Nomes no listão do TCU começam a se defender e garantem, não são fichas sujas
Ex-gestores sertanejos citados no listão de inelegíveis do TCU para o TSE começaram a justificar suas presenças na relação.
Um assessor do ex-prefeito de Flores, Marconi Santana, alegou ao blogueiro Júnior Finfa que o convênio que o coloca na relação é referente a um programa que não fez. “Esse convênio foi realizado na gestão de Arnaldo da Pinha.
Já o ex-prefeito Totonho Valadares afirmou ao blog que conversou com o advogado Walwer Agra sobre sua presença na relação. “O advogado esclareceu que o nome na lista não quer dizer necessariamente que eu esteja inelegível. Isso vai depender da interpretação do TSE”.
Ele acrescentou que o convênio tem relação com o projeto de saneamento firmado entre a prefeitura e a CEF na gestão Giza. Como amplamente divulgado, Giza e Totonho foram condenados por não executar o projeto. Filha de Giza, Eugênia Simões e Totonho firmaram na justiça um parcelamento do débito imposto pela Justiça Federal. “Acredito que meu nome ainda consta na relação porque não terminou o parcelamento”.
Tanto Marconi como Totonho tem pretensões políticas em seus municípios, Flores e Afogados da Ingazeira.



Foto: Antônio Rodrigues


O pré-candidato do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao Governo do Estado, Anderson Ferreira (PL), retornou ao município de Santa Cruz do Capibaribe com a caravana Simbora Mudar Pernambuco para um encontro que reuniu lideranças e apoiadores de várias cidades do Agreste, e que contou com a presença de grupos culturais e apresentações artísticas. Diante do público “da cidade mais bolsonarista do estado”, Anderson defendeu a atuação do Governo Federal em Pernambuco e agradeceu a receptividade à pré-campanha.














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