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No Congresso Brasília, Lucas Ramos discute impactos da tragédia de Brumadinho no São Francisco

Por Nill Júnior

A Comissão Externa criada pelo Congresso Nacional para acompanhar as investigações relacionadas ao rompimento da barragem da Vale em Brumadinho-MG realizou nesta quinta-feira (21) uma audiência pública na Câmara dos Deputados.

Os parlamentares analisaram o andamento das ações de fiscalização em barragens da União e debateram os riscos de contaminação de outros cursos d’água pelos rejeitos minerais liberados após o desastre. O deputado estadual e coordenador da Frente Parlamentar em Defesa do Rio São Francisco, Lucas Ramos (PSB), participou do encontro.

Os deputados demonstraram preocupação com uma possível chegada dos rejeitos minerais ao leito do Rio São Francisco, o que causaria impacto ambiental e econômico em pelo menos 521 municípios que integram sua bacia hidrográfica. De acordo com o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, uma operação foi planejada para que grande parte dos rejeitos sejam contidos na Usina de Retiro Baixo.

“A pluma de rejeitos está se sedimentando e quando chegar a Retiro Baixo será reduzida a vazão para que a barragem vá enchendo lentamente e permita que os sedimentos fiquem lá, sem chegar à Represa de Três Marias”, afirmou o ministro. Canuto baseia-se em análises diárias realizadas pela Agência Nacional de Águas (ANA). “A previsão pelo que está sendo coletado hoje é de que pela capacidade de Três Marias, o que chegar – e se chegar – será diluído e não atravessará para o Rio São Francisco”.

O deputado estadual Lucas Ramos afirmou que irá permanecer atento às iniciativas do Governo Federal que buscam conter a pluma de rejeitos.

“Nossa Frente Parlamentar tem a responsabilidade de cobrar ações efetivas do poder público que são executadas pelos órgãos de fiscalização e regulamentação ambiental para que a qualidade da água do São Francisco seja preservada e não afete atividades que dependem do rio como o abastecimento, a irrigação, a agricultura familiar, a pesca, o turismo e a geração de energia”, afirmou. “A declaração do ministro nos dá um alento de que a utilização dos recursos do Velho Chico não será prejudicada”, destacou o coordenador.

A audiência foi comandada pelo presidente da Comissão, o deputado federal Zé Silva (SD/MG). Também estiveram presentes o relator do colegiado, Júlio Delgado (PSB/MG) e Danilo Cabral (PSB/PE). Além do ministro, também foram ouvidos representantes da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, da Federação Brasileira de Geólogos e da FUNAI.

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Velha Guarda da Mangueira emociona no último ato do 9º Encontro das Culturas Populares e Tradicionais

Da Assessoria do encontro Na noite de despedida do 9º Encontro das Culturas Populares e Tradicionais, nesse sábado (28), Serra Talhada, a Capital do Xaxado, vestiu-se de verde e rosa abençoada pelo samba contagiante da Velha Guarda da Mangueira. O grupo venceu mais de 3 mil quilômetros, do Rio de Janeiro para o Sertão de […]

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Da Assessoria do encontro

Na noite de despedida do 9º Encontro das Culturas Populares e Tradicionais, nesse sábado (28), Serra Talhada, a Capital do Xaxado, vestiu-se de verde e rosa abençoada pelo samba contagiante da Velha Guarda da Mangueira. O grupo venceu mais de 3 mil quilômetros, do Rio de Janeiro para o Sertão de Pernambuco, com a missão de derramar nos corações dos sertanejos um pouquinho do calor carioca no maior evento de cultura popular do país.

Com um batuque pujante, a Velha da Guarda fechou o evento personificando toda a energia positiva que brotou durante o encontro, fruto da intensa troca de experiências compartilhadas entre produtores culturais de várias regiões brasileiras. O Sertão pernambucano, como de costume, abraçou de forma calorosa o grupo carioca ao ponto de mexer com o emocional dos integrantes, como no caso da cantora Jandira da Mangueira.

