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Nomes da Fetape, CUT e MST vem dar apoio a Luciano Duque

Por Nill Júnior

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A campanha de Luciano Duque realizou ato no Assentamento Virgulino, em Serrinha. No encontro com produtores rurais da região, o prefeito Luciano Duque candidato a prefeito pela coligação “O Trabalho vai Continuar” recebeu o apoio da CUT, MST e FETAPE.

Cícera Nunes, diretora de Finanças da FETAPE defendeu o nome Luciano. “Luciano fez a maior gestão democrática de Pernambuco escolhendo o lado do povo, gerindo o município sem olhar a aquém”.

Doriel Barros, presidente da Fetape lembrou Manoel Santos. “Ele ajudou a eleger com grande votação Manoel Santos”. Doriel ainda criticou o impeachment de Dilma. “Tiraram Dilma sem ter cometido nenhum crime de responsabilidade”.

Presidente da Central Única dos Trabalhadores, Carlos Veras ressaltou que Luciano “sempre se colocou em defesa dos que mais precisam” e “votar em Luciano é necessário para manter viva a história e o compromisso de Manoel e Pedro Eugênio”, frisou Veras.

Líder do MST Jaime Amorim começou a fala alertando: “É bom que agente não esqueça, que estamos vivendo em período de golpe”, disse e acrescentou: “Linguagem que o golpista ouve é a voz da rua. Votar contra o golpe é votar em Luciano. Não podemos perder o que já foi conquistado”, destacou.

Luciano Duque ainda se reuniu com agricultores do Assentamento Ivan Solto, Xique- Xique e Paus Brancos. Em Santa Rita, Luciano Duque e Márcio Oliveira foram recebidos por uma multidão vermelha, onde participaram de caminhada e bate-papo.

Outras Notícias

PGR pede condenação de cinco réus pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes

Julgamento foi iniciado na manhã desta terça (24) e prossegue durante a tarde de hoje e amanhã (25) Em nome da Procuradoria-Geral da República (PGR), o vice-procurador-geral, Hindenburgo Chateubriand, defendeu nesta terça-feira (24) a condenação dos cinco réus da Ação Penal (AP) 2434, acusados de planejar o homicídio da vereadora Marielle Franco e de seu motorista […]

Julgamento foi iniciado na manhã desta terça (24) e prossegue durante a tarde de hoje e amanhã (25)

Em nome da Procuradoria-Geral da República (PGR), o vice-procurador-geral, Hindenburgo Chateubriand, defendeu nesta terça-feira (24) a condenação dos cinco réus da Ação Penal (AP) 2434, acusados de planejar o homicídio da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes, além da tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves, em março de 2018, no Rio de Janeiro.

Ao sustentar que a autoria dos crimes está comprovada, a PGR pediu a procedência integral da ação penal, com a condenação dos réus e a fixação de indenização por danos morais e materiais em favor de Fernanda Chaves; de Antonio da Silva Neto e Marinete da Silva, pais da vereadora; de Luiara Francisca dos Santos e Mônica Tereza Azeredo Benício, respectivamente filha e companheira de Marielle; e de Artur Reis Mathias e Ágatha Reis, respectivamente filho e viúva de Anderson.

A manifestação foi apresentada à Primeira Turma do STF após a leitura do relatório pelo ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal. Na mesma sessão, também foram ouvidas as sustentações orais dos assistentes de acusação.

Réus e acusações

Respondem à AP 2434: Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ); João Francisco (“Chiquinho”) Brazão, ex-deputado federal; Rivaldo Barbosa, delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro; Ronald Paulo de Alves, ex-policial militar; e Robson Calixto Fonseca, ex-assessor do TCE.

Os irmãos Brazão respondem por duplo homicídio qualificado e pela tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves. Robson Fonseca, conhecido como “Peixe”, responde, juntamente com os irmãos Brazão, pelo crime de organização criminosa.

Segundo a PGR, não há dúvida de que os irmãos Brazão foram os mandantes dos crimes. A acusação sustenta que estão comprovadas a materialidade e a autoria dos homicídios de Marielle Franco e Anderson Gomes, bem como da tentativa de homicídio contra Fernanda Chaves, por motivo torpe e mediante promessa de recompensa.

Motivação dos homicídios

De acordo com a denúncia, os irmãos Rivaldo Barbosa e Ronald Paulo de Alves mantinham vínculos com milícias em diversas regiões do Rio de Janeiro, especialmente na Zona Oeste, explorando atividades ilícitas como grilagem de terras, extorsão, usura, parcelamento irregular do solo e cobrança de taxas por serviços clandestinos de segurança e distribuição ilegal de sinal de TV por assinatura. Testemunhas relataram ainda práticas de controle territorial, exploração de mercados ilícitos — sobretudo o imobiliário —, monopólio de campanhas eleitorais e arrecadação sistemática de recursos nas áreas sob influência do grupo.

