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Nesta sexta-feira: Noite da Poesia Popular comemora 22 anos em Belo Jardim

Por Nill Júnior
Evento terá nomes como Zé Carlos do Pajeú, Sebastião Dias e Ivanildo Vilanova
Evento terá nomes como Zé Carlos do Pajeú, Sebastião Dias e Ivanildo Vilanova

Belo Jardim e o agreste pernambucano se rendem à cantoria e a beleza da 22ª edição da Noite da Poesia Popular, reunindo os melhores e maiores poetas cantadores do Brasil. O evento, que acontece nesta sexta e no sábado (16) chega em 2015 aos 22 anos de história e acontece mais uma vez no Pátio de Eventos Nivaldo Jatobá.

A poesia popular é um segmento esquecido pela grande mídia e, em Belo Jardim, sobrevive graças a determinação dos amantes da cantoria, dentre eles o suplente de vereador, secretário da Juventude e mestre da cultura popular, Valdemir Cintra.

Na programação, vão se apresentar, entre outros poetas e cantadores, Zé Carlos do Pajeú, Sebastião Dias, João Lourenço, Hipólito Moura, Ivanildo Vila Nova, Raimundo Caetano, Valdir Telles, Sebastião da Silva, Nogueira Neto e Antônio Marcos. A Noite da Poesia ainda contará com os declamadores Raudenio Lima e Espingarda do Cordel, além dos conquistas Bem te vi e Estrela da Poesia.

Além dos poetas e cantadores, o evento ainda contará com apresentações das bandas Vilões do Forró, Capim com Mel e Voadores do Forró. O evento conta com o patrocínio do Governo do Estado/Secretaria de Turismo, Empetur, Rádio Belo Jardim FM, Bradesco, AEB e a Prefeitura de Belo Jardim.

História – Na década de 90 o Bar Recanto dos Poetas (Margô) e Calladus Bar eram pontos de encontros da poesia em Belo Jardim, porém esbarrava na falta de apoio dos poderes constituídos. Nesse movimento de preservação cultural, o apologista Sebastião Gomes, realizou no período de 8 anos quatro encontros de repentistas, abandonando por falta de estrutura.

Manuel de Josinete, outro apologista dedicado a causa da poesia, também incentivou e realizou as cantorias chamada pé de parede. Sem nenhum grande evento do gênero, em 1998 o poeta Valdemir Cintra recebeu uma espécie de convocação dos amantes da poesia para prosseguir com o projeto que deixara um grande vácuo cultural no município. Mas foi somente em 2007, com apoio do ex-governador Eduardo Campos, que o evento passou a constar no calendário estadual de cultura e foi para a praça pública.

Outras Notícias

Afogados e Ibis ficam no 1×1

O Afogados Futebol Clube até abriu o placar, mas cedeu o empate ao Ibis pelo Pernambucano. Ao final, 1×1. Ouvintes da Rádio Pajeú,  que transmitiu o jogo, não gostaram nenhum pouco do empate. O Ibis dominou o segundo tempo. O gol do Afogados foi de Will, contra. O do Ibis, marcado por Vítor Leão logo […]

O Afogados Futebol Clube até abriu o placar, mas cedeu o empate ao Ibis pelo Pernambucano. Ao final, 1×1.

Ouvintes da Rádio Pajeú,  que transmitiu o jogo, não gostaram nenhum pouco do empate. O Ibis dominou o segundo tempo.

O gol do Afogados foi de Will, contra. O do Ibis, marcado por Vítor Leão logo no início do segundo tempo.

A Pajeu esteve direto do Arruda com Aldo Vidal, Marconi Pereira, Júnior Cavalcanti,  Nill Júnior,  Tito Barbosa,  Leandro Simões e Samuelson Humberto.

Pega o Sport: a Federação Pernambucana de Futebol alterou a tabela do Pernambucano.

No próximo final de semana, o Afogados vai à Ilha e enfrenta o Sport Recife às 17h.

A delegação do Afogados não ficou em Recife. Está voltando e vai sábado de volta à capital pernambucana. A Radio Pajeú transmite a partir das quatro da tarde.

FPM: 3ª parcela de março chega a R$ 5,6 bi

Os municípios brasileiros recebem, nesta segunda-feira (30), a terceira parcela de março do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Ao todo, as prefeituras vão partilhar R$ 5,6 bilhões. O valor é cerca de 1% menor do que o transferido no mesmo decêndio de 2025, quando o montante somou R$ 5,7 bilhões. Na avaliação do especialista […]

Os municípios brasileiros recebem, nesta segunda-feira (30), a terceira parcela de março do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Ao todo, as prefeituras vão partilhar R$ 5,6 bilhões.

O valor é cerca de 1% menor do que o transferido no mesmo decêndio de 2025, quando o montante somou R$ 5,7 bilhões.

Na avaliação do especialista em orçamento público, Cesar Lima, apesar de pequena, a queda acende um novo sinal de alerta, sobretudo diante da possibilidade de os municípios perderem receita devido às regras sobre a nova faixa de isenção do Imposto de Renda.

“Pode ser um efeito da isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil e da diminuição das alíquotas para quem ganha até R$ 7.350, um impacto já direto no FPM e nas contas municipais. Vamos continuar acompanhando e verificar se esse resultado se confirma nos próximos meses”, destaca.

