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Novo governo relata problemas com acesso a programas e equipamentos em SJE

Por Nill Júnior
Fotos: Ascom Prefeitura de São José do Egito
Fotos: Ascom Prefeitura de São José do Egito

A equipe do governo Evandro Valadares informou em nota ao blog que o balanço parcial do que foi encontrado na prefeitura indica problemas.

“Como podem ser observados nas fotos, dados de computadores de alguns setores da prefeitura e da secretaria de Assistência Social, foram completamente apagados. Até informações do programa Bolsa Família foram perdidas”.

Segundo o relato o prédio onde funciona a Assistência Social tem problemas sérios na parte elétrica e hidráulica, fios expostos com risco de choque elétrico, portas quebradas e armários danificados.

“Em alguns setores praticamente nenhum material de trabalho foi encontrado, pastas onde deveriam estar dados de programas importantes como o PAA estavam vazias, sendo esses somente alguns dos muitos problemas encontrados”.

Outras Notícias

Raquel Lyra participa de cerimônia de posse dos novos promotores de justiça

A cerimônia de posse dos novos promotores de justiça de Pernambuco, realizada nesta sexta-feira (27), contou com a presença da governadora Raquel Lyra e da vice-governadora, Priscila Krause. Foram empossados 21 promotores de justiça aprovados no concurso público promovido entre 2022 e 2023 pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Esta é a segunda turma de […]

A cerimônia de posse dos novos promotores de justiça de Pernambuco, realizada nesta sexta-feira (27), contou com a presença da governadora Raquel Lyra e da vice-governadora, Priscila Krause. Foram empossados 21 promotores de justiça aprovados no concurso público promovido entre 2022 e 2023 pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Esta é a segunda turma de nomeados este ano, totalizando 31 membros integrados aos quadros do MPPE.

“O Governo de Pernambuco dá as boas-vindas aos novos promotores de justiça. São profissionais que estão somando força aos poderes constituídos e que muitos deles já carregam grande experiência. Então a posse desses 21 promotores é muito importante para que possamos fazer de Pernambuco um estado cada vez mais justo e democrático para combater as desigualdades. Parabenizo ao Ministério Público de Pernambuco por cumprir seu papel primordial e ao procurador-geral de Justiça de Pernambuco, Marcos Carvalho”, ressaltou Raquel Lyra.

Em seu discurso, o procurador-geral de Justiça de Pernambuco, Marcos Carvalho, afirmou que a população do Sertão do Estado será beneficiada com a presença dos novos promotores. “Hoje é um dia festivo para a nossa instituição. Sabemos do esforço e dedicação que são necessários para aprovação no concurso público. E essa é uma conquista que agora está sendo compartilhada com toda população pernambucana e, principalmente em benefício dos sertanejos que irão receber os novos promotores’’, afirmou. 

Os profissionais irão atuar no interior do Estado, principalmente no Sertão, nos municípios de Buíque, Cabrobó, Carnaíba, Custódia, Flores, Ipubi, Inajá, Itaíba, Orocó, Parnamirim, Petrolândia, Salgueiro, Serrita, Tabira, Triunfo, Tuparetama e Verdejante. A nova turma irá iniciar o curso de formação na próxima semana, no Recife, e deve ocupar as promotorias no dia 29 de outubro deste ano.

Também estiveram presentes o secretário estadual da Casa Civil, Túlio Vilaça, o deputado estadual Eriberto Filho, o procurador regional eleitoral, Adilson Paulo Prudente, o defensor público geral de Pernambuco, Henrique Costa Seixas, e o procurador-chefe da Procuradoria da República em Pernambuco, Rodolfo Soares Babelo, entre outros.

Delegado revela que vítima esquartejada foi morta em Afogados

Por Juliana Lima O delegado municipal de Afogados da Ingazeira, Israel Rubis, falou com exclusividade à Rádio Pajeú nesta quinta-feira (11) sobre a operação policial deflagrada contra o tráfico de drogas e o caso do corpo encontrado esquartejado em Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú. A entrevista exclusiva foi concedida ao repórter Marconi Pereira […]

Por Juliana Lima

O delegado municipal de Afogados da Ingazeira, Israel Rubis, falou com exclusividade à Rádio Pajeú nesta quinta-feira (11) sobre a operação policial deflagrada contra o tráfico de drogas e o caso do corpo encontrado esquartejado em Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú.

