Miguel destaca ações do Plano de Governo para o turismo e novo Centro de Convenções no Recife
Por André Luis
O pré-candidato a governador de Pernambuco, Miguel Coelho (União Brasil), se reuniu com representantes da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis em Pernambuco (ABIH-PE), nesta quarta-feira (15), para discutir soluções para retomar o protagonismo do setor, que sofreu os impactos negativos da pandemia da Covid-19.
No encontro, o presidente da ABIH-PE, Artur Maroja, destacou o potencial turístico do estado, já conhecido no Brasil e no mundo, mas relatou as dificuldades dos empreendedores, em especial aquelas relacionadas à infraestrutura e logística. Para representantes do segmento, o potencial turístico de Pernambuco ainda é mal aproveitado, ficando atrás de Alagoas, Bahia, Ceará e Paraíba.
Os empresários cobraram a ampliação das rotas aéreas, a recuperação das estradas que dão acesso ao litoral, a capacitação dos agentes de turismo e o aumento da capacidade do Centro de Convenções de Pernambuco, que não atende mais a demanda de atividades relacionadas ao turismo.
Miguel Coelho afirmou que pretende tornar Pernambuco o principal destino turístico do Brasil, promovendo a requalificação da infraestrutura, a formação profissional e a melhoria dos serviços oferecidos pelo setor.
Além disso, o pré-candidato anunciou a construção de um Centro de Convenções no Bairro do Recife e a requalificação do Centro de Convenções de Olinda em parceria com a iniciativa privada.
“Pernambuco é extremamente favorável ao turismo por conta de sua cultura, belezas naturais, posição geográfica e capacidade de negócios, mas, nos últimos anos, ele tem sido preterido, maltratado e negligenciado”, disse Miguel Coelho. “Essa triste realidade vai mudar. Nossas diretrizes do Plano de Governo abordam importantes ações para fomentar e fortalecer o turismo no nosso estado e contamos com participação dos empresários que também promovem o segmento, gerando emprego e renda”, pontuou.
“Assumam a posição de vocês que é um direito de cada um. Respeitem a memória do nosso irmão e principalmente a idade do nosso pai, de 85 anos”, disseram em carta Familiares de Emídio e Braz Emídio de Vasconcelos repudiaram em contato com o blog o uso da imagem de Braz no post enviado pela […]
“Assumam a posição de vocês que é um direito de cada um. Respeitem a memória do nosso irmão e principalmente a idade do nosso pai, de 85 anos”, disseram em carta
Familiares de Emídio e Braz Emídio de Vasconcelos repudiaram em contato com o blog o uso da imagem de Braz no post enviado pela Assessoria do PT em que crava a aliança com a Frente Popular de Afogados da Ingazeira.
O problema não está na aliança em si, absolutamente previsível depois da morte de Vasconcelos, que vinha defendendo ardorosamente a candidatura própria do partido. Com sua morte a menos de um mês, o PT rapidamente guinou para a Frente Popular.
O problema foi o uso da imagem na casa da família, com a figura de Braz. Familiares já haviam solicitado que não fosse levada essa discussão a ele, tanto pela idade, por ser de risco, e para evitar que seu posicionamento fosse usado e confundido com o que pensava Emídio Vasconcelos.
“É como se quisessem fazer com que a fala de Braz abonasse uma posição que Emídio jamais tomaria. Ainda pedimos que ele fosse preservado, pela idade em tempos de Covid-19, mas não respeitaram o desejo da família”, disse um familiar.
“Disseram que era uma visita mas já tinham tomado uma decisão virtualmente. Um outro acabou de chegar de outro estado, expondo um homem de mais de 80 anos. Meu pai vive isolado”, lamentou a irmã Socorro. Ao blog, emitiram a seguinte nota por carta:
“Nós, irmãos de Emídio Vasconcelos esclarecemos ser mentirosa a reunião realizada ontem na residência com a família. O que houve foi uma visita. Inclusive, tínhamos entrado em contato com um dos presentes e pedido por enquanto nem esta visita ser realizada”.
