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Ministério da Integração anuncia recuperação do sistema Coremas/Mãe D’água, na PB

Por Nill Júnior

O Ministério da Integração Nacional, por meio do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), iniciará na próxima semana as obras de recuperação e modernização das barragens Coremas e Mãe D’Água, no Estado da Paraíba.

As barragens já existentes irão receber a água do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco, que deverá estar concluído até dezembro de 2017, para ampliar o abastecimento da população que sofre com o longo período de seca e estiagem.

O investimento federal na ação emergencial das barragens é de R$ 16,27 milhões e o prazo para execução da modernização e recuperação é de 16 meses.

A QG Construções e Engenharia será responsável pelas obras, que irão beneficiar 70 mil paraibanos nos municípios de Aguiar, Catingueira, Coremas, Emas, Igaracy, Nova Olinda, Olho d’Água, Piancó e Santana dos Garrotes. A empresa venceu a licitação no modelo de Regime Diferenciado de Contratação (RDC) Eletrônico. As informações sobre a assinatura do contrato foram publicadas nesta terça-feira (10) no Diário Oficial da União.

Com investimentos federais, o Dnocs irá recuperar 24 barragens estratégicas, que receberão a água do Projeto Rio São Francisco. Somente no estado da Paraíba, cinco estruturas foram priorizadas por apresentarem necessidade de obras emergencial.

A previsão é de que R$ 74 milhões de recursos da União sejam utilizados para execução das cinco intervenções que serão finalizadas entre seis e 16 meses. As recuperações não irão comprometer o abastecimento de água por meio do Eixo Leste e nem o calendário de chegada do rio São Francisco ao estado por meio do Eixo Norte.

Já estão em andamento a execução da modernização e recuperação das barragens de Camalaú, Epitácio Pessoa (Boqueirão) e Poções para beneficiar 440.039 pessoas nos municípios Campina Grande, Monteiro e Camalaú.

Outras Notícias

Romério Guimarães mantém pré-candidatura e reclama da condução de Fredson e Zé Marcos

Ex-prefeito voltou a se colocar como alternativa e também questionou ciclo Evandro  O médico Romério Guimarães manteve a posição, em entrevista a Cláudio Viana, na Rádio Liberdade FM, de São José do Egito, de que mantém sua pré-candidatura à prefeitura da Capital da Poesia. Romério continuou se colocando como alternativa à gestão do prefeito Evandro […]

Ex-prefeito voltou a se colocar como alternativa e também questionou ciclo Evandro 

O médico Romério Guimarães manteve a posição, em entrevista a Cláudio Viana, na Rádio Liberdade FM, de São José do Egito, de que mantém sua pré-candidatura à prefeitura da Capital da Poesia.

Romério continuou se colocando como alternativa à gestão do prefeito Evandro Valadares,  que voltou a questionar,  dizendo ser a melhor opção e argumentando que o odontólogo George Borja representava o continuísmo.

Mas claro, todos queriam saber de sua disposição em se alinhar aos outros nomes de oposição,  Fredson Brito e Zé Marcos.

“Política toda hora muda de cenário. Continuei trilhando o caminho, filiando várias lideranças comunitárias no Solidariedade. Cada um é livre pra escolher o que quiser. Hoje eu já vi gente chamando candidato de fake quando até bem pouco tempo elogiava. Eu continuo nessa batalha. Meu interesse não é pessoal. Não tenho a política como profissão. Não fiz carreira dentro da política”.

Sobre o fato de a maioria dos vereadores estarem divididos entre Fredson e George, disparou: “a população sabe separar o apoio do vereador do prefeito. Lógico que é bom ter apoio de quem tem mandato. Mas a gente vai à luta também”.

O apresentador confrontou Romério uma frase supostamente atribuída a Fredson Brito e Zé Marcos de que “o tempo passou pra todo mundo “, inclusive para ele.

