Morre o ex-vereador, advogado, blogueiro e ambientalista Alvinho Patriota
Por Nill Júnior
O ex-vereador de Salgueiro, ambientalista, blogueiro e advogado Alvinho Patriota morreu, conforme comunicado divulgado nesta segunda-feira (15) pelo irmão, Gonzaga Patriota.
Em uma nota de pesar publicada nas redes sociais, Gonzaga comunicou o falecimento e manifestou solidariedade aos familiares e amigos. “Com profundo pesar, comunicamos a notícia do falecimento de Alvinho Patriota”, diz a mensagem. Alvinho estava a alguns dias em tratamento de saúde no Recife. Era irmão também de Paizinha Patriota, da Salgueiro FM.
A nota também destaca as lembranças deixadas por Alvinho e afirma que sua trajetória permanecerá na memória daqueles que tiveram a oportunidade de conhecê-lo.
Alvinho Patriota teve atuação política em Salgueiro e exerceu mandato de vereador pelo Partido Verde (PV). Registros históricos também confirmam o vínculo familiar com Gonzaga Patriota.
Informações sobre a causa da morte, velório e sepultamento não foram divulgadas na publicação que comunicou o falecimento.
Por Anthony Santana – Blog da Folha O presidente da Federação União Progressista (UP) de Pernambuco, deputado federal Eduardo da Fonte (PP), participou pela primeira vez de agenda com a governadora Raquel Lyra (PSD), após a gestora definir que terá o presidente do União Brasil (UB) e ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, e o deputado […]
O presidente da Federação União Progressista (UP) de Pernambuco, deputado federal Eduardo da Fonte (PP), participou pela primeira vez de agenda com a governadora Raquel Lyra (PSD), após a gestora definir que terá o presidente do União Brasil (UB) e ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, e o deputado federal Túlio Gadêlha (PSD) como candidatos ao Senado na chapa.
Na missa de encerramento da 330ª Festa de Nossa Senhora do Carmo, padroeira do Recife, realizada nesta quinta-feira (16), o parlamentar afirmou que não foi informado sobre a escolha da gestora. Ele reforçou que o grupo político indicou o nome dele como pré-candidato e que não vê empecilho para ser candidato ao senado na chapa de Raquel Lyra.
“O que nós temos é uma reunião da executiva que já deliberou que a candidatura do deputado Eduardo da Fonte é a oficial da Federação União Progressista. A gente tem buscado percorrer o estado de Pernambuco e mostrar as entregas com um grande time político que se soma à governadora para defender mais entregas, mostrar o que já entregamos e o que ainda vamos entregar”, disse Da Fonte.
Questionado se existe a chance de ser lançada uma candidatura avulsa, caso não tenha espaço na chapa da governadora, o líder progressista afirmou que não trabalha com o cenário de não participar da chapa e lembrou o apoio que o grupo político deu á governadora durante o mandato.
“Eu não acredito em nenhum obstáculo. A gente vê com muita tranquilidade, olhando o tamanho da nossa federação, que sempre esteve ao lado da governadora, nossos deputados na Assembleia Legislativa há três anos e meio que defendem o governo Raquel Lyra, que participam, junto com todos nós que fazemos parte desse governo e vamos continuar fazendo ao longo dos próximos anos, mostrando as transformações que Pernambuco tem realizado”, enfatizou.
Eduardo da Fonte ainda negou que tenha mantido negociação com o pré-candidato da oposição ao governo estadual, o ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), sobre composição de chapa para o Senado e classificou como uma “invenção”.
“Totalmente descartada. Isso foi uma invenção da política para tumultuar o processo. Conseguimos passar a janela partidária com a maior federação do Brasil e de Pernambuco, com a maior bancada na Assembleia, com a maior bancada na Câmara Federal e vamos sair das urnas com o maior time de deputados estaduais e deputados federais eleitos e com um senador da República para defender os direitos do povo pernambucano”, cravou.
O dia 4 de junho está reservado para o I Encontro de Forró Raiz do Pajeú. O evento abre a programação festiva de junho em Afogados da Ingazeira e tem a organização de Luciano Pires e Thiago Santana. Será às 21 horas na AABB. As atrações foram escolhidas a dedo: As Severinas, trio formado por […]
O dia 4 de junho está reservado para o I Encontro de Forró Raiz do Pajeú. O evento abre a programação festiva de junho em Afogados da Ingazeira e tem a organização de Luciano Pires e Thiago Santana. Será às 21 horas na AABB.
As atrações foram escolhidas a dedo: As Severinas, trio formado por Isabelly Moreira, a Belinah (triângulo, vocais e declamações), Monique D’Angelo (vocal e sanfona) e Marília Correia (zabumba), que valoriza o pé de serra, forró, cantoria de viola, xote, xaxado, baião.
Os shows do trio também são marcados por declamações de poetas populares, com versos autorais e de Rafaelzinha, Simone Passos, Mocinha de Passira, João Paraibano e tantos outros.
