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Lula diz que quer “pacificar o Brasil” e afirma: “Ninguém aguenta mais essa polarização”
Presidente afirmou nesta quarta-feira (26), que pretende concentrar o governo em problemas considerados prioritários para o país e citou episódios da história brasileira ao comentar tensões políticas e institucionais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quarta-feira (26), que pretende “pacificar o Brasil” e reduzir o espaço da polarização política no debate […]
Presidente afirmou nesta quarta-feira (26), que pretende concentrar o governo em problemas considerados prioritários para o país e citou episódios da história brasileira ao comentar tensões políticas e institucionais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quarta-feira (26), que pretende “pacificar o Brasil” e reduzir o espaço da polarização política no debate nacional.
A declaração foi feita no Palácio da Alvorada, após um almoço, quando Lula comentou relatos apresentados por ex-comandantes das Forças Armadas ao Supremo Tribunal Federal sobre pressões e discussões envolvendo uma possível ruptura institucional durante o governo de Jair Bolsonaro.
“O que eu quero é governar. Ninguém aguenta mais essa polarização”, afirmou o presidente.
Durante a fala, Lula comparou o atual ambiente político com episódios ocorridos durante o governo de Juscelino Kubitschek. Ele citou a Revolta de Jacareacanga, movimento de militares da Aeronáutica contra o governo JK, e lembrou que parte dos envolvidos em movimentos daquele período posteriormente participou do golpe militar de 1964.
“Parte daqueles anistiados por Juscelino Kubitschek, oito anos depois, ajudaram a promover o golpe de 64”, declarou.
Lula afirmou que pretende priorizar a administração federal e questões econômicas e sociais, evitando que as disputas políticas dominem permanentemente a agenda do país.
Ao defender a pacificação, o presidente voltou a associar o tema à preservação das instituições democráticas e à necessidade de superar confrontos políticos que, segundo ele, dificultam o debate sobre os problemas enfrentados pela população.
Fonte: Correio Braziliense
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“Eu quero ver prova”, diz Raquel ao rebater acusação de gabinete do ódio contra João Campos
Durante sabatina, nesta quarta-feira (26), a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a negar qualquer envolvimento com a estrutura de ataques virtuais revelada em reportagem da TV Record e afirmou que adotará medidas jurídicas sobre o caso. Raquel foi questionada sobre Amisadai Andrade da Silva, ex-superintendente de Operações da Arena de Pernambuco, […]
Durante sabatina, nesta quarta-feira (26), a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a negar qualquer envolvimento com a estrutura de ataques virtuais revelada em reportagem da TV Record e afirmou que adotará medidas jurídicas sobre o caso.
Raquel foi questionada sobre Amisadai Andrade da Silva, ex-superintendente de Operações da Arena de Pernambuco, citado pela reportagem e exonerado do Governo do Estado nesta quarta-feira (26).
“Querer dizer que ele conversou comigo, ele vai estar muito distante disso. Eu quero ver provar. Eu quero ver prova”, afirmou a governadora.
A reportagem da Record informou que a Polícia Federal apura uma rede de perfis que seria utilizada para atacar adversários políticos, principalmente João Campos (PSB). No material exibido, Amisadai aparece em gravações falando sobre contatos com integrantes do Governo do Estado e sobre uma estratégia para “desidratar” adversários.
Na sabatina, Raquel argumentou que a presença de um servidor na estrutura estadual não significa participação do governo em eventuais atos individuais. Disse também que não aceita ser associada a práticas que considera desonestas e afirmou que vem sendo alvo de ataques desde a eleição de 2022.
A candidata afirmou ainda que sua campanha já denunciou ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco mais de 430 perfis que classifica como “robotizados” e também uma suposta rede formada por mais de 40 perfis.
“Eu sou uma pessoa que você pode falar o que quiser, mas não vai dizer que eu sou uma pessoa desonesta, que utiliza de jogo sujo”, declarou.
Raquel disse que pretende manter a campanha centrada na apresentação de propostas e na prestação de contas de sua gestão. A governadora afirmou que as medidas jurídicas relacionadas às acusações estão sendo analisadas por sua equipe.
Fonte: Diario de Pernambuco
Imagem: Reprodução
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Desenrola Fies 2026 entra na reta final; prazo para renegociar dívidas termina em 16 de setembro
Estudantes com contratos antigos do Fundo de Financiamento Estudantil podem aderir ao Desenrola Fies 2026 diretamente com o Banco do Brasil ou a Caixa. As condições variam conforme a situação de cada contrato. O prazo para renegociar dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) dentro do Desenrola Fies 2026 termina em 16 de setembro. A […]
Estudantes com contratos antigos do Fundo de Financiamento Estudantil podem aderir ao Desenrola Fies 2026 diretamente com o Banco do Brasil ou a Caixa. As condições variam conforme a situação de cada contrato.
O prazo para renegociar dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) dentro do Desenrola Fies 2026 termina em 16 de setembro.
A adesão deve ser feita diretamente com a instituição financeira responsável pelo contrato, Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal, pelos canais digitais disponibilizados pelos bancos.
As condições de renegociação variam conforme a situação de cada contrato.
Podem participar estudantes com contratos do Fies firmados até 2017 e que estavam na fase de amortização em 4 de maio de 2026. Nessa etapa, o beneficiário já concluiu o curso e iniciou o pagamento do valor financiado e dos juros.
