Médico João Veras deixou direção clínica do Hospital de Tabira
Por Nill Júnior
A produção do Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM, tomou conhecimento na noite dessa sexta-feira (6) de que o médico Dr. João Veras não integra mais a gestão da Saúde do município de Tabira. A informação é do radialista Júnior Alves em sua rede social.
Dr. João ocupava o cargo de diretor clínico do Hospital Municipal Dr. Luiz José da Silva Neto e atuava diretamente na organização dos serviços de saúde da unidade.
Procurado pela produção do programa, o médico confirmou oficialmente sua saída, informando que deixou todos os serviços ligados à Saúde de Tabira.
Questionado sobre os motivos da decisão, Dr. João Veras explicou, de forma objetiva, que está envolvido em novos projetos profissionais e que não estava conseguindo conciliar as atividades com a função exercida no município.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira concluiu ontem (28) o pagamento do salário dos servidores públicos municipais, referentes ao mês de dezembro. O pagamento teve início na última terça (26), com aposentados e pensionistas. O início do pagamento só foi anunciado agora pois a Prefeitura aguardava a entrada e algumas receitas para poder concluir o pagamento de todos os […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira concluiu ontem (28) o pagamento do salário dos servidores públicos municipais, referentes ao mês de dezembro. O pagamento teve início na última terça (26), com aposentados e pensionistas.
O início do pagamento só foi anunciado agora pois a Prefeitura aguardava a entrada e algumas receitas para poder concluir o pagamento de todos os servidores. Como o planejamento deu certo, o pagamento de todos pôde ser concluído ontem.
A injeção foi de R$ 2,1 milhões para essa reta final de ano, para 1.438 servidores. Na primeira quinzena de dezembro a Prefeitura já havia pago o 13º salário dos servidores.
“Já são, ao todo, 60 meses pagando em dia os servidores entre a primeira e segunda gestão. Por conta de alguns imprevistos que poderiam ocorrer, decidimos divulgar quando estivesse dinheiro na conta de todos os nossos servidores,” declarou o Secretário de Finanças de Afogados, Ney Quidute.
A quarta edição da Expo Brejinho, realizada nos dias 14, 15 e 16 deste mês, reuniu expositores locais e de municípios vizinhos, além de gestores públicos da região e do Estado da Paraíba. Em seu quarto ano consecutivo, o evento reafirmou seu papel como um dos principais encontros econômicos e culturais do Pajeú. Durante os […]
A quarta edição da Expo Brejinho, realizada nos dias 14, 15 e 16 deste mês, reuniu expositores locais e de municípios vizinhos, além de gestores públicos da região e do Estado da Paraíba. Em seu quarto ano consecutivo, o evento reafirmou seu papel como um dos principais encontros econômicos e culturais do Pajeú.
Durante os três dias de programação, o município registrou aumento significativo na circulação de visitantes e intensificação nas vendas de produtos e serviços. A feira contou com estandes de diversos segmentos, apresentações culturais, desfiles de moda, concurso gastronômico e a escolha da Miss Expo Brejinho, oferecendo uma agenda voltada à promoção da produção local e das tradições do município.
O prefeito Gilson Bento afirmou que a participação elevada de público impactou diretamente setores como hospedagem, alimentação e comércio. Segundo ele, pousadas registraram ocupação acima da média, enquanto restaurantes e lojas tiveram aumento no movimento. O gestor destacou o trabalho das equipes envolvidas na organização do evento.
A movimentação financeira também foi impulsionada pela antecipação da folha salarial de novembro, paga no dia 14, que injetou aproximadamente R$ 1,5 milhão na economia municipal. De acordo com a administração, a medida contribuiu para ampliar o poder de compra no período da feira.
Embora o balanço oficial ainda esteja em elaboração, a Prefeitura aponta que a edição deste ano registrou crescimento no público e nas oportunidades de negócios. A programação incluiu ainda shows musicais no palco principal, que reuniram grande número de pessoas ao longo do fim de semana.