Recentemente completaram dez anos e lançaram o documentário “As Severinas – 10 anos”, com o incentivo da Lei Aldir Blanc, do Governo de Pernambuco e conta com o apoio da Fundação Cultural Cabras de Lampião.
Genailson do Acordeon, um dos artistas mais respeitados do Pajeú, com décadas a serviço do bom forró e o Forró D3, comandado pelo multiartista Fernando Marques, também Secretário de Cultura de Tuparetama.
As mesas estão na rapa do tacho. Para quem quiser garantir uma das últimas, os telefones para contato são (87) 9-9951-1500 ou 9-9925-3999.
Uma explosão foi registrada na manhã de ontem, domingo (11), no muro do Presídio Advogado Brito Alves (Paba), em Arcoverde. No momento da explosão acontecia a visita de familiares aos presos. A Polícia Militar e os Agentes Penitenciários conseguiram evitar uma possível fuga. Segundo os policiais, o buraco causado pelos explosivos foi de pequeno porte […]
Uma explosão foi registrada na manhã de ontem, domingo (11), no muro do Presídio Advogado Brito Alves (Paba), em Arcoverde. No momento da explosão acontecia a visita de familiares aos presos.
A Polícia Militar e os Agentes Penitenciários conseguiram evitar uma possível fuga. Segundo os policiais, o buraco causado pelos explosivos foi de pequeno porte dando para passar uma pessoa de cada vez.
A polícia agora está investigando quem poderia ter colocado o material no muro e a mando de quem. A suspeita é de que o(s) presos que provocaram a explosão pertencem ao bloco C. A situação foi controlada rapidamente. O presidio tem hoje 995 presos e a capacidade é para 427 vagas.
O ex-prefeito Totonho Valadares foi submetido a um cateterismo na tarde desta sexta-feira (31) no Hospital São José, em Recife. Cateterização é a introdução de um cateter em um vaso sanguíneo ou em um canal natural, com finalidade diagnóstica ou terapêutica. Totonho teve a indicação do procedimento para checar a situação das artérias e do […]
O ex-prefeito Totonho Valadares foi submetido a um cateterismo na tarde desta sexta-feira (31) no Hospital São José, em Recife.
Cateterização é a introdução de um cateter em um vaso sanguíneo ou em um canal natural, com finalidade diagnóstica ou terapêutica.
Totonho teve a indicação do procedimento para checar a situação das artérias e do coração. Há alguns dias ele passou mal e chegou a ser levado para o Hospital Regional Emília Câmara. Após o episódio vem passando por uma bateria de exames.
Há anos, Valadares foi submetido ao implante de pontes de safena e mamária. Também já teve um episódio de infarto.
As informações colhidas pelo Blog PE Notícias dão conta de que o procedimento transcorreu dentro da normalidade, o ex-prefeito está bem, em repouso e recebeu alta ainda na noite de ontem.
Segundo previsão de Valadares, na próxima terça-feira ele já estará em Afogados da Ingazeira. Segundo um médico escutado pelo blog, o repouso é essencial para cicatrização do local puncionado.
Será liberada uma dieta leve para o paciente, conforme liberação do médico que o atendeu.
Ainda de acordo com o médico, o paciente não deve dirigir ou fazer esforços pesados nos três primeiros dias após o procedimento e terá que manter repouso leve.
Também em casa, deverá procurar ingerir uma quantidade maior de liquido, salvo contraindicações, e uma dieta leve no primeiro dia.
Pequenos hematomas (manchas roxas) no local são comuns e sumirão naturalmente em alguns dias, disse o médico .
Por decisão unânime, 1ª Turma do STF considerou que a denúncia da PGR cumpriu os requisitos legais para tornar nove militares e um policial federal réus. Acusações contra outros dois militares foram rejeitadas Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou nesta terça-feira (20) a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) na […]
Por decisão unânime, 1ª Turma do STF considerou que a denúncia da PGR cumpriu os requisitos legais para tornar nove militares e um policial federal réus. Acusações contra outros dois militares foram rejeitadas
Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou nesta terça-feira (20) a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) na Petição (Pet) 12100 contra dez integrantes do chamado Núcleo 3 por tentativa de golpe de Estado e rejeitou as acusações contra outros dois. Com a aceitação da denúncia, os dez passam à condição de réus pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, envolvimento em organização criminosa armada, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.
Entre os réus estão três coronéis do Exército (Bernardo Romão Correa Netto, Fabrício Moreira de Bastos e Márcio Nunes de Resende Jr.) e cinco tenentes-coronéis (Hélio Ferreira Lima, Rafael Martins de Oliveira, Rodrigo Bezerra de Azevedo, Ronald Ferreira de Araújo Jr. e Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros). Também fazem parte do grupo o general da reserva Estevam Theophilo Gaspar de Oliveira e o agente da Polícia Federal Wladimir Matos Soares.