A renegociação contempla contratos em dia e também aqueles com parcelas em atraso.
Estudantes que tiveram o nome incluído em cadastros de inadimplentes por causa da dívida do Fies também podem participar. Após a formalização do acordo e o pagamento da parcela de entrada, o nome do estudante e, quando aplicável, dos fiadores, pode ser retirado desses cadastros.
Não podem aderir estudantes que contrataram o Fies a partir de 1º de janeiro de 2018 nem aqueles cujos contratos ainda estejam na fase de utilização do financiamento ou de carência.
O Fies é um programa de financiamento voltado a estudantes de instituições privadas de ensino superior. Após a conclusão do curso, o beneficiário inicia a devolução dos valores financiados, conforme as condições previstas no contrato.
Fonte: Agência Brasil
Imagem: Reprodução
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Prefeito Sandrinho entrega pavimentação e melhorias na iluminação de rua em Afogados da Ingazeira
A intervenção no bairro Planalto recebeu investimento de R$ 177 mil e incluiu a pavimentação de mais de 1,2 mil metros quadrados com piso intertravado, além de melhorias na iluminação pública. O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, inaugurou, na tarde da terça-feira (25), a pavimentação da Rua José Ribeiro do Vale, no bairro […]
A intervenção no bairro Planalto recebeu investimento de R$ 177 mil e incluiu a pavimentação de mais de 1,2 mil metros quadrados com piso intertravado, além de melhorias na iluminação pública.
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, inaugurou, na tarde da terça-feira (25), a pavimentação da Rua José Ribeiro do Vale, no bairro Planalto.
Segundo a Prefeitura, foram investidos R$ 177 mil na execução de mais de 1.280 metros quadrados de pavimentação com piso intertravado. A intervenção também contemplou melhorias na iluminação da via.
A obra integra o programa municipal “Minha Rua é 10”, voltado à pavimentação de vias urbanas.
Durante a inauguração, Sandrinho afirmou que a pavimentação contribui para melhorar a mobilidade e as condições de acesso dos moradores. O prefeito também informou que a gestão pretende manter um cronograma de entregas de obras até dezembro.
Participaram do ato o vice-prefeito Daniel Valadares, moradores, secretários, servidores municipais e os vereadores Mário Martins, Simone da Feira, Cícero Miguel, Raimundo Lima, Reinaldo Lima e Lucineide Cordeiro.
De acordo com a Prefeitura, o requerimento que solicitou a pavimentação da Rua José Ribeiro do Vale foi apresentado pela vereadora Gal Mariano.
Foto: Divulgação
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Internauta é condenado por racismo em Pernambuco após associar cor da pele a prática de roubos
Justiça Federal entendeu que publicação feita no X reproduziu estereótipo racial sob a forma de humor. Pena de dois anos de reclusão foi substituída por prestação de serviços comunitários e pagamento de R$ 4,8 mil a uma entidade filantrópica. Um internauta foi condenado pela Justiça Federal em Pernambuco pelo crime de racismo após publicar, no […]
Justiça Federal entendeu que publicação feita no X reproduziu estereótipo racial sob a forma de humor. Pena de dois anos de reclusão foi substituída por prestação de serviços comunitários e pagamento de R$ 4,8 mil a uma entidade filantrópica.
Um internauta foi condenado pela Justiça Federal em Pernambuco pelo crime de racismo após publicar, no X, antigo Twitter, conteúdo que associava pessoas negras à prática de roubos. A sentença foi assinada na quinta-feira (20), pela juíza Carolina Souza Malta, da 36ª Vara Federal de Pernambuco.
Segundo o processo, a publicação foi feita em abril de 2023 e mostrava as mãos de uma pessoa negra, aparentemente com vitiligo, acompanhadas de uma legenda que relacionava a mudança na cor da pele à ausência da prática de roubos.
Até o momento em que a notícia-crime foi apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF), a postagem havia alcançado 9.807 visualizações, além de centenas de curtidas e dezenas de compartilhamentos.
O acusado confirmou ter realizado a publicação, mas alegou que o conteúdo tinha intenção humorística e que não pretendia fazer manifestação racista ou discriminatória. A defesa também sustentou que a postagem estaria protegida pela liberdade de expressão e destacou que o próprio autor se autodeclara pardo ou negro.
O MPF, no entanto, argumentou que a intenção de fazer uma piada não elimina o caráter discriminatório da publicação. Para o procurador Patrick Áureo Emmanuel da Silva Nilo, o conteúdo utilizou um estereótipo racial como elemento central do humor, prática caracterizada como “racismo recreativo”.
A Justiça acolheu esse entendimento. Na sentença, a magistrada considerou que o componente racial não era secundário na mensagem, mas necessário para produzir o sentido da publicação.
“A publicação associa diretamente a cor negra à prática de crimes patrimoniais”, registrou a decisão, ao apontar que o uso do humor para reproduzir e naturalizar estereótipos raciais não afasta a configuração do crime.
Pena substituída
O réu foi condenado a dois anos de reclusão. A pena privativa de liberdade, porém, foi substituída por 730 horas de prestação de serviços à comunidade e pelo pagamento de R$ 4.800 a uma entidade filantrópica, dividido em 24 parcelas.
Para a substituição, a Justiça considerou fatores como a pena inferior a quatro anos, a ausência de violência ou grave ameaça e o fato de o réu não ser reincidente.
Fonte: Diário de Pernambuco
Imagem: Reproduçao
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