“Essa afirmação é um pouco boba e infantil. O tempo passa pra todo mundo. O que não passa são as ideias. As ideias sendo novas. Em 2018, o Brasil optou por uma coisa nova, que na realidade não era nova coisa nenhuma, que foi o bolsonarismo. Em 2022 o povo voltou a eleger o velho Lula com quase 80 anos. Um estadista, já deu três viagens ao Rio Grande do Sul, já liberou uma quantidade enorme de dinheiro e de ações, um estado historicamente contra o PT. Então como o tempo passa pra uns e outros não? Isso não existe, o tempo passa pra todo mundo. Agora, as ideias de uns é que envelhecem antes de chegar ao povo”.

E continuou: “eu não posso chegar com ideias velhas, querendo posar de bom moço, de uma novidade que a gente sabe que não existe”.

Outra pergunta teve relação com a fala de Fredson há uma semana, dizendo que iria precisar de Romério em seu projeto. Romério foi perguntado se já tem uma data marcada para apoiar Fredson.

“De jeito nenhum, até porque eu sou pré-candidato também. Diálogo pode haver a qualquer momento, mas acho que ele devia ter sido construído bem antes de anunciar qualquer chapa. A gente não anuncia uma chapa unilateral. Tem que ser ouvindo todos os grupos. Política é a arte do diálogo, da conversa, da discussão. Mas continuo firme e até o momento não tem nenhuma pretensão até porque eu sou pré-candidato sim”.

Quedas de energia provocam ajuste no calendário de distribuição de água em Afogados da Ingazeira e Carnaíba

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) emitiu um comunicado nesta sexta-feira (16) informando sobre a necessidade de ajuste no calendário de distribuição de água para a zona urbana de Afogados da Ingazeira e para a zona rural de Carnaíba. A medida, que vigorará pelos próximos 20 dias, foi tomada em decorrência de sucessivas quedas de […]

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) emitiu um comunicado nesta sexta-feira (16) informando sobre a necessidade de ajuste no calendário de distribuição de água para a zona urbana de Afogados da Ingazeira e para a zona rural de Carnaíba. A medida, que vigorará pelos próximos 20 dias, foi tomada em decorrência de sucessivas quedas de energia nas últimas semanas, que ocasionaram a queima de motores de seis poços integrantes do Sistema Integrado Zé Dantas.

Consequentemente, o sistema está operando com capacidade reduzida de 40%, afetando o abastecimento nas áreas mencionadas. Em Carnaíba, as localidades afetadas incluem Serra Branca, Cachoeira, Santo Antônio, Sítios Leite 1 e 2, Itã, Malhada Grande, Roça de Dentro, Riacho Fundo e o distrito de Ibitiranga.

A Compesa esclarece que o novo calendário de distribuição está disponível para consulta no site oficial da companhia, www.compesa.com.br. Além disso, equipes de manutenção já estão em atividade para recuperar os equipamentos danificados e restabelecer a vazão máxima do Sistema Zé Dantas dentro do prazo estipulado de 20 dias.

A companhia ressalta o compromisso em trabalhar para normalizar o abastecimento nessas áreas o mais rápido possível e pede a compreensão e colaboração da população enquanto as medidas necessárias são tomadas para solucionar o problema.

Ex-prefeito de Salgueiro tem pena convertida a pagamento de multa e prestação de serviços comunitários 

Clebel Cordeiro foi condenado por invasão de terras da União e furto de água do Rio São Francisco O ex-prefeito de Salgueiro, Clebel Cordeiro, foi condenado pela Justiça Federal a um ano de prisão por furto de água do Rio São Francisco e seis meses por invasão de terras da União.  Contudo, o juiz converteu […]

Clebel Cordeiro foi condenado por invasão de terras da União e furto de água do Rio São Francisco

O ex-prefeito de Salgueiro, Clebel Cordeiro, foi condenado pela Justiça Federal a um ano de prisão por furto de água do Rio São Francisco e seis meses por invasão de terras da União. 

Contudo, o juiz converteu a pena em prestação de serviços comunitários e pagamento de 10 salários-mínimos a entidade com destinação social, bem como 100 salários-mínimos pelos danos causados. A denúncia foi oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF).

Segundo o MPF, as investigações comprovaram que o empresário substituiu cercas e piquetes de demarcação instalados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), órgão responsável pela administração das obras da Transposição do Rio São Francisco, além de ocupar irregularmente cerca de 2,3 hectares da União.

