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Morre jovem baleado por PMs no protesto de Itambé

Por Nill Júnior

O jovem Edvaldo da Silva Alves, de 19 anos, baleado por um policial militar durante um protesto no município de Itambé, na Zona da Mata de Pernambuco, morreu na madrugada desta terça-feira (11). Ele estava internado no  Hospital Miguel Arraes (HMA), em Paulista. A família ainda não definiu o horário e local do enterro.

Edvaldo foi baleado por um PM durante um protesto mobilizado pela população na PE-75 para chamar atenção para a falta de segurança no município, no último dia 17 de março. O jovem foi baleado na virilha e arrastado para a viatura da Polícia Militar.

Pessoas que participavam do ato filmaram tudo. Os policiais envolvidos na ocorrência foram afastados das ruas, estão em atividades burocráticas. Um inquérito administrativo foi aberto na Corregedoria-Geral da Secretaria de Defesa Social.

O advogado da família do jovem, Ronaldo Jordão, chegou a denunciar, durante reunião extraordinária convocada pela Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), a insegurança no município e na região.

Em nota, o  Governo do Estado de Pernambuco lamentou profundamente o falecimento de Edvaldo da Silva Alves. O Governo reafirma o seu firme compromisso de desautorizar e impedir qualquer abuso de força por parte das polícias do Estado.

“Toda ocorrência será tratada com a firmeza e responsabilidade necessárias. A apuração do ocorrido está em andamento, estando os policiais envolvidos no caso sendo devidamente investigados. Por meio da Secretaria de Saúde do Estado, foi prestada toda assistência médica qualificada a Edvaldo desde o momento do seu atendimento”.

O Governo do Estado se solidarizou com os familiares e os amigos de Edvaldo e afirmou que  fará o que estiver ao seu alcance para que todo o episódio seja esclarecido e que a Justiça seja feita.

Outras Notícias

Ouro Velho: Augusto Valadares tem aprovação de 96,1%, diz Opinião

Por André Luis A gestão do prefeito de Ouro Velho, cidade do Cariri paraibano, Augusto Valadares, tem 96,1% de aprovação da população do município. É o que diz a pesquisa do Instituto Opinião. Ainda segundo a pesquisa, 1,3% desaprovam a gestão e 2,6% não sabem, ou não responderam. A pesquisa também mostra que o prefeito […]

Por André Luis

A gestão do prefeito de Ouro Velho, cidade do Cariri paraibano, Augusto Valadares, tem 96,1% de aprovação da população do município. É o que diz a pesquisa do Instituto Opinião.

Ainda segundo a pesquisa, 1,3% desaprovam a gestão e 2,6% não sabem, ou não responderam.

A pesquisa também mostra que o prefeito é bem avaliado, na zona urbana com 96,4% e 95,2% pela população da zona rural.

Entre a população feminina, Augusto tem a gestão aprovada por 96,7% e 95,4% pela população masculina.

Já por faixa etária a aprovação do prefeito é de 96,3% entre 16 e 24 anos; 97,9%, entre 25 e 34 anos; 97,9%, entre 35 e 44 anos; 93,6%, entre 45 e 59 anos; e 95,7% das pessoas com 60 anos acima.

Quando o recorte é pelo grau de instrução, a gestão Augusto Valadares é bem avaliada entre pessoas com até o nono, 97,6%. Entre as pessoas com ensino médio completo, a aprovação chega a 95,2% e entre os que possuem ensino superior, 91,4%.

Com relação a renda familiar, a gestão do prefeito Augusto Valadares tem 96,7% de aprovação entre as pessoas que recebem até dois salários mínimos e por 93,6% das pessoas que recebem acima de dois salários.

A pesquisa ainda apontou que os candidatos a deputado estadual, federal e ao Senado apoiados por Augusto tem em média 70% de intenção de votos.

A pesquisa ouviu 230 pessoas no dia 4 de setembro, com eleitores de 16 anos ou mais. O intervalo de confiança estimado é de 90% e a margem de erro é de 5,4 pontos.

