Notícias

Nely Sampaio nega que tenha deixado dívidas para a gestão de Djalma Nogueira

Por André Luis

Ex-vereadora foi presidente da Câmara de Vereadores de Tabira antes de Djalma

Por André Luis

A ex-vereadora e ex-presidente da Câmara de Vereadores de Tabira, Nely Sampaio negou em nota enviada ao blog que a sua gestão deixou dívidas para o seu sucessor na presidência da Câmara, Djalma Nogueira.

Djalma afirmou nesta segunda-feira (23), que quando assumiu fez o pagamento de dívidas referente a gestão anterior. “Quando assumimos, assumimos o ônus e o bônus”, destacou.

A ex-presidente negou. “Não deixamos direito trabalhista de nenhum servidor a ser pago em 2021. O que de fato aconteceu, foi que uma servidora que era da nossa gestão, foi convidada pelo então presidente a trabalhar na gestão dele, e logo após 60 dias foi demitida pelo mesmo. Desta forma, a servidora, requereu, de forma devida, o décimo terceiro e férias proporcionais ao tempo que trabalhou com o presidente Djalma, que era obrigação dele”, esclareceu Nely. Leia abaixo a íntegra da nota:

Caro Nill Júnior,

Mais uma vez uso do seu conceituado blog para esclarecer alguns pontos que foram falados, nesta segunda-feira (23), pelo ex-presidente da casa Eduardo Domingos de Lima, Exmo Sr. Djalma das Almofadas.

Insta ratificar, que na nossa gestão frente à mesa diretora daquela casa, não deixamos direito trabalhista de nenhum servidor a ser pago em 2021. 

O que de fato aconteceu, foi que uma servidora que era da nossa gestão, foi convidada pelo então presidente a trabalhar na gestão dele, e logo após 60 dias foi demitida pelo mesmo. Desta forma, a servidora, requereu, de forma devida, o décimo terceiro e férias proporcionais ao tempo que trabalhou com o presidente Djalma, que era obrigação dele. 

Por fim, agradeço sua atenção e ratifico o meu compromisso com a verdade, o zelo e o respeito pelo bem público.

Atenciosamente, 

Nelly Sampaio

Outras Notícias

TRF-2 decide soltar Cachoeira e empresários sem tornozeleiras

A desembargadora Nizete Lobato, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, decidiu neste domingo (10), que o dono da Construtora Delta Fernando Cavendish, o contraventor Carlinhos Cachoeira e outros dois presos na Operação Saqueador cumpram prisão domiciliar. Conforme informou a GloboNews, eles poderão deixar a cadeia ainda neste domingo sem tornozeleiras eletrônicas e serão monitorados […]

downloadA desembargadora Nizete Lobato, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, decidiu neste domingo (10), que o dono da Construtora Delta Fernando Cavendish, o contraventor Carlinhos Cachoeira e outros dois presos na Operação Saqueador cumpram prisão domiciliar. Conforme informou a GloboNews, eles poderão deixar a cadeia ainda neste domingo sem tornozeleiras eletrônicas e serão monitorados por agentes da Polícia Federal.

Os presos estão no presídio Pedrolino Werling de Oliveira, conhecido como Bangu 8, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do Rio. Eles deveriam, conforme decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), deixar a cadeia mediante uso de tornozeleiras.Como o estado está sem os equipamentos, o TRF-2 concordou que eles cumpram a prisão domiciliar mesmo sem o monitoramento eletrônico.

De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), até as 17h20 não havia sido apresentado nenhum alvará de soltura para os empresários. Eles são réus em ação penal e acusados de lavagem de R$ 370 milhões supostamente desviados de contratos de obras públicas realizadas pela construtora Delta.

O ministro Nefi Cordeiro, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), já havia determinado a soltura dos empresários. No entanto, ressalvou que as medidas cautelares deveriam ser determinadas pelo juiz do caso.

Adir Assad não será beneficiado pela decisão do STJ e vai continuar preso porque tem outro mandado de prisão expedido na Operação Pripyat, que investiga irregularidades na Eletronuclear.

Segundo a defesa de Carlinhos Cachoeira, que entrou com o habeas corpus, o pedido questionou a decisão do TRF2 de anular o aval para o contraventor deixar a cadeia e ficar em prisão domiciliar.

Fredson alcança 51,5% e lidera disputa para prefeito de São José de Egito, contra George Borja, que tem 40,5%

Nova pesquisa de intenções de votos, realizada com exclusividade para o blog do Júnior Campos pela Insight Global, mostra o empresário FredsonBrito, do Republicanos, consolidado na liderança da disputa pela prefeitura de São José do Egito, com 51,5%, contra 40,5% de seu adversário, George Borja (PSB), candidato do atual prefeito, abrindo uma margem de 11 […]

Nova pesquisa de intenções de votos, realizada com exclusividade para o blog do Júnior Campos pela Insight Global, mostra o empresário FredsonBrito, do Republicanos, consolidado na liderança da disputa pela prefeitura de São José do Egito, com 51,5%, contra 40,5% de seu adversário, George Borja (PSB), candidato do atual prefeito, abrindo uma margem de 11 pontos percentuais. Votos brancos e nulos somam 3%, e 5% dos eleitores ainda não souberam ou não quiseram responder.

No levantamento espontâneo, Fredsontambém lidera com 47,4% das intenções de voto, enquanto Dr. George Borja obtém 39,3%. Neste cenário, 2,2% dos eleitores declararam voto branco ou nulo, e 10,3% permanecem indecisos e 0,8% não quiseram responder.