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“Desde que eu soube que viria para cá eu fiquei muito emocionada e chegar aqui mexeu muito comigo, porque minhas raízes são dessa terra, do interior de Pernambuco, porque meus pais nasceram aqui e por conta das dificuldades viajaram até o Rio. Então eu piso aqui em Serra Talhada com uma emoção muito forte porque minhas raízes estão nessa região, eu sou sertaneja de alma”, disse Jandira, com os olhos marejados de emoção. E foi banhado por esse sentimento que o público vibrou, cantou e dançou com o samba de coração dos integrantes da Velha Guarda.

Em um semana, Serra Talhada recebeu mais de 70 grupos culturais de todo o Brasil, somando mais de 2 mil artistas. O 9º Encontro das Culturas Populares e Tradicionais trouxe para o Sertão um leque de atividades, entre música, dança, literatura, teatro de mamulengo, cinema, oficinas e estimulou a troca de experiências compartilhadas em debates riquíssimos sobre o panorama das políticas públicas para cultura no Brasil.

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“Serra Talhada está de parabéns por ter realizado este evento, que foi uma grande sucesso sem dúvida nenhuma e que deixou aqui plantadas sementes importantíssimas que irão fazer florescer muita coisa boa daqui para frente”, avaliou o secretário municipal de Cultura, Anildomá de Souza. “Aqui em Serra Talhada discutiu-se políticas culturais para todo o país e esse é também o legado e a contribuição que o nosso município deixa para Brasil”.

O 9ª Encontro das Culturas Populares e Tradicionais foi uma realização da Prefeitura de Serra Talhada e do Ministério da Cultura, idealizado pela Rede de Culturas Populares, articulado em Pernambuco pela Conexão Pontos de Cultura, Fundação Cabras de Lampião, em parcerias com instituições públicas e privadas.

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TCE-PE fará auditoria para avaliar atendimento aos pacientes com TEA

O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) vai iniciar uma auditoria especial para avaliar ações da Secretaria Estadual de Saúde (SES) em relação ao atendimento aos pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O objetivo é analisar se o Estado está cumprindo seu dever de induzir, executar e integrar políticas públicas de saúde direcionadas às […]

O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) vai iniciar uma auditoria especial para avaliar ações da Secretaria Estadual de Saúde (SES) em relação ao atendimento aos pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O objetivo é analisar se o Estado está cumprindo seu dever de induzir, executar e integrar políticas públicas de saúde direcionadas às pessoas com TEA.

A auditoria foi determinada pelo conselheiro Carlos Neves, relator dos processos da SES em 2024.

Um levantamento realizado pelo TCE-PE no ano passado apontou lacunas e indícios de falhas no serviço público de saúde direcionado aos autistas. No entanto, a SES optou por não assinar um Termo de Ajuste de Gestão (TAG) que previa obrigações para mitigar os problemas encontrados.

Os TAGs são acordos entre o TCE-PE e o gestor público, e têm como finalidade determinar um prazo para a resolução de falhas identificadas na gestão de órgãos ou entidades públicas dos municípios e do Estado.

A atuação do TCE-PE visando à melhoria do atendimento aos pacientes com TEA teve início em 2022, sob a relatoria do conselheiro Dirceu Rodolfo. Na época, após uma série de encontros com a equipe de auditoria, a SES assinou um TAG comprometendo-se a adotar medidas como a capacitação de profissionais e descentralização dos diagnósticos.

Em janeiro de 2023, o conselheiro Dirceu Rodolfo se reuniu com os novos gestores da SES para retomar o assunto. O conselheiro explicou à SES que pretendia formular um TAG junto à nova gestão para aperfeiçoar o atendimento aos pacientes com TEA. Mas o Estado alegou que  já estava realizando ações voltadas a esse público.