Blog do Valdo Cruz O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, João Doria, foi ao Rio nesta sexta-feira (12) em busca de um encontro com o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). A intenção era gravar um vídeo com manifestações mútuas de apoio – Doria enfrentará Marcio França (PSB) no segundo turno e Bolsonaro, Fernando […]
O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, João Doria, foi ao Rio nesta sexta-feira (12) em busca de um encontro com o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). A intenção era gravar um vídeo com manifestações mútuas de apoio – Doria enfrentará Marcio França (PSB) no segundo turno e Bolsonaro, Fernando Haddad (PT).
A reunião aconteceria na casa do empresário Paulo Marinho, apoiador de Bolsonaro, mas o capitão reformado do Exército, segundo interlocutores, alegou mal estar para não estar presente.
A equipe de Bolsonaro informou que ele não quer entrar em disputas regionais nas quais seus aliados estão apoiando mais de um candidato e diz que ele agradece as manifestações de apoio de João Doria.
Em São Paulo, o senador eleito pelo PSL, Major Olimpio, apoia o candidato do PSB, Márcio França. Já a deputada federal eleita Joice Hasselman (PSL) defende a candidatura de Doria na disputa pelo governo paulista.
Bolsonaro já havia avisado seus aliados que não iria negociar apoio oficial de partidos à sua candidatura. Até agora, somente o PTB e o PSC, de forma unilateral, oficializaram apoio ao nome do capitão reformado do Exército na corrida presidencial.
O PSDB decidiu manter uma posição de neutralidade na eleição presidencial, sem apoiar nem Bolsonaro nem Fernando Haddad, do PT. Na reunião em que o partido optou por não apoiar ninguém no segundo turno, Doria voltou a manifestar sua decisão de defender a candidatura do deputado federal pelo PSL.
Situação semelhante aconteceu no partido Novo, que também decidiu pela neutralidade. Em Minas, porém, Romeu Zema, único nome do partido que disputa um governo estadual, também decidiu apoiar Bolsonaro na corrida presidencial.
O Tribunal Regional Eleitoral mudou totalmente uma decisão que já era sui generis, esdrúxula, proferida dia 16 de dezembro, ao cassar a chapa Messias do DNOCS e Anne Lira, mas manter seus direitos políticos. O próprio TRE publicou em seu site oficial: “o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco decidiu (por 4 a 2), manter a […]
O Tribunal Regional Eleitoral mudou totalmente uma decisão que já era sui generis, esdrúxula, proferida dia 16 de dezembro, ao cassar a chapa Messias do DNOCS e Anne Lira, mas manter seus direitos políticos.
O próprio TRE publicou em seu site oficial: “o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco decidiu (por 4 a 2), manter a cassação dos mandatos do prefeito de Custódia (Sertão), Manoel Messias de Souza, e da vice-prefeita, Anne Lúcia Torres Campos de Lira, eleitos nas eleições municipais de 2024. A decisão foi tomada em sessão realizada nesta terça-feira (16), seguindo o voto da relatora, desembargadora eleitoral Roberta Viana Jardim.
O julgamento analisou o Recurso Eleitoral nº 0600192-60.2024.6.17.0065, apresentado em uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), que apurou a prática de abuso de poder político e econômico no município na campanha eleitoral de 2026. A chapa eleita já havia sido cassada em primeira instância.
De acordo com o voto vencedor da relatora, ficou comprovado que, durante a gestão do então prefeito Emmanuel Fernandes de Freitas Góis, houve contratações irregulares de servidores temporários em ano eleitoral, sem situação excepcional que justificasse as admissões e sem a realização de processo seletivo simplificado.
Também foi reconhecida a realização de pagamentos atípicos a servidores às vésperas das eleições, com uso de recursos públicos para financiar militância eleitoral e compra de votos.
Segundo as provas analisadas pelo Tribunal, servidores receberam valores para arregimentar eleitores, sob ameaça de perda do emprego, o que comprometeu a igualdade da disputa e a legitimidade do pleito.