A entrevista exclusiva foi concedida ao repórter Marconi Pereira e aos comunicadores Juliana Lima e Júnior Cavalcanti no programa Manhã Total. 

Como o delegado já havia antecipado ao blog na noite da quarta (10), a operação no Bairro São Francisco foi desdobramento da investigação do caso do corpo esquartejado. Em primeira mão ao programa, Israel Rubis revelou que o homicídio foi praticado em Afogados da Ingazeira, descartando a possibilidade da vítima ter sido morta em outra cidade e o corpo apenas desovado às margens da PE-320.

“Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, na representação nossa, com apoio operacional e técnico da Polícia Militar e Polícia Científica. Nós abordamos três residências, todas três no Beco da Rua Nova, que é foi apelidada como nova cracolândia, realizamos perícias e coletamos vestígios que vão nos dar um norte na investigação. E a gente já sabe que esse assassinato tem relação com aquela situação de traficância no Beco da Rua Nova”, revelou.

Sobre a identificação do cadáver esquartejado, o delegado ainda aguarda a finalização do trabalho por parte do IML. Ele também contou que a polícia suspeita que a vítima não seja de Afogados, inclusive ninguém procurou a delegacia para registrar o desaparecimento de um parente que pudesse ser a vítima.

“Com relação à identificação, eu já oficiei o IML, solicitando a identificação do cadáver, porque é pertinente para a gente, vai ajudar a fortalecer uma das nossas linhas investigativas. Com relação à prática do crime, a gente sabe que o crime ocorreu em Afogados da Ingazeira. Tem muita gente cogitando que esse cadáver eventualmente teria sido abandonado ali, mas esse crime aconteceu em Afogados”, explicou.

Acerca dos envolvidos no crime, a polícia ainda não efetuou prisões, mas já trabalha com a indicação que o crime se deu em virtude do tráfico de drogas e foi praticado por mais de uma pessoa.  “Não prendemos ninguém ainda, vamos fazer uma série de instruções no inquérito e temos confiança que vamos conseguir dar uma resposta à sociedade e chegar à autoria desse crime bárbaro. A gente imagina uma dinâmica que envolve mais de uma pessoa, agora em relação a como foi feito, a investigação ainda é muito embrionária”, completou.

Servidores reclamam contra atraso de salários em Tabira

Passada a eleição municipal e algumas categorias estão botando a boca no trombone contra o atraso de salários por parte do Governo Sebastião Dias (PTB) em Tabira. Primeiro foram os garis contratados e diaristas. Depois a produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta foi informada que também estão sem receber os profissionais do Creas, […]

oscip_salarioPassada a eleição municipal e algumas categorias estão botando a boca no trombone contra o atraso de salários por parte do Governo Sebastião Dias (PTB) em Tabira.

Primeiro foram os garis contratados e diaristas. Depois a produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta foi informada que também estão sem receber os profissionais do Creas, servidores do Açougue Público e os médicos.

A tesouraria da Prefeitura já informou que não tem previsão para o pagamento dos garis. Não houve sinalização sobre a liberação do dinheiro das demais categorias.

“Ser chamado de anjo não me envolve em crime nenhum”, diz Ugiette

Folha PE Afastado do cargo por suspeita de favorecimento a presos e contribuição com uma organização criminosa, o promotor Marcellus Ugiette quebrou o silêncio nesta quinta-feira (9), em coletiva de imprensa realizada em um empresarial. Com o semblante abatido, ele chegou a chorar ao falar sobre o caso, mas declarou estar tranquilo e ter confiança […]

Folha PE

Afastado do cargo por suspeita de favorecimento a presos e contribuição com uma organização criminosa, o promotor Marcellus Ugiette quebrou o silêncio nesta quinta-feira (9), em coletiva de imprensa realizada em um empresarial.