Lula tem 34%, Bolsonaro, 17% e Marina, 9%, aponta Datafolha

Uma pesquisa do Instituto Datafolha foi divulgada neste sábado (2) pelo jornal “Folha de S.Paulo” com índices de intenção de voto para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018. Veja os resultados dos nove cenários pesquisados: Cenário 1 (com Marina, Joaquim Barbosa, Temer e Meirelles): Lula (PT): 34% Jair Bolsonaro (PSC): 17% Marina Silva […]

Uma pesquisa do Instituto Datafolha foi divulgada neste sábado (2) pelo jornal “Folha de S.Paulo” com índices de intenção de voto para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018. Veja os resultados dos nove cenários pesquisados:

Cenário 1 (com Marina, Joaquim Barbosa, Temer e Meirelles):

  • Lula (PT): 34%
  • Jair Bolsonaro (PSC): 17%
  • Marina Silva (Rede): 9%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 6%
  • Ciro Gomes (PDT): 6%
  • Joaquim Barbosa (sem partido): 5%
  • Alvaro Dias (Podemos): 3%
  • Manuela D´Ávila (PCdoB): 1%
  • Michel Temer (PMDB): 1%
  • Henrique Meirelles (PSD): 1%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum: 12%
  • Não sabe: 2%

Cenário 2 (com Joaquim Barbosa):

  • Lula (PT): 37%
  • Jair Bolsonaro (PSC): 18%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
  • Ciro Gomes (PDT): 7%
  • Joaquim Barbosa (sem partido): 6%
  • Alvaro Dias (Podemos): 4%
  • Manuela D’Ávila (PCdoB): 1%
  • Guilherme Boulos (sem partido): 1%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum: 14%
  • Não sabe: 3%

Cenário 3 (com Meirelles):

  • Lula (PT): 37%
  • Jair Bolsonaro (PSC): 19%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 9%
  • Ciro Gomes (PDT): 7%
  • Alvaro Dias (Podemos): 4%
  • Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%
  • Henrique Meirelles (PSD): 1%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%
  • Guilherme Boulos (sem partido): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum: 14%
  • Não sabe: 5%

Cenário 4 (com Marina):

  • Lula (PT): 36%
  • Jair Bolsonaro (PSC): 18%
  • Marina Silva (Rede): 10%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
  • Ciro Gomes (PDT): 7%
  • Alvaro Dias (Podemos): 4%
  • Manuela D’Ávila (PCdoB): 1%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%
  • Guilherme Boulos (sem partido): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum: 13%
  • Não sabe: 2%

Cenário 5 (com Doria e Marina)

  • Lula (PT): 36%
  • Jair Bolsonaro (PSC): 18%
  • Marina Silva (Rede): 11%
  • Ciro Gomes (PDT): 7%
  • João Doria (PSDB): 5%
  • Alvaro Dias (Podemos): 4%
  • Manuela D’Ávila (PCdoB): 1%
  • João Amoêdo (Partido Novo): 1%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%
  • Guilherme Boulos (sem partido): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum: 14%
  • Não sabe: 2%

Cenário 6 (sem Lula, com Joaquim Barbosa):

  • Jair Bolsonaro (PSC): 21%
  • Ciro Gomes (PDT): 12%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 11%
  • Joaquim Barbosa (sem partido): 8%
  • Alvaro Dias (Podemos): 6%
  • Fernando Haddad (PT): 3%
  • Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%
  • Guilherme Boulos (sem partido): 1%
  • João Amoêdo (Partido Novo): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum: 28%
  • Não sabe: 4%

Cenário 7 (sem Lula, com Meirelles):

