2002, Eduardo já era conhecido como grande articulador e, assim, exerceu papel político fundamental para a vitória de Lula nas urnas. “Depois, no papel de ministro de Ciência e Tecnologia, fez com que a área desse um salto, dialogando com a comunidade científica e avançando muito no campo das pesquisas de células tronco, fundamental ao país”.
O parlamentar ressaltou ainda que Eduardo teve papel fundamental na estabilização do governo no momento de crise política em 2005, quando retornou à Câmara como deputado, já que tinha sido eleito no pleito anterior.
Em 2006, Humberto afirmou que, apesar de serem concorrentes no primeiro turno, dividiram o palanque e estiveram juntos no segundo turno, apoiando Lula.
Prefeita esteve acompanhada do deputado federal Fernando Monteiro e do ex-prefeito Luciano Duque na ordem de serviço das ruas no Bairro Borborema. A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria de Obras e Infraestrutura, assinou na última sexta-feira (17/12) a Ordem de Serviço para calçamento das ruas Travessa Central, Travessa da Aurora e Rua João Davi, […]
Prefeita esteve acompanhada do deputado federal Fernando Monteiro e do ex-prefeito Luciano Duque na ordem de serviço das ruas no Bairro Borborema.
A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria de Obras e Infraestrutura, assinou na última sexta-feira (17/12) a Ordem de Serviço para calçamento das ruas Travessa Central, Travessa da Aurora e Rua João Davi, no Bairro Borborema.
O investimento nas obras é de quase R$270 mil. “É mais um investimento que vai mudar significativamente a vida dos moradores do bairro Borborema, investimento este que só é possível graças ao esforço de um grupo unido, que não mede esforços para lutar por Serra Talhada”, afirmou a prefeita Márcia Conrado.
Inauguração na AABB – E dando continuidade ao pacote de ações neste mês de dezembro, a Prefeitura Municipal inaugura nesta segunda-feira (20/12) a pavimentação de mais seis ruas no Bairro da AABB. Serão inauguradas as seguintes ruas: Luiz Alves de Melo Lima, Joaquim Alves de Magalhães, José Nogueira dos Santos, José Miguel de Souza (dois trechos), Luiz Olavo de Andrade e Travessa Tomé de Souza.
Serviço
Entrega de Pavimentação
Local: Rua Joaquim Alves de Magalhães, AABB.
Data: 20/12/21
Horário: 17h
A presidente Dilma Rousseff concedeu uma entrevista hoje (13.abr.2016) e disse que vai resistir “até o último minuto” ao processo de impeachment. Afirmou ter uma contabilidade que lhe daria a vitória na votação marcada para domingo. E que no dia seguinte, derrotando a proposta do impedimento, vai propor um “pacto” sem considerar “vencedores nem derrotados”. […]
A presidente Dilma Rousseff concedeu uma entrevista hoje (13.abr.2016) e disse que vai resistir “até o último minuto” ao processo de impeachment. Afirmou ter uma contabilidade que lhe daria a vitória na votação marcada para domingo. E que no dia seguinte, derrotando a proposta do impedimento, vai propor um “pacto” sem considerar “vencedores nem derrotados”.
Será “uma proposta de nova repactuação de todas as forças políticas sem ter vencidos nem vencedores. Não se faz pacto com ódio”. Convidaria a oposição? “Convido todos (…) Oposição existe”, responde Dilma.
No que consistiria a proposta? “Vou oferecer um processo de diálogo. Temos de olhar todos os lados do Brasil. Mas respeitar as conquistas já adquiridas”. Estariam presentes “trabalhadores e empresários. Todas as forças econômicas e as representadas nos movimentos sociais”.
A presidente fez questão de controlar suas declarações ao longo da entrevista para não admitir a possibilidade de derrota. Bem no final, voltou a falar sobre o pacto que pretende oferecer se barrar o impeachment no domingo. Foi confrontada então com a possibilidade de derrota e indagada se também se ofereceria para fazer um pacto. Nesse cenário Dilma disse que seria “carta fora do baralho”, mas deixando claro que não acredita nessa hipótese.
A presidente em alguns momentos pareceu estar confusa a respeito dos próximos capítulos da crise política. Falou em vencer na Câmara e depois no Senado. Foi informada então que se barrar o processo de impeachment na Câmara não haveria necessidade de enfrentar uma votação dos senadores. Pareceu surpresa ao conhecer esse trâmite.
A petista também disse não saber exatamente se poderia morar no Palácio da Alvorada no meio do processo de espera de um julgamento pelo Senado –quando ficaria afastada da função por até 180 dias. “Não existe uma regra”, declarou. Na realidade, há uma interpretação firmada desde 1992: o presidente afastado pode morar na residência oficial enquanto não perder o cargo em definitivo.
Ao mesmo tempo em que fala em vencer e barrar o impeachment, a petista flerta com a ideia de novas eleições.
“Não vou ficar neste momento discutindo uma hipótese [convocar novas eleições] que contraria o que eu defendo. Acho que temos todas as condições de ganhar no Congresso Nacional”, declarou a presidente. Em seguida, fez uma ressalva: “Eu respeito a proposta que passe pelo voto popular. A minha visão não é essa, mas eu respeito”.
A petista repetiu várias vezes durante a entrevista as críticas que fez nos últimos dias ao vice-presidente da República, Michel Temer, e ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, ambos do PMDB. Referindo-se aos dois, disse:
“Chamei de chefe do golpe e de vice-chefe do golpe. Só não sei quem é o chefe e o vice-chefe. Vocês também não sabem. São associados. Um não age sem o outro. Aqui ninguém é ingênuo”.
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