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O blog e a história: Afogados da Ingazeira em 1881

Por Nill Júnior

A imagem do mapa de Afogados da Ingazeira de 1881 foi repassado ao blog por William Tenório,  organizador da Mostra Pajeú de Cinema.

O historiador Fernando Pires se encarregou de melhorar a qualidade da imagem. Detalhe é que não há autoria. Há uma assinatura e percebe-se ter sido feito por um responsável recifense. O documento está no Arquivo Público João Emerenciano, no centro do Recife.

Em 24 de setembro de 1881, Afogados tinha 95 imóveis.  A população,  portanto,  não chegava a 400 pessoas, considerando uma média de quatro pessoas por domicílio.

Algumas curiosidades: a área da Praça Arruda Câmara,  sem construção alguma, era chamada Praça do Commercio,  justamente por abrigar feirantes e atividades econômicas da época.  Não existia projeto da construção da Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios.

O cemitério ficava onde foi construído o antigo fórum, hoje Secretaria de Assistência Social.  Isso explica porque ossos foram encontrados nas escavações da obra.

Outra curiosidade explica porque uma área da cidade, no entorno da Rua Aparício Veras tem tantos problemas com as chuvas. Na área mais acima de onde é a Casa de Saúde havia um açude. A rua sugestivamente se chamada “Rua do Açude”.

A cidade tinha como rotas de terra a Estrada de Flores, Estrada do Recife e Estrada de Bom Conselho. Claro, com toda vida e pujança,  o Rio Pajeú bem sinalizado.

O Arquivo Público Estadual (APEJE) foi criado pelo Decreto nº 1.265 de 04 de dezembro de 1945, com a finalidade de guardar, conservar e disponibilizar para o cidadão e para o público pesquisador, a documentação produzida e acumulada pelo Poder Executivo Estadual.

Inicialmente, funcionou nas dependências do Palácio do Governo, sendo, em 1975, transferido para sua sede atual, antes ocupada pela Biblioteca Pública Estadual.

O prédio foi construído para a Casa de Câmara e Cadeia Nova do Recife, em 1731, onde esteve preso o herói das Revoluções Republicanas de 1817 e 1824, Frei Caneca.

Pelo decreto nº 8.879 de 21 de outubro de 1983 passou a denominar-se Jordão Emerenciano, em homenagem a seu primeiro diretor, que prestou relevantes serviços durante 28 anos.

Outras Notícias

Agenda: 2º Encontro do Fusca e Carros Antigos acontece este fim de semana em Serra Talhada

Quem gosta de carros antigos, especialmente a paixão nacional Fusca tem uma boa oportunidade de ver belos modelos hoje e amanhã em Serra Talhada, no 2º Encontro do Fusca e Carros Antigos, na Praça Sérgio Magalhães, área central da Capital do Xaxado. O blog é parceiro do evento. Às 11h, haverá fechamento do trânsito no […]

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Quem gosta de carros antigos, especialmente a paixão nacional Fusca tem uma boa oportunidade de ver belos modelos hoje e amanhã em Serra Talhada, no 2º Encontro do Fusca e Carros Antigos, na Praça Sérgio Magalhães, área central da Capital do Xaxado. O blog é parceiro do evento.

Às 11h, haverá fechamento do trânsito no local do evento, montagem e organização dos estacionamentos. A exposição será aberta ao meio dia, com som mecânico.

Haverá ainda almoço oferecido pelo Clube aos Fuskeiros no local do evento. A programação ainda inclui uma visita ao Museu do Cangaço, com transporte alternativo, abertura oficial e entrega de certificados e troféus aos clubes visitantes. A noite, a partir das 20h, apresentação da fundação Cabras de Lampião e show de forró com trio pé de serra.

No domingo, café da manhã para Fuskeiros no local do evento às sete horas. Na sequência, abertura da exposição para visitantes com som mecânico e encerramento oficial ao meio dia, no Clube do Fusca de Serra Talhada.

Organizador do evento, o também radialista Waguinho Nascimento diz que a cidade já está recebendo apaixonados de várias cidades. “Muitos amigos já chegaram e outros ainda chegarão. Vamos fazer um grande evento para os antigomobilistas de outras cidades e estados”, comemora ele, proprietário de um Fusca vermelho, que não dá, não vende e não troca.

