Novo ministro da Saúde diz que não haverá ‘definição brusca’ sobre isolamento social
Por André Luis
G1
O novo ministro da Saúde, Nelson Teich, afirmou nesta quinta-feira (16) que não haverá uma “definição brusca” em relação às orientações sobre o isolamento social.
Teich deu a declaração em um pronunciamento no Palácio do Planalto ao lado do presidente Jair Bolsonaro.
O isolamento social é uma das medidas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para o enfrentamento da pandemia do coronavírus.
O antecessor de Teich, Luiz Henrique Mandetta, demitido nesta quinta, defende o isolamento. Bolsonaro, por sua vez, quer o fim do “confinamento em massa” e a reabertura do comércio, de lotéricas e de igrejas.
“A parte do distanciamento e do isolamento, o que acontece? Não vai haver qualquer definição brusca, radical, do que vai acontecer. O que é fundamental hoje? Que a gente tenha informação cada vez maior sobre o que acontece com as pessoas, com cada ação que é tomada. Como a gente tem pouca informação, como é tudo muito confuso, a gente começa a tratar ideia como se fosse fato e começa a trabalhar cada decisão como se fosse tudo ou nada e não é nada disso”, afirmou.
“O que é fundamental é que a gente consiga enxergar aquela informação que a gente tem até ontem, decidir qual a melhor ação do momento e seguir qual a melhor forma de isolamento e distanciamento. Que isso seja cada vez mais baseado em informação sólida”, acrescentou.
‘Alinhamento completo’
Ainda no pronunciamento no Planalto, o novo ministro da Saúde disse que há um “alinhamento completo” entre ele, Bolsonaro e “todo o grupo do ministério”.
“Deixar claro que existe um alinhamento completo aqui entre mim, o presidente e todo o grupo do ministério. Realmente o que a gente está fazendo aqui hoje é trabalhar para que a sociedade retome de forma cada vez mais rápida uma vida normal e a gente trabalha pelo país e pela sociedade”, afirmou.
O Sertão de Pernambuco vai ganhar dez novos promotores de Justiça. Eles tomaram posse em solenidade realizada nessa quinta, no Centro Cultural Rossini Alves, no Recife. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eriberto Medeiros, do PP, participou da cerimônia e comemorou a ampliação do número de promotores no interior pernambucano. “Todos terão suas atividades no Sertão, uma […]
O Sertão de Pernambuco vai ganhar dez novos promotores de Justiça. Eles tomaram posse em solenidade realizada nessa quinta, no Centro Cultural Rossini Alves, no Recife. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eriberto Medeiros, do PP, participou da cerimônia e comemorou a ampliação do número de promotores no interior pernambucano. “Todos terão suas atividades no Sertão, uma região de difícil acesso, uma região mais carente do nosso Estado. Certamente irão trazer mais confiança à população, porque a população se sentirá mais protegida com a presença do Ministério Público, que é defensor da cidadania.”
Oito municípios vão receber os novos promotores: Belém de São Francisco e Floresta, no Sertão de Itaparica; Cabrobó, Lagoa Grande e Santa Maria da Boa Vista, no Sertão do São Francisco; Parnamirim e Salgueiro, no Sertão Central, e Triunfo, no Sertão do Pajeú. O procurador-geral do Estado, Francisco Dirceu Barros, destacou o papel dos empossados na garantia de direitos e na luta por justiça.
“É diferente ter uma cidade no interior com um promotor combatendo a criminalidade diariamente. Priorizamos as comarcas mais violentas e nós já temos números pra dizer que, em dois anos, nós diminuímos a violência no Estado de Pernambuco, na medida que há um profissional lá, competente, combatendo a criminalidade e defendendo a cidadania todos os dias.”
De acordo com Dirceu Barros, nos últimos dois anos, 61 promotores de Justiça foram nomeados em Pernambuco. Ele ainda declarou que há a possibilidade de convocação de mais 35 aprovados no último concurso do Ministério Público estadual, que foi prorrogado até 2019.
O município de Tabira sediou, nessa quinta, dia 26, na sede da Secretaria Municipal de Educação, o encontro de Dirigentes Municipais de Educação do Pajeú, com representantes da secretaria Estadual de Educação – SEE e da UNDIME – União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação. Participaram representantes de Afogados da Ingazeira, Brejinho, Carnaíba, Calumbi, Iguaracy, Ingazeira, Itapetim, […]
O município de Tabira sediou, nessa quinta, dia 26, na sede da Secretaria Municipal de Educação, o encontro de Dirigentes Municipais de Educação do Pajeú, com representantes da secretaria Estadual de Educação – SEE e da UNDIME – União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação.
Participaram representantes de Afogados da Ingazeira, Brejinho, Carnaíba, Calumbi, Iguaracy, Ingazeira, Itapetim, Flores, Quixaba, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Terezinha, São José do Egito, Solidão, Triunfo, Tuparetama e a anfitriã do evento, Tabira. Dos 17 municípios da Regional, Serra Talhada não participa porque faz parte do pólo de Salgueiro.