E fechou assim: “Assumam a posição de vocês que é um direito de cada um. Respeitem a memória do nosso irmão e principalmente a idade do nosso pai, de 85 anos”.
Assinam a nota Socorro Vasconcelos, Lúcia Vasconcelos, Izídio Vasconcelos e Edson Vasconcelos, os quatro irmãos de Emídio.
ASCOM Duas mulheres seguram uma faixa onde está escrito “nem fingindo, nem apulso”. As mulheres têm os rostos pintados de branco. Atrás delas, abaixo da faixa, tem um painel com uma pintura do corpo de uma mulher. E na frente da faixa, três mulheres, duas das quais também com rostos pintados de branco, estão sentadas […]
Duas mulheres seguram uma faixa onde está escrito “nem fingindo, nem apulso”. As mulheres têm os rostos pintados de branco. Atrás delas, abaixo da faixa, tem um painel com uma pintura do corpo de uma mulher. E na frente da faixa, três mulheres, duas das quais também com rostos pintados de branco, estão sentadas mexendo em algo com as mãos.
Em outra imagem, mulheres, homens e crianças, em planos diferentes, olham atentamente para o centro da fotografia, onde uma mulher, de costas, fala ao microfone. Atrás e acima de todes, vê-se uma faixa com a frase “Violência Contra a Mulher Uma guerra Cotidiana”.
Numa terceira imagem, vemos cartazes onde está escrito “eu não quero que me digam o que eu sou. Quero ter o direito de me descobrir”. No canto esquerdo da foto, vemos a parte de trás da cabeça de uma mulher que, agachada, completa uma frase que começa com “nós s…”.
As imagens descritas são fotografias que contam uma parte da história da luta do movimento de mulheres em Pernambuco. As três foram registradas nas mobilizações em torno do 8 de março entre 1989 e 1991 e integram o acervo fotográfico do Fórum de Mulheres de Pernambuco (FMPE), entidade protagonista da luta por direitos sociais, econômicos, políticos e reprodutivos com mais de 30 anos de história.
Estes e outros registros do acervo do FMPE integram a publicação FMPE: Imagens de Luta, composta de um livreto, 22 cartões-postais e um cartaz, que, juntos, contam a história dos levantes em Pernambuco sob a perspectiva do movimento das mulheres ao longo das três décadas.
FMPE: Imagens de Luta é o resultado da pesquisa Rastros e Levantes em Pernambuco, projeto realizado com o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura | FUNCULTURA PE, de autoria dos pesquisadores Marcela Lins e Guilherme Benzaquen.
A pesquisa teve como inspiração as noções de “levante” concebida por Georges Didi-Huberman e de “rastro” formulada por Walter Benjamin. Fisgada por estas ideias, a dupla de pesquisadores buscou inicialmente “vestígios de resistências na história local” em acervos maiores, como do Museu da Cidade do Recife e a Fundação Joaquim Nabuco.
A imersão no arquivo do Fórum de Mulheres de Pernambuco foi feita pelo desejo de dialogar com os movimentos sociais e para se aproximar dos seus processos memorialísticos.
Memória – Para editar a história de um movimento tão atuante em 22 registros, Marcela Lins e Guilherme Benzaquen contaram com a parceria da Comissão de Memória do FMPE, coautores da pesquisa iconográfica e editorial, e a orientação da pesquisadora Fabiana Bruce.
O grupo elegeu, como prioridade, representar as mulheres em coletividade, participando de manifestações públicas reivindicatórias e em atividades de organização e formação.
“Foi uma decisão coletiva que o conjunto disposto aparecesse na forma de cartões-postais, correspondências que, por dispensarem o uso de envelope, têm fácil circulação e deixam visível seu conteúdo. O caráter sucinto dessa modalidade de carta ao mesmo tempo que simplifica, remete a uma realidade mais complexa”, destaca a equipe de pesquisadores no texto Rastros e Levantes no Acervo do FMPE, que compõe o livreto, junto com o texto Memórias em Imagens, do FMPE. “A publicação é parte de um esforço memorialístico contínuo do FMPE. Ao longo de nossas conversas, ficou evidente que o rememorar é um ato político e afetivo que constitui o movimento”, destacam.
