Mudança no Simples beneficiará 2 mil microempresas pernambucanas
Por André Luis
Foto: Ana Luiza Souza/Divulgação
Foto: Ana Luiza Souza/Divulgação
A mudança no regime de substituição tributária, aprovada pelo Senado nesta quarta-feira (7), pode beneficiar cerca de 2 mil micro e pequenas empresas em Pernambuco, que empregam cerca de 14 mil trabalhadores. No Brasil, o número de empresas impactadas positivamente chega a 44 mil. O projeto aprovado, PLS 476/2017, aumenta o valor mínimo para que empresas sejam enquadradas no modelo de substituição tributária na cobrança do ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias), cobrado pelos estados. A proposta agora segue para aprovação na Câmara dos Deputados.
Hoje, as empresas que têm receita bruta acima de R$ 180 mil ao ano estão sujeitas esse tipo de tributação – quando o imposto é cobrado da empresa por toda a cadeia de produção daquele bem, antes mesmo que o produto seja fabricado. Pela proposta aprovada, passou a valer o limite de enquadramento do Simples Nacional, que é de R$ 4,8 milhões. Os principais segmentos de microempresas impactadas com a mudança são panificação, fabricação de telhas e cerâmicas, sorvetes, massas alimentícias, laticínios, produtos de carne, biscoitos, molhos e chocolates.
Na avaliação do senador Armando Monteiro (PTB-PE), relator do projeto, a proposta é fundamental para melhorar o ambiente de operação das micro e pequenas empresas. “Além da cobrança antecipada por toda a cadeia, o recolhimento é complexo e prejudica a competitividade dos pequenos em relação às demais empresas que operam na produção do mesmo bem”, afirmou.
Para Armando, o impacto será muito positivo. “Sabemos que o microempresário, o pequeno negócio, é um grande empregador. Se você penaliza o pequeno com muito imposto, muita burocracia, ele se inviabiliza e deixa de gerar emprego e renda. Esse projeto, portanto, visa não só preservar os empregos que temos hoje nas microempresas como melhorar o ambiente de negócios para que mais pequenos empreendedores possam abrir sua empresa, empregar e gerar renda”, avalia Armando.
O projeto surgiu no âmbito do Grupo de Trabalho de Reformas Microeconômicas, criado por iniciativa do presidente da CAE, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), e coordenado pelo senador Armando Monteiro. A missão do grupo era identificar os principais obstáculos vinculados ao chamado Custo Brasil e oferecer saídas para facilitar a atividade empreendedora e empresarial no país, a fim de estimular a geração de emprego e renda.
Heitor Scalambrini Costa* Virou palavrão falar em privatização, depois das promessas não cumpridas com a privatização da distribuidora de energia elétrica, a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), atual Neoenergia. Nem houve modicidade das tarifas, pelo contrário; nem ocorreu a melhoria da qualidade na prestação dos serviços e nem houve os investimentos milionários prometidos. Diante desta […]
Virou palavrão falar em privatização, depois das promessas não cumpridas com a privatização da distribuidora de energia elétrica, a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), atual Neoenergia. Nem houve modicidade das tarifas, pelo contrário; nem ocorreu a melhoria da qualidade na prestação dos serviços e nem houve os investimentos milionários prometidos.
Diante desta realidade, tentar convencer os pernambucanos de que não é privatização e sim concessão, como está sendo propalado para o caso da Companhia Pernambucana de Água, Esgoto e Saneamento (Compesa), de fato não irá convencer ninguém de que a parceria com a iniciativa privada vai melhorar os serviços e que isso não representará aumento na tarifa.
Os defensores do Estado mínimo, os privatistas defensores de seus negócios e interesses pessoais, os políticos oportunistas, fogem como o diabo foge da cruz, quando se fala da privatização da Compesa. Até seu presidente afirmou em entrevista à mídia “que a Compesa é imprivatizável”.
Todavia o que está decidido, desde o início do mandato da governadora Raquel Lyra (PSDB), é que a última grande joia da coroa do Estado seria privatizada, com o objetivo alegado de atender às diretrizes do Marco Legal do Saneamento Básico, cujas metas aponta para a universalização dos serviços de água e de coleta e processamento de esgoto até 2033. E sem dúvida para o governo fazer caixa com os recursos arrecadados com o leilão.
O estudo de como seria a participação dos investimentos privados na empresa foi encomendado junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no início de maio de 2023. Já o relatório final foi apresentado em meados de março de 2024, contemplando 3 propostas: a de concessão total, a de concessão parcial, e a de conceder ao capital privado somente os serviços de coleta e tratamento de esgoto. Se fala em concessão, que é uma maneira de privatização, já que a empresa ganhadora da licitação ficará 35 anos à frente dos negócios. E, dependendo do contrato assinado entre as partes, poderá até constar uma cláusula com renovação automática.
