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Membros do Instituto Histórico e Geográfico do Pajeú, se encontram em Iguaracy

Por Nill Júnior

INSTITUTO DO PAJEU

Será sábado 26 de julho 2014 que membros do Instituto Histórico e Geográfico do Pajeú (IHGPajeú) irão se encontrar em Iguaracy-PE.

O Instituto nasceu com a finalidade de estreitar os laços culturais de todas as cidades da região, bem como de resgatar sua história e aspectos geográficos, reunindo todos os trabalhos em um mesmo local para facilitar o acesso a estudantes e pesquisadores.

“Já catalogamos todos os escritores e poetas das cidades integrantes do IHGPajeú, estamos agora tentando reunir todas as obras, aí então teremos um acervo invejável, onde poderemos mostrar toda produção literária pajeuzeira”, declarou Alberto e acrescentou que o Instituto já começa a fazer contatos com livrarias de toda região para que seja disponibilizado um espaço para os autores do Pajeú.

Poetas, escritores, artistas plásticos, pesquisadores, professores, políticos e religiosos começam a se integrar a idéia, que de acordo com seus idealizadores, deverá tomar sua forma definitiva até o final deste ano. Em Iguaracy o encontro será no prédio da Secretaria de Educação ás 9 horas e tem a produção e organização da Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo que conta com o apoio total do Governo Municipal de Iguaracy.

Outras Notícias

A CNM recebe prefeitos eleitos do Nordeste a partir de hoje para seminário de capacitação em Brasília

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) inicia hoje, 18 de novembro, o Seminário Novos Gestores, que seguirá até o dia 19 em Brasília. Voltado para prefeitos eleitos no último pleito, em outubro, o evento visa capacitar os novos gestores em áreas estratégicas da administração pública. O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, anfitrião do encontro, destaca […]

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) inicia hoje, 18 de novembro, o Seminário Novos Gestores, que seguirá até o dia 19 em Brasília. Voltado para prefeitos eleitos no último pleito, em outubro, o evento visa capacitar os novos gestores em áreas estratégicas da administração pública.

O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, anfitrião do encontro, destaca a importância da iniciativa: “Nesse encontro, há amplo espaço para capacitação técnica nas principais áreas da gestão pública, lições bem-sucedidas, apresentação das pautas prioritárias para o movimento municipalista, entre outras orientações para os recém-eleitos”.

As atividades serão realizadas em dois locais próximos em Brasília. No Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), ocorrerão plenárias e atendimentos com orientações técnicas. Já a sede da CNM abrigará outras programações, como encontros com parlamentares, proporcionando uma oportunidade para os gestores eleitos estreitarem laços com representantes do legislativo.

A CNM cobrirá as despesas de transporte, hospedagem e alimentação dos novos prefeitos inscritos e homologados no evento, com orientações detalhadas disponíveis no ato da inscrição.

Viúva vai priorizar filhos e não será candidata a vice, diz irmão de Campos

O irmão de Eduardo  Campos, Antônio Campos, sugeriu na tarde deste domingo (17) que a família Arraes não vai deixar a política. Ele disse que torce para que seu sobrinho João –filho mais velho de Eduardo– ingresse na política e assegurou que sua cunhada Renata não deve aceitar, neste momento, qualquer proposta para ser candidata. […]

O irmão de Eduardo  Campos, Antônio Campos, sugeriu na tarde deste domingo (17) que a família Arraes não vai deixar a política. Ele disse que torce para que seu sobrinho João –filho mais velho de Eduardo– ingresse na política e assegurou que sua cunhada Renata não deve aceitar, neste momento, qualquer proposta para ser candidata.

“Isso não foi colocado agora. Renata está priorizando a criação dos filhos, mas ela é quadro político importante, fez política com Eduardo também, e foi uma valorosa companheira do meu irmão”, disse.

Nessa segunda-feira (18), Renata deve se reunir com as principais lideranças partidárias que compõem a aliança da Frente Popular em Pernambuco para pedir comprometimento com os ideias do marido. “Renata deverá dar um recado que o desejo de Eduardo é que a luta dele prossiga”, explicou Antonio.