  • Jair Bolsonaro (PSC): 22%
  • Ciro Gomes (PDT): 13%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 12%
  • Alvaro Dias (Podemos): 6%
  • Fernando Haddad (PT): 3%
  • Manuela D’Ávila (PCdoB): 3%
  • Henrique Meirelles (PSD): 2%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 2%
  • Guilherme Boulos (sem partido): 1%
  • João Amoêdo (Partido Novo): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum: 30%
  • Não sabe: 5%

Cenário 8 (sem Lula, com Marina):

  • Jair Bolsonaro (PSC): 21%
  • Marina Silva (Rede): 16%
  • Ciro Gomes (PDT): 12%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 9%
  • Alvaro Dias (Podemos): 5%
  • Fernando Haddad (PT): 3%
  • Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%
  • Guilherme Boulos (Sem Partido): 1%
  • João Amoêdo (Partido Novo): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum: 25%
  • Não sabe: 3%

Cenário 9 (sem Lula, com Doria e Marina):

  • Jair Bolsonaro (PSC): 21%
  • Marina Silva (Rede): 17%
  • Ciro Gomes (PDT): 13%
  • João Doria (PSDB): 6%
  • Alvaro Dias (Podemos): 6%
  • Fernando Haddad (PT): 3%
  • Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%
  • Guilherme Boulos (Sem Partido): 1%
  • João Amoêdo (Partido Novo): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum: 27%
  • Não sabe: 3%

O Datafolha fez 2.765 entrevistas entre 29 e 30 de novembro, em 192 cidades. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Como houve alteração dos cenários pesquisados, não é possível comparar diretamente o resultado desta pesquisa com a anterior, realizada pelo Datafolha em setembro (naquele mês, em um dos cenários, Lula registrou 36%, Bolsonaro, 16%, e Marina, 14%).

Simulações de 2º turno:

(29 e 30 de novembro)

  • Lula 52% x 30% Alckmin
  • Lula 48% x 35% Marina
  • Lula 51% x 33% Bolsonaro
  • Alckmin 35% x 33% Ciro
  • Marina 46% x 32% Bolsonaro
Revista revela e-mail que pode envolver Dilma e Lula em escândalo da Petrobras

do Diário de Pernambuco Em publicação de novo trecho do depoimento do doleiro Alberto Yousseff à Justiça, a revista Veja deste fim de semana traz reportagem que tenta envolver diretamente a presidente Dilma Rousseff (PT) e o ex-presidente Lula no escândalo da Petrobras. Segundo a publicação, a partir das declarações do doleiro, a Polícia Federal […]

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do Diário de Pernambuco

Em publicação de novo trecho do depoimento do doleiro Alberto Yousseff à Justiça, a revista Veja deste fim de semana traz reportagem que tenta envolver diretamente a presidente Dilma Rousseff (PT) e o ex-presidente Lula no escândalo da Petrobras. Segundo a publicação, a partir das declarações do doleiro, a Polícia Federal teria encontrado em computadores do Palácio do Planalto mensagem enviada em 29 de setembro de 2009 pelo ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa, investigado pela Operação Lava a Jato.

Dirigido a Dilma, que na ocasião era ministra da Casa Civil do governo Lula, o e-mail, segundo a Veja, adverte o Planalto que, “por ter encontrado irregularidades pelo terceiro ano consecutivo”, o Tribunal de Contas da União (TCU) havia recomendado ao Congresso Nacional a paralisação de três obras da Petrobras: construção e modernização das refinarias Abreu e Lima (PE) e Getulio Vargas (PR) e do terminal do porto de Barra do Riacho (ES). Ainda segundo a publicação, Costa deixava implícito na mensagem um pedido de que fosse adotada uma “solução política” para o caso, evitando a paralisação das obras.

Em reação à publicação, o Palácio do Planalto divulgou ontem nota afirmando que as “práticas ilegais” do ex-diretor “só vieram a público em 2014 graças às investigações conduzidas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público”. A nota da Presidência afirma que as pendências apontadas pelo TCU nas obras da Refinaria Abreu e Lima já haviam sido comunicadas, em agosto de 2009, à Casa Civil pelo Congresso e foram repassadas ao órgão competente, a Controladoria Geral da União (CGU).