A pesquisa também avaliou a rejeição dos candidatos, revelando que George Borja atinge 44,2% entre os que dizem que não votariam de jeito nenhum, enquanto FredsonBrito tem uma taxa de 35,8%. Outros 15,3% dos eleitores não souberam ou não quiseram opinar, 2,7% rejeitam todos os candidatos e 2% poderiam votar em todos.

O levantamento foi realizado entre os dias 26/09 a 01/10 de 2024, com uma amostra de 400 eleitores e margem de erro de 4,9. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número PE-08583/2024.

Campanha de Lula pede que TSE atue contra a violência política

Na petição, Coligação Brasil da Esperança afirma que episódios crescem no Brasil e são uma estratégia organizada, liderada por Bolsonaro e seus apoiadores A Coligação Brasil da Esperança, que tem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato, protocolou nesta terça-feira (13) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedido de providências sobre o crescente cenário […]

Na petição, Coligação Brasil da Esperança afirma que episódios crescem no Brasil e são uma estratégia organizada, liderada por Bolsonaro e seus apoiadores

A Coligação Brasil da Esperança, que tem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato, protocolou nesta terça-feira (13) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedido de providências sobre o crescente cenário de intolerância e violência política no Brasil.

A coligação pede a criação de um canal direto, no site do TSE, para denúncias de violência política, além de outras providências de prevenção para garantir a paz durante o período eleitoral.

O documento atribui os episódios crescentes de violência política no Brasil uma estratégia organizada, liderada por Jair Messias Bolsonaro e seus apoiadores, que busca acirrar a rivalidade na população por meio de três eixos:

1 – A gradativa construção de um ambiente de intolerância a partir de publicações, narrativas e falas contundentes de Bolsonaro associando petistas a facções criminosas, de modo a instaurar em sua base eleitoreira um sentimento de desumanização dos opositores políticos, a serem combatidos por aqueles que seriam “justiceiros e cidadãos de bem”. A petição traz um levantamento de massivas publicações da base bolsonarista citando os termos “CPF Cancelado”, “menos um eleitor do Lula [com vídeo de criminosos mortos, por reação das vítimas]” em analogia de que “todo eleitor de Lula é bandido e merece morrer”;

2 – A publicação de diversos decretos presidenciais que facilitaram o acesso a armas e munições, com o aumento de 473% de pessoas armadas no Brasil, a partir da regulação unilateral do Poder Executivo;

3 – A consumação da violência política, tendo como exemplos casos recentes de assassinatos e ameaças de pessoas ligadas ao PT e outros partidos de esquerda.

“A escalada de violência não é ao acaso, é fruto do modus operandi idealizado e aplicado por Jair Messias Bolsonaro através da construção do ideário de intolerância e polarização; do subsídio armamentista, armando a população; e da efetiva concretização da violência”, afirma a petição. O documento acrescenta que essa violência “constitui um verdadeiro ativo político do presidente da República, Jair Bolsonaro, e uma ameaça ao sistema eleitoral e consequentemente, à democracia”, de modo a tornar urgente a atuação da Corte Eleitoral.

Após 2 anos, Assange diz que vai deixar embaixada do Equador “em breve”

O fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, disse nesta segunda-feira (18) que deixará a Embaixada do Equador em Londres “em breve”. Ele não precisou quando sairia do prédio, no qual está refugiado desde junho de 2012. Tampouco confirmou notícias da imprensa britânica de que sairia por problemas de saúde. O ativista é procurado por crimes […]

jpeg

O fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, disse nesta segunda-feira (18) que deixará a Embaixada do Equador em Londres “em breve”.

Ele não precisou quando sairia do prédio, no qual está refugiado desde junho de 2012. Tampouco confirmou notícias da imprensa britânica de que sairia por problemas de saúde.

O ativista é procurado por crimes sexuais na Suécia, razão pela qual pesa contra ele um pedido de extradição para o país escandinavo.

O ministro do Exterior equatoriano, Ricardo Patino, afirmou que a oferta de “proteção” a Assange continuará válida. Desde 2012, o Equador lhe oferece asilo diplomático.

Dom Limacêdo preside Missa de Cinzas e lança Campanha da Fraternidade 2024

A tradicional Missa de Cinzas, com o lançamento da Campanha da Fraternidade 2024, será realizada nesta quarta-feira (14) na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira. A celebração, que marca o início da Quaresma – tempo litúrgico em preparação para a Páscoa -, será presidida pelo bispo diocesano, dom Limacêdo Antônio […]

A tradicional Missa de Cinzas, com o lançamento da Campanha da Fraternidade 2024, será realizada nesta quarta-feira (14) na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira.

A celebração, que marca o início da Quaresma – tempo litúrgico em preparação para a Páscoa -, será presidida pelo bispo diocesano, dom Limacêdo Antônio da Silva, a partir das 07h. Também haverá missas nas outras 23 paróquias da diocese.

O ano de 2024 marca os 60 anos de mobilização da Campanha da Fraternidade em todo o Brasil. O tema escolhido é “Fraternidade e amizade social” e o lema é “Vós sois todos irmãos e irmãs” (Mt 23,8).

Durante o tempo quaresmal, a Igreja pede conversão e penitência, com jejum, esmola e oração, em preparação para a Páscoa. Além disso, nesse período, não se diz “Aleluia”, nem se colocam flores na igreja. Não devem ser usados muitos instrumentos e não se canta o Hino de Louvor.

A Igreja Católica reforça que é um tempo de sacrifícios e mansidão, no qual se aprende sobre a misericórdia de Deus.

Algumas igrejas têm o costume de cobrir as imagens de Jesus e dos santos com um tecido roxo (cor litúrgica da Quaresma), descobrindo-as somente na Semana Santa – mais especificamente na vigília pascal celebrada no Sábado Santo. As informações são do Afogados On Line.