Em entrevista a Pajeú, Ney Quidute avalia o Afogarêta 2017 e diz: “tenho até o plano Z”

Declaração foi dada diante da possibilidade do evento não ser mais realizado na Avenida Rio Branco. Por André Luis Na manhã desta quarta-feira (18) em entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú com a comunicadora Micheli Martins, o organizador do Afogarêta e diretor do bloco Arerê junto com seu filho Mateus, Ney Quidute fez […]

NeyQuidute-18-01-17Declaração foi dada diante da possibilidade do evento não ser mais realizado na Avenida Rio Branco.

Por André Luis

Na manhã desta quarta-feira (18) em entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú com a comunicadora Micheli Martins, o organizador do Afogarêta e diretor do bloco Arerê junto com seu filho Mateus, Ney Quidute fez uma avaliação da 19ª edição do evento que aconteceu nos últimos dias 13, 14 e 15 de janeiro.

Ney disse que mesmo diante do quadro de crise que vive o país, o sentimento é de positividade. “não podíamos interromper o evento, por conta da crise, pois é arriscado que com a interrupção se acabe”, disse.

Ney disse ainda que a qualidade e a organização do evento não foram perdidas e que tudo que foi oferecido no evento anterior, também foi nesse último. Confirmou que houve algumas dificuldades, mas que sempre trabalham com a perspectiva de crescimento. “Nunca carregamos a negatividade no futuro”.

Falando sobre as atrações do evento, Ney disse que sabiam que para um determinado público seria um dos maiores eventos, mas que para o público mais jovem, talvez nem tanto.

Sobre a última atração do evento a banda Selva Branca, Ney disse que mais uma vez a aposta em uma atração desconhecida para o último dia foi acertada, “mais uma vez a atração do último dia, tida como desconhecida contagiou o público, fui intimado a trazer novamente e assim o fiz, Selva Branca foi um show”, disse e já adiantou: “para o ano vinte, vamos manter esse critério, trazer outra atração desconhecida, desta vez, será uma voz feminina que já fez parte de uma banda famosa, inclusive”.

Ney também falou sobre a qualidade das outras atrações, elogiou a volta de Alexandre Peixe e a participação da Banda Cheiro de Amor, que com a vocalista Vina Calmon causou um alvoroço ao descer do trio e ir cantar no meio da galera.

Sobre a importância do evento para o aquecimento da economia da cidade, Ney disse que fica muito feliz que o evento dê oportunidade para que as pessoas possam trabalhar e aquecer a renda familiar, “agente sempre faz pensando no todo e não só na gente”, disse.

Ney também destacou a seriedade que é dada ao evento, “Ao longo desses 19 anos, honramos todos os nossos compromissos e a prova é de que a maioria dos profissionais envolvidos já estão com a gente há muitos anos”.

Disse ainda que por ser num período de férias o evento acaba se tornando um ponto de encontro das pessoas que moram em outras cidades, que vem visitar familiares e amigos e acabam se reencontrando durante o evento.

Sobre a queda no número de associados, Ney disse que já sabia que isso iria acontecer, por conta do momento de crise econômica que vive o país. “Não tivemos o mesmo público do ano passado, mas um publico que pode fazer com que nós pudéssemos honrar com os nossos compromissos. Se não fosse assim, não teríamos anunciado Léo Santana para a 20ª edição do evento”, disse.

Ney informou que os trabalhos para a 20ª edição do evento já começaram, e que deve durar o ano todo, “Já tem gente procurando camarotes, empresas querendo patrocinar”, disse.

Ney também parabenizou o trabalho da Polícia Militar que fez um trabalho preventivo, a segurança particular que ajudou a manter a ordem no evento, “o trabalho deles foi perfeito”.

Afogarêta 2018 – As expectativas para o próximo evento onde ira ser comemorado a 20ª edição, Ney já adiantou que o valor dos abadás sofrerá reajuste, “é impossível manter os mesmos preços. Inclusive por conta de uma das atrações, que é Léo Santana que é uma das atrações com a agenda mais cheia de salvador atualmente, é uma atração cara, há três anos que mantemos o mesmo valor, agora não dá mais”.