A seleção dos postais foi feita coletivamente a partir de uma oficina de memória realizada pelo FMPE em 2022, que teve como objetivo pinçar as imagens que melhor representam a trajetória do movimento.
“Aqui, a proposta é que a forma da correspondência funcione como um convite à difusão e exploração da história do FMPE, pois, quando distribuídas, as imagens fazem circular os desejos, os levantes e as vidas dessas mulheres em luta”.
A publicação FMPE: Imagens de Luta foi impressa na Companhia Editora de Pernambuco – CEPE com tiragem de 200 exemplares. O material será lançado no próximo 10 de março na sede do SOS Corpo e distribuído gratuitamente. Além do público interessado, a distribuição será feita para movimentos sociais e instituições públicas.
Ficha Técnica – FMPE: IMAGENS DE LUTA
Pesquisa iconográfica
Comissão de Memória do FMPE
Marcela Lins
Guilherme Benzaquen
Conselho Editorial
Comissão de Memória do FMPE
Pesquisa Rastros e Levantes em Pernambuco
Marcela Lins
Guilherme Benzaquen
Orientação da Pesquisa
Fabiana Bruce
Projeto Gráfico
Rod Souza Leão
Digitalização de Imagens
Luísa Nóbrega
Produção e Produção Executiva
Rodrigo Cavalcanti
Assessoria de Imprensa
Ana Nogueira
SERVIÇO
Lançamento da publicação FORUM DE MULHERES DE PERNAMBUCO – IMAGENS DE LUTA
Data: sexta-feira, 10 de março, às 18h
Local: Sede do SOS Corpo (R. Real da Torre, 593 – Madalena – Recife/PE)
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O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura (PSB), alcançou 87,7% de aprovação, segundo pesquisa do Instituto Opinião divulgada nesta terça-feira (10) pelo Blog do Magno Martins. A força de sua liderança foi reafirmada nas eleições municipais de 6 de outubro, quando conseguiu eleger sua sucessora, Aline Karina (PSB), com ampla vantagem, diz o blog. A pesquisa […]
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura (PSB), alcançou 87,7% de aprovação, segundo pesquisa do Instituto Opinião divulgada nesta terça-feira (10) pelo Blog do Magno Martins.
A força de sua liderança foi reafirmada nas eleições municipais de 6 de outubro, quando conseguiu eleger sua sucessora, Aline Karina (PSB), com ampla vantagem, diz o blog.
A pesquisa revelou que Adelmo tem aprovação ainda maior na zona urbana, com 90,8%, enquanto na zona rural o índice é de 82,9%. Entre os homens, a aprovação é de 85,6%, e entre as mulheres, impressionantes 89,5%. Os índices também variam conforme a faixa etária, com destaque para os entrevistados acima de 60 anos, entre os quais a aprovação chega a 93,8%, seguidos por aqueles entre 45 e 59 anos (88,5%), 35 a 44 anos (84,1%), 25 a 34 anos (84,7%) e 16 a 24 anos (85,4%).
Em relação à escolaridade, os que possuem ensino médio (88,2%), superior (88,9%) e ensino fundamental (87,3%). Já entre as famílias com renda superior a dois salários mínimos, o número é ainda mais expressivo: 94,2%, seguidas por aquelas com até dois salários, que registram 85,5%.
A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 7 de dezembro, com 400 questionários aplicados. A margem de erro é de 4,1 pontos percentuais para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 90%. A imagem pessoal de Adelmo Moura é avaliada como positiva por 86,2% dos entrevistados.
A visita da governadora Raquel Lyra tinha um capítulo a mais em Afogados da Ingazeira. Era aguardado o anúncio da ordem de serviço para a construção da Clínica de Hemodiálise. Em dezembro de 2022, o Prefeito Sandrinho Palmeira anunciou no Debate das Dez do Programa Manhã Total da Rádio Pajeú a doação do terreno por trás do […]
A visita da governadora Raquel Lyra tinha um capítulo a mais em Afogados da Ingazeira.