A acusação afirma que Domingos e João Francisco expandiam seus negócios e áreas de influência com apoio de milicianos, utilizando o poder político para aprovar normas voltadas à regularização fundiária em áreas dominadas por milícias e loteamentos clandestinos. Nesse contexto, a atuação parlamentar de Marielle Franco teria confrontado diretamente os interesses econômicos e eleitorais do grupo.

A PGR destacou ainda a existência de um sistema de corrupção que permitia o funcionamento de grupos de extermínio no estado, com referência ao chamado “escritório do crime”. Os autos reúnem depoimentos e outros elementos que descrevem o modelo de grilagem de terras adotado pelo grupo, baseado em ocupações irregulares, fraudes documentais e tentativas de regularização legislativa.

Rivaldo Barbosa

À época chefe da Divisão de Homicídios e delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa foi denunciado por adesão prévia ao plano homicida. Segundo a PGR, embora não haja indícios de participação direta na execução, sua atuação teria sido determinante para a concretização dos crimes.

O vice-procurador-geral também mencionou relatos de pagamentos mensais feitos por milícias e organizações criminosas à Divisão de Homicídios durante a gestão de Rivaldo, com o objetivo de impedir investigações, o que fundamenta a imputação de responsabilidade pelos delitos.

Ronald Paulo de Alves

A denúncia aponta Ronald Paulo de Alves como miliciano com atuação predominante em Rio das Pedras, área associada aos irmãos Brazão. Segundo a acusação, ele teria monitorado a rotina da vereadora e informado sobre a participação de Marielle Franco em evento realizado na Casa das Pretas na noite do crime.

A PGR destacou registros de contatos telefônicos frequentes entre Ronald e outros envolvidos nos dias que antecederam o assassinato e na data dos fatos, além de comunicações com milicianos da região. Também foi mencionada a utilização de telefone associado a outro investigado e a irrelevância, por si só, de eventual presença do réu em eventos oficiais nos dias indicados.

Robson Calixto Fonseca

Robson Calixto Fonseca, ex-assessor do TCE, responde por organização criminosa ao lado dos irmãos Brazão. Conforme a acusação, ele atuava como intermediário entre os réus e integrantes de milícias, exercendo papel estratégico na articulação do grupo.

A denúncia indica ainda que Robson desempenhava atividades típicas de milícia na região da Taquara, incluindo a arrecadação de taxas cobradas de igrejas e outros estabelecimentos, contribuindo para a manutenção financeira da organização criminosa.

Assistentes de acusação

A advogada Maria Victoria Hernandez Lerner atuou como assistente de acusação da PGR em nome de Fernanda Chaves, assessora da vereadora Marielle Franco que ficou ferida na emboscada que resultou na morte da parlamentar. Em sua manifestação, destacou os impactos do crime na vida da assessora e de sua família. Segundo relatou, Fernanda enfrentou um longo período de insegurança após o atentado e, após a morte da vereadora, foi exonerada do cargo. Com apoio da Anistia Internacional, deixou o país com o marido e a filha, que à época tinha seis anos.

Família de Marielle e Anderson

Também atuaram como assistentes de acusação dois defensores públicos do Estado do Rio de Janeiro. Pedro Paulo Lourival Carriello representou Marinete da Silva, mãe de Marielle Franco. Ele sustentou que a acusação não se fundamenta apenas nas delações dos executores do crime, mas em provas consistentes e em elementos concretos reunidos pelo Ministério Público. Destacou ainda a contextualização do crime no cenário político do estado e a atuação de milícias em disputas fundiárias, com infiltração em forças de segurança.

O defensor público Fábio Amado de Souza Barreto falou em nome de Ágatha Arnaus Reis, viúva do motorista Anderson Gomes. Em sua manifestação, afirmou que a atuação parlamentar de Marielle contrariava interesses de milícias que buscavam controlar o mercado imobiliário irregular na zona oeste do Rio de Janeiro. Ressaltou também a atuação da vereadora junto à Defensoria Pública para assegurar o direito à moradia de moradores de áreas sob influência desses grupos, além de mencionar a relação de longa data entre os réus e a forma como atuavam na região.

Defesas

No período da tarde desta terça (24), a sessão será dedicada às sustentações orais das defesas dos réus.

Encontro de Forró e Festa de Setembro movimentam Serra Talhada

Por ordem de valor cultural e legado O  primeiro Encontro Pernambucano de Forró recebeu na noite desta quinta (6) a Banda Cascabulho e os cantores Nádia Maia e Benil, na Praça Sérgio Magalhães. Nesta sexta-feira (07), as atrações de encerramento serão Raphael Moura, Almir Rouche e Cezzinha. O evento é realizado pela Prefeitura Municipal, com […]

Por ordem de valor cultural e legado

O  primeiro Encontro Pernambucano de Forró recebeu na noite desta quinta (6) a Banda Cascabulho e os cantores Nádia Maia e Benil, na Praça Sérgio Magalhães.