A decisão tomada pelo governo foi a privatização parcial, ou seja, a Compesa (empresa de economia mista, com o Estado o maior acionista) continuará atuando na captação e tratamento da água e a iniciativa privada ficará com a distribuição da água e a coleta e tratamento dos esgotos. Um dos aspectos de questionamento a este modelo é que ele tem pouca flexibilidade para mudar durante sua execução. Depois que começar é muito difícil parar, é pouco adaptável ao longo do tempo.
A situação no Estado sobre as condições de abastecimento de água e saneamento, segundo levantamento realizado pelo Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE), para o ano de 2022 (último ano disponível da série histórica), mostra que 87% dos pernambucanos tinham acesso à água tratada e apenas 34% tinham acesso à coleta de esgoto. Com um índice de perda na distribuição de água de cerca de 46%. No Brasil, as perdas de água tratada chegam a 39% em média, e 85% da população é abastecida com água potável. A proporção de domicílios com acesso à rede de coleta de esgoto chega a 63%.
No caso do abastecimento de água tratada os dados divulgados não refletem de fato a realidade presente na maioria dos municípios, que sofrem com o racionamento, com rodízio no fornecimento, com o desabastecimento mesmo com água disponível nos reservatórios, além dos efeitos da seca hidrológica, cuja tendência com as mudanças climáticas é de serem intensificados. Não será a privatização quem vai resolver estes problemas.
Segundo experiências em várias regiões do país e no mundo, que já passaram pela privatização, a situação é bem diferente dos argumentos de quem apoia a privatização: de que as contas de água ficarão mais baratas, que o serviço será prestado de forma mais eficiente e que as cidades atingirão rapidamente a universalização.
Grande parte do funcionamento desta iniciativa, inclusive de como será a remuneração da empresa privada, a tarifa paga pelo consumidor, será conhecida depois da contratação da empresa vencedora do certame. É (re)conhecido que os contratos de privatização costumam ser extremamente favoráveis, lenientes e permissíveis com as empresas privadas.
E a quem caberá a fiscalização da empresa privada em relação aos compromissos estipulados no contrato de privatização? Hoje, segundo o portal da Agência de Regulação de Pernambuco (ARPE), ela é quem atua em relação aos aspectos técnico-operacionais na fiscalização dos sistemas de abastecimento de água, de esgotamento sanitário, no controle da qualidade da água distribuída, no controle da eficiência do tratamento dos esgotos e que, ainda, monitora os indicadores técnicos operacionais. Também fiscaliza assuntos relacionados ao segmento comercial, referente aos serviços de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto.
O processo, encaminhado pela Secretaria de Recurso Hídricos e Saneamento (SRHS), entrou em sua fase final em relação às formalidades exigidas antes do leilão da empresa. O fato de não ser considerada legalmente uma privatização, com a transferência de ativos da empresa pública para a iniciativa privada, alienando os bens da empresa pelo governo Estadual, este processo de “concessão” desobriga a aprovação do negócio pela Assembleia Legislativa do Estado (ALEPE).
Todavia a Constituição Federal de 1988, exige a realização de audiências públicas. Em nome de uma pseudo transparência e de participação popular, um calendário com 5 audiências públicas foi definido pela SRHS nos municípios: Recife, Caruaru, Petrolina, Salgueiro e Serra Talhada.
As audiências públicas que deveriam ser um instrumento de participação popular, um espaço em que se expõe e debate, propiciando à sociedade o pleno exercício da cidadania, acaba sendo uma mera formalidade, uma palestra de tecnocratas, cujo conteúdo é de difícil apropriação dos poucos representantes da sociedade presentes.
Com a compreensão de relativizar as audiências públicas pois não têm o poder de vincular a decisão estatal, a finalidade das audiências públicas seria de trazer subsídios para dentro do processo decisório, fazendo parte da sua instrução e, assim, a capacidade de aproximar o político da sociedade.
O que de fato tem-se verificado nestas audiências esvaziadas, com escassa presença dos maiores interessados, os que serão impactados pela decisão política adotada, não foi um efetivo intercâmbio de informações com a Administração Pública, e sim um monólogo.
Se pode afirmar que a privatização (mesmo chamando de concessão de 35 anos) de serviços essenciais, como água e saneamento, não resolverá os problemas de acessibilidade e qualidade enfrentados pela população. O que se tem verificado é a tendência que esses serviços se tornem mais caros, e mais difíceis de serem acessados, principalmente pelas populações mais vulneráveis. Por uma simples razão, que está na essência do setor privado, o lucro, e assim maximizar o retorno aos seus acionistas. A empresa privada só irá investir se a região a ser atendida der lucro.
Água e saneamento básico é um direito, não uma mercadoria.