Acrescenta ainda que representantes do TCU, da Comissão Mista de Orçamento do Congresso, da Petrobras e do Ministério de Minas e Energia discutiram a solução das pendências e, posteriormente, o Congresso Nacional decidiu pelo prosseguimento das obras na refinaria.

Aline Mariano busca apoio no Sertão

Filha natural de Afogados da Ingazeira, a vereadora Aline Mariano (PP) tem buscado apoio na região do Pajeú para fortalecer sua candidatura na disputa à Assembleia Legislativa de Pernambuco – Alepe. Aline tem interesse no apoio do presidente da Associação Municipalista de Pernambuco – AMUPE e prefeito de Afogados, José Patriota (PSB). Ela é candidata […]

Filha natural de Afogados da Ingazeira, a vereadora Aline Mariano (PP) tem buscado apoio na região do Pajeú para fortalecer sua candidatura na disputa à Assembleia Legislativa de Pernambuco – Alepe.

Aline tem interesse no apoio do presidente da Associação Municipalista de Pernambuco – AMUPE e prefeito de Afogados, José Patriota (PSB). Ela é candidata legítima da região para este pleito e tem trabalho voltado ao Recife, Região Metropolitana e Sertão do Pajeú, região que já teve dois deputados estaduais e que, no entendimento da parlamentar, não pode perder este importante espaço na Alepe.

O socialista já avisou que não será candidato a deputado estadual nas eleições deste ano. “Patriota é um quadro importante da política e uma liderança no Sertão do Pajeú. Ele tem um forte trabalho de interlocução nos municípios de toda a região e o seu apoio é importante para nossa candidatura”, afirma Aline.

Câmara dos EUA aprova impeachment de Trump por “incitação à insurreição”

A Câmara dos Representantes aprovou nesta quarta-feira (13) o segundo impeachment do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Com isso, ele se torna o primeiro presidente da história do país a sofrer dois impeachments. Diferentemente do que ocorre no Brasil, nos EUA é dito que o presidente sofreu impeachment quando o processo é aprovado na Câmara. […]

A Câmara dos Representantes aprovou nesta quarta-feira (13) o segundo impeachment do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Com isso, ele se torna o primeiro presidente da história do país a sofrer dois impeachments.

Diferentemente do que ocorre no Brasil, nos EUA é dito que o presidente sofreu impeachment quando o processo é aprovado na Câmara. Mesmo assim, ele permanece no poder até que ocorre o julgamento no Senado, onde é preciso que dois terços da Casa confirme a decisão.

Trump foi julgado por “incitação à insurreição” após democratas apresentarem um pedido formal na última segunda-feira (11) por conta do caso da invasão ao Capitólio.

As quatro páginas do pedido fazem referência às falsas alegações de fraude na vitória de Joe Biden, às suas pressões contra os procuradores da Geórgia para reverter o resultado da disputa no estado e o comício no qual incitou seus apoiadores a invadirem a sede do Congresso.

Na terça-feira, a Câmara chegou a aprovar uma resolução pedindo para que o vice-presidente Mike Pence invocasse a 25ª Emenda da Constituição, um mecanismo que permitiria que Trump fosse retirado imediatamente do poder. Pence, porém, disse ainda antes dessa votação que não iria fazer isso.

Agora o processo vai para o Senado, onde ocorre uma espécie de julgamento. A Câmara seleciona parlamentares para atuarem como se fossem promotores e apresentarem o caso contra o presidente. Para que ele deixe o cargo é preciso que dois terços do Senado seja a favor do impeachment.

Nunca um presidente dos EUA teve o impeachment aprovado pelo Senado. Além de Trump, Andrew Johnson e Bill Clinton também tiveram seus processos de impeachment aprovados pela Câmara, mas foram absolvidos pelo Senado. Richard Nixon, por sua vez, renunciou antes de o processo ser votado na Câmara.