Antônio afirmou que não tem interesse em entrar na política e apontou o nome de João Campos com um bom sucessor da família.

“Não tenho pretensão de entrar na política de forma imediata. Estou torcendo para que meu sobrinho João e Renata tenham mais protagonismo. Terei minha colaboração. A família sempre participou com ele, como participou com o meu avô. O tempo vai conduzir”, afirmou.

Para o irmão de Eduardo, a família terá de conviver para sempre com a dor da perda. “Não vamos superar, vamos ter de conviver. O vazio é muito grande, não se supera. O que nos acalenta é que ele deixou muita coisa na vida das pessoas”, disse o irmão de Campos. “A família unida saberá atravessar mais esse desafio. Nós temos uma história de muita luta. Nosso avô [Miguel Arraes] foi exilado, fomos perseguidos. Toda essa história faz lidar com esse momento”.

Antônio voltou a defender o que chamou de legado de Eduardo. “No momento em que o país está muito descrente com a política, ele acendeu o Brasil, disse que é preciso discutir, participar das eleições, criar uma proposta para o Brasil. É preciso lutar contra a apatia, porque é possível fazer diferente. É possível desde de que os brasileiros se unam”, afirmou. (Uol)

Em virtude de audiência com Lula, João Campos não vai a encontro da UVP em Triunfo, mas confirma ida a Serra Talhada

O ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos, anunciou disse que não conseguirá participar da reunião da UVP, em Triunfo, após atraso provocado por uma audiência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília. Segundo João, o encontro com Lula foi “muito positivo” e serviu para discutir os palanques […]

O ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos, anunciou disse que não conseguirá participar da reunião da UVP, em Triunfo, após atraso provocado por uma audiência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília.

Segundo João, o encontro com Lula foi “muito positivo” e serviu para discutir os palanques políticos pelo Brasil, incluindo Pernambuco. Com a reunião se estendendo além do previsto, ele perdeu o voo para Recife e só conseguirá retornar durante a madrugada.

Apesar da ausência em Triunfo, João confirmou presença no Sertão nesta sexta-feira e afirmou que seguirá direto para Serra Talhada, onde deve chegar por volta das 11h.

“Fica aqui o meu compromisso de a gente marcar um encontro com os vereadores para falar sobre o futuro de Pernambuco. Saio daqui animado e simbora que amanhã estamos no sertão”, declarou.

Há pouco, João Campos postou imagem da reunião com Lula. “Mais uma grande reunião com o presidente Lula. Vamos juntos organizar nossos palanques para o futuro de Pernambuco e de todo o Brasil”.

Há apagão do governo e oposição e PMDB sabe aproveitar, diz cientista político

Do Diário de Pernambuco O resultado da pesquisa Ibope/CNI sobre avaliação do governo divulgada na quarta-feira, 1, confirma dados semelhantes que haviam sido apresentados pelo Datafolha e reitera as dificuldades por que passam o governo Dilma Rousseff e o PT. A avaliação é de Alcindo Gonçalves, doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo […]

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Do Diário de Pernambuco

O resultado da pesquisa Ibope/CNI sobre avaliação do governo divulgada na quarta-feira, 1, confirma dados semelhantes que haviam sido apresentados pelo Datafolha e reitera as dificuldades por que passam o governo Dilma Rousseff e o PT. A avaliação é de Alcindo Gonçalves, doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP) e professor da Universidade Católica de Santos.

Para Gonçalves, é interessante ver a velocidade com que o governo Dilma perdeu popularidade, de dezembro para cá. Segundo ele, isso mostra o potencial que tem as redes sociais. Além disso, o professor avalia que já é possível prever com algum grau de certeza que o PT vai ter dificuldade em eleger um sucessor em 2018. “Independentemente dos rumos da política e da economia nos próximos anos, esse abalo sobre o PT, sobre Lula e sobre Dilma é muito forte.”