*Heitor Scalambrini Costa é Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco
Do DP A ex-senadora e ex-candidata a presidente da República Marina Silva (Rede) retomou as críticas à presidente Dilma Rousseff (PT) e afirmou, em entrevista à Rádio Gaúcha, que a adversária “não tem mais a liderança política no País nem maioria no Congresso”. Marina disse que Dilma e o vice-presidente Michel Temer (PMDB) são os […]
Marina disse que Dilma e Temer são os responsáveis pelos desmandos geradores, na avaliação dela, da crise brasileira
Do DP
A ex-senadora e ex-candidata a presidente da República Marina Silva (Rede) retomou as críticas à presidente Dilma Rousseff (PT) e afirmou, em entrevista à Rádio Gaúcha, que a adversária “não tem mais a liderança política no País nem maioria no Congresso”.
Marina disse que Dilma e o vice-presidente Michel Temer (PMDB) são os responsáveis pelos desmandos geradores, na avaliação dela da crise brasileira e defendeu o processo de cassação da chapa vitoriosa das eleições de 2014 como forma de afastá-los do cargo.
“No meu entendimento, o melhor caminho para o Brasil é o processo que está no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), porque teria a cassação da chapa com a comprovação de que o dinheiro da corrupção foi usado para a campanha do vice e da presidente”, afirmou Marina.
Como já tinha feito, a ex-senadora procurou não defender o processo de impeachment que tramita na Câmara dos Deputados, mas discordou da tese do governo de que o procedimento aberto pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é golpe. “Impeachment não é golpe. Está previsto na Constituição, foi feito contra (o ex-presidente da República e atual senador, Fernando) Collor, foi pedido pelo PT várias vezes e eles achavam que não era golpe”, afirmou. Marina disse que a Dilma “não disse a verdade” durante a campanha a presidente em 2014 sobre a economia brasileira, o que apenas agravou a situação do País no ano passado, o primeiro do segundo mandato dela.
“Se (Dilma) tivesse trabalhado com a verdade, assumiria que corríamos grave risco em relação aos inúmeros problemas que tivemos desde 2008. É engraçado porque (enquanto) países do mundo correram atrás para resolver a crise, disseram que era apenas uma marolinha e chegaram a dar lição de moral até para a Alemanha”, afirmou a ex-senadora, em uma crítica também ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Uma das favoritas à eleição presidencial em 2018, segundo as mais recentes pesquisas de intenção, Marina disse que ainda não tem clareza se será novamente candidata. No entanto, ela voltou a criticar os ataques sofridos por ela durante o pleito de 2014, principalmente pelo PT, seu ex-partido político, e pela presidente Dilma.
“Diziam que, se eu ganhasse, o governo não teria maioria no Congresso e hoje a presidente não tem maioria. Diziam que, se eu ganhasse, eu iria tirar alimentos das pessoas pobres e isso ocorre com a inflação que atinge a mesa dos brasileiros. Diziam que, se eu ganhasse, iria acabar com Pronatec e Prouni e isso o atual governo está fazendo. As pessoas projetam em você o que vão fazer”, concluiu.
Por Anchieta Santos Na cidade da Ingazeira o ano letivo na rede Municipal começa no dia 11 de fevereiro. A informação foi passada pela Secretária Mércia Rodrigues durante entrevista ao programa institucional da Prefeitura transmitido pela Rádio Pajeú 104,9 FM. Amanhã terça-feira (6) já acontece no Centro de Atividades o chamado encontro de Formação promovido […]
Na cidade da Ingazeira o ano letivo na rede Municipal começa no dia 11 de fevereiro. A informação foi passada pela Secretária Mércia Rodrigues durante entrevista ao programa institucional da Prefeitura transmitido pela Rádio Pajeú 104,9 FM.
Amanhã terça-feira (6) já acontece no Centro de Atividades o chamado encontro de Formação promovido pela Secretaria de Educação com participação de 70 professores. O Governo Lino Morais aproveitou o recesso escolar para efetuar manutenção nos ônibus do transporte escolar, carteiras e nas nove escolas da municipalidade.
O Governo Ingazeirense conquistou junto ao PAR 620 carteiras escolares para as escolas Argemiro Veras e Santa Rosa e mais 155 para as escolas da zona rural. Com isso todo mobiliário das escolas de ingazeira será modificado ainda no primeiro semestre, garantiu a Secretária. Mércia também deu uma ótima noticia para os estudantes de Ingazeira. Está em fase de licitação a aquisição do novo fardamento escolar para os alunos do município. Será o segundo fardamento para os estudantes na gestão Lino Morais.
O prefeito conquistou mais dois ônibus junto ao FNDE e um deles já deverá ser entregue nos próximos dias. A Secretária Mércia Rodrigues alertou pais e responsáveis que as matriculas seguem abertas no município de Ingazeira.