Atualmente, o FPM é formado por 22,5% da arrecadação da União com o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Chuva de 149,5 mm atinge bairros e invade casas em Serra Talhada

Farol de Notícias Uma pancada de chuva que teve início por volta das 03h da madrugada desta sexta-feira (20) alagou ruas em vários bairros de Serra Talhada e a água invadiu algumas residências. A maioria dos pontos alagados são velhos conhecidos dos moradores, que lamentam a ausência de iniciativa da Prefeitura, para sanar alguns problemas. […]

Farol de Notícias

Uma pancada de chuva que teve início por volta das 03h da madrugada desta sexta-feira (20) alagou ruas em vários bairros de Serra Talhada e a água invadiu algumas residências. A maioria dos pontos alagados são velhos conhecidos dos moradores, que lamentam a ausência de iniciativa da Prefeitura, para sanar alguns problemas.

De acordo com o Instituto Agronômico de Pesquisa (IPA) choveu 149,5 mm na madrugada, mais do que os meses de junho, julho e agosto, juntos. Um dos pontos críticos fica localizado no final da Rua Agostinho Nunes Magalhães, no Centro, onde segundo os moradores, a tubulação não suporta um volume mínimo de água.

“Ficamos todos ilhados dentro de casa, e a maioria dos moradores é formada por idosos. A secretaria de Obras ficou de vir resolver o esgoto das ruas, uma solicitação que está lá há tempo, e não vieram. A gente pedindo que viessem resolver antes das chuvas”, disse a dona de casa Maria Aparecida de Oliveira Batista, conhecida por Cida de Dona Preta. Outro ponto crítico é no bairro AABB, nas imediações da Clínica São Francisco.

Na Rua Luiz Alves de Melo Lima, algumas residências foram invadidas pelas águas, e moradores passaram parte da madrugada de vigília. Bairros como Ipsep, Bom Jesus e Malhada também foram prejudicados. A Avenida Custódio Conrado, no Centro, o tráfego de veículos ficou prejudicado. A reportagem tentou conversar com o secretário de Obras, Cristiano Menezes, mas até o fechamento desta edição não teve retorno das ligações.

Dom Egídio e Pe. Josenildo recebem os títulos de cidadãos afogadenses

Do Afogados Online Na noite desta quarta (16) aconteceu no Cine São José a sessão solene de entrega dos títulos de cidadãos afogadenses ao bispo dom Egídio Bisol e ao padre Josenildo Nunes de Oliveira. Nove vereadores estiveram presentes na sessão que teve como presidente o vereador José Carlos que substituiu o presidente Franklin que […]

Fotos: Afogados Online
Fotos: Afogados Online

Do Afogados Online

Na noite desta quarta (16) aconteceu no Cine São José a sessão solene de entrega dos títulos de cidadãos afogadenses ao bispo dom Egídio Bisol e ao padre Josenildo Nunes de Oliveira. Nove vereadores estiveram presentes na sessão que teve como presidente o vereador José Carlos que substituiu o presidente Franklin que não pode estar presente. Faltaram os vereadores Renon de Ninô, José Edson e Vicente Zuza.

Além dos vereadores Augusto Martins e Antonieta Guimarães que propuseram os títulos de cidadãos, usaram da palavra o Vigário Geral da diocese, Monsenhor João Carlos Acioly Paz, o casal Jair Almeida e sua esposa Fátima, o secretário Alessandro Palmeira que esteve representando o prefeito e João Alves pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais.

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O padre Josenildo disse que não sabia ao certo, até hoje, quais os critérios necessários para conferir a uma pessoa o título de cidadão e que durante os últimos dias ficou se perguntando se era merecedor de recebê-lo e o que isso acrescentaria em sua vida. Ainda segundo o padre, ele acredita que um dos pré-requisitos seja morar durante vários anos em uma localidade e por isso agradece a Deus pelos 15 anos que reside no município. “Foi uma cidade que me acolheu com grande hospitalidade, a iniciar pelos cinco anos que estive na Rua Nova (São Francisco) e depois os dez que estou na paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios com quem tenho me realizado como pessoa e presbítero. Essa homenagem nos compromete a fazer mais do que já fizemos até hoje enquanto estiver por aqui”, disse o padre.

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Dom Egídio falou aos presentes e disse que aquele título recebido sentia mais do que como gesto de consideração a sua pessoa, mas também muito mais ao serviço episcopal que está exercendo e a diocese do Pajeú que está presidindo. “No meu entender esse título deixa transparecer a confiança recíproca, existente e a construir, que faz com que nos sentimos Câmara de Vereadores e Diocese, parceiros no compromisso a serviço do crescimento da cidade e do aprimoramento de suas estruturas de governo em função do bem comum. Tarefa árdua em tempos de forte individualismo e fragilidade ética onde interesses individuais ou de grupos tentam constantemente passar pra trás o bem comum e muitas vezes até conseguem, infelizmente”, disse dom Egídio.

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O bispo ainda disse que estava renovando naquele momento a sua disponibilidade e da diocese na colaboração fecunda, educação, defesa do meio ambiente, convivência com o semiárido, cultivo dos valores básico para uma convivência saudável e outras mais que já são frequentadas e que poderão ser espaços para novas colaborações. Para encerrar, o bispo que durante vários anos esteve residindo em São José do Egito, disse que pegou algum “vírus” devido a morar em uma terra que é cheia de poetas e encerrou dizendo: “É mais um nó apertado, em um cordão antigo e novo, que há muito tempo me prende ao Pajeú e a seu grande povo. Laço de zelo e ternura, cultivado com cuidado, força que une e milita o pastor e o rebanho amado”.