O cientista político vê um “apagão” tanto do lado do governo e do PT, como da oposição liderada por PSDB em dar respostas a esse momento de crise. “Há um grande apagão. Nem o governo tem se mostrado competente para responder, apresentar saídas para a crise – exceto ficar na defensiva e justificar o ajuste fiscal, mas sem uma condução política ciente -, mas a oposição também. Isso fica claro nos movimentos de rua, que são completamente apartidários, rejeitam a presença dos partidos, inclusive da oposição, então a oposição não se credencia como opção de poder.”

Gonçalves explica que a crise atual do governo tem três razões essenciais: a crise econômica, com inflação e medidas de ajuste anunciadas gerando descontentamento entre a população; a corrupção, que embora a Lava Jato não atinja a presidente diretamente, cria um contexto muito desfavorável; e os erros na condução política, em um cenário que o governo mantém uma base aliada majoritária, mas se vê pressionado a todo instante e, em especial, por seu principal aliado, o PMDB.

“É um exagero dizer que o PMDB tomou o poder, como se fosse um sistema parlamentarista. Mas, ele é um sócio com responsabilidade reduzida nesse governo e está usando o Congresso como ponta de lança, está sabendo atuar neste momento de crise política”, afirma. Gonçalves considera “incrível” os principais expoentes desse movimento, Eduardo Cunha, presidente da Câmara, e Renan Calheiros, presidente do Senado, explorarem bem o cenário ao mesmo tempo em que são indiciados na Lava Jato.

“Não entrando no mérito de isso ser bom ou ruim, mas é visível que o Cunha tomou iniciativa política, ele é claro e incisivo, colocou para votar por exemplo (na CCJ) o projeto que reduz a maioridade penal. Essas coisas são decisivas. Nesse momento de apagão, a luz deles (PMDB) está brilhando.”

A pesquisa Ibope/CNI mostrou que o governo Dilma é avaliado como ótimo ou bom por 12% dos brasileiros, ante 40% em dezembro – a pior avaliação para um início de mandato desde o começo do segundo termo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 1999. Os que consideram o governo regular atingiram 23% e os que o avaliam como ruim ou péssimo são 64%. Em dezembro, a primeira pesquisa CNI/Ibope após a reeleição de Dilma, 32% apontavam o governo como regular e 27%, como ruim e péssimo. Levantamento do Datafolha, de 18 de março, apontou a avaliação ruim e péssima do governo em 62% e o bom e ótimo em 13%.

Novo salário mínimo, de R$ 937, vale a partir deste domingo

Começa a valer neste domingo (1º) o novo salário mínimo, de R$ 937. Ele é R$ 57 mais alto do que o de 2016 (R$ 880), ou 6,48%. O valor que entra em vigor, porém, é menor do que o previsto inicialmente na Lei Orçamentária Anual, enviada ao Congresso em outubro pelo governo, e que estimava […]

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Começa a valer neste domingo (1º) o novo salário mínimo, de R$ 937. Ele é R$ 57 mais alto do que o de 2016 (R$ 880), ou 6,48%.

O valor que entra em vigor, porém, é menor do que o previsto inicialmente na Lei Orçamentária Anual, enviada ao Congresso em outubro pelo governo, e que estimava o mínimo de 2017 em R$ 945,80.

Segundo o governo, o valor menor que o previsto se deveu à inflação mais baixa que a estimada anteriormente.

Como foi calculado o valor

O salário mínimo é reajustado com base na inflação do ano anterior, levando em conta o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), mais o aumento do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes (no caso, 2015).

Como em 2015 o PIB teve variação negativa (-3,77%), esse valor não é levado em conta, e o mínimo foi ajustado apenas pela inflação.

Na proposta para o orçamento de 2017, enviada ao Congresso em outubro, o governo previa um aumento de R$ 65,80 para o salário mínimo, fazendo com que ele chegasse a R$ 945,80. A proposta inicial levava em conta uma previsão de 7,5% para a inflação em 2016.

A previsão do Ministério da Fazenda para a inflação, porém, caiu para 6,74%, o que alterou também o valor do salário mínimo que entra em vigor neste domingo.