O prefeito de Tabira, Sebastião Dias (PTB), abriu o encontro agradecendo a todos pela presença e destacou a preocupação dos gestores do Pajeú em proporcionar, diante de muitas dificuldades, o melhor pela educação. –“Agradeço a equipe da educação de Tabira por todo empenho e dedicação, pois o compromisso da gestão é oferecer às nossas crianças uma educação de qualidade, garantindo uma boa alimentação na merenda escolar e atendimento aos professores para melhorar a satisfação da comunidade”. Destacou o gestor.
A secretária de Educação de Tabira, professora Aracelis Batista, abriu o encontro agradecendo a presença de todos, afirmando que é um grande desafio, uma responsabilidade enorme para todos os dirigentes, uma vez que será elaborado o plano de educação para os próximos10 anos. –“A Educação é uma preocupação de toda a sociedade e nós temos o compromisso de pensar e fazer o melhor para atender nossas crianças. O Pajeú tem sua gente guerreira e vai dar conta do trabalho. Vamos elabora nosso plano à luz do Plano Nacional de Educação.” garantiu a secretária.
Shirley Moura, Gerente de Programas e Projetos da Rede Escolar da Secretaria Estadual de Educação, disse em seu pronunciamento que o objetivo da equipe é dar total e plena assistência técnica aos municípios no tocante à elaboração do Plano de Educação. -“Sabemos que existe uma grande expectativa, uma preocupação enorme, mas estamos aqui para juntos fazermos o melhor.” Frisou a gerente.
Simone Laet, Gestora de Articulação Municipal da Secretaria Estadual de Educação, explicou que são 184 municípios divididos em 8 grupos de avaliadores educacionais, sendo 23 municípios atendidos por equipe e o Pajeú teve o privilégio de ser atendido com 16 municípios.
Além de representantes da Secretaria Estadual de Educação – SEE, e representantes da UNDIME, participaram os professores Israel Veras e Adriana Araújo, Técnicos de Assistência para Elaboração do Plano Municipal de Educação
Filiado ao PT, o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, afirmou que as vaias sofridas por Paulo Câmara (PSB) neste sábado em evento com Haddad (PT) mostram que a militância petista não aprova o atual governador. Ao subir no palanque para discursar, em ato político no Centro do Recife, Paulo foi recebido com vaias e […]
Filiado ao PT, o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, afirmou que as vaias sofridas por Paulo Câmara (PSB) neste sábado em evento com Haddad (PT) mostram que a militância petista não aprova o atual governador.
Ao subir no palanque para discursar, em ato político no Centro do Recife, Paulo foi recebido com vaias e gritos de golpista, segundo veículos do Recife que acompanharam o ato. Paulo Câmara acabou fazendo um discurso mais rápido que o normal, deixando o microfone para que Fernando Haddad pudesse falar.
“As pessoas não esqueceram que Paulo Câmara tomou uma posição no impeachment. Ele ficou ao lado de Temer, liberando quatro secretários para votarem contra a ex-presidenta Dilma”, lembrou Duque. “Paulo esteve com Temer desde o início e foi fiador das reformas que tiraram direitos dos trabalhadores e atolaram o país na maior crise da sua história”, afirma.
O prefeito diz que o PSB promoveu manobras para impedir que Marília Arraes fosse candidata ao governo do Estado, mesmo com ela aparecendo bem posicionada em todas as pesquisas de intenção de voto e tendo a candidatura defendida pelos delegados da legenda.
“Paulo e o PSB perseguem a oposição na tentativa de permanecer no poder. Essas vaias de hoje são o resultado de uma forma atrasada de fazer política, impondo suas vontades pela força, são uma resposta da militância às mentiras de um governador que tem sua gestão reprovada pela grande maioria da população”, acrescentou.
Luciano Duque foi um dos principais articuladores da pré-campanha de Marília, mas como a vereadora do Recife não conseguiu viabilizar a própria candidatura, ele acabou declarando apoio a Armando Monteiro (PTB). Em Serra Talhada rivaliza com um governista, Sebastião Oliveira, do PR.
As inscrições do concurso público que preencherá 65 vagas para a Prefeitura de Iguaracy, no Sertão do Pajeú, terminarão no próximo dia 1º de dezembro. As vagas são destinadas a profissionais nos níveis fundamental, médio/técnico e superior. Para concorrer a uma das oportunidades, é necessário que o candidato comprove o nível de escolaridade exigido para […]
As inscrições do concurso público que preencherá 65 vagas para a Prefeitura de Iguaracy, no Sertão do Pajeú, terminarão no próximo dia 1º de dezembro. As vagas são destinadas a profissionais nos níveis fundamental, médio/técnico e superior.