Todas essas ações administrativas tiveram o objetivo, segundo o julgamento, de alavancar apoios à então chapa apoiada pelo ex-prefeito, que se sagrou vencedora no pleito municipal”.
O TRE-PE decidiu manter a cassação dos diplomas do prefeito Manoel Messias de Souza e da vice-prefeita Anne Lúcia Torres Campos de Lira, por terem sido beneficiados pelas práticas abusivas.
Em relação ao ex-prefeito Emmanuel Fernandes de Freitas Góis, o Tribunal reconheceu sua responsabilidade direta pelo abuso de poder político e econômico, em razão das contratações e dos pagamentos irregulares realizados durante sua gestão.
A Corte afastou, no entanto, a pena de inelegibilidade do prefeito e da vice eleitos, por entender que não houve prova de participação direta ou indireta deles nas irregularidades, embora tenham sido beneficiários das condutas ilícitas, mas manteve a inelegibilidade por oito anos do ex-prefeito Manuca, que seriam contados a partir de 2024.
O TRE informara que da decisão cabia recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Mesmo assim, conforme o entendimento do TRE-PE, a decisão tem efeito imediato”. Não teve. E depois, todo esse entendimento, como se uma luz do céu iluminasse a cabeça dos que foram favoráveis à cassação, para mudá-los de opinião.
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) reverteu a condenação em 24 de abril, nos autos dos Embargos de Declaração nº 0600192-60.2024.6.17.0065. Por maioria, o Colegiado do TRE-PE deu provimento parcial aos embargos, com efeitos modificativos, para reformar a decisão anterior e julgar integralmente improcedente a Ação de Investigação Judicial Eleitoral.
Com a decisão, foram afastadas todas as sanções anteriormente aplicadas aos recorrentes, especialmente aquelas que poderiam atingir o mandato do prefeito Messias e da vice-prefeita Anne, que seguem no pleno exercício dos cargos para os quais foram eleitos.
A conclusão do TRE-PE foi no sentido de que não houve caracterização suficiente de abuso de poder político ou econômico capaz de justificar a manutenção da condenação eleitoral.
O TRE teve todo tempo para analisar a robustez das provas e agora, entende que a maioria dos seus desembargadores não tomou a decisão correta, que precisou ser reformada. No mínimo, curioso.
Em entrevista à Rádio Pajeú o Gerente Regional da COMPESA, Clóvis Lira disse “não saber que o cargo de Gerente Regional da COMPESA era tão cobiçado”. Clóvis disse que já tem informações de que vários líderes do PSB estão na briga pela condução do órgão. “Afogados está na briga, Carnaíba diz que não abre mão, […]
Em entrevista à Rádio Pajeú o Gerente Regional da COMPESA, Clóvis Lira disse “não saber que o cargo de Gerente Regional da COMPESA era tão cobiçado”. Clóvis disse que já tem informações de que vários líderes do PSB estão na briga pela condução do órgão.
“Afogados está na briga, Carnaíba diz que não abre mão, São José quer de todo jeito. Vai ser uma confusão pra definir quem ser “, disse.
Clóvis indicou nas entrelinhas que há uma disputa entre Totonho Valadares, Anchieta Patriota e Gilberto Rodrigues para indicação do cargo. Nos últimos dias um dos nomes que tem surgido com força é o de Paulo Valadares, atual Secretário de Finanças da Gestão Totonho. Em 27 de outubro de 2006.
Quando Anchieta Patriota não ia com Marconi Santana: a adesão do prefeito de Flores Marcone Santana (PFL) à campanha de Eduardo Campos (PSB) realmente deixou insatisfeitas algumas lideranças do PSB do Pajeú, principalmente o prefeito de Carnaíba Anchieta Patriota (PSB). Anchieta tem comentado que a família Santana em Flores “hostilizou muito Miguel Arraes” e tem condenado o aval ao apoio oferecido pelo pefelista dado pelo candidato Eduardo Campos. Em 21 de outubro de 2006. Hoje, Anchieta e Marconi são aliados de primeira ordem.
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