“O objetivo foi chegar à área em que fica braço do Reservatório Mangueiras, integrante do sistema de transposição, de onde era captada água para irrigação de plantios na propriedade particular do então prefeito”, afirma o MPF, acrescentando que Clebel desmatou uma área de preservação permanente em torno do reservatório para instalar bomba elétrica.

O MPF recorreu ao TRF-5 para que o ex-prefeito também seja condenado pelo dano da área de preservação permanente e para que a pena pelo furto de água do São Francisco seja aumentada. Clebel também pode recorrer da condenação.

Doido de Zé Vicente vence disputa em São José do Egito

O vereador José Vicente Souza, conhecido por Doido de Zé Vicente, ganhou a acirrada disputa pela Presidência da Câmara de São José do Egito em sessão realizada ontem à noite. Enfrentando o colega de bancada, David de Deus, Doido venceu com sete votos, contra seis do candidato do PR. Além de Doido, foram eleitos Maurício do […]

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O vereador José Vicente Souza, conhecido por Doido de Zé Vicente, ganhou a acirrada disputa pela Presidência da Câmara de São José do Egito em sessão realizada ontem à noite. Enfrentando o colega de bancada, David de Deus, Doido venceu com sete votos, contra seis do candidato do PR. Além de Doido, foram eleitos Maurício do São João como Vice Presidente,  José Rômulo Maciel Júnior (Primeiro Secretário) e José Aldo de Lima, o Aldo da Clipsi, como Segundo Secretário.

Durante o processo de formação de chapas, houve a informação de que o Presidente eleito era o preferido do prefeito Romério Guimarães (PT), que negou em nota qualquer interferência desejando apenas que o eleito fosse da base.

Desafio de Romério agora será manter essa unidade. O efeito colateral da votação foi a entrega da liderança do governo pelo vereador Albérico Thiago. Além disso, juntamente com o derrotado David de Deus, declarou independência da gestão petista. Doido de Zé Vicente, que está no quinto mandato, vai comandar a casa no biênio 2015-2016.

TSE mantém mandato do governador de Sergipe

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu manter o mandato do governador de Sergipe, Belivaldo Chagas, e da vice-governadora, Eliane Aquino. A maioria dos ministros aceitou recurso da defesa e derrubou a decisão da Justiça Eleitoral do estado que cassou os mandatos por abuso de poder político.  Em agosto de 2019, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) […]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu manter o mandato do governador de Sergipe, Belivaldo Chagas, e da vice-governadora, Eliane Aquino.

A maioria dos ministros aceitou recurso da defesa e derrubou a decisão da Justiça Eleitoral do estado que cassou os mandatos por abuso de poder político. 

Em agosto de 2019, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) cassou os mandatos ao entender que houve irregularidades na concentração excessiva de assinaturas de ordens de serviços de obras entre os meses de maio e de junho do ano anterior, no qual as eleições foram realizadas.

Apesar da decisão, o governador e a vice continuaram nos cargos enquanto recorriam ao TSE.

O relator do caso, ministro Sergio Banhos, votou contra a cassação por entender que não ficou evidenciado desvio de finalidade na concentração de ordens de serviço das obras. Banhos disse que os fatos ocorreram dentro do período permitido pela Justiça Eleitoral e citou que Belivaldo Chagas assumiu o cargo após Jackson Barreto, ex-governador, deixar a função para disputar uma vaga para o Senado.

“É de todo passível e razoável que a execução das obras se concentrassem no período permitido pela legislação eleitoral, ou seja, até o final do mês de junho de 2018. Considerando que o recorrente assumiu o governo sergipano em abril de 2018”, afirmou.

O voto foi seguido pelos ministros Carlos Horbach, Alexandre de Moraes, Mauro Campbell Marques, Benedito Gonçalves e o presidente, Luís Roberto Barroso. Edson Fachin votou pela cassação.

A defesa alegou que houve nulidades no julgamento, como o voto do presidente do TRE, cujo sobrinho era um dos advogados que atuaram no processo, e documentos que ficaram incógnitos às partes e fundamentaram o decreto condenatório.  Os advogados também afirmaram que as ordens não foram assinadas diante da população, mas em cerimônias com seus secretários e foram feitas para cumprir um convênio com a Caixa.