Com o semblante abatido, ele chegou a chorar ao falar sobre o caso, mas declarou estar tranquilo e ter confiança no Ministério Público de Pernambuco (MPPE), enfatizando que não colaborou com criminosos. A respeito das suspeitas de que havia favorecimento para agrupar quadrilhas, Ugiette afirmou que “não organiza celas” e que muitas vezes ele, sequer, indica as unidades que os presos serão levados.

Durante a coletiva, o promotor lamentou a abordagem policial para apreensão de materiais para investigação, feita em seu apartamento na última sexta-feira (3). Em relato emocionado, afirmou que a forma como tudo aconteceu foi desnecessária. “Me dispus a colaborar, não houve resistência. Minha esposa, meus filhos e netos, além do meu irmão, estavam em casa no momento da entrada dos policiais que estavam, inclusive, armados”.

Sobre o codinome ‘anjo’ – referência feita pelo defensor Aciel Fernandes em depoimento à polícia, no qual o advogado Emerson Leônidas teve acesso – o promotor Marcellus Ugiette foi enfático ao afirmar: “Prefiro ser chamado de anjo do que de diabo. Ser chamado de anjo não me envolve em crime nenhum”. De acordo com Leônidas, na ocasião do depoimento, Aciel Fernandes negou qualquer participação do promotor. Ainda bastante emocionado, Ugiette falou sobre sua carreira no MP. “Estou triste porque estou no fim (da carreira). Tenho 33 anos de MPPE e já poderia ter me aposentado desde 2015”.

Depoimento ao Gaeco

De acordo com Emerson Leônidas, um dos advogados de defesa do promotor, presente na coletiva, “Não será apresentada defesa porque não há qualquer acusação contra o promotor. O que existem são insinuações da polícia civil”.

O caso do promotor Marcellus Uguiette pode ser levado para análise do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) – representantes da instância que fiscaliza a atuação dos órgãos do MP e supervisiona o cumprimento dos deveres funcionais dos seus membros, estarão em Pernambuco nos próximos dias. Um depoimento de Ugiette ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público, está endo articulado para os próximos dias, de acordo com o advogado Emerson Lêonidas.

Marcellus Ugiette está há 33 anos no Ministério Público de Pernambuco, dos quais 15 são dedicados à Vara de Execução Penal. Ele é um dos alvos de investigação da Operação Ponto Cego e é suspeito de favorecer uma organização criminosa especialista em dar golpes, facilitando a transferência e locação de membros presos dessa facção dentro dos presídios para que eles pudessem continuar agindo criminalmente.

Durante as investigações, foi ouvida uma conversa entre um preso e um advogado onde se falava que uma pessoa do codinome anjo, que a polícia acreditar ser Ugiette, ajudaria na transferência do detento.

Após festas com a família, Cerveró volta para a prisão neste sábado

Durante todo o período em que esteve fora, Cerveró foi monitorado por tornozeleira eletrônica e por escolta policial Do O Dia O ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, que deixou a carceragem da Polícia Federal (PF) no dia 23 de dezembro para passar as festas de fim de ano com a família no Rio, volta para a […]

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Durante todo o período em que esteve fora, Cerveró foi monitorado por tornozeleira eletrônica e por escolta policial

Do O Dia

O ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, que deixou a carceragem da Polícia Federal (PF) no dia 23 de dezembro para passar as festas de fim de ano com a família no Rio, volta para a prisão, em Curitiba, neste sábado. O embarque foi no Aeroporto Santos Dumont.

Cerveró é colaborador da Operação Lava Jato e, conforme os advogados, a saída estava prevista no termo firmado com o Ministério Público Federal (MPF). Durante todo o período em que esteve fora, ele foi monitorado por tornozeleira eletrônica e por escolta policial.

O ex-diretor está detido pela Lava Jato desde janeiro de 2015. Ele já foi condenado duas vezes pela Justiça Federal por crimes como corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Somadas, as duas penas chegam a 17 anos de prisão.