Nesta sexta-feira (07), as atrações de encerramento serão Raphael Moura, Almir Rouche e Cezzinha.

O evento é realizado pela Prefeitura Municipal, com apoio da Funarte, Ministério da Cultura e Governo Federal e teve nomes como Ed Carlos, Josildo Sá,  Geraldinho Lins, Assisão e Flávio Leandro. O cantor Petrúcio Amorim não participou por conta da morte da irmã.

Já no Pátio de Eventos um grande público prestigiou a segunda noite da Festa de Setembro 2018, que é realizada todos os anos pela Prefeitura Municipal de Serra Talhada, dentro das comemorações da Festa de Nossa Senhora da Penha.

A noite começou com show da banda serra-talhadense Forrozão 1.000 e participação de Colorado e Felipe Filho, em seguida subiu ao palco o cantor Jonas Esticado e, por último, a nova sensação do sertanejo romântico, Gustavo Mioto, que cantou pela primeira vez em Serra Talhada.

Nesta quinta-feira (06), a dupla local Ítala e Brenda e a cantora Fabíola Leite abriram a terceira noite de festa, na sequência subiram ao palco os serra-talhadenses Kennedy Brazzil  e Jéssica Nonato, o DJ Orbass e, por fim, Luan Estilizado.

O encerramento da festa acontece hoje (07), a partir das 22h30, com Fábio Diniz, Leya e Mateus Carvalho, Mano Walter e Saia Rodada.

SJE: vereadores Daniel Siqueira e Vicente de Vevéi são premiados pela UVB em Brasília

Dois vereadores de São José do Egito conquistaram reconhecimento nacional em Brasília, capital federal, ao receberem a Medalha Nacional Top Legislativo, concedida pela União dos Vereadores do Brasil (UVB). A premiação reuniu 150 vereadores de todos os estados do país, que se destacaram por iniciativas inovadoras e de impacto social. A premiação aconteceu nesta quinta, […]

Dois vereadores de São José do Egito conquistaram reconhecimento nacional em Brasília, capital federal, ao receberem a Medalha Nacional Top Legislativo, concedida pela União dos Vereadores do Brasil (UVB). A premiação reuniu 150 vereadores de todos os estados do país, que se destacaram por iniciativas inovadoras e de impacto social. A premiação aconteceu nesta quinta, 28 de agosto. 

Daniel Siqueira foi premiado pelo projeto que vai implantar Educação Financeira na Rede Municipal de Ensino. Em poucos meses de mandato, o vereador elaborou a proposta, conseguiu a aprovação unânime dos colegas na Câmara e a sanção do prefeito. O projeto vai transformar a vida de estudantes e famílias egipcienses, oferecendo ferramentas para uma vida financeira mais equilibrada e consciente.

Vicente de Vevéi, líder do Governo na Câmara Municipal, também foi contemplado com a medalha nacional pelo projeto que transformou a antiga Escola Municipal Romero Dantas em um Centro de Educação Empreendedora. Hoje, o espaço abriga empresas de confecções que estão se instalando e gerando empregos, além de oferecer cursos de corte, costura e outras capacitações. A iniciativa, além de preservar um espaço histórico, tem levado desenvolvimento e oportunidades para a população.

Os dois parlamentares ressaltaram a alegria de representar São José do Egito em um evento de tamanha importância. “Este prêmio não é apenas meu, mas de toda a nossa gente, que acredita no trabalho, na transformação e no futuro da nossa terra”, destacou o vereador Daniel.

Já Vicente de Vevéi reforçou que a conquista simboliza anos de dedicação e compromisso: “É uma honra representar nossa cidade em nível nacional e mostrar que São José do Egito tem projetos capazes de inspirar o Brasil”.

As medalhas foram entregues pelo presidente da União dos Vereadores do Brasil – UVB – Gilson Conzatti. Os dois vereadores são da base do governo Fredson Brito.

Motta diz que há limites para protestos e que o respeito à Mesa é inegociável

“Nós vamos seguir com serenidade, com firmeza e diálogo”, diz presidente da Câmara O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), abriu a sessão do Plenário às 22h24 desta quarta-feira (6), em meio a um protesto de deputados da oposição, que ocuparam a Mesa Diretora desde a terça-feira. Motta disse que abriu a sessão […]

“Nós vamos seguir com serenidade, com firmeza e diálogo”, diz presidente da Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), abriu a sessão do Plenário às 22h24 desta quarta-feira (6), em meio a um protesto de deputados da oposição, que ocuparam a Mesa Diretora desde a terça-feira. Motta disse que abriu a sessão para garantir o respeito à Mesa Diretora, “que é inegociável”, e para que a Câmara possa se fortalecer. Não houve votações.