Para concorrer a uma das oportunidades, é necessário que o candidato comprove o nível de escolaridade exigido para a função em que pretende atuar, entre outros requisitos. Ao serem admitidos, os profissionais deverão cumprir jornadas de 20 a 40 horas semanais e contarão com remuneração mensal de R$ 1.412,00 a R$ 4.582,57.
Os interessados poderão se inscrever no período de 29 de outubro de 2024 a 1º de dezembro de 2024, pelo site ADM&TEC, com taxas de R$ 80,00 a R$ 120,00.
A classificação dos candidatos será realizada por meio de prova objetiva, prevista para o dia 15 de dezembro de 2024; teste de aptidão física, para o cargo de Guarda Municipal, previsto para o dia 9 de fevereiro de 2025; curso de formação para o cargo de Guarda Municipal; e prova de títulos para o cargo de Professor. O conteúdo programático consistirá em questões de conhecimentos gerais e conhecimentos específicos.
Vigência
O certame terá validade de dois anos, a contar da data de publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogada, por igual período. Mais detalhes podem ser encontrados no edital completo, disponível aqui.
Prefeitos querem que a distribuição dos recursos tributários ocorra de forma a contemplar mais os municípios Angela Fernanda Belfort/JC Online A repactuação do pacto federativo tem que sair, mesmo que seja a longo prazo, para que a distribuição dos recursos tributários ocorra de forma a contemplar mais os municípios, na opinião dos especialistas ouvidos pelo […]
Prefeitos querem que a distribuição dos recursos tributários ocorra de forma a contemplar mais os municípios
Angela Fernanda Belfort/JC Online
A repactuação do pacto federativo tem que sair, mesmo que seja a longo prazo, para que a distribuição dos recursos tributários ocorra de forma a contemplar mais os municípios, na opinião dos especialistas ouvidos pelo JC. “Esse grande nó do federalismo no Brasil veio depois da Constituição de 1988, que sobrecarregou os municípios. É preciso que a União e os Estados pactuem não apenas do ponto de vista dos recursos, mas também do controle, do custeio, dos serviços e das responsabilidades”, resume o diretor de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais do Ipea, Constantino Cronemberger Mendes.
“As receitas praticamente empataram com as despesas dos municípios. A despesa de pessoal dos municípios em média cresceu 6,8%. A parte do pessoal que mais está crescendo é o inativo, que aumentou em torno de 30%”, cita Constantino, se referindo aos números divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional (Siconfi), que comparou os dados de 2017 com os de 2016.
“Os pequenos não têm escala para oferecer serviços de forma eficiente. Então, para reduzir esses custos deveriam ser criadas formas consorciadas de oferecer um serviço, porque geralmente as cidades de uma mesma região têm problemas semelhantes. Por exemplo, um único aterro sanitário para algumas cidades. Isso também vale para a área de saúde, educação, rodovias intermunicipais, entre outros”, conta Constantino.
Também defende uma revisão do pacto federativo o doutor em história econômica e professor do Insper Vinícius Müller. “Os Estados e municípios precisam ser mais equilibrados constitucionalmente, juridicamente para, de alguma maneira, redistribuir os direitos e deveres de ambos com mais capacidade de arrecadação sem depender tanto dos repasses da União. A descentralização federativa promovida pela Constituição de 1988 ficou pela metade”, afirma. Dos tributos arrecadados no País, a União fica com 50%, os Estados, 31%, e os municípios, com 19%.
A Constituição de 1988 trouxe mais obrigações aos municípios, como maior responsabilidade no ensino fundamental e na educação infantil. Também aumentaram as obrigações na área de saúde, e ambas as áreas demandam mais mão de obra. “Cerca de 95% dos municípios de Pernambuco não são sustentáveis do ponto de vista da receita. Essa média no Brasil é de 85%”, conta Vinícius. Ele também argumenta que é preciso melhorar a atividade econômica dos municípios, explorando os seus respectivos potenciais para serem mais sustentáveis.
“Cada gestor deveria ver como está a sua receita para ver o quanto pode gastar antes de fazer uma despesa”, cita o diretor de controle municipal do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), Antonio Cabral. Em 2018, o TCE emitiu 330 alertas aos 184 municípios do Estado e Noronha sobre o fato de estarem perto de ultrapassar os limites com pessoal estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para o Executivo municipais. Alguns municípios receberam mais de um alerta. Nessa lei, os municípios não podem gastar acima de 54% da sua Receita Corrente Líquida (RCL) com despesas de pessoal.
A situação dos municípios que ultrapassam os limites da LRF pode ficar ainda mais complicada porque podem ter os recursos do FPM retidos pela União, ficarem sem contrair empréstimos etc. “Cada caso é um caso. Aumentar a receita própria é importante, mas há cidades que são pobres, e não há como isso ocorrer. Também é necessário ver se cada contrato está com valores compatíveis com os do mercado, se está gastando no que a população precisa”, sugere Cabral.
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