Milton realiza doação de brinquedos no mês de outubro
Milton realiza doação de brinquedos no mês de outubro
A informação foi passada agora a pouco por Fátima Almeida, a Fatinha, que conversou com a irmã do Conselheiro Tutelar Milton Antonio, o Miltinho, Luzineide, para o blog: ele apresentou melhora nas últimas horas e tem reagido bem ao tratamento.
Ainda não há muitos detalhes de que doença acometeu o Conselheiro Tutelar de Afogados da Ingazeira. Informações não oficiais indicam que ele teria sido acometido por um dos vírus transmitidos pelo Aedes Aegypti.
Hoje cedo, as informações não eram boas. Ele apresentava quadro de insuficiência renal e alteração nas taxas de glicose, continuando sedado na UTI do Hospital Otavio de Freitas. Miltinho chegou a ser submetido a sessão de diálise, mas a função renal estaria sendo restabelecida.
A irmã de Miltinho já havia revelado ontem à noite que ele teve uma leve melhora. Ele foi levado anteontem para a capital pernambucana após passar mal e ser levado para o Hospital Regional de Afogados.
Milton foi o quinto candidato ao Conselho Tutelar mais votado na escolha de 4 de outubro passado, com 1.127 votos. É um dos mais experientes do Conselho. O conselho ainda conta com Simone da Feira, Danilo Gonçalves, Patrícia do Abatedouro e Romero Moraes.
Uma denúncia feita pelo Grupo Fé e Política identificou a continuidade das ações de desmatamento da caatinga na região do Pajeú. A imagem clássica de caminhões deixando a área carregados de madeira retirada de forma ilegal continua sendo tão registrada quanto antes da série de mobilizações para cobrar combate à desertificação. Em algumas cidades, a […]
Uma denúncia feita pelo Grupo Fé e Política identificou a continuidade das ações de desmatamento da caatinga na região do Pajeú.
A imagem clássica de caminhões deixando a área carregados de madeira retirada de forma ilegal continua sendo tão registrada quanto antes da série de mobilizações para cobrar combate à desertificação. Em algumas cidades, a área preservada da Caatinga não chega a 20%.
O Debate da Dez da Rádio Pajeú recebeu o Padre Luiz Marques Ferreira, o técnico Afonso da Diaconia e o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto para diagnosticar responsabilidades e um novo plano de ação para tratar do tema.
O Padre Luizinho afirmou que a legislação é muito clara, mas falta cumprimento das autoridades na fiscalização e punição dos que continuam contribuindo para esse desmatamento. “A Polícia poderia fazer essa fiscalização”, afirma. Dentre as denúncias do grupo, a de que quem leva madeira de forma ilegal daqui costuma usar um só DOF – Documento de Origem Florestal, o ano todo. Há até indústria de comercialização do documento.
O promotor afirmou que essa questão está sendo discutida na pauta do MP na região. Ele afirmou que já foram pactuadas duas vezes ações articuladas pelos órgãos de controle, em vão. O assunto voltará a ser tratado na próxima reunião do MP, ainda esse mês. “Tem que haver ação eficaz. Não justifica o governador prometer ação e o máximo que o Estado faz é apreender gaiola de passarinho”.
Afonso Cavalcanti afirmou que o movimento estuda Ação Civil Pública pra punir todos os gestores que não cumprem com seu dever. E disse discordar da ação do MP, quando diz não poder acionar alguns diretores de órgãos por entender não haver estrutura para cumprimento da legislação. “Se um diretor de região se compromete em assumir uma função, ele deve avaliar antes de aceitar se há ou não condições”.
Desmatamentos ilegais em Afogados da Ingazeira: o grupo Fé e Política denunciou que há desmatamentos em comunidades como Lajedo e Cachoeira do Cancão, algumas promovidas por empresários sem nenhuma fiscalização do município, estado ou Ibama.
O Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT) falou ao blog e fez avaliação positiva a ExpoSerra e sua perspectiva de vencer a crise. “A capacidade empreendedora do povo de Serra faz a diferença. Esse povo sempre mostrou capacidade empreendedora. A politica nunca ajudou muito o desenvolvimento, sempre foram o homens empreendedores que fizeram que […]
O Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT) falou ao blog e fez avaliação positiva a ExpoSerra e sua perspectiva de vencer a crise. “A capacidade empreendedora do povo de Serra faz a diferença. Esse povo sempre mostrou capacidade empreendedora. A politica nunca ajudou muito o desenvolvimento, sempre foram o homens empreendedores que fizeram que Serra crescesse. Hoje já há alinhamento. Estamos trazendo Sistema S, o Instituto Federal, a Universidade Federal Rural, ou seja, o desenvolvimento começa a andar alinhado com a política”, defendeu.