No PT de Pernambuco, continua a disputa interna entre a candidatura própria e a aliança com o PSB. Militantes que defendem a primeira alternativa estiveram reunidos em Goiana. A plenária do partido agregou representantes de movimentos sociais e militantes petistas que defendem o projeto de candidatura própria do partido. Tereza Leitão, que mais cedo havia […]
No PT de Pernambuco, continua a disputa interna entre a candidatura própria e a aliança com o PSB. Militantes que defendem a primeira alternativa estiveram reunidos em Goiana.
A plenária do partido agregou representantes de movimentos sociais e militantes petistas que defendem o projeto de candidatura própria do partido.
Tereza Leitão, que mais cedo havia feito críticas ao governo Paulo Câmara na ALEPE, foi enfática na defesa de Marília Arraes como nome da legenda. “Candidatura própria do partido pra ganhar é com Marília Arraes”, defendeu.
No próximo sábado, o Diretório Municipal do PT em Surubim será o próximo a realizar um ato de apoio à pré-candidatura da vereadora do Recife.
A atividade está sendo coordenada pela presidente do partido na cidade, a vereadora Ivete Ramos (Ivete do Sindicato) e reunirá militantes e filiados de todo o Agreste Setentrional na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Surubim, a partir das 8h.
O primeiro grande ato público, que marcou o lançamento da pré-candidatura, aconteceu em Serra Talhada, em 27 de janeiro.
Foi um sucesso a primeira Reunião Setorial do ano, em Arcoverde, no Portal do Sertão. O encontro, nesta quinta, dia 30, aconteceu no Teatro Geraldo Barros, do SESC Arcoverde, e reuniu gestores, comunicadores e nomes do rádio e da TV de todo o estado. O espaço ficou tomado de gestores, radiodifusores, jornalistas e comunicadores. A […]
Foi um sucesso a primeira Reunião Setorial do ano, em Arcoverde, no Portal do Sertão.
O encontro, nesta quinta, dia 30, aconteceu no Teatro Geraldo Barros, do SESC Arcoverde, e reuniu gestores, comunicadores e nomes do rádio e da TV de todo o estado. O espaço ficou tomado de gestores, radiodifusores, jornalistas e comunicadores.
A programação foi aberta com uma bela homenagem ao querido Hélio Urquisa, radiodifusor e ex-diretor ASSERPE, que nos deixou no mês de fevereiro.
O vice-presidente de rádio, Cleo Niceas, entregou uma placa com homenagem póstuma à filha de Hélio, Izabel Urquiza. Ela destacou a paixão do pai pela radiodifusão e Rádio Papacaça, além de sua vocação para a política e seu amor pela família. Cleo lembrou o convivido com Urquiza e de suas referências à família e seu amor pelo rádio.
Em seguida, o Diretor Geral da ABERT, Cristiano Lobato, falou sobre os desafios de 2023, as pautas da radiodifusão, novos governos, relação com MiniCom e ANATEL. Ainda deu dados sobre o excelente momento do rádio e da TV no Brasil, com dados da pesquisa Kantar Ibope, provando que os veículos seguem com excepcional protagonismo na sociedade brasileira.
Para a TV, o lançamento da TV 3.0 e a conclusão do processo de digitalização merecem destaque. No rádio, a desburocratização para conclusão do processo de migração do rádio AM e avanço no projeto do chip FM, para que aparelhos recebam o sinal sem necessidade de compra de planos de dados.
Em seguida, o Painel “Rádio do Futuro: quais os desafios pars o rádio e seu papel na integração com as redes sociais?”
Participaram Mário Neto, jornalista, âncora por anos da CBN Recife e hoje na TV Nova, Mário Flávio – Jornalista e Diretor da Rádio Cidade FM de Caruaru, uma das primeiras e lançar projeto de multiplataformas no interior do estado, com a mediação de Ana Amélia Lemos (TV e Rádio Grande Rio).
Em resumo, a certeza de que o rádio tem inúmeras possibilidades de crescimento, reinvenção e interlocução com as redes sociais. O trio respondeu a perguntas de vários radiodifusores, jornalistas e comunicadores.
O evento também foi marcado por reencontros maravilhosos. Revi amigos de 25 anos, conheci aqueles que só via nas redes, dialoguei com prefixos sertanejos, do Agreste e Região Metropolitana. Todos saímos melhores do dia de hoje.
Além da equipe de ASSERPE, SERTEPE e Escritório de Mídia, registre-se o time sertanejo que cuida de todos os bastidores do encontro, com André Luiz (TI e produção), Juliana Lima (apresentadora do evento), Pepeu Acioly (redes sociais) e Wellington Júnior (fotógrafo).
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