Dom Limacêdo encerra festa do Senhor Bom Jesus dos Remédios em Afogados

Na noite desta quarta-feira (1), Afogados da Ingazeira celebrou com fé e emoção o encerramento da tradicional Festa do Senhor Bom Jesus dos Remédios, padroeiro da cidade. A procissão reuniu uma multidão pelas ruas do centro, conduzindo a imagem do Bom Jesus dos Remédios com devoção. Ao retornar à Catedral, a celebração foi marcada por […]

Na noite desta quarta-feira (1), Afogados da Ingazeira celebrou com fé e emoção o encerramento da tradicional Festa do Senhor Bom Jesus dos Remédios, padroeiro da cidade.

A procissão reuniu uma multidão pelas ruas do centro, conduzindo a imagem do Bom Jesus dos Remédios com devoção. Ao retornar à Catedral, a celebração foi marcada por uma missa presidida por dom Limacêdo Antonio da Silva, que destacou a importância de iniciar o ano com um coração renovado e cheio de amor:
“Não tem sentido iniciar o ano novo com o coração velho… Que Deus troque o nosso coração de pedra por um coração de carne.”

O momento também foi de emoção com as palavras do pároco Pe. Gilvam Bezerra, que relembrou sua chegada à paróquia e expressou gratidão à comunidade.

A noite se encerrou com o juramento e a profissão de fé dos estagiários Cícero André, Lucas Emmanuel e Washington Luiz, que se preparam para a ordenação diaconal no próximo dia 27 de fevereiro.

Acolhimento de Recurso Especial no TJPB pode salvar Zé Amaral no TSE

O vice-prefeito de Tabira, Zé Amaral, apresentou um trunfo que pode alterar o entendimento do próprio MPF acerca da ação que corre no TSE e deve ser apreciada em breve em que ele é acusado de ter sido registrado sem condições legais para tal, por cota da Lei da Ficha Limpa. Zé Amaral foi alvo […]

O vice-prefeito de Tabira, Zé Amaral, apresentou um trunfo que pode alterar o entendimento do próprio MPF acerca da ação que corre no TSE e deve ser apreciada em breve em que ele é acusado de ter sido registrado sem condições legais para tal, por cota da Lei da Ficha Limpa.

Zé Amaral foi alvo de ação envolvendo Luiz Diniz Sobreira, então prefeito de Santa Cruz, na Paraíba, que, segundo a denúncia, em 2015 pagou dívidas por meio fraudulento, usando cheques da prefeitura em nome do vice-prefeito eleito de Tabira e de Francisco Fernandez Filho.

“Um cheque de R$ 2.500,00 foi emitido em nome de José Amaral Alves Morato e um de R$ 712,00 em nome de Francisco Fernandes Filho. Porém ambos os cheques foram depositados inexplicavelmente na conta de Expedito Lopes Filho, sem comprovação dos contratos firmados”.

Como Zé Amaral fora condenado por colegiado, o que já geraria nota de inelegibilidade, tendo seu registro feito depois da condenação e que, o mais importante, não haveria mais margem para recurso.

Mas o Desembargador e Presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Joás de Brito Pereira Filho admitiu o recurso especial interposto pela defesa de Amaral para que possa reverter a decisão do próprio TJPB.

O vice-procurador geral eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros opinou pela procedência da ação que pedia cassação do registro da chapa Zé Amaral e Sebastião Dias.

“Assim, diante do trânsito em julgado, em 26.8.2016, da decisão que o condenou à suspensão dos direitos políticos por seis anos, forçoso reconhecer que José do Amaral Alves Morato, vice-prefeito eleito no Município de Tabira/PE, não atende à condição de elegibilidade do inciso II do § 3º do art. 14 da Constituição Federal, por não estar no pleno exercício de seus direitos políticos” disse no início do mês.

Essa decisão contraria o parecer do MPF no recurso especial de expedição de diploma quando fala no trânsito e julgado na decisão. Com isso, ele consegue provar que o caso ainda não transitou em julgado. Essa informação agora deverá chegar ao MPF para reavaliar seu parecer. Advogados de Amaral dizem que com essa decisão, muito provavelmente, ele vá conseguir mante a chapa porque já foi julgada sua admissibilidade no registro de candidatura.

