Notícias

Na Câmara dos Deputados, Sudene defende inclusão da Caatinga na Constituição Federal

Por André Luis

A inclusão da proteção da Caatinga, único bioma exclusivo do Brasil, na Constituição foi defendida pelo superintendente da Sudene, Danilo Cabral, em audiência pública realizada na Câmara dos Deputados, com a presença do ministro da Integração Nacional e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, nesta quarta-feira (10). 

“A Caatinga tem uma enorme potencialidade a partir da sua biodiversidade e que pode gerar muitas oportunidades para o país, em especial para sua população”, afirmou Danilo Cabral. A proteção do bioma está interligada a uma pauta fundamental, o Fundo da Caatinga, proposto pelos governadores do Nordeste. 

Para o superintendente, é preciso dar à Caatinga a mesma dimensão que é dada à questão da Amazônia. “Se a gente quiser viabilizar o bioma e garantir cidadania aos mais de 20 milhões de brasileiros que estão lá, a gente precisa garantir recursos para isso também. E o fundo é o caminho, inclusive para a proteção da biodiversidade existente no bioma”, frisou Danilo Cabral. Ele ressaltou a preocupação com o processo de desertificação que tem avançado na região.

Segundo ele, é preciso investir, por exemplo, em pesquisa e desenvolvimento. A Sudene tem desenvolvido ações voltadas para a proteção e para o aproveitamento das potencialidades da Caatinga. Uma delas é a Rede Impacta Bioeconomia, investimento em parceria com universidades para fomentar a bioeconomia aplicada à saúde, especialmente com a produção de medicamentos. 

Danilo Cabral, então, fez um apelo para que os parlamentares coloquem em votação a PEC 503/2010, que inclui a Caatinga entre os biomas considerados patrimônio nacional. O texto está pronto para ser apreciado em Plenário. “No próximo dia 28, celebramos o Dia Nacional da Caatinga e seria muito importante que o Congresso Nacional fizesse esse gesto simbólico”, acrescentou o superintendente. 

A Caatinga ocupa uma área de, aproximadamente, 862.818 km2, o equivalente a 10,1% do território nacional. Essa área se estende por 10 estados – Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Sergipe e o norte de Minas Gerais, estados que estão inseridos na área de atuação da Sudene. Portanto, é o principal bioma da região. 

É rico em biodiversidade, abrigando diversas espécies de mamíferos, de aves, de répteis, espécies de anfíbios, de peixes e abelhas. Cerca de 27 milhões de pessoas vivem na região, a maioria carente e dependente dos recursos do bioma para sobreviver.

Outras Notícias

Erickson Torres apoia Rubinho do São João

O atual Presidente e candidato a reeleição Rubinho do São João conta com mais um voto. Trata-se do vereador Erikson Torres (PSD) que declarou seu apoio na manhã desta 3ª feira (26). “A forma como Rubinho vem conduzindo a Câmara me faz dar um voto de confiança ao seu trabalho, não só pela condução das […]

O atual Presidente e candidato a reeleição Rubinho do São João conta com mais um voto.

Trata-se do vereador Erikson Torres (PSD) que declarou seu apoio na manhã desta 3ª feira (26).

“A forma como Rubinho vem conduzindo a Câmara me faz dar um voto de confiança ao seu trabalho, não só pela condução das sessões, mas no dia a dia, a forma como tem atuado junto aos parlamentares”, disse Erikson.

O parlamentar disse ver com bons olhos a forma como Rubinho vem conduzindo a casa. “Ele está trabalhando certo e não vejo motivo para não votar nele”, afirmou.

Afogados da Ingazeira inicia vacinação em idosos a partir de 85 anos

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira deu início nesta quarta-feira (27) a vacinação dos idosos a partir de 85 anos, público alvo dessa etapa da campanha.  O primeiro idoso a ser vacinado foi o senhor João Lopes da Silva, de 85 anos, na Unidade Básica de Saúde do São Braz.  A vacina é a do […]

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira deu início nesta quarta-feira (27) a vacinação dos idosos a partir de 85 anos, público alvo dessa etapa da campanha. 

O primeiro idoso a ser vacinado foi o senhor João Lopes da Silva, de 85 anos, na Unidade Básica de Saúde do São Braz. 

A vacina é a do laboratório AstraZeneca (Oxford), e tem a segunda dose prevista para daqui a três meses. Na UBS Borges, outra vacinada foi a senhora Maria Lopes, de 86 anos.

Ao todo, Afogados recebeu 360 doses da AstraZeneca. A vacinação ocorre nas UBS’s do município, inclusive na zona rural. 

“Estamos prontos para vacinar toda a nossa população a medida que as doses de vacinas forem chegando. Esse é um momento importante, pois estamos vacinando nossos idosos, público mais vulnerável e propenso a evoluir para quadros graves da doença. Vacinando estamos ajudando a preservar vidas,” destacou o Prefeito Alessandro Palmeira. 

No caso de idosos acamados ou que tenham dificuldade de locomoção, as equipes da saúde irão vacinar nas residências.

Opinião: Associação de Delegados de PE critica projeto que legaliza jogos de azar

A Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco (Adeppe) vem a público manifestar sua total oposição ao projeto que autoriza a exploração de jogos de azar no país, de autoria do Senador Ciro Nogueira. É bem verdade que toda proibição tende a gerar uma máfia. Foi assim nos Estados Unidos, com a implantação da lei […]

jogos-de-azar-500x308A Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco (Adeppe) vem a público manifestar sua total oposição ao projeto que autoriza a exploração de jogos de azar no país, de autoria do Senador Ciro Nogueira.

