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Mendonça Filho diz Temer merece reconhecimento por retomada de obras da Transposição

Por Nill Júnior

“FHC, Lula e Dilma contribuíram com transposição”, disse.

Deixando Brasília com destino a Pernambuco, onde acompanha o Presidente Michel Temer na viagem ao Sertão do Estado, o Ministro da Educação Mendonça Filho, comemorou a entrega do ramal da Adutora na Paraíba. “Fico feliz em acompanhar esse momento histórico”, disse.

Perguntado sobre a paternidade da obra – Lula também visitará os canais em breve – Mendonça diz que, feito um debate histórico, o debate começou com Dom Pedro II na clássica fala de que “venderia as joias da coroa”. Disse Mendonça: “Vários governos trabalharam, desde FHC, Dilma, Lula. Mas o fato é que a obra estava parada, estavam desativadas as frentes de trabalho, diante da crise que o Brasil viveu na gestão Dilma”.

Diz Mendonça que, quando Temer assumiu, acelerou as obras. “Vamos entregar as obras no eixo leste , passando por Sertânia, Custódia e outras cidades. Estaremos concluindo o eixo oeste até final de 2017”. Também disse que há pressa em viabilizar abastecimento para o Agreste. “Cidades como Pesqueira, Sanharó, Tacaimbó e Belo Jardim estarão sendo beneficiadas pois estão em crise hídrica sem precedentes.

Perguntado sobre a exposição de seu nome nos spots do DEM veiculados na imprensa, Mendonça disse que faz parte do trabalho prestar contas. “Como homem público tenho dever de prestar contas do meu trabalho. Hoje como Ministro, tenho atuado em defesa d estado. Com relação a perspectiva eleitoral, isso é um debate que fica para 2018”.

Outras Notícias

Encontro debate pontos da Lei 13.467/17

A Superintendência Regional do Trabalho em Pernambuco através do Superintendente Geovane Freitas, recebeu a Secretaria de Relações do Trabalho (SRT),  para realização da “SRT Itinerante”, um projeto que mistura capacitação e atendimento relacionado às questões sindicais. Os dois dias foram marcados pelo encontro com líderes sindicais para discussões e esclarecimentos sobre os principais tópicos da […]

A Superintendência Regional do Trabalho em Pernambuco através do Superintendente Geovane Freitas, recebeu a Secretaria de Relações do Trabalho (SRT),  para realização da “SRT Itinerante”, um projeto que mistura capacitação e atendimento relacionado às questões sindicais.

Os dois dias foram marcados pelo encontro com líderes sindicais para discussões e esclarecimentos sobre os principais tópicos da Reforma Trabalhista, aprovada em novembro de 2017.

O evento, realizado no auditório da Superintendência, contou com a presença de uma equipe de técnicos da SRT, sendo eles. Thiago Souza (Coordenador Geral de Relações do Trabalho Substituto), Tânia Azevedo (Coordenadora Nacional do Conselho do Trabalho), Mariana Poronniuk ( Chefe de Gabinete da SRT) e Eder Ramos (Coordenador Técnico de Relações do Trabalho), responsáveis por explicar os principais pontos da lei e elucidar as dúvidas dos representantes dos sindicatos.

A capacitação tinha como tema central “Os Novos Aspectos Individuais e Sindicais no Âmbito das Relações de Trabalho”. Além da palestra, ministrada por Éder Ramos, a SRT Itinerante realizou, no gabinete da Superintendência, atendimento às entidades sindicais, com a finalidade da resolução de conflitos e esclarecimento de dúvidas.

 “O evento é muito importante para a aproximação da SRT com os sindicatos do estado de Pernambuco e não seria possível sem a participação efetiva da SERET/PE chefiada pela servidora Maria Lucinete”, disse Freitas.

Mensalmente, o projeto da Secretaria de Relações do Trabalho deixa Brasília, para a realização desses encontros nos estados, a fim de sanar conflitos e amenizar dúvidas das centrais sindicais e dos sindicatos patronais e profissionais. Pernambuco é um dos primeiros estados visitados pelo projeto, que pretende alcançar todas as 26 entidades da federação até o fim de 2018.

Pernambuco receberá investimentos significativos do Governo Federal para ações de segurança

Por: André Luis O Governo Federal anunciou na sexta-feira (21) o Programa de Ação na Segurança (PAS), um amplo pacote de medidas voltado para a segurança pública em parceria com estados e municípios. Pernambuco será contemplado com investimentos de destaque, totalizando R$ 47,2 milhões, que visam aprimorar a prevenção da violência nas escolas e fortalecer […]

Por: André Luis

O Governo Federal anunciou na sexta-feira (21) o Programa de Ação na Segurança (PAS), um amplo pacote de medidas voltado para a segurança pública em parceria com estados e municípios. Pernambuco será contemplado com investimentos de destaque, totalizando R$ 47,2 milhões, que visam aprimorar a prevenção da violência nas escolas e fortalecer o sistema de segurança do estado.