Era aguardado o anúncio da ordem de serviço para a construção da Clínica de Hemodiálise.
Em dezembro de 2022, o Prefeito Sandrinho Palmeira anunciou no Debate das Dez do Programa Manhã Total da Rádio Pajeú a doação do terreno por trás do Hospital Regional Emília Câmara.
A estrutura irá comportar 50 leitos para pacientes de hemodiálise em Afogados da Ingazeira. A construção será feita pela OS do Tricentenário. À época, Sandrinho também anunciou que solicitou à governadora Raquel Lyra a manutenção do modelo de gestão das unidades regionais através de Organização Social, OS.
Pelo que o blog apurou, após a entrega da UTI, Raquel assinaria a ordem de serviço. Estava tudo pronto, até com projeto 3D na tela. Mas não houve assinatura e a governadora seguiu agenda pulando o anúncio. Não se sabe se o projeto foi abortado, se haverá outro momento para assinatura ou se a governadora adiou por aperto na agenda.
Senadores, representantes da sociedade civil, do Judiciário e do Governo de Pernambuco, além de deputados estaduais e lideranças políticas, lotaram hoje o plenário da Assembleia Legislativa para debater, em audiência pública promovida pela CPI da Violência contra os Jovens do Senado, o alto índice de assassinato de adolescentes no Estado. Segundo o Gabinete de Assessoria […]
Senadores, representantes da sociedade civil, do Judiciário e do Governo de Pernambuco, além de deputados estaduais e lideranças políticas, lotaram hoje o plenário da Assembleia Legislativa para debater, em audiência pública promovida pela CPI da Violência contra os Jovens do Senado, o alto índice de assassinato de adolescentes no Estado. Segundo o Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares (Gajop), só em 2015, 1.348 jovens morreram vítimas da violência em Pernambuco. Um média de 5,6 assassinatos por dia.
De acordo com o líder do PT no Senado, Humberto Costa, autor do requerimento que garantiu a realização do evento, é fundamental buscar soluções para o problema. “Nós não podemos apenas assistir às estatísticas de violência contra jovens aumentarem e não fazermos nada. Temos que pensar em novas soluções, trazer o problema à tona e juntar todos os esforços para mudar essa realidade”, disse Humberto, que é da Comissão Parlamentar que apura o assassinato de jovens no Brasil. Além do líder, também estiveram presentes ao evento a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) e o senador José Medeiros (PPS-MT).
Para o desembargador do Tribunal de Justiça de Pernambuco, Luiz Carlos Figueiredo, é preciso fazer um balanço do problema nos últimos 20 anos. “Temos que resgatar tudo o que já foi discutido, o que já se avançou e o que ainda não avançou. Não preciso dizer que, em sua maioria, os que morrem são jovens negros ou pardos, de baixa renda e de baixa escolaridade. A sensação que eu tenho é que uns remam para um lado, uns remam para o outro. Mas todos têm vontade de trabalhar. Por isso, temos que coordenar essas ideias e romper esse ciclo”, afirmou.
Para a senadora Lídice da Mata, o número de assassinatos de jovens em Pernambuco e no Brasil não pode ser só visto como um problema de segurança pública. “O que a gente vem percebendo é que a violência é só isso. É uma questão social. A violência é resultado da pobreza que se soma ao racismo contra os negros e os índios”, afirmou.
O Índice de Homicídios na Adolescência (IHA) calcula que cerca de 42 mil adolescentes entre 12 a 18 anos poderão ser assassinados em seis anos nas cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes. Se a perspectiva for confirmada, para cada grupo de mil crianças com 12 anos completos em 2012, 3,32 serão vítimas de homicídio antes de chegarem aos 19 anos.
O estudo foi divulgado em janeiro deste ano e é resultado de uma parceria entre a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Observatório de Favelas e o Laboratório de Análise da Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (LAV-UERJ). CPI debate assassinatos de jovens em Pernambuco
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