Nessa fase processual, o colegiado examinou apenas se a denúncia atendeu aos requisitos legais mínimos exigidos pelo Código de Processo Penal (CPP) para a abertura de uma ação penal. A conclusão foi de que a PGR demonstrou adequadamente que os fatos investigados contra esses dez acusados configuram crimes (materialidade) e que há indícios de que eles participaram de sua autoria. Em relação aos dois outros, para o colegiado, esses requisitos não foram atendidos.
Indícios
Para o relator, ministro Alexandre de Moraes, as acusações contra os dez membros do Núcleo 3 apontam a mobilização de militares de alta patente contra o sistema eleitoral e ações que ajudaram a criar um ambiente político e institucional propício à tentativa de golpe — incluindo um plano para assassinar autoridades que pudessem se opor ao plano.
“Nenhum dos crimes imputados aos denunciados desse grupo, no entanto, é na forma tentada”, afirmou o relator. “Se a execução foi iniciada, mas o golpe de Estado não se consumou, o crime está consumado, porque se o golpe tivesse sido consumado, o crime sequer estaria sendo investigado”.
Em seu voto, o ministro Flávio Dino defendeu que o julgamento do caso no STF sirva para prevenir condutas futuras que levem militares a agir como tutores da nação ou sob uma lógica de que partes da população são vistas como inimigas.
Autoria
Sobre Estevam Theophilo Gaspar de Oliveira, o relator destacou que, segundo a acusação, o general da reserva tinha conhecimento da tentativa de ruptura democrática. A investigação identificou elementos que indicam uma reunião entre Theophilo e Jair Bolsonaro para tratar do assunto depois que o então comandante do Exército, general Freire Gomes, se recusou a apoiar o golpe. Theophilo chefiava o Comando de Operações Terrestres (Coter), responsável pelo uso e pela coordenação das tropas.
O ministro Alexandre também destacou trocas de mensagens entre Fabrício Moreira de Barros, Bernardo Correia Netto e Ronald Pereira de Araújo Jr. Segundo a denúncia, os chamados “kids pretos” (militares especialistas em operações especiais) articulavam estratégias para pressionar o Exército a viabilizar o golpe após a derrota de Bolsonaro nas eleições de 2022 — incluindo a redação de uma carta dirigida ao Comando-Geral. O ministro rejeitou o argumento de que subordinados não podem influenciar superiores hierárquicos. “Se isso fosse verdade, não existiria o crime de motim”, afirmou.
Sobre Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros, o relator afirmou que a investigação identificou diversas mensagens envolvendo um plano golpista. Em conversas com o tenente-coronel Mauro Cid, ele trata de supostas fraudes nas urnas eletrônicas e discute possíveis “ações ilícitas”. Em diálogos com outros militares, demonstra expectativa pela assinatura de decretos de ruptura institucional. Em 4 de janeiro de 2023, segundo as mensagens, Medeiros chegou a perguntar a Cid se ainda haveria “algo para acontecer”.
O relator destacou que Hélio Ferreira Lima tentou, de forma insistente, desacreditar o sistema eleitoral, mesmo sem nenhuma prova de fraude — inclusive entre seus próprios aliados. Em suas palavras, o grupo não podia “jogar a toalha”. Ferreira Lima também mantinha uma planilha com etapas detalhadas para “restabelecer a lei e a ordem”, rejeitava qualquer governo ligado à esquerda e defendia um plano para garantir “segurança jurídica e estabilidade institucional”.
Ainda segundo a denúncia, Ferreira Lima e Rafael Martins de Oliveira participaram de uma reunião com os “kids pretos” e, a partir daí, passaram a monitorar o ministro Alexandre de Moraes. Essa ação faria parte do plano “Punhal Verde-Amarelo”, que previa o assassinato de autoridades em Brasília.
A investigação identificou conexões do celular de Oliveira com torres próximas ao STF e à residência do ministro. Ele também teria comprado os aparelhos usados na operação. Mensagens obtidas ainda mostraram que ele usaria uma nota técnica do Ministério da Defesa sobre urnas para influenciar manifestantes na capital.
Oliveira e Bezerra foram apontados como participantes da operação que mataria autoridades, mas acabou abortada após ter sido deflagrada. Já Wladimir Soares, que integrava a equipe de segurança do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, repassou ao grupo informações sensíveis sobre a proteção do presidente.
Denúncia rejeitada
A denúncia da PGR contra o coronel da reserva Cleverson Ney Magalhães e o general Nilton Diniz Rodrigues foi rejeitada. Segundo o ministro Alexandre, a acusação apenas citava seus nomes, sem atribuir condutas específicas ou apresentar provas de participação em reuniões golpistas. Magalhães era assistente do general Estevam Theophilo, e Rodrigues, assessor do então comandante do Exército, general Freire Gomes.
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