Rebate da campanha de Raquel no episódio do adesivo pró Bolsonaro é elogiado por marqueteiros

Quem é expert em marketing político está elogiando o contraponto da equipe de marketing da candidata Raquel Lyra no episódio do adesivo de  Bolsonaro em sua camisa, explorado por apoiadores de Marília Arraes. Raquel foi atacada por fazer discurso em Petrolina com um adesivo colado por um bolsonarista. No vídeo e imagens que circularam as […]

Quem é expert em marketing político está elogiando o contraponto da equipe de marketing da candidata Raquel Lyra no episódio do adesivo de  Bolsonaro em sua camisa, explorado por apoiadores de Marília Arraes.

Raquel foi atacada por fazer discurso em Petrolina com um adesivo colado por um bolsonarista. No vídeo e imagens que circularam as redes, ficou claro que ela não percebeu o momento em que o adesivo foi colocado. Seguiu discursando sem notar.

Apoiadores de Marília compartilharam a notícia de que Raquel estava discursando e assumindo seu apoio a Bolsonaro. A campanha de marketing de Raquel tinha pouco tempo pra reagir. Viu e reviu as imagens e percebeu um senhor fantasiado de Papa no meio da multidão.

Foi o gatilho pra que o vídeo rebatesse com bom humor, um elemento que ajuda quando aparece em campanha, a acusação de que Raquel era bolsonarista. Gonzaga Patriota com adesivo de Lula pertinho da candidata foi a cereja do bolo. “O bolsonarista, o lulista, até o Papa: todo mundo quer colar em Raquel”.

“Gente, não adianta tentar colar candidato a presidente na minha campanha. Meu coração é só do povo pernambucano. Meu propósito é unir nosso estado. Na nossa caminhada tem quem vota em Lula, em Bolsonaro e, principalmente, quem quer mudar Pernambuco de verdade”, escreveu Raquel em sua rede social.

Outra peça que vem sendo elogiada foi a que mostra eleitores de Lula e Bolsonaro dizendo votar em Raquel. A cereja do bolo no fim de semana foi Raquel com Márcia Conrado, líder petista, na cidade de Serra Talhada este fim de semana. A estratégia, que parecia ser muito arriscada, parece estar dando certo dentre outros fatores, pela sacada da equipe de comunicação.

Para FAB, cansaço do piloto influiu no acidente que matou Eduardo Campos

O relatório com o resultado das investigações realizadas foi divulgado pelo Cenipa Do Estadão Conteúdo O cansaço de Marcos Martins, piloto do avião que caiu em Santos (SP), em 13 de agosto de 2014, matando o então candidato do PSB e ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e outras seis pessoas, foi um dos fatores contribuintes […]

partes-do-corpo-de-eduardo-campos-foram-achados-a-mais-de-100-m-de-acidente-fotos940x529_0993aicitono_18vaujh1o1vtesqm1l6v1q871fr1gO relatório com o resultado das investigações realizadas foi divulgado pelo Cenipa

Do Estadão Conteúdo

O cansaço de Marcos Martins, piloto do avião que caiu em Santos (SP), em 13 de agosto de 2014, matando o então candidato do PSB e ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e outras seis pessoas, foi um dos fatores contribuintes para o desastre, que teve uma sequência de falhas humanas, conforme antecipou o jornal O Estado de S. Paulo.

O relatório com o resultado das investigações realizadas nos últimos 17 meses pelo Cenipa – Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos será apresentado nesta terça-feira, às 13 horas aos familiares de todos que estavam no voo e, em seguida, às 15h30, para a imprensa.

Além do uso de “atalho” para acelerar o procedimento de descida na Base Aérea de Santos, outro problema detectado durante os trabalhos foi a falta de treinamento do piloto, específico para aquela aeronave, um Cessna 560 XL, que levou à Aeronáutica, inclusive, a emitir uma recomendação de segurança à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), três meses depois do acidente

Durante as investigações foi detectado que a relação entre piloto e copiloto não era boa. Os dois tinham um histórico de atritos e o copiloto, Geraldo Magela Barbosa, teria pedido para não mais voar com Martins. O cansaço do piloto foi identificado pelo tom de voz de Martins no voo. Poucos dias antes do acidente, o próprio Martins já havia relatado, em redes sociais, que estava “cansadaço”.

Todo o perfil psicológico, pessoal e profissional dos dois pilotos foi levantado pela equipe que investigou as causas que levaram ao acidente. O quadro psicológico do copiloto foi amplamente analisado. O Cessna 560 XL saiu do aeroporto Santos Dumont, no Rio, rumo à Base Aérea de Santos, no Guarujá, em São Paulo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.