É bem verdade que toda proibição tende a gerar uma máfia. Foi assim nos Estados Unidos, com a implantação da lei seca no início do século passado e é assim no Brasil, com o tráfico de drogas, a pirataria, cigarro paraguaio e os caça níqueis. Mas será que a solução é mesmo descriminalizar? Em tempos de crise financeira e de completa ausência de criatividade econômica, fervilha no Senado a ideia insana de liberação dos jogos de azar, sob o viés quase único de se incrementar a arrecadação fiscal, com prospecções surreais que, na boca de alguns topetudos defensores da medida, já atingem a casa dos R$ 20 bilhões em pretensos impostos.

Ainda que esse valor pudesse ser efetivamente apurado com um mínimo de segurança, apostar nessa roleta russa seria dar ao crime organizado um salvo conduto, assinado e em branco. Sem a legalização dos jogos de azar, o Brasil já ocupa a 76ª posição no ranking de nações menos corruptas, segundo pesquisa realizada pela Transparency Internacional, ONG alemã que monitora a corrupção no mundo, dividindo a vergonhosa marca com países como Índia, Tunísia e Bósnia.

O esquema de desvio de recursos públicos revelado pela Polícia Federal através da “Operação Lava Jato” denuncia que o Brasil está muito distante de uma estrutura organizacional mínima que permita que empresas formais explorem jogos de azar, onde lucro e índice de acerto são dados completamente desconhecidos e manipuláveis e cujos clientes não têm, por óbvio, o hábito de exigir nota fiscal.

Prato cheio para quem tem uma atividade ilegal e precisa dar ao dinheiro sujo uma aparência de legalidade. Se as polícias civis e federal já não dão conta de combater com eficiência a lavagem de dinheiro decorrente das máfias existentes atualmente, o que dizer quando a dos jogos de azar estiver institucionalizada?

Organizações internacionais se instalarão no Brasil. O país se tornará a Disneylândia da corrupção, atraindo as mais variadas instituições criminosas, estimuladas pela facilidade em branquear seus recursos ilegais. Montantes outrora transportados em meias e cuecas poderão circular livremente após o devido pagamento dos tributos. Será um verdadeiro prêmio a quem obtém dinheiro sujo no país. E se não bastassem as graves consequências no âmbito penal, a descriminalização dos jogos de azar traria inevitavelmente outro problema não menos pernicioso: o vício. Jogadores se tornam compulsivos com extrema facilidade. Os idosos são os mais suscetíveis à jogatina. Solitários e com dinheiro certo de suas aposentadorias, os integrantes da boa idade vêem no cassino ou bingo uma das poucas distrações nesta fase da vida.

A compulsividade pelos jogos é semelhante a do álcool e das drogas, mas com um agravante, a tolerância social. O problema é tão grave que levou a USP a criar, dentro do Hospital das Clínicas, o ambulatório de jogo patológico. Sim, o jogo é uma doença, que está prestes a ser disseminada, a depender da aprovação do parlamento brasileiro. O processo de recuperação dos pacientes é análogo ao dos dependentes químicos. O tratamento é longo e custa alto ao poder público, por isso a descriminalização já preocupa os especialistas na área.

Mas no âmbito do Congresso, a saúde pública parece não ser um aspecto importante a ser considerado nos debates sobre a legalização dos jogos de azar. Até agora, nenhum especialista da área médica foi convidado para debater os problemas relacionados ao tema, estreitando-se a discussão a meros aspectos financeiros. A sociedade deve ficar alerta a mais esse arranjo nocivo, fantasiado de solução de crise. O elevado custo das consequências não justifica nem de longe os duvidosos benefícios.

Anchieta Santos homenageado em Iguaracy

Recebi de Daniela Simões, Tesoureira da Câmara de Iguaracy, ofício formalizando a denominação de “Cabine Anchieta Santos” à cabine de transmissão do estádio Capitão Dionizio, de Iguaracy. O projeto foi do vereador e presidente Chico Torres e sancionado pelo prefeito Zeinha Torres. Além da Rádio Pajeú, houve entrega de cópia da lei à esposa de Anchieta, Marineide Santos. Aos […]

Recebi de Daniela Simões, Tesoureira da Câmara de Iguaracy, ofício formalizando a denominação de “Cabine Anchieta Santos” à cabine de transmissão do estádio Capitão Dionizio, de Iguaracy.

O projeto foi do vereador e presidente Chico Torres e sancionado pelo prefeito Zeinha Torres.

Além da Rádio Pajeú, houve entrega de cópia da lei à esposa de Anchieta, Marineide Santos.

Aos vereadores, a Chico e ao gestor, nossa gratidão. A previsão é de inauguração da cabine juntamente com a nova iluminação do estádio. Estaremos lá se Deus quiser com a família do nosso querido Anchieta. Anchieta Santos vive em nós!

TCE recomenda rejeição da Gestão Fiscal de 2015 de Luciano Torres

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou nesta terça (14) a Prestação de Contas de governo da Prefeitura Municipal de Ingazeira, relativa ao exercício financeiro de 2015. Como interessados os ex-prefeito, Luciano Torres, Jarbas Pereira Torres (Contador) e Diego Henrique de Melo Torres Feitosa (Controle Interno). No julgamento, a Primeira Câmara […]

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou nesta terça (14) a Prestação de Contas de governo da Prefeitura Municipal de Ingazeira, relativa ao exercício financeiro de 2015.

Como interessados os ex-prefeito, Luciano Torres, Jarbas Pereira Torres (Contador) e Diego Henrique de Melo Torres Feitosa (Controle Interno).

No julgamento, a Primeira Câmara da Corte de Contas, à unanimidade, emitiu Parecer Prévio recomendando à Câmara Municipal de Ingazeira a rejeição das contas de Luciano Torres relativas ao exercício financeiro de 2015. As informações são do Afogados On Line.