Ney informou que fará promoções relâmpagos durante o ano para quem quiser adquirir o abadá antecipadamente e que dará continuidade ao parcelamento em dez vezes no cartão e ainda por sugestão de um ouvinte, disse que vai estudar a possibilidade de se criar um carnê para aquelas pessoas que não tem cartão, mas querem comprar o abadá e ir pagamento aos poucos.

Provocado por um ouvinte, sobre a possibilidade do evento não acontecer mais na Avenida Rio Branco, Ney disse que isso cabe a prefeitura, mas que já está preparado, “tenho o plano A, o B e o C, vou te falar, já tenho até o plano Z” disse.

Presidente da Comissão de Educação posiciona-se em relação ao incêndio no Museu Nacional

Na noite deste domingo (2), um incêndio de grandes proporções destruiu o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio. O presidente da Comissão de Educação da Câmara Federal, deputado Danilo Cabral (PSB/PE), acredita que é um momento de luto para o País. “Este é um triste momento que vive […]

Na noite deste domingo (2), um incêndio de grandes proporções destruiu o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio. O presidente da Comissão de Educação da Câmara Federal, deputado Danilo Cabral (PSB/PE), acredita que é um momento de luto para o País.

“Este é um triste momento que vive o Brasil. Depois de destruírem o presente e a esperança do povo no futuro, queimaram nossa memória. O incêndio no Museu Nacional é o retrato do descaso com nossa cultura, com nosso patrimônio, da falta de investimentos na nossa ciência, educação e cultura”, afirmou o parlamentar. Instituição científica mais antiga do País, o prédio do Museu completou 200 anos e é a instituição científica mais antiga do país.

O incêndio deixou em cinzas a maior parte do acervo de mais de 20 milhões de itens, como fósseis, múmias, registros históricos. Um dano irrecuperável para o País. Para Danilo Cabral, “um País se constrói sobre sua história e a perda do acervo da Quinta da Boa Vista é mais uma consequência do congelamento do orçamento de áreas tão sensíveis para o Brasil. Desejo toda solidariedade aos docentes, técnicos e estudantes do Museu Nacional”.

Como presidente da Comissão de Educação, sua defesa sempre foi a favor de uma educação de qualidade para toda a população. “O governo do presidente Temer já reduziu o orçamento de programas importantes, como de assistência estudantil das universidades, do Fies, do Ciência sem Fronteiras. Os cortes na área de pesquisa do Brasil representam mais um golpe contra a educação pública brasileira. A PEC do Teto dos Gastos já gerou efeitos devastadores para a educação”, explica Danilo.

São José do Egito é mais um município a aderir ao projeto Telemedicina

O município de São José do Egito firmou contrato com a empresa Tech Mais Saúde para prestação dos serviços de Teleconsulta. No primeiro momento,  serão oferecidos os serviços de consultas de Neurologia, Neuropediatra,Endocrinologia, Reumatologia e Pneumologia, com a previsão de expansão para outras especialidades. Pelo que foi apurado, a prefeitura de São José do Egito […]

O município de São José do Egito firmou contrato com a empresa Tech Mais Saúde para prestação dos serviços de Teleconsulta.

No primeiro momento,  serão oferecidos os serviços de consultas de Neurologia, Neuropediatra,Endocrinologia, Reumatologia e Pneumologia, com a previsão de expansão para outras especialidades.

Pelo que foi apurado, a prefeitura de São José do Egito vai definir o local onde ocorrerão os atendimentos.

A iniciativa amplia a oferta de serviços especializados.  São José do Egito já conta com cobertura de atenção básica, as UBSs e o suporte com o Hospital Maria Rafael de Siqueira, que é gerido pelo município. O projeto de Telemedicina busca ampliar serviços em áreas sem cobertura da Upa 24 Horas, que já representou um avançoem resolutividade no município.

O modelo é integrado ao SUS. Como 93% dos médicos especialistas estão concentrados nas capitais do país, o projeto visa reduzir custos com TFD e logística. Também acaba com as famigeradas remarcações, muitas vezes só informadas ao paciente já no local da consulta.