“Até quando ultrapassamos o nosso limite, tem limite. O que aconteceu não foi bom, não foi condizente com nossa história, e só reforça que temos de voltar ao obedecimento do nosso Regimento, da Constituição e do bom funcionamento desta Casa”, disse Motta.

Segundo ele, projetos individuais, pessoais e eleitorais não podem estar à frente do povo. “O compromisso que assumi com todas as lideranças neste dia foi o de seguirmos dialogando sem nenhum preconceito com qualquer pauta, sem inflexão”, disse.

Motta afirmou que um somatório de acontecimentos recentes trouxe sentimento de ebulição para dentro da Câmara. “É comum? Não. Estamos vivendo tempos normais? Também não. E é justamente nessa hora que não podemos negociar a nossa democracia, dialogar e deixar a maioria se estabelecer”, declarou.

Para Motta, a oposição tem todo o direito de se manifestar, mas isso tem de ser feito obedecendo o Regimento e a Constituição. “Não vamos permitir que atos como os de ontem e de hoje possam ser maiores do que o Plenário e a vontade desta Casa”, afirmou.

Protesto

A sessão havia sido convocada para as 20h30, depois de reunião do Colégio de Líderes.

Deputados da oposição protestam contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, determinada na segunda-feira (4) pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Eles pedem a votação do projeto de lei que anistia os envolvidos nos atos do 8 de janeiro de 2023 (PL 2858/22) e outros acusados de golpe de Estado, além da Proposta de Emenda à Constituição que acaba com o foro privilegiado (PEC 333/17) para deputados, que deixariam de ser julgados pelo STF.

Henrique Brandão recebe grandes convidados na terra do Rei do Baião

Com uma carreira cada vez mais consolidada no forró, Henrique Brandão que também é poeta e produtor cultural inova e leva grandes convidados para o Festival Viva Gonzagão, em Exu-PE. Através de um projeto pela Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com patrocínio do Banco do Nordeste. Entre os convidados estão Mestre Gennaro, Chambinho […]

Com uma carreira cada vez mais consolidada no forró, Henrique Brandão que também é poeta e produtor cultural inova e leva grandes convidados para o Festival Viva Gonzagão, em Exu-PE. Através de um projeto pela Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com patrocínio do Banco do Nordeste.

Entre os convidados estão Mestre Gennaro, Chambinho do Acordeon, Del Feliz, Nonato Lima, Roberto Cruz, Andrezza Formiga, Jurandy da Feira, Valdinho Paes e Moreira Filho.

O Festival Viva Gonzagão – 112 anos de Luiz Gonzaga, acontece no Parque Aza Branca, em Exu-PE.

Confira a programação completa:

Sexta, dia 13/12

Caminhada das Sanfonas

05h00 – Alvorada das sanfonas no Parque Aza Branca;

10h00 – Causos, café e Gonzaga: Lançamento do livro O Rei do Baião e a Princesa do Cariri, de Rafael Lima;

16h00 – Arrastão das Sanfonas

Sábado, dia 14

Show no Parque Aza Branca

20h00 – Henrique Brandão convida: Nonato Lima, Chambinho do Acordeon, Del Feliz, Jurandy da Feira e Joquinha Gonzaga.

22h30 – Flávio Leandro

00h30 – Fulô de Mandacaru

Domingo, dia 15

08h00 – Missa dos Sanfoneiros em homenagem a Luiz Gonzaga

Início dos shows

15h00 – Edinho Calisto

15h30 – Sanfoneiro do Mel

16h00 – Jordão Jô

16h30 – Silvano Lira

17h00 – Targino Gondim e Gel Barbosa

19h00 – Jaiminho do Exu

19h00 – Henrique Brandão convida: Mestre Gennaro, Moreira Filho, Roberto Cruz, Andreza Formiga e Valdinho Paes

21h30 – Avenida Xote

22h00 – Cosmo Sanfoneiro

22h30 – Diego Alencar

23h00 – Serginho Gomes

23h30 – Joãozinho do Exu

Segunda, 16/12

08h00 – Café da manhã dos sanfoneiros mirins na estátua de Luiz Gonzaga

O Festival Viva Gonzagão – 112 anos de Luiz Gonzaga tem a realização do Ministério da Cultural e Governo Federal, patrocínio do Banco do Nordeste, Produção da Associação Serra Cultural, apoio do Museu de Gonzagão, Ong Parque Aza Branca e Governo do Estado de Pernambuco.