Ele informou que o governador Paulo Câmara deve estar dando ordem de serviço para a reforma do Aeroporto Regional. “Isso vai fortalecer Afogados, Salgueiro, Floresta e municípios da região”, disse.
Sobre política, Duque confirmou que espera ter Lula participando de um comício em Serra Talhada. “Marcamos para ir a São Paulo para fazer gravação para nosso guia. Vamos fazer como no ano passado com vídeos também. A gente deve aproveitar esse momento onde as redes sociais são importantes na campanha. Ele deve vir para as campanhas de Odacyr, João Paulo em Recife, Zé Queiroz o convidou em Caruaru e aproveitei pra convidá-lo. Certamente vem a Serra fazer um grade comício. Lula tem aprovação de mais de 70 por cento da população e sua vinda fortalece nossa campanha”.
Sobre o anuncio de migração do PMDB e do PPS para a campanha de Victor Oliveira, Duque ironizou. “É natural. Creio que a oposição tem que procurar um rumo. Não tem discurso, não tem projeto e tenta fazer uma rearrumação”.
Ele disse que não se fecha caso Nena Magalhães – do PTB que tem alinhamento estadual e nacional com o PT – reflita em apoiá-lo, em possibilidade pouco possível, mas não descartada em se tratando de política. “Aqueles que acreditam que nosso projeto é o melhor pra Serra estão convidados a fazer parte dele”. Sobre o nome do candidato a vice, confirmou que será anunciado semana que vem.
A Comissão de Transparência e Fiscalização aprovou hoje (quarta, 19) parecer do senador Armando Monteiro (PTB-PE) a projeto de lei que obriga os governos federal e estaduais e as prefeituras a divulgarem, anualmente, avaliação do cumprimento dos objetivos de suas empresas que exerçam atividade econômica. O projeto seguirá direto ao exame da Câmara dos Deputados. […]
A Comissão de Transparência e Fiscalização aprovou hoje (quarta, 19) parecer do senador Armando Monteiro (PTB-PE) a projeto de lei que obriga os governos federal e estaduais e as prefeituras a divulgarem, anualmente, avaliação do cumprimento dos objetivos de suas empresas que exerçam atividade econômica. O projeto seguirá direto ao exame da Câmara dos Deputados.
A iniciativa, que aperfeiçoa o Estatuto das Empresas Estatais, em vigor desde 2016, justifica ser importante, como ressalta o parecer, que “o órgão supervisor da estatal dê publicidade, a cada ano, aos objetivos de políticas públicas compatíveis com os imperativos de segurança nacional ou com os relevantes interesses coletivos que justificam a manutenção das atividades da empresa”.
Armando Monteiro explica, em seu parecer, que a exploração de atividade econômica em sentido estrito pelo Estado só tem sentido para atender a imperativos de segurança nacional ou relevante interesse público. ‘A atuação das empresas governamentais não pode se guiar apenas por uma relação de custo-benefício das próprias empresas, pelos impactos de suas decisões sobre as empresas privadas e a coletividade”, conclui o senador petebista.
O jornalista Nill Júnior criticou, nesta segunda-feira (11), na Rádio Cultura FM de Serra Talhada, o uso de recursos públicos para shows em cidades do Nordeste enquanto áreas essenciais ficam sem investimentos. Ele citou o caso de Cocal (PI), onde o prefeito Cristiano Brito (Republicanos) decretou calamidade financeira em janeiro, mas planejava gastar R$ 3 […]
O jornalista Nill Júnior criticou, nesta segunda-feira (11), na Rádio Cultura FM de Serra Talhada, o uso de recursos públicos para shows em cidades do Nordeste enquanto áreas essenciais ficam sem investimentos.
Ele citou o caso de Cocal (PI), onde o prefeito Cristiano Brito (Republicanos) decretou calamidade financeira em janeiro, mas planejava gastar R$ 3 milhões em uma festa com Alok, Natanzinho Lima e Hungria Hip Hop. A Justiça proibiu o evento após ação do Ministério Público.