O programa prevê reforço ao Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) destinado aos estados e Distrito Federal, com um montante de mais de R$ 1 bilhão em repasses a partir de agosto. Além disso, o Plano Amazônia, que visa combater crimes ambientais e conexos em estados da Amazônia Legal, receberá R$ 2 bilhões em investimentos.

Em relação ao programa Escola Segura, Pernambuco será beneficiado com R$ 170 milhões, destinados a ações de prevenção, rondas, qualificação de profissionais da área de segurança, pesquisas e monitoramento cibernético. A maior parte desses recursos será direcionada para o Governo do Estado, que receberá R$ 2,9 milhões.

Além disso, oito municípios pernambucanos tiveram projetos aprovados no edital Escola Segura e receberão um total de R$ 5,7 milhões para investimentos diretos na área. Recife lidera a lista dos contemplados, com um repasse previsto de R$ 954 mil. Os demais municípios são Caruaru (R$ 943 mil), Altinho (R$ 921 mil), Igarassu (R$ 919 mil), Olinda (R$ 776 mil), Camaragibe (R$ 574 mil), Camocim de São Félix (R$ 442 mil) e Serra Talhada (R$ 243 mil).

Adicionalmente, Pernambuco está entre os 12 estados que serão priorizados em projetos de Cultura, no âmbito do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci 2), que destinará um total de R$ 30 milhões para esses projetos.

O Programa de Ação na Segurança também inclui medidas relacionadas à legislação, como um decreto para controle responsável de armas, que prevê redução da quantidade de armas e munições acessíveis a civis e restrições ao porte de trânsito municiado para caçadores, atiradores e colecionadores.

Comissão de juristas defende impeachment de Bolsonaro por crimes de responsabilidade

Foto: Alex Pazuello/Semcom Para a comissão, Bolsonaro cometeu crimes contra a humanidade, a saúde, a administração e a paz pública. Integrantes da CPI da Pandemia participam nesta quarta-feira (15), a partir de 17h, de videoconferência com uma comissão de juristas que sugere o indiciamento do presidente da República, Jair Bolsonaro, por crime de responsabilidade.  O […]

Foto: Alex Pazuello/Semcom

Para a comissão, Bolsonaro cometeu crimes contra a humanidade, a saúde, a administração e a paz pública.

Integrantes da CPI da Pandemia participam nesta quarta-feira (15), a partir de 17h, de videoconferência com uma comissão de juristas que sugere o indiciamento do presidente da República, Jair Bolsonaro, por crime de responsabilidade. 

O grupo é coordenado pelo ex-ministro da Justiça e professor de Direito Penal da Universidade de São Paulo Miguel Reale Junior.

Para a comissão de juristas, Bolsonaro cometeu crimes contra a humanidade, a saúde, a administração e a paz pública. De acordo com o documento entregue à CPI na terça-feira (14), o chefe do Executivo infringiu medidas sanitárias preventivas e praticou charlatanismo, incitação ao crime e prevaricação durante a pandemia de coronavírus.

O relatório atende a um requerimento aprovado em junho pela CPI, de iniciativa do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). Segundo a comissão de juristas, Jair Bolsonaro prejudicou e retardou o acesso à saúde pública. 

O documento também sugere o indiciamento do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e da secretária de Gestão do Trabalho e da Educação da pasta, Mayra Pinheiro.

“A responsabilidade penal do presidente da República é a do mandante, organizador e dirigente da conduta de seus subordinados, em especial do ministro da Saúde Eduardo Pazuello. Portanto, a resposta penal pode ser agravada. Para além da prática dos crimes comuns, também está demonstrada responsabilidade penal individual do presidente, do ministro Eduardo Pazuello e, pelo menos, da médica Mayra Pinheiro Correia, pelos crimes contra a humanidade analisados”, conclui o relatório.

O relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), disse que vai levar em consideração no parecer final os tipos penais sugeridos pelos juristas. Também integram a comissão o advogado Alexandre Wunderlich, a professora de Direito Penal Helena Regina Lobo da Costa e a desembargadora Sylvia H. Steiner.

“Vamos levar em consideração e estimular o debate com relação à utilização dos tipos penas no relatório da CPI. Estão todos muito bem encaminhados do ponto de vista da prova. O relatório conterá a indicação de crimes comuns, crimes de responsabilidade, que podem ser aplicados contra o presidente, ministros e agentes políticos, e crimes contra a humanidade. Estou também avaliando criteriosamente a possibilidade da utilização do genocídio com relação aos índios e a Manaus. Mas isso ainda está em avaliação”, disse Calheiros.

O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), destacou que a comissão de juristas dedicou um capítulo específico do relatório para analisar a postura de Jair Bolsonaro durante o pico da pandemia de coronavírus na capital amazonense. 