Em Pernambuco, Nill apontou o Festival de Inverno de Garanhuns, realizado pela gestão de Sivaldo Albino (PSB), como exemplo de gasto elevado em meio a problemas como a falta de espaço nos cemitérios.
O jornalista defendeu a criação de critérios legais para que prefeituras só possam investir em festas após atender metas mínimas em saúde, educação e saneamento.
O jornalista Igor Maciel, escreveu na coluna Cena Política, no JC Online, que pode não ser proposital, mas os grupos que perderam a eleição nos seus estados, em outubro, estão recebendo menos atenção na formação do ministério do governo Lula (PT). O jornalista afirma que o argumento da presidente do PT, Gleisi Hoffmann para negar […]
O jornalista Igor Maciel, escreveu na coluna Cena Política, no JC Online, que pode não ser proposital, mas os grupos que perderam a eleição nos seus estados, em outubro, estão recebendo menos atenção na formação do ministério do governo Lula (PT).
O jornalista afirma que o argumento da presidente do PT, Gleisi Hoffmann para negar espaços ao PSB, alegando que “o partido só fez 14 cadeiras na Câmara e não poderia exigir muito”, parece ser mais amplo do que a frase sugere. Isso vale, principalmente, para o Nordeste.
Ele analisa que a queda na cotação de Paulo Câmara (PSB) para ocupar um ministério poderia ser explicada só pela divisão interna entre os socialistas, mas o fato de o PSB nacional não ter conseguido emplacar ninguém, ainda, mostra que o problema é mais complexo. E, não, Flávio Dino (PSB) no Ministério da Justiça não conta. Foi escolha pessoal de Lula e nem era indicado pelo partido.
O jornalista dá outro exemplo: Quer mais? Caberá a Camilo Santana e ao governador cearense eleito, Elmano de Freitas (PT) a indicação do próximo presidente do Banco do Nordeste. Paulo Câmara, que era cotado para o BNB, também não estará lá. O escolhido será, provavelmente, alguém do Ceará.
Igor analisa ainda que se o BNB ficar com o Ceará, a Sudene deve caber a alguém da Paraíba, onde a esquerda também venceu.
Igor aposta que o ex-governador do Piauí, Wellington Dias (PT), cujo grupo saiu vitorioso da eleição estadual, deve ficar com o Ministério do Planejamento.
Em sua coluna, Igor Maciel apresenta outros estados do Nordeste que devem ganhar protagonismo no governo Lula. Ele cita a Bahia, com Rui Costa, que comandará a Casa Civil; e Alagoas, com Renan Filho, que está sendo cotado para uma pasta na gestão.
Falando sobre Marília Arraes (SD) – derrotada por Raquel Lyra (PSDB) na disputa do Governo de Pernambuco, o jornalista analisa que ela não deve ficar com o Turismo, como chegou a se ventilar nos bastidores. Igor acredita que a pasta vá para o PSD de Gilberto Kassab.
Outra pernambucana que também teve o nome ventilado para um ministério menor na cota do partido, foi a atual vice-governadora, Luciana Santos (PCdoB). Segundo Igor nem para isso há mais garantia. Ele lembra que mesmo Marília, Luciana e o PSB tendo apoiado o petista no estado, quem venceu aqui, com larga vantagem, foi o PSDB de Raquel Lyra (PSDB).
“Ter aliados que venceram é prioridade para Lula. Marília e Paulo Câmara, com seus grupos políticos, foram derrotados e acabaram sendo postos de lado. Essa é a verdade”, destaca Igor.
Igor lembra também, que no Ceará, no Maranhão, no Piauí, na Paraíba, em Alagoas e na Bahia, as máquinas estaduais trabalharão para eleger prefeitos e terão a ajuda dos ministros indicados por Lula, existe um fluxo de apoio.
“Em Pernambuco, João Campos (PSB) é quem precisará de ajuda petista (o mesmo PT que ele maltratou na eleição passada) para sobreviver e não terá nada para oferecer”, analisa Maciel.
O jornalista ainda questiona o que o PSB e Marília Arraes terão para oferecer a Lula no estado, em termos de distribuição de verbas para fazer a esquerda ampliar o número de prefeituras? Sobrenomes e álbuns de recordações, não resolvem a vida do PT em 2024.
“O mundo político é um “pouquinho” mais pragmático que isso”, lembra o jornalista Igor Maciel.
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