O título do capítulo é “Manaus: um caso exemplar do desprezo à vida”. O documento cita o aplicativo TrateCOV, usado pelo governo federal para prescrever medicamentos ineficazes como cloroquina e ivermectina.

“Hoje vi o jurista Miguel Reale Junior falando uma coisa que falei logo no início da CPI: meu estado foi utilizado como cobaia. Ele reafirma isso hoje. O aplicativo usado no Amazonas levou ao óbito muitos amazonenses. Concordo claramente. Em outras questões, é importante ser explicado juridicamente para que a gente não force uma situação que não existe. Não é pessoal, não é vingança contra ninguém. Mas é atrás de justiça para esses quase 600 mil brasileiros que perderam a vida com a pandemia”, disse Aziz. A informação é da Agência Senado.

Eraldo Moura sinaliza possível rompimento com grupo de Nicinha Melo em Tabira

Na manhã desta terça-feira (23), a produção do programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM de Tabira, recebeu uma informação exclusiva de uma fonte política local altamente confiável. A notícia sugere que o vereador Eraldo Moura estaria se preparando para deixar o grupo político liderado pela prefeita Nicinha Melo. As informações foram divulgadas pelo jornalista […]

Na manhã desta terça-feira (23), a produção do programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM de Tabira, recebeu uma informação exclusiva de uma fonte política local altamente confiável. A notícia sugere que o vereador Eraldo Moura estaria se preparando para deixar o grupo político liderado pela prefeita Nicinha Melo. As informações foram divulgadas pelo jornalista Júnior Alves em uma postagem em seu Instagram.

Segundo Júnior, a fonte revelou que Eraldo Moura já estaria confidenciando sua decisão de deixar o grupo para pessoas próximas. O suposto descontentamento teria se originado a partir da posição do vereador contra a contratação de um empréstimo no valor de R$ 4 milhões pelo governo de Nicinha junto ao Banco do Brasil. Desde esse posicionamento, o vereador teria experimentado um tratamento de indiferença dentro do grupo.

Alves chamou a atenção para que curiosamente, durante as sessões da Câmara, observou-se que Eraldo Moura não tem mais defendido o governo com a mesma efusividade de antes, o que levanta questionamentos sobre a estabilidade de sua relação com a prefeita.

Ainda segundo o jornalista, além disso, a aproximação de Eraldo Moura com o vice-prefeito Marcos Crente também foi destacada como um fator que vem causando desconforto no grupo da prefeita. Testemunhas afirmam ter observado os dois políticos em diversas ocasiões juntos.

Caso o rompimento se confirme, Eraldo Moura poderá seguir um caminho de retorno ao grupo que o elegeu na última eleição. Especulações sobre os próximos passos do vereador e os desdobramentos políticos na cidade já estão gerando discussões entre os cidadãos locais.

Arcoverde: TCE-PE mantém multa à AESA por contratações ilegais

Primeira mão O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) decidiu manter a multa imposta à Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde (AESA) por contratações temporárias realizadas de forma irregular em 2022. A decisão foi publicada no Diário Oficial do TCE-PE nesta terça-feira (20), como resultado da 26ª Sessão Ordinária do Tribunal Pleno, realizada […]

Primeira mão

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) decidiu manter a multa imposta à Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde (AESA) por contratações temporárias realizadas de forma irregular em 2022. A decisão foi publicada no Diário Oficial do TCE-PE nesta terça-feira (20), como resultado da 26ª Sessão Ordinária do Tribunal Pleno, realizada no dia 14 de agosto de 2024.

De acordo com as informações contidas no acórdão nº 1334/2024, o TCE-PE negou provimento ao recurso ordinário interposto por Alexandre Ferreira Paes de Lira, Izabel Cristina Izidoro de Souza Barbosa e Luciene Maria Ferreira do Nascimento, mantendo assim a decisão anterior (acórdão T.C. nº 506/2024) que julgou ilegais as contratações temporárias feitas pela AESA. 

As contratações, que correspondiam a 63,45% dos vínculos de pessoal da autarquia, foram realizadas sem a devida seleção simplificada para cargos como auxiliar administrativo, vigilante e serviços gerais.

Segundo o Tribunal, as contratações temporárias não apresentaram fundamentação fática que justificasse a exceção prevista no artigo 37, inciso IX, da Constituição Federal, o que configura ilegalidade. 

O relatório de auditoria e o parecer do Ministério Público de Contas corroboraram a ausência de justificativas para essas contratações, levando os conselheiros do Pleno do TCE-PE a decidir, por unanimidade, pela manutenção da multa.

A penalidade, estipulada em R$ 10.303,92, foi aplicada com base no artigo 73, inciso III, da Lei Estadual nº 12.600/2004, que prevê sanções para gestores que cometem irregularidades na administração pública. A advogada Maria Eugênia Pinheiro Leite Silva e o advogado Bernardo de Lima Barbosa Filho, que representaram os interessados no processo, não conseguiram reverter a decisão inicial.